A Cerveja Christoffel Nobel é uma cerveja Lager, puro malte, não filtrada e não pasteurizada. É uma cerveja de coloração laranja, clara e forte, sendo bem lupulada. Matura durante 3 meses na cervejaria. Sua apresentação é em garrafas de 330 ml com fechamento do tipo “flip-top”. Fonte: Nono Bier
Coloração alaranjada, apresentou uma leve tubidez. A espuma não foi das mais generosas, formando apenas uma fina camada branca. A minha garrafa tinha muitos sedimentos depositados no fundo.
O aroma é de bastante malte, mostrando também um pouco da potência do álcool. O lúpulo aparece também, com as características dos lúpulos nobres, com toques mais florais e cítricos.
Tostado bem percebido no sabor, juntamente com um adocicado inicial, com notas de caramelo / açúcar queimado, e um amargor pronunciado com toque cítrico, puxado ao toque de lúpulos nobres, sem aquela pegada mais herbácea.
Encorpada, líquido é grosso na boca, quase licorosa. Mostrou pouco carbonatação tanto na aparência quanto na sensação em boca.
O retrogosto é de longa duração, ao mesmo tempo adocicado do generoso malte e amargo. Curioso que o amargor não deixa nenhum traço de ardência na garganta ou amarração na boca, simplesmente se mantém presente de forma muito delicada. Também sente-se um pouco do álcool no retrogosto, de maneira gentil e saborosa, enriquecendo o conjunto.
Uma cerveja bem harmoniosa, equilibrada com o dulçor, amargor e potência do álcool muito bem inserido.
Mais uma lager de excecao com destaque na presenca abundante e agradavel de lupulo aromatico que participa muito bem do gosto e da refrescancia desta holandesa de peso. A cerveja desce muito bem balanceada num amargor interessante e deixa um retro gosto marcante, refrescante, agradavel. No rotulo esta marcado 8,7% ABV imperceptiveis, que vem muito mais no malte generoso entre notas marcantes de bom lupulo. Excelente.
Breja que já no nome e no rótulo escancara a opção pela carga extra de lupulagem.
Todavia, se você espera por aquele lúpulo "herbáceo", com jeitão organoléptico de grama cortada, esqueça. Os lúpulos que fazem a festa na Nobel são os da variedade tcheca saaz, mas de uma forma que se pareçam rascantes no paladar.
A garrafa já impressiona pela tampa de porcelana e abertura "flip-top". O líquido é âmbar claro com importante turbidez. O creme é show de bola, abundante, denso, consistente e persistente.
O lúpulo, tanto no aroma quanto no sabor, é bastante cítrico, deixando o herbáceo a ver navios. Nada a lamentar, porém -- ainda mais em se tratando de um lupulomaíaco como eu.
No mais, notas levemente tostadas e adicicadas do malte, o que confere boa drinkability à breja.
Coloração dourado/alaranjado turvo. Creme alvo formou bem. No aroma desprendeu intenso malte e não percebi o lúpulo saaz. No sabor o conjunto lupulado é martelado deliciosamente. Intenso amargor embora harmônico com um característico adocicado maltado. Método dry hooped adicionando personalidade como sempre. Corpo forte e retrogosto intenso com um permanente lúpulo. Inserção de alcool muito boa, drinkability não tão alta, típico das extra strong. Boa cerveja!
De coloração alaranjada, creme bege claro, alto, com boa duração...
No Aroma, notas de lupulos herbal/floral e citrico com o malte aparecendo um pouco mais que o normal...
No Sabor, médio amargor bem refrescante, corpo moderado, adocicado, um pouco frutado notas de bananas e laranja, final adocicado e amargo com boa retenção na boca...
No Conjunto eu gostei da cerca, boa drinkability, um pouco mais amarga para o estilo...
Bebida no Bar Brejas com a turma de meu mestrado que se iniciou em março e terminará depois de longos 30 meses. Este foi apenas o início de uma longa jornada com parada obrigatória no Bar Brejas pelo menos 1 vez por semana de curso.
-Aparência: dourada brilhante e translúcida, 2 dedos de creme espumoso branco e bolhas média subindo, além de belo belgian lace.
-Aroma: lupulado herbal/floral com cítrico e malte aparecendo mais que o normal para o estilo.
-Sabor: amargor, adocicado, e adstringente, destaque para um frutado e um cítrico ao fundo e ainda com banana se misturando ao adocicado.
-Tato: viscosidade leve com média crocância e final com amargor, álcool bem escondido, doce e frutado com média retenção na boca.
-Conjunto: difere um pouco do estilo proposto, mas eu não classificaria como Bohemian Pilsener, é diferente, vale a experiência e tem boa drinkability!
Uma cerveja bege, de espuma densa mas pouco persistente. O aroma é de cravo, banana, trigo e tutti-frutti. O sabor é de trigo, açúcar mascavo e banana. Boa cerveja.
Cor alaranjada e creme branco de ótima formação e duração. No aroma e no sabor aparecem notas carregadas de lúpulo herbal e maltes. Ligeiramente doce ao encostar-se à língua, a breja vai ganhando contornos de amargor intenso à medida que o líquido desce garganta abaixo. O final é meio cítrico e bastante marcante, persistindo na boca e amarrando a língua.
Coloração entre o laranja e o castanho-claro, agradavelmente turva, com espuma de média formação, persistindo por um tempo razoável, com boa cremosidade. Aroma bastante complexo frutado, com notas de cravo e cítricos, e florais, com um toque de álcool. Sabor com notas de ervas, cravo, laranja, pêssego. Final inicialmente mais adocicado, mas rapidamente evoluindo para um amargor denso e persistente sem ser excessivo. Algo de astringente após vários minutos. Belíssima cerveja.
COR: âmbar, turva.
ESPUMA: branca, excelente formação e sustentação, cremosa, sujeira nas laterais.
AROMA: lúpulo floral, fermento, uvas e maçãs verdes, peras, malte, pão, biscoito.
SABOR: lúpulo floral, fermento, uvas e maçãs verdes, peras, malte, pão, biscoito, nozes, avelãs, corpo baixo, carbonatação média. Fim seco.
Faz anos que tomo conhecimento das cervejas dessa holandesa, porém achava caras para modestos 330 ml e sempre passava batido. Com o passar do tempo, com a curiosidade a cada dia mais sedenta e disponibilidade de gastar mais, porém melhor, fiz minha primeira aquisição das cervejas da Christoffel. E por ser um adorador do lúpulo, graças ao aviso de dry-hopping no rótulo, natural que ela fosse a que mais chamasse atenção e a primeira degustada. Como é agradável dispensar o abridor e ouvir o “plop” da tampa flip-top ao abri-la. Vertida na taça o prazer, antes sonoro e quase uma música para os ouvidos, foi aumentado graças ao bonito visual que ela apresentou. Cor dourada a alaranjada, turva, espuma alvíssima, muito bem formada com 3 dedos de tamanho, de aspecto cremoso e rijo, com boa retenção no copo e sujando muito as laterais. Prazer aos ouvidos e aos olhos! Seguindo, o seu buquê é na essência quase totalmente de lúpulo floral. O fermento aparente contribuiu em trazer aromas de uvas e maçãs verdes e peras, com leveza e sutileza, a tornando com cara de vinho branco ou um espumante, mas devido um açúcar que contribuiu meio exageradamente ela ficou com cara de cidra mesmo. Uma base maltada de pão branco e biscoito estava presente, mas de forma leve e pouco substancial. Seu sabor trouxe esse mesmo frutado mantendo a mesma carga floral e do fermento, mas uma inesperada e bem-vinda presença de sementes de frutas secas que abrilhantou todo o conjunto, com notado sabor de nozes e avelãs. Com um corpo baixo, mas nada aguado e com uma carbonatação consistente, porém não agressiva, a cerveja termina seca e com essas sementes ainda perdurando à boca. O saldo final foi que houve equilíbrio entre amargor e adocidado, sem um superar o outro. Um detalhe interessante foi que não sabia de seu alto teor alcoólico, juro que não me atentei a esse detalhe, e incrível que nunca a tomaria por uma cerveja forte e potente, devido a leveza apresentada. Sensação de prazer foi reforçada ainda mais pela refrescância agregada a ela, que se mostrou uma bebida versátil, ao mesmo tempo simples e complexa, útil para o dia-a-dia e para momentos especiais.
Líquido alaranjado, um pouco turvo. Creme claro, denso e de boa formação, porém de pouca duração. No aroma, notas cítricas. No sabor, com início doce, além das notas cítricas, percebe-se também o malte tostado. A dosagem extra de lúpulo confere um retrogosto seco e amargo, que é duradouro. Embora seja 8,7% ABV, o álcool é muito bem inserido, quase imperceptível. A sensação final foi de uma excelente lager, com ótima drinkability.
No copo verteu um líquido amarelo escuro e turvo, com um creme de boa formação, mas pouca persistência. No olfato, trouxe notas frutadas, cítricas e florais. Os aromas não se desprendem com facilidade. No paladar, apresentou sabores de malte, mel e toques cítricos. Seu fim é seco e amargo. Possui um corpo e carbonatação médios. O álcool está maravilhosamnete inserido, mas dá uma boa esquentada. Enfim, excelente Strong Lager, com destaque para o seu ótimo drinkability e para o fato de o álcool não sobrepujar os sabores do malte e do lúpulo, como em algumas do mesmo estilo.