A Quadrupel é a mais forte, com 10% de teor alcoólico. Encorpada, contudo suave e agradável, a Quadrupel é engarrafada e datada de acordo com o ano de envase. É como um vinho de cevada (ou vintage beer) e não possui prazo de validade determinado, desde que conservada corretamente. Complexa e forte, possui notas de especiarias, malte e aroma de frutas secas. Harmoniza com pratos defumados, queijos, além de ser um excelente digestivo.
Avaliação refeita em 28 de novembro de 2010, degustada no Bar Brejas, na versão chope.
A apresentação eh belíssima. Na taça própria, com uma espuma densa de cerca de um dedo de altura, coloração cobre avermelhada, translucida e brilhante. O aroma é adocicado, lembrando açúcar caramelizado, e frutado.
Ainda no aroma, nota-se muito malte lembrando pão, que em conjunto com as notas de frutas cristalizadas, fãs com que eu tenha a nítida impressão de panetone. Uma delicia!
No sabor os aromas se confirmam. Uma cerveja frutada, mas sem ser excessivamente doce. O residual de açúcar existe e é bem notado no final de cada gole, deixando um retrogosto persistente, lembrando novamente o panetone, mais especificamente aquela parte de cima, mais docinha. Consegue ser complexa, intensa e potente sem ser agressiva. Não noto nada de torrado, apenas o leve queimado de açúcar já citado anteriormente. O lúpulo quase não da as caras no aroma e sabor, mas com certeza ajuda com seu amargor a deixar a breja um pouco mais seca no final. Sinto também uma leve picancia na boca, pode ate ser o lúpulo mas acho que esta mais para o álcool. .
A sensação de boca é incrível. Ao mesmo tempo que faz cócegas na língua, palato e bochechas, ela é extremamente cremosa e aveludada. O álcool pouco se sente, apenas um pouco no calor do retrogosto. A alta carbonatacao, pelo menos nesta versão na pressão, ajuda a dar mais leveza e frescor pra breja.
A trapista quadrupel holandesa ! Cerveja produzida pela impressionante De Koningshoeven no sul da Hollanda. Cerveja de monastério. De aroma frutado e adocificado, frutas vermelhas, leve malte torrado e bem no fundo mel. O primeiro gole vem com bom amargor, alta carbonação e frutas vermelhas evidentes no final que é doce, longo e marcante. Ceveja complexa e sugestiva, álcool presente, notas quase excessivas, a mais extravagante das La Trappes. Sua aprência, ainda mais elegante no copo original revela uma cor caramelada transparente um pouco pro vinho tb. A espuma não é abundante e desaparece logo. Muita boa quadrupel frutada.
Com louvor! Aroma maravilhoso, cor âmbar-escuro não menos maravilhosa e sabor idem.
Muito complexa, essa trapista ostenta ricas notas de banana-passa, madeira, frutas secas e sugestão de banana. No sabor, completa-se com sugestões de toffee e café.
Licorosa, deixa um acabamento de frutas vermelhas.
Espetacular! Inicia com o copo único. Um cálice de boca aberta para lhe deixar de boca aberta. Com ele o realce de brilho do âmbar na luz amarela (2.000 lúmens) é tonificado e associado a nobreza com o contorno dourado da borda. Com uma superfície livre maior na boca do cálice, sem força alguma o aroma frutado é notado junto com a evaporação precipitada da alta graduação alcoólica (10%). Na boca, o gosto de frutas adocicadas persistente por um longo tempo. Um cálice é a dose certa. Pois no fim do cálice o armago começa a ser notado.
Obrigado pelo presente tio Skiter.
Coloração avermelhada bem escura, creme bege com cerca de 3 dedos no copo, denso e que se desfez bem vagarosamente deixando um belo laço belga na taça. O aroma extremamente frutado me lembrou algo como banana (comparável a uma witbier)e açúcares queimados. O sabor segue o aroma mas também mostra que há lúpulo sim. Um final amargo e os 10% de ABV não se escondem apesar se se inserirem de maneira interessante. A língua é aquecida ao primeiro contato e depois permanece o amargor e leve adstringência. Uma cerveja potente e complexa que equilibra bem o adocicado não a tornando enjoativa. Grande trapista, não precisa falar mais nada, certo?
Quadrupel trapista que faz jus ao estilo e aos trapistas.
Líquido âmbar escuro com creme denso de boa duração.
Aroma que lembra banana, castanhas, cravo, frutas secas e malte torrado.
O sabor segue o aroma, mas com um fundo amargo e um leve torrado que lembra café e chocolate amargo. Final licoroso e longo com sugestão de frutas vermelhas.
Mais um salve aos trapistas!
Cor marrom avermelhada com dois dedos de espuma com duração média e partículas flutuando, e deixou traços pelo copo.
Aroma delicioso de frutas secas e escuras, destacando ameixas, cerjas e framboesa preta.
Sabor intenso, quase um panetone liquido mergulhado em licor. Foco na levedura com muita fruta seca e escura: ameixa, damasco, cereja e framboesa preta, a tua escolha. Toques florais e de lúpulos terrosos, açucar mascavo e especiarias.
Corpo robusto com baixa carbonatação e uma sensação aveludada. Álcool de 10% ABV é harmônico e aquecedor, até mesmo delicado.
Cerveja bem complexa, boa para tomar em uma noite tranquila em casa. Altamente recomendável.
Cerveja âmbar escura, muito bonita, com formação média de espuma.
Aroma frutado, com notas de malte e pão.
No sabor, além das percepções do aroma, tem-se ainda um mel e as frutas ficam ainda mais fortes.
Maravilhosa!
Fermento, biscoito e cítrico são as sensações presentes no aroma - generoso, por sinal.
No paladar, temos as mesmas notas, acrescidas por azeitona e banana características.
Final longo e úmido. O álcool permanece bem escondido. Complexa e agradável.
Representante fiel e de qualidade do estilo Trapista.
Embora tenha se perdida a tradição própria do mosteiro essa cerveja confere uma experiência única e agradável.
Aroma equilibrado entre um frescor lupulado e o frutado do malte.
Corpo de densidade média\alta, espuma de média densidade e forte persistencia
Temperatura de degustação: 12 graus Celsius.
Cor: Acobreada, turva.
Creme: Bege de média formação e persistência.
Aroma: Temos aqui uma explosão de aromas frutados, como frutas vermelhas, damasco e ameixa. Com o aumento da temperatura o alcool também foi percebido, porém sem agredir as narinas.
Sabor: Acompanha o aroma, com as notas de ameixas secas bastantes evidentes. Adocicada, de bom corpo e final levemente seco e alcoolico.
Bela aparência amadeirada com reflexos avermelhados, com espuma bege abundante, consistente e persistente. Cremosidade inigualável. Textura aveludada. Enche a boca. Aroma e sabor de amêndoas, toffe, banana caramelada, leves notas de torrefação, com um agradável e intenso dulçor e álcool presente, bem colocado, na medida. O frutado no aroma e no final complementam o conjunto.