Uma cerveja escura que se destaca pelo perfeito balanço entre sabor encorpado e complexo aroma. Em setembro de 2002, esta foi a cerveja do casamento de Bas e Hildegard. É uma cerveja para ser degustada em dia especiais, com elevado teor alcoólico (11,5%), sendo ideal para ser apreciada com queijos e carnes robustas, chocolates ou ainda ao final das refeições.
Aroma e sabor suave de caramelo. Degustada comparativamente com a Quadruppel da La Trappe, essa aqui se mostrou mais amarga e mais alcoólica. Malte também ficou mais presente, com toque caramelado, e mostrou-se mais arredondada que a La Trappe também. Semi-seca no final, mas com retrogosto adocicado.
Um toque um pouco picante na sensação de boca.
Não tem tostado e nem vinificado.
O álcool, apesar de alto, fica muito bem inserido para uma cerveja de 11%.
É daquelas brejas para se tomar devagar, aproveitando cada pequeno gole, sem pressa.
Vale muito a pena.
Coloração escura, avermelhada, com uma ótima espuma bege, denda e de boa duração. Cítrica e floral, com presença de malte caramelo, baunilha e chocolate. O álcool é perceptível, o que desagrada um pouco. Carbonatação média alta. Encorpada, mas não tão complexa. Poderia ser um pouco mais equilibrada.
Creme inicial médio, pouco denso, bege. Não muito perene, mas deixa a parede do copo bonita. Líquido âmbar, com poucas bolhas.
Corpo médio, licoroso e com boa carbonatação. No paladar, um final pouquíssimo adstringente e levemente alcoólico.
No sabor, doce e amargo convivem juntos muito bem, com um finalzinho ácido. Longa duração.
Aroma delícia, complexo, com malte torrado moderado e um pouco de malte caramelo. Lúpulo moderado com traços de erva e cítrico leve. Percebi ameixa.
Coloração avermelhada. Creme de boa formação, denso e consistente. Notas de frutas vermelhas, caramelo e madeira. Adocicada, com álcool muito bem inserido. Ótima.
Breja rubi, de creme denso e persistente. Linda ! O aroma é amadeirado de frutas vermelhas e caramelo. O sabor segue a mesma linha, o gole desce aveludado, boa cerveja !
Cerveja poderosa, de personalidade. Espuma média, persistente. Na boca uma cerveja forte, muito malte, álcool, doce. No aroma álcool lembrando whisky. Uma breja difícil porem muito saborosa e que atende meu paladar, forte e com álcool bem presente, senti também castanhas, final levemente tostado. Ótima cerveja.
Fazia tempo que queria experimentar uma Urthel, essa e minha primeira, o rotulo com o velho duende sempre me encantou.
Segundo os livros que consultei, provavelmente inspiração de um parque holandês ( Efteling theme park) nos arredores da pessoa que projetou o rotulo.
No copo formou boa espuma de media duração, com uma cor marrom escura levemente avermelhada contra a luz.
O aroma e um espetáculo , um pouco de álcool sobressai no nariz, mas também podemos perceber a doçura da cerveja, caramelo, aspecto levemente furtado.
O corpo e forte, sem duvida e uma cerveja de personalidade, começa doce e termina levemente seca, o álcool assim como no aroma também e levemente percebido, mas o equilíbrio do conjunto e bom.
Uma excelente cerveja para te acompanhar num dia de inverno, evolui bastante a medida que sua temperatura ideal chega mas pode ser um pouco enjoativa para alguns paladares.
Bela breja! Espuma pouco densa, marrom clara, não muito persistente. Bela cor, entre o âmbar e o cobre. Aroma muito bom, vivo e complexo, me lembrou malte e torrefação de leve. Sabor magistral, encorpado mas sem ser "pesado", um pouco ácida e com toque de café e chocolate. O sabor é o melhor dela, persistente e cheio de sensações. Definitivamente recomendo aos amantes das cervejas fortes e encorpadas.
Degustada a 14,0 graus de temperatura. Validade 03/2013.
Essa quadrupel belga é uma das melhores que já degustei do seu estilo.
Sua cor é cobre translúcida e seu creme tem média formação e duração.
Tanto o aroma quanto o sabor apresentam malte caramelo intenso com álcool
aparente que não chega a incomodar. Apresenta ainda notas de frutas
negras e principalmente uvas passas. Encorpada e com textura licorosa.
Particularmente eu achei mais intensa e mais amarga que a La Trappe.
Um conjunto quente para os dias frios, rico em sabor e complexidade.
Degustação obrigatória! Mas não tente beber uma dessa inteira sozinho.
Destaque: Degustada na ilustre presença do confrade Sangion.
Cerveja que intimida a falar! deliciosa!
Na aparencia, vermelho escura, de pouca transparencia. Seu creme mostrou-se volumoso ao inicio, e manteve-se nma pelicula ate o final.
Seu aroma perfumado, apontou um adocicado, lembrando frutas cristalizadas e malte torrado.
Seu corpo denso e de pouca carbonatacao agradaram.
No sabor, decioso, o malte torrado ,nozes e toffee apareceram em armonia, com um leve amargor do lupulo
Final longamente doce, aparecendo um pouco do alcool.
talvez uma cerveja nao se faz sozinha, acho que a situação influencia muito
boas lembranças do momento dessa cerveja, a nota talvez até aumenta...muito boa
Cor puxando pro cobre, com creme perfeito. Cerveja turva, linda na taça. Aroma frutadíssimo, com chocolate, nozes, um pouco de café. Na boca, sensacional: doce e amargo inseridos perfeitamente, malte torrado com explosões de caramelo, baunilha, café, chocolate e nozes, e uma presença marcante de álcool assim que o gole é dado.
Uma cerveja bruta, uma verdadeira paulada, é para amar ou odiar. Dá vontade de pedir de sobremesa. Maravilhosa, recomendadíssima.
A Urthel é uma cervejaria que inicialmente fabricava suas cervejas na Bélgica, e com a intenção de aumentar a produção, hoje me dia é feita na Holanda, no mesmo lugar onde a trapista La Trappe é feita. Chama bastante atenção principalmente pelo rótulo que tem sempre um senhor simpático e convidativo. Os dois proprietários são casados e fizeram esta cerveja justamente para celebrar o matrimônio.
Na taça, tem uma coloração acobreada e nuances vermelhas, bem opaca. A espuma tem coloração marfim, se forma em grande escala, e dura por um bom tempo, mostrando uma textura bem densa e fofa.
O perfume que a cerveja exala é fantástico. Talvez não tenha tanta complexidade como muitas do estilo, mas tem uma potência impressionante. Traz notas maltadas de chocolate e mel. As leveduras faz um bom trabalho, digno das melhores belgas, e remetem bastante a ameixa e anis. Os lúpulos são até mais evidentes e me remetem há um cítrico de limão e toques herbáceos não rústicos, e sim refrescantes.
Tem o mesmo perfil extremamente marcante na boca, co a doçura imperando, lembrando mel, caramelo e chocolate. O doce fica um pouco mais frutado e lembra bastante xarope de cereja, e uma porrada de frutas vermelhas. Um leve toque cítrico aparece hora ou outra, mas quase desaparece com tantos aromas de especiarias: pimenta-do-reino e canela, mostram o caráter mais fenólico do líquido. Há um leve caráter salgado que me lembrou um pouco molho inglês. Como não poderia deixar de ser, com mais de 11%, o álcool aparece, mas de maneira acolhedora. Graças a sua textura grossa, dá uma sensação aveludada na boca, ainda trazendo carbonatação alta.
É bem o tipo de cerveja que eu gosto. Extremamente marcante, robusta e marcante, vem numa manada de aromas, mas ao mesmo tempo mostra um equilíbrio fundamental para que continue agradável a cada gole. Uma pena que chegue a preços bem exagerados por aqui, se não seria uma opção para todas as noites frias de inverno, com certeza.