Concordo com a opinião do leitor Idalécio Martins, aí embaixo: A breja não tem nada mais do que álcool e açúcar, os dois em excesso e desbalanceando o conjunto. O único ponto positivo é o creme denso e consistente.
Interessante essa cerveja. Coloração âmbar, creme branco razoável. Notas de resina e madeira. Adocicada. Gostosa. Embora o álcool seja evidente, ele não agride. Conjunto diferenciado.
De coloração dourada, translúcida. Espuma branca, densa e de pouca persistência. Levíssimo aroma remetendo a malte de cevada. No sabor, início bem doce e final amargo, notas de malte de cevada, lúpulo e caramelo. Álcool perceptível, mas que não impacta o conjunto. Corpo médio. Carbonatação baixa.
Coloração âmbar, creme branco, razoável. Sabor meio confuso, notas de madeira. Bem Adocicada. Não é o tipo de cerveja para se tomar no dia-a-dia, mas vale por experimentar, bem mais leve que a Maximator.
A primeira sensação foi o aroma, bastante confuso, para não dizer estranho. Muitas notas frutadas, além do álcool. Mesmo que no paladar o sabor alcoólico não é evidente como deveria, se torna ruim por ser demasiadamente doce, ao mesmo tempo que é amarga, piorando a experiência conforme atinge temperaturas ideais para a degustação, me obrigando a não terminar a lata de 500ml.
Cerva pra macho de alto teor alcoolico nusga essa se exagerar derruba mesmo de coloração ambar quando da para sentir o sabor frutado e adocicado,de espuma densa quem não experimentou tem de experimentar pelo menos para tirar suas proprias conclusões.
Cerveja altamente alcoolica de coloração ambar e espuma branca. Algo frutado e floral.
Achei que faltou um pouco de conjunto, o malte e lupulo nao conseguiram equilibrar com o alto teor alcoolico. Final doce e alcoolico.
O visual impressiona um pouquinho como toda a linha da Amsterdam, essa em questão possui uma coloração ambar com um creme que se formou razoavel porém teve baixissima persistencia.
No aroma percebe-se algo bem doce, esse doce me lembrou tubaina de guarana, porém vem acompanhado do alcool totalmente percptivel ao olfato.
Na boca assim como no aroma apenas o alcool e o doce se fazem presente, muito desequilibrada.
Não gostei, alias, não gostei de nenhuma cerveja dessa linha, pra mim tem passagem direta.
Com essa lata conclui que a Amsterdam engarrafou os 04 Cavaleiros do Apocalipse num intuito de espalhar cerveja ruim pelo mundo. Bonita no copo, sem aroma. Sobre o sabor: Pensa em algo doce.
Cerveja excessiva, ao mesmo tempo doce e amarga demais, com álcool agressivo e um monte de aromas esquisitos desequilibrando o conjunto. A sutileza de um elefante - só não digo de um rinoceronte, porque esse posto é da Maximator! Cerveja de aparência razoável, com uma bela cor dourada-alaranjada transparente, com espuma branca densa e volumosa, mas sem muita permanência no meu copo. Aroma inicialmente agradável, intenso e com personalidade, com fortes notas frutadas de abacaxi em calda e maltadas de mel. Chegou a lembrar a Leffe Blonde. Só que aí começaram a aparecer uns aromas esquisitos de fundo, com DMS (legumes cozidos) e um aroma muito desagradável. Lembram daquele brinquedo infantil chamado "Geleca", que era uma geleia colorida, gosmenta e fedida? Pois é, cheiro daquilo, má lembrança da infância. Sei lá, talvez lembre também cola ou esmalte de unha, não sei, mas é bem esquisito. No gosto tudo isso se confirma: entrada agressivamente doce, com mel, abacaxi em calda e algum DMS, de leve, fundo intensamente alcoólico e amargo, lembrando remédio, a ponto de incomodar, e retrogosto dominado completamente pelo gosto de "Geleca" e pelo amargor residual. Encorpada. Olha, seria uma cerveja pelo menos interessante, com personalidade, se não tivesse aromas tão estranhos. Assim, além de desequilibrada no álcool, na doçura e no amargor, ainda peca pelos aromas. Barata, embriaga logo, o que deve ser exatamente o objetivo.