La Trappe Bockbier é um produto sazonal, disponível durante o outono. A única Trappista bock e a única bock que continua fermentando na garrafa. Linda cor avermelhada com um final levemente amargo.
A Koningshoeven tem tradição e excelente reputação de cervejas de abadia, sendo única holandesa a carregar a responsa da apelação trapista. Nesta versão ale escura denominada Bock ela vem se aproximar do estilo muito popular no inverno holandês onde cada cervejaria apresenta sua versão Bock se destacando justamente pelos ésteres do fermento ale presentes seguindo a linha da casa e apresentando uma cerveja bem escura, densa, indo pro avermelhado escuro com creme interessante de boa carbonatação. O aroma agrada com suave malte tostado acompanhado de frutas vermelhas como ameixa. O gosto acompanha o aroma sem a intensidade de uma verdadeira ale de abadia mas não fica devendo se considerarmos as particularidades e a situarmos entre outras bocks holandesas.
Campeã do teste cego. Bonita, escura. Aroma de frutas vermelhas. Um pouco metálica, ameixas pretas. Sugiro harmonizar com chocolate amargo e carnes escuras.
Degustada em um teste cego, foi a campeã entre as cinco brejas tomadas.
É bem escura, com creme não muito denso. Sem partículas no líquido.
Seu corpo é leve, textura aguada e seca.
Sabor amargo moderado, muito bom e equilibrado, de duração média.
O aroma é uma beleza também, com malte torrado e levêdo que lembra couro. É muito bom e tem certa personalidade. Depois que a temperatura da breja sobe um pouco, surge um sabor levemente ácido que lembra nectarina, daquelas azedinhas.
No geral, o sabor é mais complexo que o aroma.
Coloração quase de vinho, um pouco mais transparente. Potente no álcool. Aroma de vinho também. No sabor, foi levemente ácida, seca e com final tostado. Sabor de vinho tambem apareceu junto ao malte. Corpo médio. No meu parecer, o exemplar provado não estava no auge de sua forma.
TESTE-CEGO DE CERVEJAS BOCK DO BREJAS: Coloração vermelho-escura interessante. Creme medianamente denso e persistente. Aroma intenso de malte torrado. O sabor é complexo, com sugestão de ameixas, além do malte tostado e um leve álcool bem inserido no conjunto. O final é longo e tostado.
Seguramente, uma cerveja BOCK que oferece sabores e percepções além do seu estilo. Não perca.
Tomada no teste-cego de bocks do BREJAS. Bela coloração escura, marrom avermelhada, com espuma bege densa, de média duração, deixando uma camada perene. Ótimo aroma frutado (frutas vermelhas). No sabor, notas de malte tostado e ameixas vermelhas. Final levemente seco e amargo. Corpo médio, com certa complexidade. Boa Bock.
Cerveja marrom escura de creme branco, denso e persistente. O aroma é de ameixa, caramelo, vinho e amora. O sabor é vinhado, cremoso, com notas de ameixa, uva e frutas vermelhas. Muito boa, desce aveludada.
coloração marrom avermelhada com boa formação de espuma bege com algumas bolhas e que durou todo momento da degustação. Aroma de caramelo, tostado, frutado(ameixa) e defumado. Paladar tostado, caramelo, levemente frutado, álcool não achei muito bem inserido e um leve amargor também se faz presente. Boa bock.
Coloração de chocolate, meio avermelhado escuro, com espuma de boa formação e persistente, seu aroma me lembrou café torrado e chocolate meio amargo.
No paladar, é perceptível fumaça e chocolate.
Desceu muito bem na primeira taça.
Na segunda taça, pude perceber o álcool se pronunciando no aroma, chegando a ficar bem perceptível.
Boa cerveja, sem chegar a ser surpreendente.
Sempre tive curiosidade sobre essa breja, a unica bock lager do mercado e a unica bock trapista. Não decepciona. Coloração vermelho escuro, espuma de formação e persistência média. No aroma notas de maltes tostados e defumados e frutas vermelhas. Na boca ela eh adocicada com um toque de amargos tostado no final da garganta. Bem encorpada e levemente oleosa com um álcool bem inserido. É uma boa breja, interessante pela exclusividade, vale a pena provar.
Bock, e sendo uma bock trapista, não podia decepcionar. Desceu goela abaixo aquela horda de malte (dentre eles malte torrado, coisa que eu não sabia) com uma explosão de doçura típica do malte, com aquele licor de cevada sendo construído na boca. Não decepciona mesmo.
Degustada a 11,8 graus de temperatura. Validade 09/2012.
Essa bock ale trapista holandesa comprova o padrão de qualidade da De Koningshoeven.
Sua cor é marrom turva e seu creme bege tem pouca formação e duração.
Tem um aroma malte caramelo doce perfumado com notas torradas suaves e de frutas
vermelhas e negras. Seu sabor acompanha o aroma com uma complexidade extra gerando
um agradável dulçor. Corpo e carbonatação médios com álcool sutil no sabor.
Um belo conjunto com um bom drinkability. Degustação altamente recomendada!
Aroma magnífico floral e de malte torrado. Gosto extremamente complexo, com óbvia presença do malte torrado, frutas secas e vermelhas. O álcool pode ser levemente notado, mas sem exagero, apresenta carbonatação média/alta. Na aparência é marrom bem escura, quase negra com creme bege muito denso e muito persistente. O final é seco e amargo mas com presença realmente "floral", enfim, bem diferente. Apesar do preço, essa Bock é fantástica, com certeza vale a pena experimentar.
Cor marrom-avermelhado, e espuma abundante e persistente..
Aroma: vinho e frutas vermelhas, açúcar mascavo perceptível e caramelo.
Sabor de malte torrado, vinho, frutas vermelhas, adocicado, e final seco e de amargor médio. O álcool também é notório, um pouco cítrico e seco, amadeirado.
A temperatura influencia bastante o sabor desta cerveja, que classifico como muito boa em seu conjunto.
Olha, sinceramente, para mim este é o padrão de bock. Me perdoem os alemães, mas os belgas esculacharam aqui! Aroma e sabor complexos, inebriantes, bem frutado! Um tanto cítrico no retrogosto. A graduação alcoolica passa desapercebida, o que prova que a cerveja é realmente especial! Tem que tomar para ter um padrão execelente dentro do estilo Bock.