Impressionado com os sabores intensos inerentes às sherry originais da região de Jerez, na Espanha, e compreendendo os efeitos da oxidação sobre a cerveja, Teo Musso se dispôs a criar um estilo de cerveja de tal distinção que provocasse temor na comunidade cervejeira. Em 1999, ao fabricar a Elixir com os fermentos usados para produção de whisky, Teo queria imprimir notas de sherry e vinho do Porto ao perfil daquela cerveja. Na tentativa de super oxidar sua cerveja, ele iniciou o método de oxigenar naturalmente a cerveja, deixando-a aberta no quintal. Depois, mudou para um método fechado com a convecção de oxigênio puro por um ano e envelhecimento posterior, levando até dois anos e meio para finalizar a intrigante cerveja, que fermenta por mais de um mês com levedura exclusiva. O resultado é a linha Xyauyu, o nome do “neto imaginário” de Teo, que são tão estáveis que podem permanecer abertas por um ano, sem alteração do sabor. As três são bastante licorosas, adocicadas e muito complexas. A produção é bem limitada e esta cerveja deve ser consumida e vendida em pequenas doses, podendo ser servida em taça de licor.
Baladin Xyauyu Etichetta Argento
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