Esperava mais da cerveja mais famosa do Peru, mas se comparar com a Skol, é bem melhor. A garrafa é linda, com muralhas de Machu Picchu em alto relevo.
Dourada, bonita. Creme brando de boa formação e duração média-baixa, que deixa uma fina camada por um tempo razoável.
No aroma, o malte adocicado e seu pão/biscoito chama bem mais atenção, mas com um lúpulo herbal leve de fundo. Mesmo sendo leve, é bem agradável e perceptível.
Sabor não apresenta o adocicado do aroma, sendo este mais sutil. O malte aparece saboroso, redondo, mostrando-se bem, mas com um final onde o lúpulo aparece trazendo um pouquinho de seu amargor pra equilibrar tudo.
Carbonatação é média-alta, corpo leve e com um retrogosto também suave e não muito seco.
Uma breja bem refrescante e com personalidade. Tem sabor! E é gostosa! Daquelas que dá pra tomar litros e litros tranquilamente. Uma bela premium lager! Mais um boa lembrança que terei do Peru.
O "100% pura cebada" na lata chamou atenção. Demais ingredientes: água e lúpulo. Grata surpresa. Na taça mostrou uma bonita coloração dourada, levemente túrbida, com creme branco de boa formação e média duração. O aroma é fraco, remete mais ao malte com lúpulo praticamente inexistente. O sabor acompanha o aroma, adocicado, com final pouco amargo. Está um pouco acima das demais cervejas andinas que experimentei.
Uma premium muito boa para o estilo. Aroma com um pouco de diacetil, mas normal. Creme fica uma fina aureola em volta. Suave. Espero que o processo atual não seja mais feito com cuspe, como na antiguidade.
Cerveja muito consumida no Peru, competindo com premiuns lager de fora.
A cor eh dourada levemente opaca com uma boa espuma branca.
Possui corpo muito suave a boca. A carbonatacao eh media e agrada no conjunto.
O aroma eh fraco, levemente adocicado, remetendo a uma cerveja de trigo, mas sem os efeitos da levedura. O gosto igualmente eh percebido desta maneira: similar a uma weiss com carateristicas de lager.
Acima da media das brasileiras.
Gentilmente cedida pelo Mauricio durante uma das reuniões da Confraria Cervejeira Campineira. Coloração amarelo palido espuma branca bem formada debaixa duração. No aroma umapresença marcante dosmaltes, o que naum esperava nessa cerveja desse estilo, notas de caramelo, mel cereais e pão branco. Na boca ela eh doce e levemente licorosa.Me surpreendeu positivamente essa cerveja naum epserava tanto, achei que seria como uma SAM nacional
Cerveja degustada no Bar Brejas pela CCC, oferecida pelo Maurício, que por sua vez a ganhou de presente do confrade Jean, ufa! rs Coloração amarelo pálido, típico de SAL, translúcida. Média formação de espuma branca, de curta persistência. Aroma maltado, com notas de caramelo, sendo bastante adocicado, chegou a me lembrar até garapa; nada de lúpulo. O sabor não segue o aroma, com dulçor leve e presença nítida do malte; novamente nada de lúpulo. Corpo leve, aguado. Carbonatação média. Interessante. Destaque para a bonita apresentação: o rótulo é diferente e a garrafa tem alto relevo na parte de baixo, imitação das pedras de Machu Picchu, como bem esclareceu o confrade Jean aí embaixo.
Coloração muito bonita dourada com creme branco que se formou bem e teve media persistencia.
Seu aroma traz malte e lupulo herbal, não apresentou off-flavor, por ser de macro é um belo ponto positivo.
No sabor apresenta um equilibrio muito gostoso entre o doce do malte com notas de biscoito e pão e o amargor do lupulo herbal.
Bela cerveja de macro, os hermanos estão corretos quando dizem que não tomam cerveja brasileira porque é aguada, se eu tivesse uma cervejinha de macro dessa disponivel eu também não tomaria.