Falke Tripel Monasterium
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Analisado por Leonardo Acurcio 06 de Fevereiro de 2012
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Monasterium Olimpo, sobrenome que essa cerveja ganha em sua versão chopp. A história desse sobrenome é legal, vem das meninas da CONFECE, que quando beberam tal cerveja falaram que era uma cerveja dos deuses e ela acabou batizada de Olimpo.
Para mim era uma versão diferente da Monasterium, que já bebi e aprovei - com forte gosto de damasco e pêssego das Tripels que não me agradam tanto. Na pressão adquire uma suavidade maior e uma licorosidade menor, tornando a experiência, na minha opinião, mais agradável. Se eu amasse trippels, essa seria uma das minhas prediletas.
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Líquido de coloração âmbar. Creme denso e persistente. Muitas notas cítricas (evidenciando laranjas) e algumas notas de uva. Saborosa.
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Breja cor de caramelo opaco, de espuma de média densidade e persistente. O aroma é de chiclete, como aquele big big, cítrico. O sabor é cítrico e champagnado.
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Acho que essa e uma cerveja mandatoria para quem gosta de cerveja. O corpo e denso, cor amarelo turvo, sabres compelxo de especiarias bem equilibrado com maltes, notas de frutas citricas e amendoas. Na minha opiniao e uma das melhores cervejas no mercado nacional. O preco nao e la tao convidativo assim, mas mesmo assim eu recomendo.
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Analisado por Percival Buzatto 02 de Janeiro de 2012
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de coloração ambar, levemente turva com creme claro de baixa formação e duração.
Aroma frutado, cítrico, lembrando uva itália e laranja.
No sabor, uma cerveja que inicia adocicada novamente com presença de uvas, seguida de um leve cravo e mel. Final ligeiramente amargo e seco.
Boa carbonatação. Faltou um pouco mais de corpo. Álcool muito bem inserido
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Analisado por Rodrigo Rezende 31 de Dezembro de 2011
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Realmente ao ver a garrafa já se cria uma expectativa mais uma cerveja que ganho de presente e tenho que agradecer a minha namorada que acertou em cheio pois trate-se de uma grande cerveja. Pra começar o ritual da degustação começa diferente abrindo a cerveja que mais parece um champagne. De coloração âmbar bem opaca. No aroma laranja e malte tipo biscoito. De espuma de boa formação e duração. No paladar uma cerveja completa inicio cítrico com amargor balanceado e retrogosto bom. Realmente uma grande cerveja recomendo a todos.
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Cor dourado opaco/mel. Espuma branca rala.
Aroma com lúpulo, amadeirado, álcool, frutado. Bem fiel ao estilo. Leve cítrico.
Alta carbonatação, toque maltado, leve oxidado, álcool intenso misturado ao amargor médio no final. Mel e caramelo também são perceptíveis.
Retrogosto permanente devido ao efeito do calor do álcool e ao toque de amargor.
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Analisado por Maurício Penedo 20 de Novembro de 2011
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Cerveja de fácil degustação. O aroma não é muito representativo, se desfaz facilmente logo depois da abertura da garrafa. Floral, com pitadas de laranja. De coloração dourada turva, com creme claro, adocicado e persistente. O paladar remonta a laranja e cravo; o álcool é plenamente inserido e passa tranquilamente na degustação. O malte de aveia, trigo e cevada torna a cerveja encorpada, mas menos que outras tripel. Melhorar no aroma e adquirir mais personalidade: são os pontos que a Monasterium deve perseguir. Muito boa cerveja, uma das melhores do país.
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Analisado por Henrique Cerqueira Persequini Cunha 18 de Outubro de 2011
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Breja degustado no 1 Uaiktoberfest em Nova Lima - MG
Coloração castanha com creme baixo e pouco persistente. Aromas frutados intensos remetendo a laranja madura, damasco e cidra. Notas de melado. Sabor bem adocicado de malte. Fundo cítrico e condimentado. Breja da pesada pena que a baixa carbonatação junto ao adocicado prejudiquem a drinkability.
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Analisado por Ricardo Siqueira 20 de Agosto de 2011
Atualizado pela última vez: 23 de Agosto de 2011
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cerveja seca e bastante alcoolica. O sabor pareceu ter um toque de uva passa e o alcool sempre bem presente.
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Analisado por Marcelo Toledo 15 de Agosto de 2011
Atualizado pela última vez: 15 de Agosto de 2011
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Marco Falcone realmente entende do dobrado. Essa tripel é redonda e complexa. Tomada no dia dos pais com meu velho.
Coloração castanho escuro, lembrando mel. Muita levedura em suspensão e ótima espuma, com excelente duração. O aroma realmente é uma festa, com muitas nuances frutadas e cítricas: maçã, banana, pêssego, mel e fermento. O sabor maltado, frutado e um tanto doce, remetendo a garapa. Bom corpo. Líquido tenro, com final levemente seco. Álcool pouco aparente para seus 9% ABV.
Com dulçor na medida, que não agride, a breja possui bom conjunto. Extremamente agradável! Para ser degustada em ocasiões especiais ou simplesmente para presentear alguém.
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Analisado por Adriano Almeida 03 de Agosto de 2011
Atualizado pela última vez: 09 de Agosto de 2011
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Aparência: bege escura (algo entre ambar e amarelo) um pouco turva e praticamente sem perlage. Creme branco fofo de boa formação porém efêmero, mantendo um manto fino de meio dedo durante o resto da degustação. Pouco lacing.
Aroma: incrível complexidade e variedade. Muitos aromas se misturam mas os que consegui notas são: tutti-fruti, levedo, frutas amarelas (pêssego), condimentos (cravo e noz moscada), algo ácido que não consegui distinguir e suprendemente coco queimado (sugestão de um amigo que ao citar foi obviamente encontrado).
Sabor: infelizmente a complexidade encontrada no aroma não se repetiu na boca. Inicio pobre remetendo a cravo, açucares maltados e um pouco de pêssego. Final muito sutil com algo de noz moscada, coco ralado e algo doce que me lembra bala de banana . Retrogosto longo e condimentado. Apesar de parecer muita coisa, são sutis e díficeis de perceber, nada muito gritante e marcante.
Sensação: corpo pouco carbonatado e sem a viscosidade ideal. Gosto marrento (adstringente) final prejudicou o corpo, além de uma acidez sutil na boca que não era bem vinda.
Conjunto: valeu a experiência, mas não é uma tripel de se tirar o chapel. Boa de nariz pessima de boca.
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Com uma coloração amarelo claro turvo, espuma branca bem formada de media duração, no aroma notas de levedura belga, lembrando compota de pêssego e geléia de pera, ainda notas de pão fresco e fermento biológico. Na boca eh adocicada, com uma leve adstringência da levedura, com um final suave de pão branco. Na pressão ela eh bem mais interessante que na garrafa.
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Tripel nacional de cor esverdeada, como pepper, forma bom creme, aroma fraco.Sabor acentuado de cítricos, azeitonas verdes, álcool não perceptível. Excelente conjunto final. Muito boa cerveja, parabéns.
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Coloração ambar totalmente turvo inclusive com sedimentos no liquido, seu creme é bege, denso, com boa formação porém não persistiu muito tempo.
No aroma um delicioso frutado levemente citrico que remete a laranja maçã e damasco seco.
No sabor uma delicia, primeiro o doce do frutado vai aarecendo trazendo notas de maçã e damasco que é completado em seguido pelo citrico da laranja que persiste por um tempo na boca. seu retrogosto é frutado e sutilmente alcoolico, porém vale lembrar que esse alcool não incomoda em momento algum.
Deliciosa!!!
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Coloração âmbar, turva. Boa formação de uma persistente creme. No aroma, notas cítricas, frutadas e alcoólicas. O sabor é frutado, remetendo a casca de laranja e damasco. No retrogosto há uma leve e agradável presença de álcool. Outra bela tripel mineira!
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Interpretação bem diferenciada da Falke, do que seria uma Belgian Tripel de Abadia. Não que seja uma má cerveja ou fuja do estilo, mas tem toques bem curiosos, principalmente nas notas advindas de maltes e leveduras.
Na coloração já nota-se um cerveja cheia de personalidade, um amarelo queimado, mais escuro que na maioria das cervejas do estilo, com translucidez mediana. Seu creme é alvo, com uma formação estupenda, mas uma duração decepcionante.
O aroma também já mostra-se diferenciado, com forte presença de ácido láctico e maltes mas escuros do que o comum, trazendo até um certo toque defumado. Há presença de notas advindas das leveduras, e da adição de especiarias, como o frutado de framboesa e cítrico de laranja e limão, com um toquinho condimentado de canela.
Na boca continua com a acidez bem pronunciada, trazendo notas potentes de limão, vinagre e ácido láctico. Para trazer mais riqueza, os maltes continuam trazendo aquele defumadinho de fundo, com frutado de uvas verdes e maçã. O final mostra-se extremamente condimentado e seco, com uma picância relevante. Seu corpo é leve e a carbonatação média, mantendo assim, a refrescância e delicadeza que deveria trazer o estilo.
No geral, trata-se de uma Tripel bem diferente e com personalidade, mas que talvez não agrade muito pela acidez bem pronunciada e uma forte secura residual. O que me proíbe de provar novamente é o preço, literalmente proibitivo, já que temos Belgian Tripels como a da Bosteels e da Het Anker por preços até mais baixos.
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Cerveja bastante complexa, caracterizada pelo excelente conjunto de cereias fermentados.
O aroma é sua única característica que deixa um pouco a desejar, pis não consegue repetir as mesmas sensações do sabor.
Sua coloração amarelo-pálida, em conssonância com a densidade de seu creme e à forma que como se dá sua formação, expõe uma bonita cerveja.
Seu sabor e único. Nele, evidenciam-se claramente o malte e o trigo e um pouco da cremosidade da aveia. Além, apresenta-se frutado (uva, como pedem essas fortes cervejas).
Grande experiência. Vale, sim, cada centavo que se paga.
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Uma das melhores cervejas que tive a oportunidade de beber.
A começar pela aparência: garrafa de champagne, líquido um pouco turvo, como algumas weissbier. Espuma consistente.
Seu aroma é doce e fino, convidando para o primeiro gole. No seu sabor, nota-se facilmente o trigo, além de notas frutadas. O retrogosto doce e delicado convidam você para um novo gole, quase que como uma súplica, mostrando sua drinkability quase sem igual.
Não parece ter os 9% de álcool que a pertencem, pois sua suavidade e doçura demonstram quão bem inserido ele está.
Apesar da opinião de algumas pessoas serem contrárias, a Monasterium vale, sim, os R$98,00 que se paga por ela aqui em Natal. Sem dúvidas.
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Falke Tripel Monasterium cerveja nacional e mineira assim como eu, é bem turva e alaranjada sua espuma bem perene e densa, grudando nas laterais do meu copo, meio cremosa. Toque de cítricos dando um leve doce. O preço bem salgado para uma breja nacional, pagei me BH R$40,00 e por ser nacional não achei que valeu a pena o custo benefício!!!! Com certeza num furturo próximo darei outra chance, e band-aid que uma amiga comenta em sua avaliação, por incrivel que parece acho que fui influenciado hehehehe senti mesmo o cheiro de band-aid , ou procurei esse cheiro seia la, acho que nem vou ler mais as avaliações alheias hehehehe abraços ....
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