La Trappe Bockbier
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Cerveja marrom escura de creme branco, denso e persistente. O aroma é de ameixa, caramelo, vinho e amora. O sabor é vinhado, cremoso, com notas de ameixa, uva e frutas vermelhas. Muito boa, desce aveludada.
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Coloração castanho escuro. Creme extremamente denso e consistente. Notas de baunilha, ameixas, vinho, frutas vermelhas e caramelo. Aveludada, cremosa. Ótima.
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Analisado por Ricardo Siqueira 08 de Janeiro de 2012
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coloração marrom avermelhada com boa formação de espuma bege com algumas bolhas e que durou todo momento da degustação. Aroma de caramelo, tostado, frutado(ameixa) e defumado. Paladar tostado, caramelo, levemente frutado, álcool não achei muito bem inserido e um leve amargor também se faz presente. Boa bock.
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Analisado por Fabricio Santana 18 de Novembro de 2011
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Coloração de chocolate, meio avermelhado escuro, com espuma de boa formação e persistente, seu aroma me lembrou café torrado e chocolate meio amargo.
No paladar, é perceptível fumaça e chocolate.
Desceu muito bem na primeira taça.
Na segunda taça, pude perceber o álcool se pronunciando no aroma, chegando a ficar bem perceptível.
Boa cerveja, sem chegar a ser surpreendente.
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Sempre tive curiosidade sobre essa breja, a unica bock lager do mercado e a unica bock trapista. Não decepciona. Coloração vermelho escuro, espuma de formação e persistência média. No aroma notas de maltes tostados e defumados e frutas vermelhas. Na boca ela eh adocicada com um toque de amargos tostado no final da garganta. Bem encorpada e levemente oleosa com um álcool bem inserido. É uma boa breja, interessante pela exclusividade, vale a pena provar.
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Analisado por Leonardo Acurcio 25 de Agosto de 2011
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Bock, e sendo uma bock trapista, não podia decepcionar. Desceu goela abaixo aquela horda de malte (dentre eles malte torrado, coisa que eu não sabia) com uma explosão de doçura típica do malte, com aquele licor de cevada sendo construído na boca. Não decepciona mesmo.
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Degustada a 11,8 graus de temperatura. Validade 09/2012.
Essa bock ale trapista holandesa comprova o padrão de qualidade da De Koningshoeven.
Sua cor é marrom turva e seu creme bege tem pouca formação e duração.
Tem um aroma malte caramelo doce perfumado com notas torradas suaves e de frutas
vermelhas e negras. Seu sabor acompanha o aroma com uma complexidade extra gerando
um agradável dulçor. Corpo e carbonatação médios com álcool sutil no sabor.
Um belo conjunto com um bom drinkability. Degustação altamente recomendada!
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Analisado por Fabio Massini 08 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 10 de Outubro de 2011
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Aroma magnífico floral e de malte torrado. Gosto extremamente complexo, com óbvia presença do malte torrado, frutas secas e vermelhas. O álcool pode ser levemente notado, mas sem exagero, apresenta carbonatação média/alta. Na aparência é marrom bem escura, quase negra com creme bege muito denso e muito persistente. O final é seco e amargo mas com presença realmente "floral", enfim, bem diferente. Apesar do preço, essa Bock é fantástica, com certeza vale a pena experimentar.
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Cor marrom-avermelhado, e espuma abundante e persistente..
Aroma: vinho e frutas vermelhas, açúcar mascavo perceptível e caramelo.
Sabor de malte torrado, vinho, frutas vermelhas, adocicado, e final seco e de amargor médio. O álcool também é notório, um pouco cítrico e seco, amadeirado.
A temperatura influencia bastante o sabor desta cerveja, que classifico como muito boa em seu conjunto.
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Olha, sinceramente, para mim este é o padrão de bock. Me perdoem os alemães, mas os belgas esculacharam aqui! Aroma e sabor complexos, inebriantes, bem frutado! Um tanto cítrico no retrogosto. A graduação alcoolica passa desapercebida, o que prova que a cerveja é realmente especial! Tem que tomar para ter um padrão execelente dentro do estilo Bock.
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Analisado por Milu Lessa 20 de Março de 2011
Atualizado pela última vez: 28 de Março de 2011
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Coloração castanho escuro, turva. Média formação de creme bege, de média persistência. O aroma desprende com dificuldade, só depois de esquentar sentimos: malte tostado, caramelo, café e depois que esquenta bem, álcool. O sabor segue o aroma, trazendo novamente o caramelo e o malte tostado, com final levemente amargo lembrando café. Corpo médio. Carbonatação média/baixa. Embora curiosamente seja uma bock de alta fermentação, fica nisso o diferencial dessa cerveja; por ser uma trapista, esperava bem mais dessa La Trappe, que é uma boa cerveja, mas ficou devendo. A Christoffel Bok é mais gostosa e mais barata.
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Analisado por Ricardo Viegas 27 de Dezembro de 2010
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Cerveja de coloração rubi escuro de creme bege pouco duradouro com belgian lace evidente mas evanescente.Aroma e sabor onde se sobressaem o malte torrado.Se voce procura uma Bock diferente, esta pode ser a solução apesar de se afastar das german bock originais."Belgian Bock?" sei la,me parece um ser uma cerveja meio fora dos padrões...Apesar deser interessante conhecer, não meparece ser uma cerveja que eu daria para um amigo...
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Analisado por Alexandre Abrahao 28 de Setembro de 2010
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Cerveja de coloração rubi-amarronzada. boa formação de espuma, que se dissipa relativamente rapido, mas deixa uma camada perne de espuma na borda do copo e pouco em seu meio.
Aroma que remete a caramelo e tostado, com sugestão de frutas vermelhas.
O sabor, ainda mais complexo, denota a presença de frutas vermelhas aliadas ao tostado e doce.
Retrogosto longo e doce, pedindo pelo proximo gole
Boa drinkability
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Cerveja oferecida pelo confrade e proprietario do EAP, Paulo Almeida.
Otima representante do estilo Bock! Coloracao marrom escuro, contra a luz de mostra avermelhada e turva. Creme bege e escuro. Aroma de acucar mascavo, frutas e um torrado maravilhoso! Sabor segue o aroma alem de chocolate, cafe e ameixa com final amargo. Otimo equilibrio entre o frutado e o malte torrado!
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breja sensacional, marrom, espuma bege muito cremosa de alta formação porém baixa duração. no aroma o frutado domina. no sabor este doce frutado se equilibra com um amargor de uma bock. alcool bem inserido.
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Confesso que esperava mais dessa trapista bock.
De inicio ela forma uma bela espuma bege, com uma cor de cha mate/mel puxado um pouco mais para o escuro e com uma aparencia bem opaca no copo.
No aroma, percebe-se claramente o malte torrado assim como caramelo e na medida que esquenta no copo percebe-se algo frutado.
No sabor, ela começa timidamente com frutas secas, depois evolui com um leve adocicado para terminar com um lupulo e malte torrado bem pronunciados.
Tem que tomar ela na temperatura sugerida pelo site para nao correr o risco de desperdicar parte do potencial que ela tem, aconteceu comigo no primeiro copo, quando tomei a decisao de deixar a garrafa para esquentar um pouco e ela melhorou substancialmente.
Na minha opiniao é uma cerveja um pouco timida, poderia ter mais personalidade, talvez aumentando a graduacao alcoolica melhorasse um pouco.
Por se tratar de uma trapista bock ela é obrigatoria para quem gosta de cerveja, mas acabei ficando um pouco frustrado, esperava um pouco mais.
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Analisado por marcello prioglio 01 de Março de 2010
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Scura, schiuma densa e persistente, la tostatura evidente e amara. Carbonatazione immediatamente percepibile ma poi si scioglie in bocca.
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Analisado por Bruno Sicchieri 03 de Novembro de 2009
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De coloração vermelha escura. Espuma marrom, densa, de excelente formação e persistência. No aroma, torrefação e caramelo. No sabor, início levemente doce e final amargo, notas de malte de cevada, torrefação e lúpulo, no retrogosto o amargor fica mais presente e mais forte, causando uma leve sensação metálica. Carbonatação média. Álcool na medida.
Leve e refrescante, uma boa Bock/ Specialty Beer. Experimentem.
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Analisado por Alexandre Marcussi 18 de Agosto de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Julho de 2010
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Esta original e curiosa cerveja da La Trappe se apresenta como uma "bock de abadia" (estilo inexistente), misturando o perfil de maltes de uma bock às características frutadas e florais da fermentação belga para atingir um resultado único. A cor é um âmbar escuro e acastanhado, com uma espuma bege bem volumosa, densa e persistente, que marcou as paredes do copo. No aroma, surpresa para quem espera uma bock: ela se mostrou expressivamente lupulada e delicada, com notas florais evidentes (gerânio e essência de rosas) e um toque amadeirado, acompanhando um leve caramelado do malte e alguns ésteres (maçã e abacaxi) em segundo plano. O lúpulo e os álcoois superiores a tornam muito perfumada e encobrem as sensações mais maltadas que se esperam de uma bock. Talvez haja até adição de especiarias para potencializar essa "agudeza" de aroma. No sabor, o malte aparece um pouco mais: notas mais expressivas de caramelo acompanham floral, madeira e uísque, com abacaxis, maçãs e torradas em segundo plano. O paladar começa com uma boa doçura de entrada, com um toque de acidez, e evolui para um final intensamente amargo, seco e rústico, até de uma forma desequilibrada, com retrogosto de rosas, madeira e um toque suave de torradas. Ela é encorpada, com uma textura levemente licorosa. No fim das contas, achei um tanto incongruente e desequilibada a forma como ela combina o perfil de maltes de uma bock (um tanto tímido demais) com uma forte delicadeza floral e frutada e aspectos rústicos, amargos e amadeirados. Em vez de esses elementos se harmonizarem e se equilibrarem, fiquei com a impressão de que eles se desencontram e causam uma dissonância. Serve de contraponto a outras La Trappe mais adocicadas, mas acho que não é dos rótulos mais expressivos dos monges trapistas apesar de ter interesse pela sua inovação, criatividade e complexidade.
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Analisado por Ricardo Bertolini 17 de Agosto de 2009
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Coloração escura-avermelhada, com creme bege de média duração. Aromas de malte, caramelo, chocolate e discreto tostado. No sabor, malte e caramelo. Final amargo prolongado. Álcool bem inserido no conjunto. Boa cerveja.
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