Weihenstephaner Vitus
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Analisado por Rodolfo Serrano 06 de Janeiro de 2012
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Weizenbock clara de aparência dourada e turva. Creme alto e consistente. Aroma e sabor bem diversificados com banana, cravo, canela, azeitona verde, mel, biscoito e pão. Boa cerveja.
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Analisado por Rodrigo Santos 09 de Dezembro de 2011
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Bela weizenbock, e clara! De um amarelo-opaco turvo no copo, com creme denso porém pouco persistente.
Aroma frutado, com toques de banana e cravo. No paladar, adocicada, com um gostinho de pão, além da banana e cravo. Álcool forte, mas bem balanceado. Final seco.
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Analisado por Leonardo Eiterer 03 de Dezembro de 2011
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Cerveja tipo bock, mas de coloração mais clara que o comum. Espuma branca, densa e persistente. No aroma, destacam-se fermento de pão, banana e cravo que se refletem no sabor. Álcool presente, mas não chega a incomodar. Final amargo.
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Analisado por Alexandre Ricardo Alves 21 de Novembro de 2011
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Cerveja de coloração escura puxando para o marrom bem turvo por causa de suas leveduras suspensas, espuma cremosa e abundante persistente até o ultimo gole. No aroma uma delícia notas de cravo, mel, tutti fruti e frutado. O sabor é bem acido fazendo a boca salivar, notas de biscoito, o final é seco e amargo. Carbonatação muito boa, uma cerveja de alta qualidade com custo beneficio excelente, só ficou faltando um tostadinho, tem muito mais de uma weiss.
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Analisado por Gil Lebre Abbade Franco 15 de Novembro de 2011
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COR: dourada, quase totalmente turva, carbonatação aparente.
ESPUMA: branca, alta formação, média-baixa sustentação, fofa, sujeiras nas paredes do copo.
AROMA: cravo, banana, fermento, tutti-frutti, malte, caramelo, pão, mel, ácido, salgado.
SABOR: malte, caramelo, pão, mel, bala de leite, frutas amarelas, condimentos/especiarias, médio corpo, médio álcool. Fim seco, doce e azedo.
Avalio essa cerveja após me surpreender por ter sido eleita, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor cerveja do mundo pelo World Beer Awards. Digo surpresa, não em desmerecimento, ao contrário, sempre achei essa cerveja boa, até por ser um exemplar facilmente encontrado nos mercados, geralmente vendida com um bom custo-benefício, mas me surpreendi pela enorme variedade de cervejas bem melhores que ela, inclusive dentro do estilo Weizenbock, caso fosse limitar-se a este. Como fazia um tempo que não a bebia, foi interessante ver se era merecedora de todo esse cartaz. Apresentando uma coloração atípica para a maioria das cervejas do estilo, mostrou inicialmente uma coloração amarelo vivo, bem límpida e com as borbulhas aparentes. Após o depósito dos sedimentos do fundo da garrafa ela fica com uma cor dourada quase alaranjada, não totalmente turva e com as bolhas ainda bem aparentes, destacando sua alta carbonatação. A espuma era branca, de formação excelente e média retenção, chegando a deixar breves marcas nas paredes do copo, mas sem muita consistência, fofa. Notas de cravo, banana e fermento desprendiam-se fortes no aroma, facilmente sentidas sem a necessidade de chegar o nariz tão perto do copo, e este, quando mais próximo, percebia-se o tutti-frutti, notas maltadas de caramelo, pão e mel, e ainda um pouco de leves acidez e salgado. Seu sabor trazia um pouco de peso, com um corpo médio, trazendo a sensação de nos alimentar. A presença do elevado teor alcoólico era notada, porém nada agressiva, não prejudicial ao conjunto. Sua carga maltada era praticamente a mesma sentida no aroma. Agradável frutado, embora de carga leve, de frutas amarelas, como banana, nêsperas, além de uma pitada de carambola, que contribuiu com o azedinho que persistia na boca grudando na gengiva. Notas de condimentos e especiarias eram mais comedidas que no aroma, onde se percebia cravo, canela e noz moscada, mas sem demasia. Seu fim era ao mesmo tempo seco, doce e azedo. Creio que o que melhor descreva essa cerveja seja o equilíbrio. Suas notas, todas, não são demasiadas, ficando sempre equilibradas com nenhuma mais destacada que a outra. Não é a melhor do mundo, mas é uma das que mais me agradam no mundo.
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Analisado por Daniel Turola 15 de Novembro de 2011
Atualizado pela última vez: 07 de Janeiro de 2012
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Essa breja é uma pancada sensorial! Sua coloração é dourada, bastante turva, com espuma branca densa e que forma um colarinho alto e de longa duração. Os aromas que se desprendem do copo são variados, com destaque para banana e especiarias. Sabor que combina o amargor do lúpulo com o adocicado dos maltes utilizados. Encorpada, com notas cítricas, notas de banana e álcool muito bem bem inserido. Conjunto muito harmonioso e equilibrado. Ótima cerveja e com excelente custo benefício!
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Analisado por Fabio Massini 09 de Novembro de 2011
Atualizado pela última vez: 09 de Novembro de 2011
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Aroma incrível de trigo e cravo. Coloração amarela extremamente turva, carbonatação média. Servida em copo weiss, o creme tem formação incrível, denso, volumoso e de persistência muito boa. O sabor é cheio de trigo, e as notas frutadas são extremamente aparentes, aliás, as mais aparentes que que já senti em qualquer Weiss, em especial a banana e o cravo. Álcool perceptível, assim como o lúpulo, mas sutis. Retrogosto levemente amargo e seco, devido ao álcool e lúpulo, mas sem extremos, o álcool é muito bem inserido para uma 7,7%. Uma Weissbock sensacional, não só pela distinção na aparência mas pelo sabor e equilíbrio, realmente uma cerveja que vale a pena experimentar.
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Analisado por Dennys Oliveira 07 de Novembro de 2011
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Coloração amarelada bem turva, bonita no copo. Espuma de altura média pra alta e com ótima persistência, cerca de 1,5cm até o fim do copo. Boa carbonatação dentro do esperado para uma Weiss. Aroma típico de cerveja de trigo: banana e cravo leves, fermento mais destacado e aparência de pão e algo mais que não sei explicar. No sabor é que está o melhor: bem encorpada, os 7,7% de álcool são maravilhosamente inseridos no conjunto. Banana e fermento presentes e leve cravo. Retrogosto com um amargor na medida. Drinkability boa, porém menor que a das Weizenbiers tradicionais. Achei ótimo poder tomar uma breja de séculos de existência. Faz jus à tradição.
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Analisado por Guilherme Nogueira 05 de Novembro de 2011
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Uma rara Weizenbock clara. Excelente cerveja, uma das minhas favoritas.
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Analisado por Janderson Rocha 31 de Outubro de 2011
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tem um creme branco meio bege denso e persistente com uma coloração dourada turva. quando provei, senti claramente gosto de banana e caramelo. tem uma acidez regular na boca devido a graduação alcoólica da cerva.o retrogosto tem um amargor bom, mas um pouco enjoativo.
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Analisado por Leonardo Acurcio 16 de Outubro de 2011
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Eu sou suspeito para falar, amante das dunkel que sou! A combinação do malte torrado com a textura, frutado (banana) e especiaria (cravo) dessa cerveja me encantam. A diferença dessa aqui está na textura, tem uma carbonatação ótima que é perceptível logo no serviço, quando uma espuma abundante e persistente é percebida. Aos que dizem que weiss (weizen) são pesadas, eu contesto, são cervejas muito refrescantes e ótimas para uma tarde quente de verão!
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Analisado por João Ricardo Junkes Boaventura 05 de Outubro de 2011
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Quando cervida no copo, achei estranha ela ser clara, coloração dourada, frutada, bem equilibrada, creme beje denso e persistente e aromas caracteristicos da Weizenbock, excelente Weizenbock, recomendo.
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Analisado por Johnnie Walker 30 de Setembro de 2011
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Que-cer-ve-ja!!! Primeiramente, o líquido é de um dourado turvo lindo e bem denso. Aroma que remete ao sabor, sabor este que é doce, prolongado, com notas de banana e caramelo bem presentes. O álcool, apesar de quase na casa dos 8%, é superequilibrado e não prejudica em nada o paladar agradável da cerveja. E, para finaizar, devo dizer que tenho sorte de encontrar Weinhenstefaner Hafe Weiss e Vitus no supermercado Pão de Açucar no meu bairro por nada mais nada menos uma média de 6 reais (!) a menos do que encontro nos concorrentes. Logo o conjunto da avaliação, levando em conta o preço que, pelo menos até agora, pago por ela não poderia ser outro que os generosos 9! Recomendadíssima!!!
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Analisado por Henrique Cerqueira Persequini Cunha 27 de Setembro de 2011
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Cor dourada turva, creme denso e abundante. Apesar de dar para perceber claramente os aromas típicos de uma weiss (banana, pão e cravo) os achei um pouco limitados. Já o gosto se mostrou uma excelente surpresa um adocicado de frutas brancas com um toque de banana e cereal. O retrogosto foi igual porém um pouco metálico no final.
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Excelente cerveja de trigo! A começar pela inusitada aparência: é clara de um amarelo opaco e turvo, diferente de outras bock. Possui creme denso que atinge boa altura e consistência após formado. A textura do líquido é cremosa e encorpada, tornando essa breja muito nutritiva. No aroma percebi as tradicionais notas de cravo e banana misturados com um moderado frutado. No paladar o sabor característico das cervejas de trigo se manifesta (principalmente banana e fermento) mas esta possui também um toque cítrico, tornando-a um pouco azedinha (na medida certa). O álcool está bem inserido, mas é bem perceptível, o que diminui um pouco sua drinkability (especialmente depois de alguns goles), mas ainda sim é muito bom, não chegando a desagradar. O retrogosto é suavemente cítrico e adocicado, mas bem refrescante. Difere um pouco das weissbier comuns, tendo caracteríscicas bastante peculiares (notas frutadas e florais no aroma e paladar). Vale a pena experimentar. Saude!
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Analisado por Bruno Sicchieri 17 de Setembro de 2011
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De coloração dourada, turva. Espuma branca, densa e de boa persistência. Bom aroma remetendo a malte de trigo, banana e cravo. No sabor, início e final levemente doces, notas de malte de trigo, lúpulo, banana e cravo. Carbonatação alta. Encorpada. Álcool na medida apesar dos 7.7%.
Uma deliciosa Weizenbock. Sem dúvida vale a pena experimentar.
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Analisado por Douglas Anderson 10 de Setembro de 2011
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Não resta dúvidas: é uma Stephaner! Os quase mil anos de tradição desta cervejaria alemã desembocaram na realização de uma cerveja inigualável. Vitus, uma cerveja do tipo weizenbock, porém com suas peculiaridades. Tem uma cor em degradê entre o amarelo-claro do meio para o fundo do copo e cor de palha do meio até a espuma. O aroma transporta a presença de pão, banana e cravo, sem rastros do aroma de lúpulo. Formação de uma espuma bastante cremosa no início, de cor clara e amarelada, ocupando os 2 cm marcados no copo longo, se servida devidamente. Sua duração é longa e persistente. Seu corpo é denso e macio, como um pão de frutas, de alto extrato em sua composição. Surge então no retrogosto o que havia ficado praticamente invisível no início da degustação: o calor dos 7,7% volume de álcool e um leve amargor herbáceo. A única coisa que lhe falta é uma alta drinkability, penso que por dois motivos principais: o alto teor de álcool e o peso, afinal, ela é uma refeição. Este parece ser o destino inexorável deste estilo de cerveja. Enfim, uma cerveja imperdível. Recomendo imensamente!
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Analisado por Felipe Besada 03 de Setembro de 2011
Atualizado pela última vez: 05 de Setembro de 2011
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Uma weizenbock clara, o que já é algo bastante inusitado. Cerveja de coloração amarela-translúcida, com todas as características de uma cerveja de trigo bem evidenciadas. O cara é de média formação e grande duração. É uma cerveja frutada com tons bastante evidentes de banana, cravo, leite, fermento, tanto no aroma quanto no sabor e final levemente amargo. Excelente cerveja. Para quem já gosta da Weihenstephaner Hefe-Weissbier, eu recomendo essa.
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Analisado por Weldo Kotani Yong 03 de Setembro de 2011
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Uma lenda viva! Excelente formação de espuma densa e duradoura, coloração dourada e transparente, que é motivo de controvercias, muito aromática, cravo muito presente com um fundinho de banana. No sabor, muito cravo e banana, mais intenso que no aroma, frutada, complexa, corpo médio, final adstringente e levemente amargo. Alcool magistralmente escondido, imperceptivel, apesar dos 7.7%. Excelente companhia para os dias mais frios. Excelente!
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Analisado por Bruno Moreno de Brito 28 de Agosto de 2011
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Cerveja de cor dourada, um pouco mais escuro com creme bege. No aroma o fermento da o tom, com o aroma frutado, principal,ente banana, presente. No sabor o álcool aparece com força, mas não atrapalha, na verdade entra muito bem no conjunto, sendo que os tons frutados também aparecem.
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