Westmalle Dubbel
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Uma dubbel com cara de Dunkel, mas que mostra que vai muito além da escuridão! Os maltes são adocicados, porém sem serem enjoativos. O álcool aparece mas está perfeitamente encaixado no conjunto. Uma dubbel para ser referência na área!
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Linda quando está no copo! Creme bege consistente de média duração, de cor marrom escuro bem turva, quase opaca. É possível ver partículas escuras no fundo (seria de malte torrado?). Aroma bem complexo. No sabor tive a sensação de chocolate, café e caramelo. Levemente adocidada e com amargor moderado de média duração. Carbonatação média para alta. Final amargo e seco com álcool bem perceptível. Tive a sensação de um leve picante; não sei se foi por conta do prato que acompanhou a bebida. No mais, gostei.
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Analisado por Matheus Lolli Pazeto 22 de Novembro de 2011
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Cerveja de coloração âmbar escura, puxando ao cobre. Creme abundante, denso e bastante duradouro, com grande formação de bolhas. Aroma forte, que toma conta do ambiente logo que se abre a garrafa, contendo muito malte e notas de toffe. No sabor, em contradição ao aroma, o malte em primeiro plano vem acompanhado de frutas vermelhas. Final suave, retrogosto longo, com evidência do toffe. Carbonatação bastante alta, corpo denso e álcool totalmente ausente no paladar. Drinkability nada menos que excelente! Menos complexa que a versão Trippel, mas considero muito mais agradável. Essa eu tomaria várias! Fantástica!
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Bela apresentação, coloração escura, marrom, turvo com creme bege denso. Aroma adocicado, caramelizado, um pouco de café. O sabor, extremamente leve, uma grande carga de lúpulo, com sabor seco e levemente salgado, alcool perceptivel, sem atrapalhar. Cerveja com muito corpo e carbonatação média.
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Analisado por John Bahiense 31 de Outubro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Outubro de 2011
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Companheiros.
Aparência: Marrom bem "fechado". Creme bege de baixas formação e duração.
Aroma: Tons de caramelo e longínquo rutado.
Sabor: Inicialmente lupulado, no momento seguinte surge o dulçor do malte. grande equilíbrio. Retrogosto doce.
Grandiosa Cerveja. Muito boa.
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Cerveja com belíssima apresentação e aparência. Coloração marrom avermelhada escura. Boa formação de creme de coloração bege e textura firme, com média duração até se resumir a uma fina camada sobre o líquido, deixando marcas nas laterais da taça. O aroma é espetáculo à parte: uma mistura de frutado com tostado, apresentando notas de caramelo, mel e torrefação. No paladar a sensação é semelhante ao aroma, com início e fim de malte adicicado e de curta duração, entremeado por um suave e agradável amargor tostado (lembrando café e chocolate amargo), tudo muito bem equilibrado. Trata-se de uma breja encorpada e cremosa, com álcool bem inserido e média carbonação, resultando em ótima drinkability. É uma trapista única e vale o investimento para degustá-la. Recomendo!
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Analisado por Lucas Martini 19 de Setembro de 2011
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Cor linda, espuma duradoura, sabor seco com a presenca de frutas vermelhas, alcool nao tao aparente e o odor pra mim pareceu misturar um pouco do cafe com o do próprio alcool..
deliciosa, vale muito a pena...
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Analisado por Ricardo Siqueira 18 de Setembro de 2011
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Aroma de cafe, chocolate e caramelo. sabor amargo com presença de torrado, toffe e frutas vermelhas.
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Analisado por João Gabriel Margutti Amstalden 31 de Agosto de 2011
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Esse mosteiro foi oficialmente nomeado como "Our Lady Of The Sacred Heart" (nossa senhora do sagrado coração) e foi fundado em 1794. Mas a cervejaria em si foi fundada apenas em 1930. Conta apenas com duas brejas, uma dubbel e uma tripel, amabsa clássicas!
Bem escura, um vinho encorpado, com nuances avermelhadas. O creme é perfeito, muito consistente e perdura eternamente, cor bege. No aroma temos um belo bouquet: doce, pão, tostado, frutas e um leve fenólico. Saborosissima com notas de malte, doces, algo de vinho, um bom frutado no final junto com amargor que perdura. No retro gosto sentimos levemente o álcool. Carbonatção e corpo médios. Intensa, mas leve ao mesmo tempo, complexa. Drinkability médio-alta. Cerveja perfeito, é a definição do estilo dubbel. Experimenta-la é indispensável.
http://www.panelademalte.blogspot.com/
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Analisado por Cássio Fassbender Bartz 25 de Julho de 2011
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Belo sabor frutado, típico de cervejas belgas. Cerveja marcante que vai muito bem para tomar uma garrafa, mais que isso pode se tornar cansativa, devido a complexidade. Só esperava um pouco mais do aroma.
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Líquido castanho avermelhado, creme bege que se formou muito bem, sujando as laterais do cálice. Aroma magnífico (aparece um frutado muito gostoso), notas de frutas vermelhas, ameixas secas, leveduras, café e um fundo de baunilha. Encorpada e carbonatada, com um delicado tostado aparente. Um pouco mais picante em comparação a outras do mesmo estilo. Sensação licorosa no paladar, textura densa. O álcool se faz presente, tanto no nariz quanto na boca e especialmente ao final do gole, arranhando discretamente as paredes da garganta. O final é amargo, seco e curto.
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Belgian Dubbel de coloração marrom avermelhada com creme bege de boa formação e persistência. Aroma e sabor doce com frutas secas e chocolate com final levemente amargo terroso que infelizmente me desagradou. Uma bela cerveja mas prefiro outras do estilo.
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Uma das referência de Dubbel trapista, assim como a Tripel do mosteiro, acabou não me agradando muito. Mostra-se muito complexa e potente, mas talvez não tenha me convencido por eu ter botado muitas expectativas neste rótulo trapista.
Na taça mostra uma coloração âmbar acobreado, com uma turbidez alta. Seu creme é bege, se forma com muita facilidade e ainda permanece por um bom tempo, deixando rastros pelas paredes da taça.
O aroma é complexo, de império das frutas escuras como ameixas, uvas passas. Os maltes são bem adocicados e trazem tons de chocolate, mel, doce de leite e até lembranças de uma bela torta belga. Tudo isso seria muito bom se não houvesse aromas fortes de química, que lembram acetona e esmalte, as vezes dominam o olfato.
Os maltes são bem pronunciados na boca, trazendo caramelo e chocolate, que se combinam muito bem com os esteres frutados de levedura de banana e ameixas, e uma acidez vinificada. O álcool se sobressai mais do que deveria. O final fica mais amadeirados e adstringente, lembrando banana verde. A carbonatação é média, assim como seu corpo, que traz uma textura mineralizada.
Gostei bastante da complexidade de aromas nesta Dubbel. mas acho que ela peca demais em desequilíbrio e nos intensos aromas químicos. Já tinha ouvido falar muito bem desta cerveja. Talvez mereça uma segunda chance.
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Analisado por Weldo Kotani Yong 14 de Junho de 2011
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Excelente formação de espuma densa e duradoura de coloração bege, aroma ligeiramente adocicado de malte e frutado, lembrando maçã. Coloração marrom escura e opaca, lembrando café marroquino. Sabor com entrada doce, frutada, bem encorpada, final cítrico. O que impressionou foi a potência do alcool, sem ser agressivo ao paladar, equilibrando com o doce frutado. O fermento que sobra ao final acentua ainda mais o sabor de maçã. Excelente cerveja!
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Lição de cerveja. Aprenda-se.
Há malte em excesso, lúpulo em excesso. Equilibradíssima.
Aroma suave e cítrico. Floral - cereja.
Colração negra ao fundo, que, em "degradé" , torna-se bege em um creme viscoso e saboroso.
O sabor apresenta pão, sinceramente abiscoitado. O final é cítrico. O álcool e a carbonatação são muito bem inseridos.
Guardo uma Triple. Com grandes expectativas.
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Analisado por DELANO FIGUEIREDO 26 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 26 de Maio de 2011
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Marrom com reflexos avermelhados, boa formação/duração de uma espuma bege, bolhas grandes. Aroma frutado (uva, talvez?), malte. Sabor doce, malte torrado. Álcool imperceptível.
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Analisado por Adriano Almeida 02 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 02 de Maio de 2011
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Aparência: liquido negro turvo, levemente avermelhado. Creme também negro, bege escuro, de bolhas minusculas e de grande duração. Perlage sutil notado contra a luz.
Aroma: leve e pouco complexo. Senti caramelo e um pouco de toffee.
Sabor: acompanha o aroma só que com menos intensidade ainda. Muitissimo leve e com presença excessiva do alcool.
Sensação: leve novamente, carbonatação efêmera e muito suave. Refrescante no início com final picante devido ao alcool. Amargor é muitissimo sutil, para uma belga até que pode ser considerado moderado.
Conjunto: horrível custo benefício. Pior trapista que já experimentei, segunda dubbel que tomo, e digo que a Rocherfort encontra-se em um patamar muito superior...
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Coloração quase negra que fica maravilhosa no copo (essa tomada no proprio copo Westmalle). Sabor e aroma que fazem um show a parte. Definitivamente uma das tops da categoria!
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Analisado por Cassio Bertelli de Faria 14 de Fevereiro de 2011
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Cor rúbi (contra a luz), tendendo a tons mais escuros. Espuma de formação média e excelente persistência, deixando uma generosa camada de creme bege com tons marrons.
Ao sentir o aroma desta dubbel trapista me veio logo à cabeça cerejas. Logo depois um pouco de chocolate e café. Por fim veio fermento, baunilha e um levíssimo, mas não menos importante, amadeirado. O tempo de guarda excedeu a validade (30/12/2010).
O sabor é intenso, salgado, terroso. Café, cereja, fermento e um amanteigado dominam as sensações. A uva está muito presente também. O corpo é médio, contrariando minhas expectativas. Gaste um tempo generoso analisando o aroma, e só depois mesmo analise o sabor. Final seco como um bom vinho tinto. Cerveja equilibrada e qualificada.
Vale a tentativa de 'misturar o fermento' com uma Westmalle.
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