Avaliações escritas por Pedro Fraga
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Segunda vez que bebo essa cerveja espetacular e única.
LÃquido marrom-avermelhado, com pouco creme. Notas avinagradas e de malte no aroma. No sabor, é uma explosão sensorial com acidez marcante, destacando a madeira, vinificação e o salgado no aftertaste.
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Tenho essa garrafa guardada desde 2007/2008. Agora com mais de 5 anos de fabricada resolvi abrir, após ler comentários de que o seu auge já está passando.
A rolha abriu sozinha após o arame ser retirado com uma sonora explosão.
Cor dourada, com creme que não perdurou muito. Aroma doce frutado, sabor bastante claro de damasco com notas cÃtricas. Devido ao tempo, o amargor já havia se reduzido bastante.
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A melhor pilsen que já tomei, brigando diretamente com a Urquell: outras tchecas não tem envergadura para serem comparadas a essa obra prima.
A primeira edição da Tcheca, pelas lembranças, era ainda um pouco superior.
Coloração dourada, com creme branco médio com boa retenção. No aroma o malte e floral se equilibram bem, mas é na boca que o lúpulo se alia com perfeição e faz essa cerveja ser tão maravilhosa. A sensação de boca é ótima, com uma certa textura oleosa que convida a outro gole.
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Analisado por Pedro Fraga 03 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 03 de Setembro de 2010
Analista Top 1000 -
LÃquido dourado escuro, com creme branco abundante e de média duração. No aroma predomina o biscoito, com leve perfume de lúpulo. No gosto, o malte também se mostra presente bem equilibrado com um amargor médio.
É uma cerveja perfeita para dias quentes, extremamente fiel ao estilo e com qualidade equivalente aos exemplares da Alemanha.
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Abri a cerveja com um certo receio, já que daqui a pouco o ano vira e eu não quero estar muito bêbado rs.
É um cerveja forte e sem a complexidade esperada de uma Barley Wine (seja ela Inglesa, Americana ou Belga),. O aroma é um pouco confuso, entre o doce e algo tendendo para o medicinal (e convenhamos, cheiro de remédio não é o que queremos). O sabor vai bastante pro amargo, mas infelizmente boa parte dele não é por conta do lúpulo. Percebe-se bastante caramelo e malte, terminando com uma leve "pancada" do alcool.
Não é a melhor cerveja da Antares, definitivamente. Mas não é uma cerveja ruim.
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Não é somente o atendimento maravilhoso (e bela carta de cervejas - não muito extensa, mas com qualidade) da Staminee de Garre que faz valer a pena buscar o minúsculo e escondido beco onde o bar se encontra: a cerveja da casa, é uma senhora tripel de respeito.
Encorpada, de cor dourada e creme branco abundante que não deixa de estar presente em nenhum momento. Aroma de especiarias. Na boca, frutas cristalizadas e quente de álcool. Muito forte, mas muito, muito boa.
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