Avaliações escritas por Diogo Sabido
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Por ser uma cerveja artesanal acho que ainda vai melhorar bastante.
No meu entendimento o pecado desta breja é não assumir o lado "Porter da força".
Porter pra mim é a cerveja do muito: muito escura, muito sabor, muito torrado, muito lúpulo, álcool, etc.
Essa breja tem boa aparência: escura (amarronzada), com boa formação de espuma, um pouco mais clara que se espera de uma porter.
O aroma é de café torrado, porém leve, mais leve do que uma porter deveria ser.O sabor acompanha a leveza do aroma, café torrado e algumas notas achocolatadas.
Porter é um dos meus estilos de cerveja preferido (senão "o"). Por isso da minha avaliação rÃgida.
Não me senti tomando uma porter...
Tanto que logo em seguida tomei uma Demoiselle para tirar minhas dúvidas, e vi que estava coerente com meu raciocÃnio.
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Analisado por Diogo Sabido 27 de Julho de 2010
Atualizado pela última vez: 27 de Julho de 2010
Analista Top 500 -
Muito diferente!
Refrescante!
Inusitada!
mas cansa...
Há tempos não tomava uma breja que fosse tão surpreendente. Ao despejá-la no copo, forma uma belÃssima camada de espuma bem densa, que porém, não dura muito. Possui lÃquido claro, dourado e turvo.c
O aroma é incrÃvel! Gengibre e malte, eu nem gosto muito de gengibre, mas nessa breja o aroma está magnificamente inserido. O sabor segue o aroma com um pouco mais de gengibre, o que faz com que o sabor se torne, como diria? picante? spicy?(pena que o inglês possua essa palavra e o português não.
É muito refrescante. É muito diferente. Mas o gengibre fica um pouco cansativo...
Mesmo assim considero uma excelente cerveja artesanal pela originalidade.
PS.: Recomendo que a garafa seja dividia por quatro pessoas, pois assim não fica a sensação de cansaço causada pelo gengibre.
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Essa cerveja não é nenhum desafio de complexidade e também não inova ou chama atenção a não ser por uma caracterÃstica: é muito gostosa!!
Cor âmbar/acobreada, com creme de média duração. O aroma não é muito intenso, frutado, malte adocicado, cravo e lúpulo fresco.
O sabor é seu grande barato! Maltes doces, torrados e um gostinho de mel sutil. O retrogosto traz um lupulado agradável, refrescante. Após alguns minutos fica na garganta o gostinho de malte doce agradabilÃssimo.
É para se beber aos montes, tendo ainda em vista sua graduação alcoólica baixa para uma pale ale.
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Garrafa auto-rolhada muito interessante.
Cerveja de um estilo não muito comum: o keller - se é que é possivel graduar diria como sendo algo entre as Pilsen e as Münchner Helles.
Aroma de lúpulo herbal fresco agradável porém suave e curto.
LÃquido amarelo claro, turvo com espuma branca suave de média duração.
O sabor se baseia no malte fresco e no lúpulo herbal ao retrogosto. Ambos suaves e bem refrescantes.
Breja leve, suave mas sem perder o sabor agradável.
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Analisado por Diogo Sabido 30 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 30 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Estou degustando-a exatamente agora, enquanto escrevo.
Excepcional
Creme denso, lindo, amarelado, inacabável alimentado pelo efeito efevercente que não se interrompe.
O lÃquido é amarelo ouro turvo com as bolinhas efevercentes que não acabam.
O aroma é frutado cÃtrico - laranja serra d'água - ouso.
O sabor acompanha o aroma: cÃtrico macio, cravo e malte adocicado com a percepção do álcool compondo uma maravilhosa combinação.
O retrogosto após uns 5 minutos deixa um gostinho de malte fermentado delicioso.
Comparei a Quadruppel com a La Trappe Quadrupel.
Acho inevitável comparar a Tripel com a Westmalle tripel.
A Wäls me faz sentir em um café belga.
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Analisado por Diogo Sabido 28 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 28 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
O Frei Tuck é "o" lugar das artesanais em BH.
Esta tomada em sua versão na pressão - ainda provarei a engarrafada.
FidelÃssima ao estilo ESB. Cerveja acobreada com espuma clara/amarelada.
Aroma lupulado fresco/frutado.
O sabor é lupulado do inÃcio ao fim, seco e sem dó. Ponto positivo por manter-se fiel à s ESB's européias.
Existem toques de malte ao esquentar do lÃquido, mas aqui quem predomina é o lúpulo.
O final é seco e com bom amargor.
Boa representante dos produtos artesanais mineiros.
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Cerveja artesanal com boa presença.
Aparência bonita, âmbar/caramelo turva com precipitados flutuantes ao inÃcio.
Espuma de bolhas grossas de média/alta duração.
Acredito que seu aroma seja o seu forte com notas frutadas, um toque de ameixa preta, maltes caramelados, cereais e fermento.
O sabor se destaca pela boa drinkability. InÃcio frutado com cereais e ameixa. O retrogosto tem sugestões de fermento e cravo - o cravo na verdade predomina.
Fiel ao estilo.
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Analisado por Diogo Sabido 26 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 26 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Costumo não ler as avaliações antes de escever as minhas para não ser influenciado, mas neste caso não resisti pois por mais que já tivesse ouvido bem sobre esta breja minhas impressões pessoais não correspondem às dos confrades.
Vide que as Belgian Strong Ale são minhas favoritas...
Cerveja bonita alaranjada/amarronzada com creme claro de média duração.
Aroma frutado e de malte adocicado bastante convidativo.
O sabor porém é adocicado sem exagero (não "empapuça"), algumas notas de damasco(?...). O alcoól é quase imperceptÃvel.
O retrogosto é seu ponto fraco e ao meu ver seu bandido - ou é curto por demais ou não existe, fica a sensação de se ter bebido água gelada o que literalmente acaba com sua drinkability.
Vou experimentar de novo, quem sabe...
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Como já disse com a Hofbräu Original repito: Gosto dessa cerveja mais pela possibilidade de comparação de estilo com as pilsners do que pelo produto em si.
Tenho uma relação afetiva com a Paulaner, foi a marca que me iniciou nas cervejas diferenciadas, hoje reconheço que elas não sejam talvez tão diferenciadas. A Hell é a que menos gosto desta cervejaria.
Aroma não muito marcante de lúpulo, o malte predomina com boa presença.
O sabor é baseado no malte (não tão gostoso quanto a da Hofbräu) que predomina do inÃcio ao fim e com toques de lúpulo fresco (herbal?floral?) este, ao meu ver excessivamente leve. Drinkability muito boa.
Como qualquer Hell deve ser ótima nos enormes mugs de Munique.
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Analisado por Diogo Sabido 26 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 26 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Gosto dessa cerveja mais pela possibilidade de comparação de estilo com as pilsners do que pelo produto em si.
Cerveja bem resolvida e honesta.
Creme claro de média duração. LÃquido amarelo dourado cristalino.
O aroma é suave, mas percebe-se presença de lúpulo e malte indubitavelmente.
Sabor extremamente refrescante, lúpulo suave, fresco sem agredir. Malte do inÃcio ao fim , porém leve, talvez também para não agredir. Mas um malte muito gostoso diga-se de passagem...
Imagino que deve ser perfeita para se tomar nos enormes mugs de Munique. Quem sabe um dia...
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Analisado por Diogo Sabido 23 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 28 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Uma pancada no queixo de lúpulo, malte e sabor. Um nocaute.
Se não imperial diria magistral.
É um caso em que tudo está certo, da garrafa ao retrogosto.
Cerveja negra como petróleo (estou repetitivo mas é a única comparação plausÃvel) com creme denso de longuÃssima duração amarronzado.
O aroma é o soco no nariz que inicia o massacre aos sentidos: malte torrado, café torrado na roça e um desfile de lúpulos perfumados variando do herbal fresco que salta ao nariz logo de inÃcio ao lúpulo envelhecido que predomina quando iniciamos as goladas. E cada golada nos remete um sabor diferente...
Malte torrado vem logo ao inÃcio e por mais diferente que possa parecer, e o é, fica alternando durante alguns segundos com o lúpulo intenso ficando difÃcil definir quando predomina um ou o outro.
O final da golada é cÃtrico e com alguma percepção de álcool.
O retrogosto é malte e café torrados (diria até pão integral tostado) e um lúpulo que gruda na garganta e sugere o próximo gole.
Se eu tinha um top 3 hoje preciso remanejá-lo,
estupenda cerveja!
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Bela cerveja "flammand". Superior à sua irmã 6 mas inferior à 8.
Creme claro,denso e de longa persistência, lÃquido dourado/acobreado levemente turvo.
O aroma é levemente cÃtrico, malte caramelado e torrado e frutado.
O sabor é ligeiramente adocicado ao princÃpio, com corpo cÃtrico e frutado/lupulado ao final.
O retrogosto é lupulado com amargor não tão intenso.
Boa, mas pelo custo benefÃcio não compensa.
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Na Bélgica encontra-se nos supermercados à 2 euros a garrafinha...
Uma pena que aqui sejamos explorados, pois é uma pequena notável, seria minha cerveja de tomar em churrasco se não fosse o preço.
É uma aula de malte do aroma ao retrogosto.
Creme denso de longa duração. LÃquido âmbar cor de abóbora.
O aroma é dominado pelo malte: torrado, caramelado e frutado. Percebe-se também ao fundo algo de fermento e álcool.
O sabor pronunciado de maltes, adocicados, caramelados e torrados com toques de lúpulo muito bem inseridos. O álcool é perceptÃvel e bem agregado ao conjunto.
Retrogosto de malte e lúpulo, sem ser muito seco nem amargo.
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Excelente IPA.
Para quem não se iniciou na magia do lúpulo está contra-indicada.
Confesso que me viciei em lúpulo há pouco tempo, devido à minha insistência nas IPAs nacionais.
Creme de duração mediana, claro com bolhas fininhas. LÃquido alaranjado turvo.
Essa cerveja não tem aroma, tem perfume...Lúpulos: herbais, frutados e torrados.
O sabor acompanha o arom... digo, perfume: lúpulos, começando pelos herbais frescos até terminar no retrogosto seco e delicioso de lúpulo e malte torrados.
Ótima IPA, não recomendado para quem não gosta de lúpulo, ainda.
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Particularmente sempre espero muito das artesanais americanas, pois se os monges europeus produziram bons alunos, os melhores são os yankees.
Essa, não me cativou...
Minha experiência começou prometendo: garrafa e rótulo bonitos, creme curto, amarelo-acobreado e lÃquido escuro com algumas partÃculas nadantes.
Aroma de malte torrado, biscoito queimado e chocolate meio amargo.
Mas aà vem o sabor...
Leve, não muito marcante, sobressaindo o malte torrado e toques de chocolate.
Retrogosto curto e seco, praticamente ausente.
Cria uma sensação de bebida aguada...
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Analisado por Diogo Sabido 21 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 28 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Excepcional
Grandiosa cerveja que fica muito pouco a dever das cervejas de abadia belga.
Creme amarelado, perene com belÃssima renda. LÃquido âmbar, denso brilhante e turvo.
Aroma floral/frutado, biscoito, fermento, lúpulo herbal e damasco.
O sabor é marcante, adocicado, álcool praticamente imperceptÃvel, com uma constelação de sabores variando à medida em que dança pela boca e com a temperatura da bebida. Vai do malte torrado/adocicado do inÃcio, ao corpo frutado e o retrogosto de lúpulo intenso, com um amargor extremamente agradável e convidativo.
Como toda cerveja Quadrupel é uma bebida pesada, no sentido de que dá sensação de saciedade.
O que mais me agradou nessa breja é que é um espécime muito próximo das Quadrupels européias como a La Trappe. Se os monges da Abadia de Onze Lieve Vrouw van Koningshoeven estão à séculos aprimorando sua receita imagino a super bebida que a Wals fará daqui à alguns anos.
Primorosa.
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Não compensa...
Cerveja a meu ver de pequena produção e grandes pretenções, neste caso parecer com as grandes, como se isso fosse vantagem.
Aparência sem grandes novidades, clarÃssima com espuma pouco duradoura.
Aroma quase inexistente, aos poucos libera diacetis, dando certa personalidade. O sabor segue o mesmo padrão. Um levÃssimo toque de malte e diacetil lá bem de longe.
Bom, no geral um degrau acima das grandes industriais porém longe de ser uma grande cerveja.
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É um tanto quanto decepcionante visto que considero sua irmã stout excelente.
Aparência interessante, lÃquido translúcido vermelho mogno com creme denso de boa persistência formando ondinhas de espuma.
O aroma é tostado, aliás o tostado predomina do aroma ao sabor, horas sendo agradável, outras incomodando. O aroma de malte porém sempre me agrada, tostado ou não.
O sabor, como já disse predomina o tostado, leve toque lupulado ao retrogosto.
Boa drinkability, porém custo benefÃcio não compensa.
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Analisado por Diogo Sabido 09 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 09 de Abril de 2010
Analista Top 500 -
Primeiramente duas considerações:
1-Reconheço que ainda não fui muito longe nas degustações de IPAs, mas essa considero uma IPA diferente, principalmente no aroma.
2- Sou fã ardoroso das Falke, antes de abrir a garrafa já fico esperando uma grande cerveja.
Aparência âmbar, translúcida, com bom creme claro de persistência média. O aroma têm menos lúpulo do que se esperaria em uma IPA, percebe-se malte, frutado e um toque de lúpulo que ouso chamar de "lúpulo torrado".
O sabor é refrescante pelo lúpulo, de amargor não muito pronunciado e que, da mesma forma que o aroma, ouso chamar de lúpulo torrado. Percebe-se toques de malte e fermento.
O retrogosto é excepcional com pronunciado amargor seco bastante convidativo.
Boa cerveja!
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Analisado por Diogo Sabido 04 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 04 de Abril de 2010
Analista Top 500 -
Na minha avaliação comparativa entre as weiss essa é a minha 2a em ordem de preferência, perdendo apenas para a Weihenstephaner.
Aparência tÃpica de turbidez mas na cor do lÃquido é mais dourada do que amarelada, creme de boa persistência.
Aroma suave de lúpulo fresco, notas adocicadas de cravo e mel.
Sabor suave e refrescante, leve toque de cravo e especiarias doces, banana ao final.
Retrogosto sutil de lúpulo.
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