Avaliações escritas por Idalécio Martins
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Bélgica
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300º postagem no brejas e, pra comemorar, aquela que muitos consideram como a melhor de todas as Het Anker, cervejaria que costuma acertar a mão em cheio e se sobressai mesmo entre as belgas.E ela faz juz a todas as expectativas que eu nutria. Uma cerveja rústica, de aroma e sabor intensos e complexos. As notas frutadas tomam a frente, vão das frutas escuras como figos e ameixas secas até as cítricas, como damascos e pêssegos. Deliciosos maltes caramelizados e tostados, com sugestões de chocolate e café, também se destacam, assim como as notas de vinho do porto. Lúpulo muito bem inserido mas não evidente, sem comprometer a complexidade da cerveja. Álcool magnificamente integrado a um maravilhoso conjunto, forte, com muita personalidade, mas sem mas sem abrir mão da harmonia. Das 300 esta é, no mínimo, top 5. Detalhes
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Avaliada por Idalécio MartinsJaneiro 16, 2010 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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1 de 1 pessoas acharam esta avaliação útil
A divina sintonia entre malte e lúpulo, o equilíbrio perfeito entre doce e amargo. O amargor não é impactante como em outras IPA´s como, por exemplo, a da Colorado, mas é expressivo na medida certa, looongo e delicioso, sempre acompanhado pela doçura do malte. A alta qualidade dos insumos é notável. O resultado final é uma IPA explendidamente harmoniosa, menos agressiva e mais requintada que todas as outras que pude provar.
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Inglaterra
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marrom escura, quase negra, espuma bege de pouca formação e média duração. Aroma puco pronunciado, lembrando biscoito. O sabor é essencialmente de malte BEM torrado, com notas de café e chocolate amargo. Corpo leve. O lúpulo aparece com força no final longo e amargo. Ao meu ver, o amargor é excessivo, proveniente tanto do lúpulo quanto da elevada torrefação, o que torna o conjunto desbalanceado e pouco drinkable.
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Brasil
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cor palha bem claro e bem turvo, forma uma espuma volumosa, mas que desaparece rapidamente. Cereais não maltados tanto no aroma quanto no sabor. Nota-se malte de trigo, frutado-banana, cítrico e condimentos, mas nada muito evidente. Corpo leve demais. Talvez ainda um degrau acima da Bohemia, mas muito aquém das alemãs.
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Brasil
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Dourada para âmbar, translúcida, espuma densa, de pouca formação, mas que deixa uma fina camada perene até o final da taça. O cálice trapista talvez não tenha feito muito bem à ela, pois o aroma é gostoso, mas parece ser bastante volátil. No sabor, deliciosas notas de frutas cristalizadas, malte evidente e lupulagem delicada, muito bem inserida. Corpo médio e álcool também muito bem inserido, perfeitos. Final longo e doce.Ótima cerveja, disparada a melhor da Backer. Detalhes
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Brasil
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cerveja que, na minha opinião, não corresponde à tradição da Wals. Deixa a desejar desde a aparência, pois forma uma espuma pequena, rala, de pouca duração. A maior decepção foi sentir cereais não maltados, especilmente no aroma. Já o sabor é um pouco melhor, malte e lúpulo estão equilibrados, mas não são evidentes. Corpo leve, refrescante, como esperado para uma light. Talvez "estupidamente gelada" ela se saia melhor, merece uma nova avaliação mais adiante.
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Avaliada por Idalécio MartinsDezembro 23, 2009 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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2 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
se alguém espera uma típica bitter ingelesa amarga e seca, esqueça. Esta aqui é predominantemente adocicada, com malte caramelo e um frutado que remete a pêssegos e frutas cristalizadas em destaque, tanto no aroma quanto no paladar. O lúpulo aparece no final, mas não chega a dominar o retrogosto, pois malte e frutas ainda estão em primeiro plano. O corpo é mais denso que a média das outras cervejas do mesmo estilo. A drinkability não é das melhores. É gostosa, mas confesso que já estava ficando enjoado no final da garrafinha. Por sinal, uma belíssima garrafa, um prato cheio para colecionadores como eu!
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Brasil
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coloração vermelha muito escura, espuma bege de boa densidade, mas de pouca formação e formação. A aparência sugere uma cerveja intensa, mas não é o caso dela. O aroma é o seu ponto mais forte, malte, fermento, frutas cítricas e vermelhas se desprendem com facilidade. O sabor segue o aroma, um pouco mais fraco. Senti falta sobretudo de lúpulo.É uma cerveja leve, equilibrada, refrescante e facílima de beber. Talvez não esteja adequada ao estilo proposto, mas não deixa e ser gostosa e agradável. Detalhes
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Bélgica
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interessante a nota explicativa, a Lúcifer passou pelas mão da Liefmans e da Moortgart, 2 ótimas cervejaria belgas. A cervejaria atual, Het Anker, produz algumas das cervejas mais maravilhosas do mundo. Logo, a expectativa era grande.De cor dourada, detentor de uma bela e persistente espuma branca, o visual prometia outra bela demostração da excelência dos belgas na arte de fazer cervejas. O aroma de frutas amarelas cristalizadas e fermento, embora não fosse dos mais pronunciados, não quebrou a expectativa. Já o sabor, embora esteja em linha com o aroma, é um tanto mais fraco e coloca o álcool em evidência, pois tanto malte quanto lúpulo são discretos demais. Não se compara com os outros produtos da marca, está muito abaixo das Carolus. Detalhes
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Avaliada por Idalécio MartinsDezembro 20, 2009 Denunciar esta avaliação |
Holanda
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lager com aparência, sabor e corpo de uma blonde ale das mais lupuladas. Notas de frutas cítricas, boa de malte e melhor ainda de lúpulo, final longo e amargo. Talvez um pouco desbalanceada e pouco drinkable, mas saborosa. A que mais me agradou da marca.
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Espanha
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Destaque para o malte tostado, que domina aroma e paladar especialmente na entrada. No final, o malte divide as atenções com lúpulos aromáticos e de amargor, quando estes também aparecem com intensidade, assim como o álcool. Lembra uma malt liquor, porém um pouco mais lupulada.Fiquei matutando sobre o porquê de não ter gostado dela tanto assim. Cheguei à conclusão de que o malte, embora muito presente, não é dos mais saborosos. Creio que seja isto. Detalhes
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Bélgica
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A bela apresentação já começa pelo visual do conjunto garrafa/rótulo/tampa e se estende para o líquido alaranjado opaco, com muitas partículas em suspensão, e para a espuma consistente e persistente. Aroma delicioso, forte, extremamente frutado, com notas predominantes de frutas cítricas como laranja, limão e bergamota (tangerina ou mexerica, para aqueles que não são gaúchos). No sabor, além do frutado do aroma, maltes, especiarias, lúpulo aromático e um leve toque de mel. O paladar é intenso, longo e de uma complexidade inesperada. Doce e amargo estão em perfeito equilíbrio, predominando alternadamente a cada pequeno gole. Mesmo com um sabor tão pronuncido, consegue ser leve e refrescante, mesmo em uma noite com temperatua próxima aos 30°C.Conjunto ímpar, não me lembro de ter bebido uma cerveja similar à esta. Em uma palavra? maravilhosa!!! Detalhes
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Avaliada por Idalécio MartinsDezembro 20, 2009 Denunciar esta avaliação |
Alemanha
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A aparência empolga: cor douraa mais escura que a média com uma bela espuma, farta e duradoura. No aroma, destaque para o frutado-banana, bem pronunciado.No entanto, ela peca mesmo é no sabor. Aguada, sem personalidade, muito fraca mesmo. Quase não se nota o frutado do aroma, apenas leves toques de malte de trigo e fermento. Esta´muito aquém de sua irmã não filtrada. Detalhes
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Alemanha
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cor dourada, espuma mediana de pouca duração. No aroma e no sabor, boa presença e equilíbrio entre malte e lúpulo. Encorpada para o estilo. O amargor final, apesar de leve, é persistente. É boa, mas não se destaca.
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Brasil
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1 de 1 pessoas acharam esta avaliação útil
cerveja com um frutado cítrico acentuado, o mesmo das Schmitt´s Ale e Sparkling. Desconsiderando a La Brunette, há uma certa monotonia - ou padronização - nas cervejas da marca, o quer não deixa de ser positivo, pois afinal de contas elas são sempre muito gostosas. Desta forma, ela diferencia-se de outras weiss pelo gosto de banana mais discreto e pelo frutado cítrico destacado (especialmente laranjas). A coloração mais escura e corpo mais "pesado" também são diferenças importantes. Pelo menos na pressão, a espuma é volumosa, densa e persistente.Pode não estar perfeitamente adequada ao estilo, mas sem dúvida trata-se de uma boa novidade da Schmitt. Detalhes
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Brasil
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1 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
Antes de mais nada, trata-se de uma louvável ousadia, pois confeccionar uma cerveja no mais refinado estilo da mais refinada escola cervejeira do mundo é um grande desafio. Seus pares são nada mais nada menos que Rochefort 10, Westvleteren 12, La Trappe Quadruppel, e por aí vai... E a Wals mais uma vez não decepciona. A cor é um marrom avermelhado muito bonito, com uma espuma bege, densa e persistente, deixando marcas nas paredes da mais do que adequada taça da Rochefort. O aroma delicioso antecipa a complexidade do sabor. Assim como nas melhores belgas, é dífícil decifrar todas as suas nuances. São notas de caramelo, café, chocolate, figo, madeira, vinho do porto, tudo compondo um conjunto harmoniosamente doce. O álccol fica escondido atrás da intensidade e da complexidade dela. Corpo robusto, como requer uma quadruppel. Não tenho nenhuma dúvida ao afirmar que esta é a melhor cerveja nacional que já provei. Parebéns, Wals!! Detalhes
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Avaliada por Idalécio MartinsNovembro 18, 2009 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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avermelhada com espuma densa, de média formação, não muito persistente. Mesmo sendo menos intenso que grande parte das bitter inglesas, o lúpulo toma a frente, pois o malte aparece de forma tímida para harmonizar com o amargor. A medida que a cerveja vai esquentando este descompasso vai diminuindo, mas não o suficiente para atingir aquela que considero a maior qualidade das Fullers: o equilíbrio.
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Espanha
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Dourada límpida com espuma de médias formação, densidade e duração. A quantidade de malte é boa, mas senti um toque desagradável de cereais não maltados. Leve frutado. A lupulagem é tímida, resultando em conjunto adocicado e um pouco enjoativo. Pelo preço e pela bela garrafa, esperava mais.
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República Tcheca
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Leve, refrescante e facílima de beber, como qualquer outra cerveja feita para o verão. No entanto, tem boa presença de malte e lúpulo, contrariando a idéia geral de que cervejas light são pouco saborosas e não tem personalidade. Se o aroma fosse um pouco menos adocicado, seria perfeita. Ótima cerveja, bom custo-benefício.
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Avaliada por Idalécio MartinsNovembro 16, 2009 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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dourada brilhante, espuma de boa densidade e média formação. Ótima combinação do mel com o lúpulo: a entrada é doce, com malte e mel em evidência, e o final é longo e suave, com leve predominância amargo-seca, harmonizado com o residual doce do mel. Muito equilibrada, como as Fullers costumam ser.
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