Avaliações escritas por Idalécio Martins
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Uma USB elegante, com lupulagem até certo ponto suave para o estilo, perfeitamente equilibrada com o malte caramelizado. O final é longo e suave, sem ser seco, mais uma vez com doce e amargo em harmonia. A cor vermelha intensa é linda, pena que forma pouca espuma. Bela cerveja!
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Analisado por Idalécio Martins 22 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 22 de Maio de 2010
Analista Top 50 -
Só havia tomado esta cerveja uma vez, há alguns anos, ainda bastante inexperiente na matéria. Foi quando resolvi entrar de vez mesmo nesse mundo maravilhoso e comprei várias barrigudinhas belgas, sendo que a que mais me marcou foi esta aqui. Lembrava dela como algo incrível que finalmente pude reencontrar!
O creme é denso, formando “morrinhos” e persiste até o final da degustação, me fazendo lembrar que é da mesma cervejaria da Duvel. O sabor é forte com notas frutadas em evidência, um mix de frutas amarelas maduras e cítricas. Maltes caramelados, fermento, especiarias e uma bela dose de lúpulo complementam um paladar com doce e amargo equilibrados, bastante intenso mesmo se tratando de um tripel. Encorpada. Os 10% de álcool são perceptíveis mas estão muito bem inseridos.
Pontos fracos? A textura não é das mais “sedosas”, mas o que me decepcionou mesmo foi o aroma suave demais, embora gostoso. Talvez ela não tenha correspondido à todas as expectativas que nutria – eu a tinha como uma das melhores cervejas da minha vida - mas, sem dúvida, é uma excelente cerveja.
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Marrom avermelhada, bem mais clara do que costumam ser as porters, assim como o denso e duradouro creme bege. O aroma caramelado revela uma torrefação branda para o estilo, sensação confirmada no primeiro gole. O resultado é muito bom - pelo menos pra mim, já que tenho uma certa bronca desse caráter quase “queimado” de porters e stouts – e de cara a coloco como uma de minhas favoritas. Como uma americana que se preze, o amargor do lúpulo dá as caras no final, perfeitamente balanceado com o doce dos maltes. 5º Flying Dog que bebo, 5ª ótima cerveja desses caras.
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Um doce, inusitado e delicioso chocolate ao leite se desprende fácil, tomando conta do aroma. No sabor, apresenta os traços básicos de uma stout tradicional em conjunto com o chocolate doce do aroma, que se contrapõe muito bem à elevada torrefação dos maltes, justo aquilo que mais me incomoda nas stouts. A cerveja tenderia a ficar doce, porém a generosa dose de lúpulo promove um belo amargor final, e tudo fica muito bem resolvido. Belíssima cerveja!
Em tempo: a espuma marrom é incrivelmente densa e duradoura, sem precisar do truque barato da cápsula de nitrrogênio
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Analisado por Idalécio Martins 20 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 20 de Maio de 2010
Analista Top 50 -
Enfim, uma Erdinger que honra a tradição das hefeweizen alemãs. Boa de malte e copro, cravo evidente, não tão frutada como outras do estilo, mas mesmo assim uma bela representante dele
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Bela aparência, alaranjada turva com boa duração e formação de espuma. Ótimo aroma, cítrico, com malte e lúpulo muito bem equilibrados. O sabor segue o aroma, ainda mais intenso. O final é longo, amargo e seco, sempre acompanhado do dulçor caramelado dos maltes. Uma delícia de cerveja, intensa e perfeitamente equilibrada. Gostei mais ela do que da Hop Ottin, uma pena ser tão cara.
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Negra como petróleo, espuma marrom volumosa e densa, deixando uma camada perene durante toda a degustação. Aroma delicioso, café intenso, doce e cítrico. No sabor, doses cavalares de um maravilhoso malte torrado tomam a frente, a seguir o lúpulo equilibra o conjunto e logo em seguida acaba por dominar as sensações. Apesar dos 85 IBU´s, o lúpulo nunca chega a agredir, proporcionando um amargor equilibrado, com um refrescante toque cítrico.
Apesar do “Imperial Porter” no nome, o rótulo a classifica como uma imperial stout. A dúvida não se desfaz ao bebê-la, pois o corpo é leve como o de uma porter e aroma/sabor são de uma intensidade característica das imperiral stouts. De qualquer forma é uma belíssima cerveja, que combina potência e equilíbrio como poucas. Ainda prefiro as outras duas Canis Major que provei (Double do e Barley Wine) apenas por uma questão de estilo, mas todas são grandes cervejas.
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Marrom avermelhada, creme denso e persistente. O aroma é incrível, forte e complexo, com malte, frutas cítricas, lúpulo e um delicioso fundo que remete a ameixas secas. No sabor, a entrada é doce, maltada e caramelada, com o lúpulo aparecendo logo em seguida, com notas amargas e cítricas. Uma pena que as ameixas secas, tão evidentes no aroma, fiquem escondidas no sabor. Parece que quando elas vão aflorar o lúpulo entra em cena e se sobrepõe, ainda que o amargor não seja tão intenso assim. Mesmo com essa ressalva, trata-se de uma cerveja especialíssima, complexa, equilibrada e com muita personalidade.
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A sua maior qualidade é o lúpulo muito bem encaixado, sem se sobrepor ao malte e o fermento, que também aparece bem. A drinkability é excelente, eu e minha namorada bebemos 3 litros brincando e só paramos porque acabou o estoque do bar. Conjunto equilibradíssimo. Ficou devendo somente uma espuma mais duradoura.
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Cerveja sobretudo maltada e caramelada, com um fundo levemente frutado e lupulado, compondo um conjunto suave, agradavelmente doce. Ótimo corpo e textura sedosa. O final curto é seu ponto mais fraco.
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Não sei porque, mas já estive várias vezes com ela nas mãos e nunca tinha levado pra casa, algo me dizia que não era grande coisa. No sabor, apresenta o básico do estilo: malte, notas florais e o frutado cítrico característico estão presentes, mas nada que demonstre muita personalidade. Corpo leve e textura áspera, incomodando um pouco na garganta. O aroma é decepcionante, não me lembro de ter experimentado uma blonde belga tão suave neste quisito. Bem abaixo da média do estilo.
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a bela garrafa guarda uma boa cerveja. Dourada clara de média turbidez, espuma volumosa, densa e relativamente duradoura. Atende perfeitamente ao que se espera de uma weiss: malte de trigo, banana e especiarias estão muito bem colocados, com um gostoso frutado cítrico em destaque. Há ainda um fundinho levemente lupulado. Uma boa opção entre as nacionais.
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micro com jeitão de macro. Malte suave, quase não se nota o lúpulo e traz aquelas sensações desagradáveis das lagers que não são puro malte. Não espere nada além de uma premium de série. De bom mesmo, só os gols que o inter levou quando eu estava bebendo ela, hehe.
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Enfim, minha primeira IPA americana, e ela faz jus à fama: os 80 IBU´s são uma porrada, o amargor é intenso e prolongado a ponto de parecer interminável. O malte aparece muito bem e até equilibra o conjunto – em termos, é claro. O aroma é mais equilibrado, malte e lúpulo se equivalem e este último confere um caráter cítrico que não se nota no sabor.
É uma ótima cerveja, sem dúvida, mas R$ 20 é muito caro para uma cerveja de complexidade comum, na minha opinião. Com esse dinheiro dá pra comprar mais de 1 litro da Colorado IPA, uma substituta à altura, e ainda se prestigia uma de nossas boas produções artesanais.
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Que bela cerveja! Aroma delicioso de malte e lúpulo de caráter frutado. O sabor segue o aroma e aos poucos as notas de maracujá dominam, como foi colocado pelo colega Alexandre. Há ainda um toque mentolado bastante interessante. Alterna momentos doces e amargos até o longo final onde predomina o amargor, sem abrir mão de um balanceamento excelente. Corpo leve e ótima drinkability. Muito boa!
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Analisado por Idalécio Martins 27 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 27 de Abril de 2010
Analista Top 50 -
Uma dry stout clássica, no mesmo patamar da Guinness: Negra, espuma muito densa e persistente, notas de malte torrado, chocolate, café e lúpulo, corpo leve com textura cremosa. Não é um dos meus estilos preferidos, particularmente não gosto da carbonatação baixa demais. Mas assim é o estilo e esta aqui é uma legítima representante dele, sem nenhuma dúvida.
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Apresentação impecável, linda mesmo: coloração cobre translúcida, espuma bege densa e persistente. Bouquet forte e delicioso, onde reinam lúpulos aromáticos, com boa presença de malte, levemente frutado. No sabor, a entrada é até equilibrada, pois há muito malte caramelo e tostado para se contrapor à overdose de lúpulo. O final é longo e intenso, onde cada vez mais reina o extremismo de um ótimo lúpulo herbal com notas cítricas. O amargor é delicioso, mas confesso que me incomodou um pouco no retrogosto, quando parece grama pura. Para se ter uma idéia da intensidade dela, quase não se notam os 11,5% de álcool. Esbanja personalidade e força sem ser totalmente desbalanceada. Ótima!
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Coloração entre âmbar e marrom com espuma média de boa persistência. Aroma um tanto discreto de malte tostado. No sabor, entrada de caramelo e tostado, final longo e suave, lupulado, levemente frutado e seco. Corpo médio/leve e carbonatação média/baixa. Gostosa, equilibrada e fácil de beber. Cerveja muito boa e com preço acessível.
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Malte e lúpulo discretíssimos, tão leve e aguada quanto uma Kaiser Summer. Só serve bem gelada na beira da praia ou então pra quem gosta de colecionar garrafinhas.
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Analisado por Idalécio Martins 26 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 26 de Abril de 2010
Analista Top 50 -
A schlau engerrafada não tem o mesmo desempenho da versão chopp. Na garrafa, apesar da espuma generosa e duradoura, seu corpo é bem mais leve e mal se nota o malte de trigo, pois aroma e sabor são completamente dominados por um frutado que agora é demasiadamente ácido, comprometendo o conjunto.
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