Avaliações escritas por Milu Lessa
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Analisado por Milu Lessa 05 de Fevereiro de 2012
Atualizado pela última vez: 05 de Fevereiro de 2012
Analista Top 50 -
Coloração acobreada, puxando para o castanho, translúcida. Apresentou boa formação de um creme bege, de média/curta persistência, que deixa rala camada perene sobre o líquido. Aroma frutado que lembra frutas em calda, não sei precisar exatamente qual(is) e leve tostado do malte. O sabor é igualmente frutado, repetindo o tostadinho do malte; o final é levemente seco e traz amargor tanto do lúpulo quanto do tostado. Corpo leve, com textura aguada. Carbonatação baixa. Álcool imperceptível. Cerveja razoável, mas gostei mais do aroma do que do sabor, poderia ter maior dulçor e profundidade de maltes no paladar, além de um pouco mais de corpo e carbonatação. Ainda estou para ver uma red ale/lager para a qual eu tire o chapéu.
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Coloração âmbar, brilhante e translúcida. Apresentou boa formação de um creme claro, de média persistência, que deixa marcas na lateral da taça e uma camada perene sobre o líquido. No aroma, lúpulo cítrico (maracujá, tangerina) e dulçor do malte, que remete a caramelo. O sabor segue o aroma, cítrico levemente caramelado; o final é levemente seco e amargo. Corpo médio. Carbonatação média-alta. Cerveja bastante refrescante e fácil de beber, apresenta ótimo custo-benefício.
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Analisado por Milu Lessa 04 de Fevereiro de 2012
Atualizado pela última vez: 04 de Fevereiro de 2012
Analista Top 50 -
Coloração de um bonito dourado intenso, beirando o âmbar, brilhante e translúcida, deveria se chamar Bauhaus Ouro, isso sim! rs Apresentou boa formação de um creme branco, razoavelmente consistente e persistente, que deixa camada perene e até algumas marcas na lateral da taça, quem diria; justiça seja feita, uma das melhores apresentações que eu já vi para o estilo. Aroma bem fraco, quase que só malte, nada de lúpulo. O sabor idem, predomínio claro do malte, entrada adocicada e um final com ecos de lúpulo, amargor bem suave. O corpo é leve, mas não aguado como o das SAL da vida. Carbonatação média. Teve o mérito de não apresentar off-flavors, muito comuns no estilo, infelizmente. PAL acima da média. Boa para refrescar num dia de calor.
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Analisado por Milu Lessa 04 de Fevereiro de 2012
Atualizado pela última vez: 04 de Fevereiro de 2012
Analista Top 50 -
Bela coloração âmbar, puxando para o acobreado, translúcida. Apresentou média formação de creme bege, de boa consistência e média persistência, que deixa camada perene sobre o líquido. O aroma é agradável e se desprende bem, trazendo uma boa base maltada que remete a mel/caramelo e castanhas, acompanhada de lúpulo floral. O sabor segue o aroma, com entrada adocicada; quem domina novamente é o malte, sendo que o lúpulo aparece apenas no final, de maneira bem suave, conferindo baixo amargor. Retrogosto curto. O corpo é leve e a carbonatação média. Álcool imperceptível. Refrescante e fácil de beber, é uma boa cerveja, mas para uma ESB com certeza faltou lúpulo e amargor.
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Coloração de um dourado escuro, quase âmbar, bastante translúcida, mas não cristalina. Apresentou baixa formação de um creme claro, de curta persistência, mas que deixa uma camada perene e um pouco de lacing nas laterais da caldereta. No aroma, algum off-flavor que remete a sebo/coisa rançosa, malte trazendo notas de caramelo/mel, além de lúpulo levemente cítrico. Se não fosse pelo off-flavor, seria bastante agradável. O sabor segue o aroma, tendo entrada maltada e adocicada; o final é ligeiramente seco e lupulado, cítrico. Infelizmente, o off-flavor aparece também no paladar, estragando a delizadeza da harmonia enre malte e lúpulo. Corpo médio. Carbonatação baixa, poderia ser mais alta um pouco. Limpa, deve ser uma ótima cerveja para refrescar, infelizmente o off-flavor comprometeu um pouco o conjunto. De cabeça me lembrou um pouco a Samuel Adams Boston Lager.
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Analisado por Milu Lessa 31 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Coloração castanho com reflexos avermelhados, ao olharmos parece completamente turva, mas no contra-luz releva certo grau de translucidez. Apresentou média formação de um creme bege, de curta persistência, que deixou camada perene sobre o líquido. O aroma é vinificado com aquela pontinha de vinagre típica de uma flanders ale. O sabor segue o aroma, bem ácido e levemente avinagrado, mas sem muito gosto; o final é azedo e adstringente. Carbonatação alta, mas não chega a ser frisante. Corpo leve, com textura aguada. Como é comum nesse estilo, o álcool fica muito bem inserido, imperceptível. Essa cerveja é a base das Bacchus de frutas e já ao bebê-la percebemos isso, pois nos passa a impressão de ser uma cerveja neutra, unicamente à espera da adição de frutas para torná-la mais aromática e saborosa. Para quem gosta do estilo, é uma boa cerveja, refrescante e fácil de beber, mas não chega aos pés de uma Rodenbach, por exemplo. Eu, particularmente, considero que suas irmãs de cereja e framboesa são muito mais gostosas.
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Coloração de um dourado claro, translúcida. Apresentou média formação de um creme branco ralo, de curta persistência. Aroma maltado, nada de lúpulo. O sabor segue o aroma, adocicado, amargor quase nulo. Quando esquentou apresentou off-flavor de papelão. Corpo leve, com textura aguada. Carbonatação média. Cerveja que não apresenta nada que a diferencie das nossas SAL, resumindo, é a Brahma dos uruguaios e isso não é um elogio.
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Analisado por Milu Lessa 31 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
A Brahma dos hermanos!
Coloração amarelada, típica de BCB, translúcida. Apresentou média formação de um creme branco ralo, de curta persistência. O aroma é predominantemente maltado, remetendo a cereais, nada de lúpulo. O sabor segue o aroma, maltadinho, com final levemente lupulado, dando suave amargor. Carbonatação média. Corpo leve, com textura aguada. Mostrou-se algo superior às nossas SAL da vida, pois não apresentou defeitos, além de ter algum lúpulo de amargor, mas isso não quer dizer lá muita coisa, né...
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Analisado por Milu Lessa 31 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Linda coloração acobreada, brilhante e completamente translúcida. Apresentou boa formação de um creme bege, de média/curta persistência, que deixa boas marcas na lateral da taça e uma camada perene sobre o líquido. Aroma suave, com malte tostado bem de leve predominando, dando ares adocicados de cereal/pão que me remeteram àqueles pães de forma doces, além de um floralzinho do lúpulo ao fundo; não achei chocolate, caramelo ou nuts como boa parte dos confrades. O sabor segue o aroma, com entrada adocicada e final levemente seco e amargo. Corpo leve, dando uma sensação aguada. Carbonatação alta. Álcool imperceptível. Evolui consideravelmente conforme esquenta. Poderia ter mais corpo e mais intensidade no aroma e no paladar, mas é uma boa cerveja, com boa drinkability.
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Analisado por Milu Lessa 30 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Bela coloração âmbar escuro alaranjado, translúcida e brilhante. Apresentou boa formação de creme claro, de média persistência, que deixa camada perene sobre o líquido. No aroma a abóbora já aparece nitidamente, juntamente a um adocicado do malte e condimentos variados, entre eles cravo, canela e gengibre; o conjunto lembra muito doce de abóbora, muito agradável. O sabor segue de perto o aroma, mas não literalmente: não é doce como eu supus que seria; a entrada é levemente ácida, com um razoável amargor no final do gole (o lúpulo dá as caras), que é também um pouco seco. A carbonatação é média. O corpo é bem leve, aguado e eu achei um dos pontos fracos dessa breja, poderia ser mais encorpada. Cerveja que entrega o que promete, tenho realmente cheiro e gosto de abóbora, embora eu tenha achado o aroma melhor e mais intenso do que o sabor. Se fosse um pouco mais adocicada e encorpada, ficaria perfeita (para o meu paladar). O único ponto negativo é o preço, que prejudica o custo-benefício dessa interessante cerveja.
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Analisado por Milu Lessa 30 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 30 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Espero que essa cerveja não seja assim normalmente, porque o meu exemplar estava triste.
Coloração de um dourado claro, brilhante, completamente translúcida. Apresentou boa formação de um creme branco, de média persistência, que deixa uma rala camada perene. O aroma era só malte e off-flavor DMS, que dá aquele característico aroma de milho cozido, que para mim remete demais à pamonha; nada de lúpulo. O sabor, infelizmente, seguiu o aroma, dando a sensação tenebrosa de pamonha líquida ao colocá-la na boca; novamente, nada de lúpulo, amargor nulo. Carbonatação média. Corpo leve, com textura aguada. De premium esse meu exemplar não tinha nada, só o preço. Não agüentei beber nem um copo, de tanto DMS que tinha. Taí uma que não arrisco de novo.
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Analisado por Milu Lessa 25 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 31 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Pelas avaliações dos confrades só posso concluir que o exemplar do meu namorado que bebemos no natal deve ter sido transportado deitado, assim misturando o fermento com o líquido, porque principalmente no paladar essa cerveja estava bem diferente das outras descrições: nenhum adocicado, de um amargor desagradável, com um travo terroso ao final. Esse conjunto me lembrou bem o que acontece quando misturamos o fermento de cervejas em que esse procedimento deve ser evitado, como a maior parte das belgas, por exemplo.
Coloração amarelada, razoavelmente turva (primeiro indício do fermento misturado). Apresentou uma excelente formação de um creme branco, muito fofo, de média persistência, que deixa marcas na lateral da taça e uma camada perene sobre o líquido; remeteu-me à Duvel! O aroma é dominado pelo lúpulo, com uma gama complexa de aromas: grama cortada, cítrico (tangerina, lima/limão) e algo ao fundo que eu não consegui discernir, talvez um apimentado meio vegetal, não sei explicar direito, mas essa cerveja tem um aroma vívido e bastante peculiar, que exala intensamente desde que o momento em que a rolha é estourada. O sabor segue o aroma, mas não achei nada do dulçor de que falam os confrades, pelo contrário, é dominado pelo amargor, que no final adquire um tom terroso e meio vegetal, me lembrou cheiro de planta, difícil de descrever, mas não me agradou. Álcool muito bem inserido. A carbonatação foi apenas de média para alta e não altíssima como apontam as outras avaliações, mais um indício de que deve ter chacoalhado e muito durante o transporte, misturando assim o fermento à cerveja. O corpo é leve. Sem misturar o fermento acredito que essa cerveja seja ótima, já o exemplar que eu bebi deixou a desejar.
Só de curiosidade, fui olhar no fundo da garrafa vazia e bingo: não há fermento nenhum depositado ali, indicando que este deve ter ficado misturado no líquido, alterando assim seu aroma e, principalmente, seu sabor. Uma pena.
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Analisado por Milu Lessa 25 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 25 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Coloração amarelada com reflexos alaranjados, turva, mas não tanto quando uma Paulaner, por exemplo. Apresentou boa formação de creme claro, de média persistência, que deixa uma boa camada perene sobre o líquido. No aroma, banana, fermento, algo adocicado, talvez baunilha e um leve azedinho. O sabor segue o aroma, com final levemente amargo, com o lúpulo dando um toque cítrico, meio adstringente. Corpo leve, mas não aguado. Carbonatação alta. Boa cerveja, refrescante. Esse adocicado no aroma achei bastante interessante, lembrou um pouco vitamina de banana com leite condensado. Só achei que ficou faltando cravo, tanto no aroma quanto no sabor.
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Analisado por Milu Lessa 24 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 24 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
A coloração não faz jus ao nome: é de um marrom bem escuro, que à primeira vista parece até preto; no contra-luz revela um bonito cobre escuro, puxando para o castanho, translúcida. Apresentou boa formação de um creme bege, de curta persistência, mas que deixa camada perene sobre o líquido. O aroma é adocicado, sobressaindo o malte com leve tostado que dá ares de caramelo e café, além de um frutadinho que remete a frutas escuras. O sabor segue o aroma, com entrada ácida, mas repetindo o dulçor, o frutado e tostado do aroma, lembrando levemente chocolate ao leite e café. O corpo é bem leve, dando uma sensação aguada à cerveja. A carbonatação é alta. Breja suave (até demais), mas gostosinha, sendo fácil de beber. Embora esteja cadastrada como amber lager, concordo com o confrade aí embaixo: essa cerveja está muito mais para um munich dunkel, tanto pela aparência, quanto pelo aroma e paladar. Embora essa aqui tenha sido a que mais me agradou das Áustrias que bebi, ela apresentou alguns dos mesmos problemas das suas irmãs, que pelo visto são marca registrada do rótulo: corpo levíssimo e sabor suave demais, sem nenhum retrogosto, depois que vc engole a cerveja parece até que bebeu água, pois o gosto não dura um segundo sequer na boca.
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Coloração âmbar, razoavelmente turva. Apresentou média formação de um creme cru, de curta persistência, mas que deixa camada perene sobre o líquido. O aroma revelou um frutadinho genérico que não me remeteu a nenhum tipo específico, como frutas amarelas, frutas vermelhas, frutas cítricas etc. O sabor segue o aroma, mas é muito suave, quase sem gosto, retrogosto nulo, é como beber água. O corpo é levíssimo, conferindo textura bem aguada à breja. Carbonatação média. Com certeza é refrescante, mas não deixa de ser um tanto insípida, leve demais em tudo. Sem falar que para mim essa cerveja passa longe de uma pale ale, está mais para blonde ale. Achei melhorzinha que sua irmã weizen, embora apresente os mesmos problemas: falta de corpo e baixa intensidade de aroma e, principalmente, de sabor.
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Analisado por Milu Lessa 24 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 24 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Coloração amarelada, turva. Apresentou média formação de um creme branco, de também média persistência, que deixa uma camada perene sobre o íquido. O aroma é levemente azedo, com ésteres de banana ao fundo, não achei cravo. O sabor segue o aroma, repetindo o leve azedume e frutadinho de banana, novamente o cravo não dá as caras. Na boca não é ruim, mas é suave demais, sem nenhum retrogosto, parecia até que eu estava bebendo água, de tão insípida. Carbonatação alta, como manda o estilo. O corpo é leve demais, aguadíssimo, o que aumenta a sensação de se estar tomando água com gosto de banana e não uma cerveja. Essa cerveja me lembrou bastante a Bamberg Weizen, por conta do azedo presente tanto no aroma quanto no paladar, mas uma versão ultra diluída, como se alguém tivesse misturado meio copo de Bamberg Weizen com meio copo de água com gás. Resumindo, cerveja muito fraquinha e sem personalidade: faltou corpo, faltou cravo, faltou sabor. Mesmo com o preço baixo, não apresenta um bom custo-benefício, não pretendo repetir.
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Analisado por Milu Lessa 24 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 24 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Coloração âmbar claro, bem brilhante, lembrando demais o próprio mel, totalmente translúcida. Apresentou média formação de um creme cru, de média persistência, que deixa marcas na lateral da taça e uma camada perene sobre o líquido. A aparência dessa cerveja é linda e, infelizmente, seu único ponto alto. O meu exemplar foi severamente oxidado por conta de sua garrafa transparente que não protege nada o lúpulo da ação da luz, resultando naquele desagradável aroma característico, que já se fez perceptível assim que abri a garrafa e era só o que tinha no aroma, lúpulo levemente herbal bichado pelo lighstruck, parecia até Heineken de garrafa, uma tristeza. O sabor estava um pouquinho melhor do que o aroma, com um adocicado tímido do malte aparecendo ao fundo, remetendo bem vagamente a mel, mas totalmente sobrepujado pelo lighstruck. Corpo leve. Carbonatação baixa. Essa cerveja, quando não comprometida, deve ser até agradável, mas do jeito que estava nem deu para beber: meu amigo que a trouxe bebeu dois goles e desistiu, eu tentei também, mas depois de meio copo deitei pia abaixo, sem condições.
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Analisado por Milu Lessa 19 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 19 de Dezembro de 2011
Analista Top 50 -
Coloração típica de weiss: amarelo-alaranjada, turva. Apresentou boa formação de creme branco e fofo (que formou uma ilha no meio!), de longa persistência e que deixa marcas na lateral do weizen, além de uma grossa camada perene, excelente apresentação! O aroma apresenta boa dose de ésteres de banana e um pouco de fermento, mas não encontrei o tradicional cravo. O sabor segue o aroma, com final adstringente e um pouco amargo, que pega na boca e dura desagradavelmene no retrogosto. A carbonatação é média para alta. O corpo é bom, médio, não dando aquela sensação aguada presente em boa parte das cervejas de trigo, gostei disso nela. De um modo geral, é uma boa cerveja, mas peca pela ausência de cravo tanto no aroma quanto no paladar e pela sensação desagradável na finalização do gole. No quesito weiss bávara, ainda fico com as boas e velhas Paulaner e Franziskaner, essas sim imbatíveis.
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Última Way degustada na noite e, devo dizer, a de garrafinha mais bonita, embora todas chamem bastante a atenção, formando um bonito conjunto colorido quando postas lado a lado.
Coloração de um castanho bem escuro, praticamente preto, de baixa translucidez no contra-luz. Creme bege escuro de média formação (melhor creme das Way, que não o formam muito bem) e persistência, que deixa marcas na lateral da taça e uma rala camada perene. No aroma, notas de torrefação, chocolate amargo e café. O sabor segue o aroma, com final seco e tostado, remetendo novamente a café. Corpo leve demais para uma porter, com textura aguada, mais lembrou o de uma dry stout. A carbonatação é média/baixa. No geral, é uma boa cerveja, fácil de beber, mas poderia ter maior intensidade de aroma e sabor. Além disso, faltou corpo, o nome promete uma textura cremosa que a breja não entrega.
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Terceira Way degustada, a mais comentada até agora, vamos ver se é digna de todo o falatório.
Coloração âmbar, quase completamente translúcida. Apresentou baixa formação de creme branco, de curta persistência, que deixou um rala camada perene. Aliás, isso é algo que notei em todas as Way, elas não formam muito bem o creme, mesmo servindo a cerveja longe do copo, o que normalmente incrementa a formação de espuma. Essa APA foi a que menos creme formou das 4 Way degustadas. No aroma, como era de se esperar, o lúpulo predomina, sendo de caráter cítrico (maracujá, tangerina, grapefruit), bem agradável. O sabor segue o aroma, com entrada levemente adocicada do malte e final novamente lupulado de leve amargor e alguma secura. O corpo é de leve para médio. Carbonatação média. É uma cerveja gostosa, muito refrescante e fácil de beber, mas para uma APA faltou intensidade e amargor, muito embora eu não goste de cervejas muito amargas. Parece que na pressão essa cerveja cresce bastante.
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