Avaliações escritas por Bruno Bethonico Assuncao
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Com seu creme denso e duradouro, ela já é um convite para degusta-la. Seu sabor é agradável e é capaz de conquistar os iniciantes ao mundo das cervejas. No inverno é perfeita!
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Complexa e completa.
Quando eu quero abrir a mente de amigos que não conhecem cerveja de verdade, eu apresento esta. Por ter um sabor delicado, frutado e complexo, ela surpreende até mesmo grandes apreciadores.
Um deleite para qualquer momento.
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Impossível traduzir ou explicar em palavras. Diferente de tudo o que já bebi.
Complexa desde a garrafa (pesquisem mais sobre a sua produção, vale a pena conhecer a história), sua aparência inicial é de um vinho espumante, mas percebe-se que há algo diferente. O aroma é levemente frutado, senti perfume de flor. O sabor é complexo. A cada vez que bebi foi possível identificar diferentes sabores. Como degustei num momento de euforia (virada de 2010 p 2011 numa praia de Imbassaí/BA), quero repetir a dose em um momento mais reservado.
Farei um UPTADE quando puder.
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Estavamos (eu e minha noiva) muito curiosos e empolgados para experimentar. Mas a expectativa era muito grande para um sabor que decepcionou.
A aparência e o aroma surpreenderam bastante. Bem turva (um amarelo que pode ser confundido com um laranja), o creme é bastante aromático e denso (média duração), mas ao invés de termos um delicioso retrogosto herbáceo, o sabor do Capim Limão é exagerado e um pouco enjoativo. Talvez deva experimentar novamente em outra oportunidade, pois como percorreu 500km e sofreu uma considerável variação de temperatura, isso pode ter prejudicado.
Farei um UPDATE após nova degustação.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 27 de Novembro de 2011
Atualizado pela última vez: 27 de Novembro de 2011
Analista Top 500 -
Eu estava bem reticente ao degusta-la, pois tive uma desagradável expreriencia com a Exterminador de Trigo (com capim limão), também da 3 Lobos.
Mas foi uma boa surpresa. Uma não, varias.
Sua aparência é ótima. Percebe-se no escuro turvo (marrom quase negro) que é uma cerveja densa, assim como o creme de média duração e na cor bege. O aroma é maravilhoso e tem notas de chocolate e/ou café (confesso que não identifiquei de cara).
O primeiro gole é um convite ao segundo, terceiro, quarto... Quase que imediatamente. Sente-se a madeira, mas eu esperava mais neste aspecto, pois achei que o gosto do malte tostado destacou-se demais.
Degustei com um cuzcus marroquino que preparei para a minha amada e harmonizou perfeitamente.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 09 de Janeiro de 2011
Atualizado pela última vez: 09 de Janeiro de 2011
Analista Top 500 -
Degustada quase que às cegas, pois não conhecíamos nada sobre esta austríaca de trigo, nos surpreendemos com a bela aparência (amarela acizentada bem turva com um creme denso) e o perfume (frutado na medida certa). No momento estávamos sem a taça apropriada e foi numa para lager mesmo. O sabor é forte e complexo para uma cerveja de trigo. Não consegui identificar os traços que ela apresentava, mas não significa que não tenha me apaixonado por ela.
Eu achei ela mais seca do que refrescante. Boa para noites frias ou de temperatura amena. Pena que não conseguimos comprar mais no dia seguinte, pois o supermercado a vendia pela pechincha de R$3,99 e algum espertinho levou as 19 últimas restantes.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 21 de Outubro de 2010
Atualizado pela última vez: 21 de Outubro de 2010
Analista Top 500 -
Premium escura de bela aparência. Creme denso de média duração e sabor agradável. Pouco aroma, não identifiquei sequer nada torrado. O sabor é agradável, leve, mas adocicado demais. Faltou aquele amargor gostoso que uma cerveja escura pede.
Boa relação custo benefício na ausência de algo mais refinado.
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A primeira vez que bebi esta stout foi numa versão em lata, mas servida por um inglês, ou seja. Soube servi-la. Em minha segunda experiência, eu mesmo comprei a lata e gelei demais. Não serviu nem para temperar carne. Eu estraguei a cerveja.
Mas descobri de verdade o sabor da Guinness em sua melhor versão. Um pint servido no Bar Vila Dionísio de Ribeirao Preto.
Densa e um creme com duração perfeita! com notas torradas e aroma às vezes chocolate, as vezes café... Com sabor leve, é uma cerveja para acompanhar longos bate papos entre amigos. Harmonizou bem petiscos típicos alemães e salgadinhos em geral. Só preciso agora aprender a servir a famosa latinha.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 01 de Agosto de 2010
Atualizado pela última vez: 01 de Agosto de 2010
Analista Top 500 -
Se você tem dúvida entre Stella Artois e uma Heineken, esta é a cerveja perfeita para você. Eu não pude avaliar o creme desta Lager pois bebi na garrafa, mas imagino que seja de curta duração (ou quase inexistente). É bem refrescante (lembra uma lager tropical bem popular) e um pouco saborosa, mas não senti o sabor de seu malte achei quase nada lupulada (bem aguadinha). É honesta em um dia quente (como ocorrido no momento em que apreciei) e o álcool pode ser considerado um pouco equilibrado, se comparado às nossas lagers populares.
So comprei esta porque a Stella Artois estava 2,90 (pago 1,89 em supermercado) e a XX estava 3,65 nesta padaria (mesmo preço que custa nos super mercados), mas sinceramente, não vale isso. A Sol mexicana ainda é melhorzinha.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 26 de Julho de 2010
Atualizado pela última vez: 01 de Agosto de 2010
Analista Top 500 -
Apreciada um ano após a sua aquisição (um verdadeiro presente de uma verdadeira amiga) e um ano e meio antes de seu 'suposto' vencimento. Devidamente guardada na posição vertical em nossa adega, ela foi degustada e apreciada com queijos amarelos e embutidos defumados.
Seu aroma é difícil de explicar. São tantas informações, frutas, cravo, flores... Sua cor quase avermelhada e seu creme de média (quase longa) duração convidam para um outro mix de informações. É mais do que um convite. É uma preparação para o que está por vir. O sabor não é doce, nem amargo, muito menos salgado. É ímpar. Quando você começa a sentir um amargor, de repente você sente o gosto de frutas vermelhas, algo bem doce sem ser enjoativo, de repente banana, mas antes que você tire qualquer conclusão, chega o malte, o álcool, e assim como estes sabores chegam, eles partem, deixando espaço para outros tomarem o seu lugar.
Minha noiva disse tudo: É possível sentir vários sabores ao mesmo tempo, em cada área da boca, ao beber esta cerveja. É um néctar. Algo único. O mais próximo do que posso chamar de perfeição.
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Me surpreendeu. Comprei sem saber que se tratava de uma Kaiser. Malte e lúpulo bem destacados, creme pouco denso mas com boa duração (média a curta). Pouco amargor, mas agrada muito justamente pelo destaque do malte e do lúpulo. Como já citado anteriormente, é uma Premium honesta e das melhores cervejas vendidas em massa. O álcool também é muito bem equilibrado.
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Cerveja de coloração avermelhada e translucida. O creme é denso, mas de pouco sabor. Já a cerveja tem sabor amadeirado (delicioso amargor torrado) e álcool bem equilibrado (apesar dos 6.3%). Excelente relação custo benefício. A Kaiser acertou a mão neste rótulo. Neste inverno que chega em 2010 já estou pagando 1,40 a lata. Infelizmente não a encontro engarrafada há uns 4 anos.
Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 09 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 01 de Agosto de 2010
Analista Top 500 -
Das cervejas populares nacionais (Apesar da origem belga, é fabricada pela AMBEV Jaguariúna) é a mais agradável e refrescante. Lager mais lupulada das disponíveis nas prateleiras de qualquer supermercado de bairro. Boa relação custo benefício. A versão em lata não durou seis meses no mercado, uma vez que o seu público não admite um pingo de variação no sabor. É popular sim, mas honesta. Para um churrasco, acompanhar uma pizza ou um hot dog ela é perfeita. E como eu disse, está lá, na loja de conveniência, aeroporto e mercearia de bairro.
OBS.: Uma vez no aeroporto de Ribeirão Preto observei que se vendia mais Stella Artois (R$5,00) do que Skol (R$3,00).
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 18 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 18 de Abril de 2010
Analista Top 500 -
Coloração acobreada, mas bem translúcida. O sabor do malte é seu cartão de visitas e o retrogosto é bem amadeirado.
Com exelente relação custo-benefício, é uma cerveja para ser apreciada aos poucos, pois o teor alcóolico mais forte é sentido já no fim da primeira taça. Creme de baixa duração e bem leve. O amargor provocado é delicioso.
Na minha opinião ela seria algo intermediário entre Estrella Galícia e Serra Malte.
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Analisado por Bruno Bethonico Assuncao 15 de Fevereiro de 2010
Atualizado pela última vez: 15 de Fevereiro de 2010
Analista Top 500 -
Agradável surpresa ver produção de boas brejas em solo mineiro.
Sob um amarelo turvo (na medida), o aroma desta cerveja realmente poderia ser mais agradável e o sabor poderia ser menos adocicado, mas é uma weiss honesta e agradável. Boa relação custo-benefício.
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A sua aparência escura e opaca, juntamente com um sabor inicial marcante, lembra algo amadeirado, mas no fim o retrogosto confirma os grãos torrados. Sua espuma poderia durar mais tempo (sumiu muito rápido).
Combinou bem com queijos e refresca bem (mesmo servida a 7-8°C).
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A coloração da Vitus é o maior destaque. Não que não seja saborosa (é bem encorpada e um retrogosto quase doce), mas é o tipo de cerveja que já encanta pela aparência. Refresca, encanta e diverte.
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Excelente conjunto. Parabéns à Bohemia que está introduzindo novidades para o público que desconhece outras qualidades de cerveja. A Oaken é uma cerveja difícil e complexa. O amargor final é muito gostoso se prestarmos atenção nas notas amadeiradas. Talvez poucos brasileiros tenham paladar para esta cerveja. Poderia ser menos filtrada, talvez isso a tornasse mais gostosa de se apreciar.
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