Avaliações escritas por Vinicius Mania
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Cheers, man! Uma bitter que vale a pena experimentar. Uma personalidade muito interessante, consegue ser forte, suave, refrescante, complexa e harmonica, que confusão!
É uma cerveja fácil de apreciar, até os leigos vão gostar!
Tem um corpo bonito, o sabor tem aquele toque de malte ingles bem conhecido dos bebedores de bourbon, cereais, pão e amêndoas. O lúpulo possui um sabor amargo muito distinto, que vai fazer a alegria dos degustadores.
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Intensa, brilhante e saborosa! Uma cerveja rica e recompensante.
O novo orgulho dos gaúchos é compreensível. Toques florais e de mel, final levemente amargo, tudo agrada. Uma delícia.
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A garrafa parece de cachaça artesanal! A tampinha é branca e lisa, sem brasões, sem nada. Estamos diante da trapista anti-fashion, malvestida, quase um medicamento genérico.
O selo trapista e o "trappist" bem grandes estampados no rótulo defendem a autenticidade do gênero, diferentemente da Orval, por exemplo. A Achel parece não se importar em ser a menos famosa ou menos cultuada das trappistas.
Mas isso, só aumenta o charme desta cerveja. Afinal, ela é definitivamente um clássico, e qualquer cervejeiro que se preste DEVE buscar a sua.
O aroma é encantador e certeiro, frutado,lembra um vinho branco ou um champagne. A carbonatação é intensa, incessante mas prazerosa como poucas vezes senti. O sabor é um dos mais fáceis de apreciar entre as trappistas (lembra uma versão caprichada da Leffe Blonde e pode ser tão boa quanto a La Trappe Blonde), sem deixar de ser complexo. Destaque para o sabor da levedura e o final longo e delicioso.
Imperdível!
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A cervejaria Dado Bier é esforçada, reconheço. Já passei muito mal com a pilsen artesanal servida no bar, em Porto Alegre. Fato que marcou o início da minha juventude, e me fez desacreditar na possibilidade da existencia de uma boa cerveja artesanal. Mas, tudo bem, o destino traçou-me uma rota permeada de boas experiencias alcoolicas, e de noitadas em bares também. Muitos anos depois eu perdoaria a Dado Bier. A Ilex se mostrou interessante e criativa. Mas ainda faltava um bom rótulo dentro das clássicas. Achei a Red Ale mediana, mas quase lá. Agora essa Belgian Ale convence.
Não é uma Leffe Blond, nem mesmo a Backer Medieval, mas é uma ale belga gostosa, com um bom blend de maltes, doce e encorpada. Um pouco mais alcóolica do que deveria ser, o final pende pra uma torcida no nariz. Mas o preço ta na média, e vale o investimento. Ta vendo Dado? É isso aí, parabéns!
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É a primeira vez que dei "10" no Aroma, por aqui. Caramba, sente se como se estivesse abrindo um champagne, uvas, frutas cítricas, e isso é só o aroma.
A outra grande caracteristica é a secura acentuada aliada a alta carbonatação. O que ressalta a lembrança do champagne, o que a torna, em termos, mais díficil de beber. É, certamente, a mais distinta das trapistas que tomei.
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Essa brown ale tem o lado bom e o lado ruim bem acentuados. Vejamos, é uma cerveja de paladar fácil e agradável, cor bonite e marcante, bem equilibrada, porém não possui nada que se possa chamar de aroma (até aí, ok) e é um tanto aguada. Lembra, veja bem, lembra algumas pale ales conhecidas, mas passa longe de ser uma clássica.
Mas fica a sensação fácil de beber, que pode agradar muita gente.
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Cerveja produzida em Campo Largo-PR que vem chamando a atenção. Experimentei dois rótulos. A Stout ta sendo comparada muito com a Guiness neste fórum, mas eu não acho que é o caso. Se for pra comparar, me lembrou a Porter da Meantime, com um aroma e sabor marcante de chocolate. O café também é marcante, mas fica um pouco mais escondido. A espuma, essa sim, me pareceu completamente diferente da Guiness, com a cor mais caramelada e com uma textura menos intensa.
Aliás, acho que deveria-se comentar mais sobre o achocolatado sabor dessa cerveja, afinal, achei mais interessante que o da Mademoiselle, da Colorado, ou da Backer Chocolate.
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Uma IPA artesanal nacional, com IBU 100, ou como diz o rótulo, superlupulada, é algo que atiça a curiosidade. O rótulo, que lembra, um vidro antigo de veneno parece um pouco estranho ou exagerado. O fato é, com 1/5 de copo bebido, eu já me sentia desprovido de ciência e sentimentalismos. Talvez de outras emoções também.
Portanto essa é a minha única crítica escrita depois de beber, já sóbrio (ou recuperado neste caso). Mas não se assuste: a cerva é boa. Vale a pena, afinal ela é hardcore mesmo, como o rótulo anuncia, ou melhor, alerta.
Resta lembrar que é uma IPA muito mais amarga que o normal, porém, o doce do malte balança com um misterioso gingado. Não há sensações estranhas, apenas muito sabor, aroma e a sensação que, depois dessa, o negócio é se ajeitar no sofá e desfrutar do zen-budístico estado de espírito.
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Woooow, calma lá!
Deixa parar de balançar um pouco.
- ESSE BARBUDO DO RÓTULO É VOCÊ, SENHOR COOPERS????
O senhor tá louco? are you mad, sir?
Caceta...
Well sir, eis que digo que esta breja se trata de uma autêntica Ale vintage. Porrada, bem porrada, tipo aquela que confunde o Lobo Frontal. Aroma e sabor de carvalho e vinho do porto. Corpo dourado, misterioso e uma espuma que insiste em se perenizar.
Picante como poucas. Quente. O doce e o amargo se equilibram, malte torrado e amêndoas. Álcool evidente e convidativo.
- BELA BARBA, MR.COOPERS!
Aliás, Mr. Coopers, parabéns pela breja.
*A que tomei era de 2008. Não me reponsabilizo por outras datas, safras, etc. Vai que são piores, sei lá...Vai que a barba de mr. coopers é, na verdade, um disfarce. Bem que eu notei um olhar esquisito no véio.
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Poucas pessoas conhecem as Dortmunders, um clássico alemão. Também conheço poucas, e a que mais gosto é Augustiner, que é uma versão mais maltada e menos aguada desta DAB.
Mas nada que impeça que essa DAB te deixe feliz por um breve momento em sua pacata vida.
Uma cerveja refrescante e com uma saborosa combinação de malte com um lúpulo herbáceo no aroma (que dura até o final da garrafa) e no paladar. O corpo dela também merece uma menção honorosa, a espuma é densa e duradoura, o corpo é aveludado, fácil de beber.
Só é dificil de achar por aí e o preço não ajuda. Mas vale tentar.
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Uma pilsener surpreendentemente agradável. Muito malte no aroma e no sabor. Lúpulo herbáceo e floral garantem a diversão.
IMPERDÍVEL: Curiosidade! Veja o site da Flens WWW.FLENS.DE , navegue pelos menus e assista a hilários vídeos recheados de contemplação e emoção de jovens cervejeiros abrindos suas garrafinhas na beira do mar, etc. Destaque para o "plop" da tampinha, que estraga o "belo visual" e o som da brisa na paisagem veranística alemã, além da repetitiva e hipnótica trilha sonora. (Ei, quem aí guarda cerveja na bolsa????)
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Beeeeeela Pilsner! Um aroma e um sabor de lúpulo incrível. O malte passa batido, sem presença, mas isso não importa aqui. Um lúpulo floral marcante, bem definido.
Bela surpresa, pena que é um pouco cara.
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Eu não sei de você, mas pra mim, as Kolsch bem que podiam ser a "cerveja de massa", lugar ocupado pelas lager leves americanas, no Brasil.
De uma certa maneira ela tem o mesmo frescor e a leveza de um bom chopp. Mas se sobressai pelo aroma herbáceo e pela carbonatação alta, porém, na medida.
Leve, gostosa e sempre convidativa.
Se custasse R$ 1,50 no Brasil poderia viver na minha geladeira.
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Show de bola. Uma weizen escura (dunkel) que preserva muito as características das cervejas de trigo clássicas. Cremosa e aromática, tem uma aparência incomum. Não chega perto da escuridão das dunkels, é mais clara na espuma e no corpo, causa uma sensação instigante e convidativa.
No sabor, banana, baunilha, caramelho, trigo e malte levemente tostado. Delícia do tio.
É claro que tudo se potencializa com um preço que ganha de muitas concorrentes de menor qualidade.
Dá vontade de tomar mais. Zig Zag Zig Zag hoy hoy hoy!
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A sensação é muito familiar: O aroma de malte tostado e café, a espuma linda e perfeita, de minúsculas bolhas, o sabor refrescante, um pouco aguado e amargo. Para os fãs da Guinness Draught, como eu, essa Murphy's é imperdível.
Mais encorpada que sua célebre parente, e mais barata também, é uma boa opção de compra.
Altamente recomendada. Fácil de beber e deixa saudades.
Se custasse R$ 3,00 eu faria estoque e não tomaria mais água, café ou chá.
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Eu admito, eu tive um site chamado euodeiokaiser.kit.net postava videos, cartoons, tudo material feito por mim e colaboradores.
A gente odiava Kaiser. Odiava mesmo. Naquela época era comum bares e festas com apenas uma marca de cerveja. Se era exclusividade Kaiser, a coisa era feia.
Lembro do Bar Opinião em Porto Alegre, daquele show do Jorge Ben Jor. Que tristeza. A certeza da boca seca, da queimação e da ressaca precipitada.
O pior é que o nome abafa outras cervejas. Ao contrário da Kaiser Bock, a Gold acertou numa coisa: o rótulo destaca o GOLD, e não o KAISER. Vai ver que é por isso que ela é cadastrada aqui neste site sem o "codinome" Kaiser. Sorte dela.
Não é uma Kaiser, senhores. É outra cerveja. E olha que é uma boa pedida entre as Atarctica Zero e Brahma Extras das vida. Se não tivesse esse nomezinho Kaiser, ela não estaria pedindo piedade e clemência nas gôndolas. O sabor está lá, uma autentica premium européia, dourada e de maltes e lúpulos bem pronunciados. Mas, não é pra ficar se achando não, o final é ácido, lembra um xarope, a espuma é fraca e a carbonatação é um pouco exagerada, mas no geral ela passa no teste, principalmente se comparando entra as de massa.
Oh God, Gold is good
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Eu admito, eu tive um site chamado euodeiokaiser.kit.net postava videos, cartoons, tudo material feito por mim e colaboradores.
A gente odiava Kaiser. Odiava mesmo. Naquela época era comum bares e festas com apenas uma marca de cerveja. Se era exclusividade Kaiser, a coisa era feia.
Lembro do Bar Opinião em Porto Alegre, daquele show do Jorge Ben Jor. Que tristeza. A certeza da boca seca, da queimação e da ressaca precipitada.
Mas lembro do ôooo Kaiser Bock. Lembro do inverno gelado e a tal da bock, desconhecida bock. Foi um sucesso, e eu aprovei.
Depois de tantos anos, ela continua a me convencer de que ela não tinha culpa de ter o nome Kaiser nela. Coitada injustiçada.
É como meu amigo D. Nardoni, que o povo faz piada horrendas por causa do sobrenome dele. Bom, o meu sobrenome é Mania, a vida é assim.
Essa Bock, Kaiser, nada mais é do que uma cerveja.
Gostosa, bonitinha e barata. Vale a pena.
Mas pô, amiguinha, vai arranjar um apelido, vai.
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Essa rara cerveja me foi descolada ao acaso. É uma "landbier", portanto é uma cerveja de uma fábrica pequena ou caseira e é vendida apenas na região e às vezes num único pub apenas. Essa foi num pub da cervejaria, talvez o único. Aliás existem diversos tipos de cerveja feitas no local, umas muito esquisitas.
Bom, sobre esta, resta dizer que sua fama não era muito boa, mesmo assim é bem apreciável. Pra uma dunkel, ela é muito clara, um marrom quase vermelho. O sabor é meio fraco tb, um pouco aguado, lembra às vezes nossa Devassa Ruiva. O malte tb é pouco tostado, o que faz duvidar que seja realmente uma dunkel.
Mas ela tem uma coisinha...pena que não tenha outra pra poder dizer o que é. Talvez o nome "dunkel" tenha direcionado minha percepção. Mas o fato é que é diferente, boazinha, mas nada de mais.
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Ayayay!
Que coisa estranha.
Num primeiro momento ela lembra uma lager irlandesa, uma Kilkenny, por exemplo. Aos poucos o interessante amargor acentuado e o malte levemente torrado e bem alcóolico vão dando lugar a um final péssimo, metálico, aguado e desequilibrado.
Um mistério.
Mas é um mistério que eu não preciso nem quero resolver!
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Boa cerva. Aromática, herbácea e cítrica.
Lembra demais a Hoegaarden, principalmente na combinação laranja, coentro e trigo.
Mas é muito cara, um exagero. Fique com a belguinha.
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