Avaliações escritas por Felipe Besada
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Breja italiana de baixa fermentação, com lÃquido amarelo aguado de pouca densidade e corpo, sendo, nisso, bem parecida com as lagers nacionais. A coisa é que destacou foi o creme de alta duração e média formação, o que confere um visual mais interessante que o das nacionais. No sabor e no aroma, percebe-se um leve toque de lúpulo e nada de malte, sendo uma cerveja com leve amargor. Não verifiquei sabor ou aroma desagradáveis.
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Breja tipicamente popular, sem caracterÃsticas marcantes. É um lÃquido amarelo brilhante, cuja espuma se forma abundantemente, mas desaparece em grande velocidade, gerando um lÃquido amarelo "sem graça". No sabor e no aroma não há presença perceptÃvel de malte e lúpido, mas apesar disso possui um leve agradável amargor. Não possui retrogosto metalizado.
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Cerveja de coloração marrom translúcida, com creme de pouca formação e duração. É uma cerveja que possui um sabor caracterizado pelo malte torrado, caramelo e PEITO DE PERU DEFUMADO.
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Cerveja de coloração amarela-alaranjada translúcida com espuma de pouca formação e duração, como aroma e sabor frutado, caracterizado pela presença de fermento e malte. É uma cerveja encorpada.
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Bela breja de tonalidade âmbar escuro, com espuma bege macia de grande formação e persistente. No aroma percebe-se um nota licorosa, sem lúpulo perceptÃvel e pouco malte. No sabor, percebe-se uma bebida com pouco corpo, mas de sabor agradável, também licoroso. No entanto, há algo que torna os goles subsequentes muito menos interessantes que o primeiro. È uma cerveja boa, e julgo o preço que paguei no limite máximo. Como todas as Petras, é menos saborosa do que aparenta.
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Quando abri essa cerveja, a primeira sensação é o forte cheiro de álcool, juntamente com um cheiro adocicado. Ao colocar no copo, percebi uma bela cerveja avermelhada, com espuma de curta duração e média formação. O sabor é seco, com presença de caramelo e toffee, com álcool bastante evidente. É uma boa cerveja, mas acho um tanto superestimada.
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Bela cerveja escura de trigo. Cerveja de coloração marrom escura e turva, de espuma de média formação e grande duração, como tÃpico das cervejas de trigo. Sua espuma se desenvolve de forma belÃssima de baixo para cima. No aroma parece-se banana, cravo, fermento, leite e um pouco de álcool. No sabor, percebe-se os mesmos ingredientes e ainda a torrefação. Boa drinkability.
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Analisado por Felipe Besada 24 de Setembro de 2011
Atualizado pela última vez: 24 de Setembro de 2011
Analista Top 500 -
Cerveja de trigo de coloração bege e com espuma de grande formação e duração. No aroma, percebe-se notas de cravo, banana e fermento (que dos três foi o que eu achei mais marcante). É uma cerveja de Erdinger Hefe-Weissbier, com a diferença básica pelo fato de ser mais encorpada.
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BelÃssima cerveja de coloração entre o vermelho e o marrom escuro. No aroma e no paladar, percebe-se notas de torrefação, café. Percebe-se ainda um final levemente amargo. O creme é de média formação e grande duração (uma camada de 2 deles de creme durou praticamente todo o tempo em que a bebi).
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Analisado por Felipe Besada 03 de Setembro de 2011
Atualizado pela última vez: 05 de Setembro de 2011
Analista Top 500 -
Uma weizenbock clara, o que já é algo bastante inusitado. Cerveja de coloração amarela-translúcida, com todas as caracterÃsticas de uma cerveja de trigo bem evidenciadas. O cara é de média formação e grande duração. É uma cerveja frutada com tons bastante evidentes de banana, cravo, leite, fermento, tanto no aroma quanto no sabor e final levemente amargo. Excelente cerveja. Para quem já gosta da Weihenstephaner Hefe-Weissbier, eu recomendo essa.
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Bela cerveja de tom amarelado com espuma de média duração e formação. A meu ver, ela se destacou pela boa carbonatação. É uma cerveja leve e refrescante. Seu principal problema é o custo-benefÃcio baixo.
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Ao colocar no copo, percebe-se uma cerveja dourada-clara, com creme entre o branco e o bege de média formação e curta duração. No aroma, percebe-se um sensÃvel aroma do malte e ervas, porém nada de lúpulo. No sabor, um algo levÃssimo de malte e nenhum lúpulo perceptÃvel, nenhum amargor. É uma cerveja bem leve. Não achei nada demais; sinceramente, não vi diferença em relação as boas american lagers do mercado.
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Analisado por Felipe Besada 09 de Julho de 2011
Atualizado pela última vez: 01 de Agosto de 2011
Analista Top 500 -
Quando abri a garrafa percebi um incrÃvel e forte cheiro de banana, que se mantenha quando a coloco no copo. A coloração é bege-escura, parecido com caldo de cana, como lembro o amigo acima. O creme é grande formação, mas de curta a média duração; esperava um creme mais consistente. No sabor, percebi mel, malte de trigo torrado e banana. Gostei, mas acho a Franziskaner Hefe-Weissbier padrão mais saborosa.
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Cerveja de cor amarelo-avermelhado (acobreado) com espuma bege de média formação e boa duração, daquelas que mancham o copo. No aroma, percebi malte, cravo e álcool (o que é curioso se considerarmos que é uma cerveja com apenas 6,5% de álcool). O sabor segue o aroma (não percebi o milho que consta nos ingredientes). É uma ótima pedida com ótimo custo benefÃcio.
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Analisado por Felipe Besada 24 de Junho de 2011
Atualizado pela última vez: 01 de Agosto de 2011
Analista Top 500 -
Cerveja de coloração bege e creme de pouca formação e média duração. O aroma é bem tÃpico de uma cerveja de trigo, sendo caracteristicamente frutada, com presença também notável de fermento, banana e leite. No paladar, é perceptÃvel o malte do trigo, o fermento e, levemente, a banana (menos do que Franziskaner ou Weiheistepaner). Adorei a cerveja, mas confesso que esperava um pouco mais.
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Analisado por Felipe Besada 14 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 14 de Maio de 2011
Analista Top 500 -
Bela e rara breja de coloração entre o âmbar e o marrom, com creme de pouquÃssima formação e média duração. É uma cerveja bastante frutada, com malte bastante pronunciado, tanto no aroma quanto no paladar. Ainda no aroma, percebe-se a sua caracterÃstica mais notável, que é o toque amadeirado decorrente do envelhecimento. Ela é bem docinha, com marcante presença de álcool, mas, nesse caso, não há nenhum prejuÃzo do conjunto. Possui uma textura encorpada, sendo, como muitos dizem, licorosa. Percebe-se, ainda, um retrogosto doce e delicado.
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Analisado por Felipe Besada 14 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 14 de Maio de 2011
Analista Top 500 -
Trata-se da pioneira do ramo das cervejas pilsener, que influenciou e influencia boa parte das cervejas que consumimos hoje no Brasil. Só que ao consumirmos esta cerveja e compararmos com as suas descendentes brasileiras, percebemos algumas diferenças bastante marcantes. Primeiramente, ao debruçar o lÃquido no copo, percebi um lÃquido amarelo com um leve toque âmbar, tÃpico das pilseners de estirpe. Sua espuma é de média duração e formação. Há, no aroma e no sabor, presença perceptÃvel de lúpulo e malte, em bastante equilÃbrio. A grande peculiaridade que identifiquei é que ela é um tanto adocicada. Ótima drinkability. Bebi, aprovo e recomendo.
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Analisado por Felipe Besada 14 de Maio de 2011
Atualizado pela última vez: 14 de Maio de 2011
Analista Top 500 -
Uma breja de coloração entre o amarelo e o âmbar, com malte e lúpulo bastante perceptÃveis, no aroma e no paladar. O seu creme é de pouquÃssima duração e formação. Eu percebi mais o lúpulo. É uma cerveja bem equilibrada e com um retrogosto seguindo o sabor original. É uma breja leve e refrescante.
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Cerveja de coloração entre âmbar e amarela, com espuma de média formação e alta duração (daquelas que mancham o copo). O aroma é de mel, mas com presença perceptÃvel de lúpulo e álcool (apesar de não ser tão alcoólica assim). No sabor, percebe-se, ainda o mel, o malte, o álcool e o lúpulo. É uma cerveja encorpada, mas pouco carbonificada e possui o toque tÃpico da Anderson Valley, que possui cervejas com bastante lúpulo, mas como um toque artesanal. É muito parecida com a Flying Dog Double Pale Ale, só que de uma forma mais suave.
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Analisado por Felipe Besada 26 de Abril de 2011
Atualizado pela última vez: 26 de Abril de 2011
Analista Top 500 -
Particularmente, uma cerveja honesta. Bastante parecida com as cervejas pale lagers nacionais, naquele velho padrão aguado, com coloração amarelo-pálida, espuma de média formação e quase nenhuma duração e cremosidade. Pouco ou quase nada de lúpulo e malte perceptÃvel, mais no aroma que no paladar. No entanto, é uma cerveja bastante refrescante. A grande diferença entre ela e as consortes nacionais é ausência de gosto/retrogosto metalizado, o que, para mim, é um ponto positivo. No entanto, o custo-benefÃcio baixo torna-a um pouco inviável (considerando que é mais cara do que cervejas do mesmo estilo que são bastante superiores a ela, como Heineken e Stella).
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