Avaliações escritas por tiago lucas
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Tripel incomum. Filtrada, nao produziu espuma. De qualquer forma o aroma e' excelente: citrico. O sabor tambem nao deixa a desejar - o alcool, 9%ABV, esta presente mas bem inserido. Vale provar.
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Um licor de baunilha, cereja, chocolate e cafe. Um porto defumado nao seria, tambem ,uma ma definicao. Doce,uma das cervejas mais doces que experimentei, mas ha o dry-hopping para suavizar no aftertaste - e ele cumpre bem seu papel. A baixa carbonatacao aparece se tomarmos cuidado ao despejar no copo (melhor despeja-la com o copo inclinado).
Como a Samichlaus e' uma daquelas cervejas pegar ou largar. Para meu gosto ela se deu bem. Arriscaria dizer que esta entre as melhores cervejas que provei.
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Depois de anos de amor platonico (recusando-me a desembolsar os 20 reais) tenho a Bleue em meu copo! E justica seja feita, nao ficaria de todo chateado de ter gasto as vinte pratas.
Tive uma experiencia nao muito boa com quadruppels belgas, a versao da Malheur, que achei ''seca'' em demasia. A melheur e' uma boa cerveja, mas me deixou pensando que nao me entusiasmaria com as demais dark strong ales belgas. A Bleue e' contudo uma dst com um perfil distinto, bastante mais maltada, amargor suficiente, mas em segundo pleno se comparado ao dulcor complexo desta cerveja.
E' minha belga, e minha trapista, preferida ate o momento (ainda faltam centenas para provar mas ja passei de duas dezenas no quesito). Sobrando uma pratas creio que vale o investimento, ao menos para prova-la, mesmo no Brasil.
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Nao espero uma premium lager no estilo das brasileiras, trata-se de uma lager ambar, quase uma viena. Lupulo nao tao presente como na lager da Brooklyn Lager, mas ainda assim fazendo justica as origens. E' uma session beer saborosa. Espero revisita-la no Brasil.
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Um bolo de frutas ingles formato ''ale''. Aroma de passas e caramelo. Sabor no mesmo sentido. Ha, ao meu ver, boa presenca do lupulo o que equilibra toda a potencia maltada.
Recomendo (a despeito das ``estorias`` de crime em dez palavras (!) que vem no verso de cada garrafa - coisa de ingles!)
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Analisado por tiago lucas 23 de Junho de 2011
Atualizado pela última vez: 23 de Junho de 2011
Analista Top 500 -
Passei a gostar bastante de Kölsch da Eisenbahn, então fiquei bastante curioso em relação a uma kölsch autêntica, fabricada em Köln.
Em relação à versão da Eisenbahn mantem-se somente a refrescância. O aroma de cerais ,que toma primeiro plano na versão da Eisenbahn, é aqui atenuado e divide o plano com uma boa dose de lúpulo. No paladar, igualmente, o malte se mescla com o lúpulo que proporciona um retrogosto distintamente seco.
Esta é uma boa session beer, mas sem hesitar diria que a "ilegítima" versão da Eisenbahn é melhor!
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Esta cerveja , para mim, é a mais subavaliada das nacionais. Ela é impecavelmente inserida em seu estilo - O munich helles que está entre meus estilos favoritos. O aroma leve e floral que faz da MH da Paulaner uma das minhas cervejas favoritas, repete-se nesta cerveja. Na boca os cereais em generosa dose. Corpo leve, mas não "fantasmático".
O unico "senão" fica para o preço elevado - é possível encontrar a impecável versão da Paulaner pelo mesmo preço. Ainda assim, só uma nota bastante elevada faz justiça a esta cerveja, na minha opinião.
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Uma boa opção nacional. De fato, mantém muito em comum com a versão da Eisenbahn. Contudo, mostra-se menos equilibrada. O aroma da levedura comum as cervejas da Dado Bier é bastante presente, prejudicando a "drinkability". No mais, temos o mesmo delicioso frutado da Stron Golden da Eisenbahn nesta Belgium Ale. A potência alcóolica não se esconde, mas tampouco impede a cerveja de ser saborosa. Uma boa adição ao leque de cervejas nacionais.
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Cerveja sólida. Aroma doce e tostado que remete ao caramelo. Sabor que trafega entre o doce e o leve amargo tostado. A potência alcóolica, dos 7,9 ABV, fica em muito escondida sob todo este caramelo maltado. Não é uma cerveja "radical", ela não permanece por muito na memória, mas é, ainda assim, bastante saborosa. É possível tomar várias. Uma ótima cervejas para começar a explorar o universo cervejeiro.
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Não estou certo que seja melhor que a versão Marzen, mas seguramente esta Weizen não deixa a desejar para aqueles que buscam o defumado característico da cervejaria de Bamberg. A combinação do defumado com as características de uma Weizen é muito harmoniosa - o que foi uma surpesa para mim, esperava algo um pouco indigesto. Mas não, o aroma e o sabor defumado das Schlenkerlas é uma experiência única e aqui continua funcionando muito bem.
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Estranho o estilo desta Red Ale estar descrito como American Pale Ale, para mim ela é uma Irish Red, ao menos as primeiras cervejas que me veem à mente provando esta são a Murphy's Red e a Kilkenny. E acho que nesta comparação esta Red se dá muito melhor.
Aromas dos maltes utilizados no estilo são mais presentes e "redondos" aqui, embora o lúpulo não aparecça enfaticamente (o que parece ser caracteristica do estilo)
Com exceção das irlandesas outra cerveja a que esta Red remete é a Red da EikBier, que também é uma excelente cerveja, mas ao meu ver esta Red é mais equilibrada. A fermentação na garrafa (creio) dá um caráter mais "selvagem", menos limpo ao aroma e paladar.
Enfim, se considerarmos esta RED uma Irish Red, então ela é a melhor Irish que provei até hoje.
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Aroma bastante perfumado de mel e cerais. Paladar menos interessante, mas refrescante conforme pede o estilo. Excelente premium lager. Honra um estilo bastante menosprezado.
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Analisado por tiago lucas 23 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 23 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
A cerveja é, de fato,leve. Nada muito agressivo nem no aroma nem no paladar, embora não possamos dizer que eles não existam (encontrei lúpulo em uma boa medida, leve picância do álcool).
Mas ela tem 7,2 ABV%! Se tem algo incrível neste cerveja é o fato de que ele é muito leve e refrescante, sendo tão alcóolica. Se pensarmos, por exemplo, no horror que são aquelas amsterdams mais fortes, os méritos desta cerveja se tornam evidentes!
Algo curioso é o fato da cerveja ser uma lager e se chamar "strong ale". Confunde bastante o consumidor.
Para algo que seria um malt liquor, uma lager turbinada, esta aqui se saí muito bem ao esconder quase toda sua potência alcóolica e se tornar uma cerveja muito refrescante.
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Visualmente a Edelweiss desempenha muito bem com espuma consistente e uma bonita cor alaranjada. O aroma (o mel foi para mim a lembrança mais clara), contudo, não se desprende fácil, não preenche de imediato nossos sentidos como outras cervejas do gênero.
Na boca encontrei um bom equilíbrio entre a acidez, um suave amargor e o doce do malte (o que nem sempre encontro em uma weiss). A corbonatação para mim estava na medida, nem elevada, nem demasiado baixa.
Não é uma cerveja 'intensa' a ponto de se destacar em relação às outras do estilo, mas é uma cerveja correta, que vale ter na geladeira pelo bom preço que ela é encotrada hoje.
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Minha primeira "quad", a primeira que tive bolso e coragem para pagar. De ínicio desperta a atenção a intensa carbonatação e o enorme, espesso e bastante bonito creme que dura toda a degustação.
No aroma baunilha, nozes ,uvas passas e ameixas. Identifiquei como o aroma de uma tripel, porém mais intenso e "tostado".
No sabor e na sensação é que esta cerveja não me encantou muito. A alta carbonatação rende uma "crocância" a ela que não me agrada muito. Também, para o meu gosto, o retrogosto "demi-sec", comum também à algumas tripels, não agrada.
De qualquer forma, julgando pelo prazer que rende o delicioso aroma, o creme e julgando que aquilo que não me agrada são, ao que tudo indica, características do estilo, vai uma boa avaliação para ela.
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A aparência é conforme o estilo, de um marrom translúcido bastante bonito. O creme é presente e persistente.
No aroma o malte domina, junto com algo de lúpulo e do álcool quando a cerveja esquenta.
Creio que esta Baden deixa a dever um tanto no sabor e no corpo que não é suficientemente maltado. É uma cerveja leve, com alta drinkability, mas não tem a "presença" maltada que poderia ter, e que o estilo pede.
É, certamente, uma cerveja correta.
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Uma excelente IPA brasileira, que rouba um tanto das americanas sem deixar te ter personalidade.
Um grande diferencial desta IPA, que já é um uma cerveja clássica por aqui, em relação às estadunidenses é o maior equilíbrio entre o malte e o lúpulo (ou talvez mesmo uma dominância do malte).
Na boca junto do frescor do lúpulo (são os "cascades" americanos, certo?) vem aqui também uma boa dose dulçor do malte. É uma cerveja mais substanciosa, mais intensa do que a A IPA da Brooklyn , por exemplo.
Confesso que ainda prefiro o maior frescor das IPA dos EUA, mas digo isto em um juízo meramente subjetivo. As virtudes deste Indica são muitas - e se alguém dissesse que ela é melhor IPA que há por aí eu não iria estranhar.
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Boa surpresa! Depois de experiências bastante ruins com as outras cervejas da Bruge que provei, esta bitter se mostrou uma cerveja com um bom número de virtudes.
O aroma e sabor adocicado, enjoativo, presente de maneira bastante incisiva na weizen da cervejaria se faz presente nesta bitter. No entanto, aqui ele se contrapõe ao bom amargor do lúpulo e do malte tostado, fazendo do conjunto algo mais equilibrado.
A carbonatação da cerveja é baixa (o que esperamos do estilo), contudo, virtualmente não existe creme nela (e eu me esforcei bastante para formá-lo).
É evidente que há problemas a serem solucionados neste bitter para que ela passe a ser considerada uma grande cerveja, mas uma boa cerveja ela já é. Espero que a Bruge não se acomode e aprimore suas receitas. Esta cerveja, em especial, tem potencial.
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Analisado por tiago lucas 09 de Maio de 2010
Atualizado pela última vez: 09 de Maio de 2010
Analista Top 500 -
Maravilhoso aroma floral que se confirma de maneira incisiva no sabor acompanhado de um interessante amargor de lúpulo. De fato, este "floral" (característica de uma excelente lager, pois aqui o que se apresenta não é o frutado de uma ale, mas um aroma mais delicado, refrescante e igualmente delicioso) faz toda a diferença.
Cerveja com alta drinkability. Muito refrescante, porém muito mais que apenas 'refrescante'.
Gostei muito. Não vejo como uma cerveja neste estilo possa ser melhor!
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Uma ale que vai aos extremo. No início, no sabor assim como no aroma, frutas secas (bolo de frutas), guaraná ou vinho licoroso bastante incisivo, depois o lúpulo amargo aparece e persiste por muito tempo no retrogosto.
Certamente não é uma cerveja equilibrada, uma ale para o dia-a-dia, mas é uma excelente "experiência". Uma garrafa sacia, a drinkability é baixa, mas ao menos não é uma daqueleas cervejas que você bebe uma garrafa e nem percebe o que se passou.
A "montanha-russa" entre doce e amargo aqui é garantia de que nos lembraremos desta cerveja por um bom tempo depois de tomá-la.
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