Avaliações escritas por Paulo Zanello

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Estados Unidos
 
2012-02-08 20:43:20 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.9
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
20/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    08 de Fevereiro de 2012
Analista Top 100  -  

A CBS, como e' carinhosamente chamada em todos os forums de cerveja do mundo, e' uma das cervejas mais raras dos EUA. Sua historia começou porque perto da cervejaria em Michigan, na fronteira com o Canada, fica uma fazenda que faz uma das maple syrups (http://en.wikipedia.org/wiki/Maple_syrup) mais bem conceituadas do mundo, usada por varios chefs famosos na alta cozinha.
Essa maple syrup especial é envelhecida em barris de whisky antes de ser vendida. Enfim, algum genio da Founders teve a sensacional ideia de fazer um acordo com essa fazenda para pegar esse barris de madeira apos eles terem sido usados para envelhecer a maple syrup. A Founders Breakfast Stout e' então colocada nesses barris especiais e envelhecida por meses em uma mina subterranea antes de chegar ao bar (antes somente versões em keg eram disponíveis, mas foi recentemente engarrafada pela primeira vez).
Então basicamente ela e' a Founders Breakfast Stout envelhecida em barris de whisky/carvalho que foram usados para envelhecer uma das maple syrup mais bem conceituadas do mundo. E' de dar agua na boca ou nao?

Coloração totalmente negra e opaca com colarinho marrom-claro que persiste por bom tempo, apresentando também ótima retenção nas laterais do copo.

O aroma e' maravilhoso e muito complexo: chocolate, creme, cafe, maple syrup, baunilha e um pouco de alcool. Conforme foi esquentando, as notas da maple syrup foram ficando cada vez mais aparentes.

O sabor e' outra explosão. Maltes escuros, chocolate meio-amargo, frutas escuras, maple syrup e carvalho/bourbon. O aftertaste e' muito persistente na boca e delicioso: chocolate, bourbon, baunilha e (somente bem no final) cafe' espresso! A complexidade e' impressionante.

Corpo e' pesado e a carbonatação e' perfeita: alta o suficiente para elevar o drinkability e baixa o suficiente para nao conflitar com os diversos sabores. O alcool e' perceptível no final.

Sem duvida uma das cervejas mais complexas e deliciosas que eu ja tomei. Top 5 do mundo na minha opinião.

Detalhes

Degustada em
19/Outubro/2010
Envasamento
Pressão
Volume em ml
1.500 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 9.00 o pint na degustação
Estados Unidos
 
2012-02-02 15:05:54 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.6
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
13/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    02 de Fevereiro de 2012
Analista Top 100  -  

Parte da "Imperial Series"- segmento de estilos classicos "imperializados" da Boston Beer Company, a Double Bock é sem duvida a mais famosa e pioneira da serie, datando de 1988. Hoje, além dela, temos a Imperial Stout, Imperial White e a Wee Heavy fazendo parte dessa série.

Seguindo o classico estilo alemão também conhecido como Doppelbock e exemplificado pela Paulaner Salvator, a Samuel Adams utiliza quatro tipos de malte (2-row Harrington, Metcalfe, Copeland Pale e Caramel 60) e duas variedades de lupulo nobre (Tettnanger e Hallertau) para fabricar a cerveja. Fica maturando por 4 semanas antes de ser comercializada.

Disponível o ano inteiro, tem OG de 23 plato, 9.5% de alcool e 40 IBU. São cerca de 225 gramas de malte por garrafa de 330 ml que possui 353 calorias, seguindo a risca o estilo originado para nutrir os monges durante a quaresma. Enfim, uma lager de responsa.

Coloração marrom escura e avermelhada, cristalina, com rica espuma beige que se mantém na superfície por muito tempo. A retenção é sensacional. Linda cerveja no copo!

Aroma ficou com intensidade um pouco aquém do esperado. Como não poderia deixar de ser, tem notas maltadas de caramelo, toffee e nozes, também com dulçor de bubblegum, outras frutas vermelhas e talvez alguma baunilha. Alcool moderadamente aparente.

O sabor, acreditem ou não, começa meio salgado e transiciona para malte torrado, caramelo, toffee e nozes, bem como notas frutadas das quais predomina a ameixa. Finaliza bem alcoolica e "quente".

Na boca, tem sensação cremosa e um pouco agressiva, com media a alta carbonatação. Aftertaste longo e duradouro, principalmente com notas de malte caramelo e toffee, bem como alcool volátil. Drinkability mediano.

Doppelbock bem feita que eu definitivamente tomaria de novo, mas achei aquelas notas salgadas iniciais um pouco estranhas (teria sido algum off-flavor na minha garrafa?). Também poderia ter aroma mais intenso.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
16/Fevereiro/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 5.00 no bar
Canadá
 
2012-01-31 00:25:57 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    30 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

O nome da cerveja, como explica o rótulo, é uma homenagem aos soldados franceses do regimento de Carignan-Saliéres que com seus tradicionais chapéus pretos (Noire) ajudaram, em 1665, a combater os nativos Iroquois na chamada "nova França" onde hoje é o Canadá. Um dos fortes onde aconteceram os confrontos se chamava Chambly. Portanto são os Chapeus-negros do forte de Chambly.

Verte liquido marrom-escuro, quase negro, com abundante espuma bege que desce após alguns minutos. Retenção nas laterais é acima da média.

Aroma tem notas de fermento belga na frente, com esteres frutados de frutas escuras, principalmente ameixas e uvas-passa. Aliado ao fermento, percebe-se malte escuro com notas escuras queimadas.

Sabor começa com malte escuro de perfil torrado, praticamente sem nenhum dulçor. Mais unidimensional que o aroma, ela continua com leves notas frutadas e final seco. Aftertaste com notas amargas de torrefação aliadas a algum lúpulo.

Corpo medio a baixo, com alta carbonatação. Alto drinkability, sem alcool detectavel na boca ou no aroma.

Essa cerveja tem sido muito mal avaliada, principalmente pelos confrades "oficiais" do Brejas. Temos que entender a proposta dela. Esta não é uma Belgian Dark Strong Ale como a Trois Pistoles ou as trapistas, e sim uma session dark ale com levedura belga. É uma cerveja leve para ser tomada rapido e ainda assim manter o sabor e a qualidade. Nesse aspecto ela se sai muito bem, mesmo que sem um estilo muito definido.

Detalhes

Degustada em
30/Janeiro/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
Emporio do Vovo Piracicaba
Preço
R$ 28,00
Bélgica
 
2012-01-24 00:51:37 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
10/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    23 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Aparência marrom escura e turva, com tons avermelhados e alta carbonatação. O colarinho é marrom claro e sobe a um dedo logo após o pour, descendo então para uma película de superfície. Retenção nas laterais é moderada a alta. Apesar de não ter defeitos gritantes na aparência sua cor infelizmente não faz jus ao resto da cerveja.

Aroma sensacional de aspecto lactico/azedo sobre o qual paira uma enormidade de notas de frutas vermelhas, principalmente cerejas, framboesas e uvas. Devo frisar que não ha adição de frutas, é tudo produto da fermentação. Finaliza spicy e com notas amadeiradas de caravalho. É preciso "acostumar" o olfato com as notas ácidas para melhor perceber as frutas e a madeira. Um delicioso exercício sensorial.

Na boca, começa doce na ponta da lingua e transiciona para o azedo quando chega nas mucosas jugais e na retrofaringe. Novamente cereja e frutas vermelhas aparecem, mas em menor grau em relação ao aroma. O equilibrio na hora do gole é impressionante - pra quem ja tomou outras cervejas sour isso é gritante. Somente no aftertaste que o azedo realmente aparece e faz a boca salivar.

O corpo é medio, assim como a carbonatação. Mouthfeel bem seco, lembrando vinho tinto e champagne. Novamente, não custa repetir essa palavra: Equilíbrio.

Resumo da Ópera: Cerveja definidora do estilo Flanders Red. O balanço é impressionante, mostrando o que a combinação de fermentos "selvagens", maturação em madeira e blendagem profissional podem conseguir.

Detalhes

Degustada em
23/Janeiro/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
EAP
Preço
52 reais
Bélgica
 
2012-01-18 23:31:36 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
15/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    18 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

A mais peculiar e criativa das cervejas trapistas!

Coloração laranja escura e turva, com colarinho bege claro de dois dedos que desce para uma densa pelicula de espuma. Ótima persistência de espuma bem como a retenção lateral.

Aroma complexo com notas de couro, notas frutadas de uvas verdes (chardonnay) e limão, cascas de laranja, notas florais de lupulos nobres e toques de brettanomyces. Extremamente complexa, lembra o cheiro de uma manhã chuvosa na floresta.

Na boca o gosto é bem "clean" e extremamente seco, novamente com notas citricas de uva verde e limão complementadas por toques funky e de couro. Finaliza seca com amargor proveniente do fermento (fenolico) associado a lupulos nobres (Saaz? Tettnang?).

Corpo medio a baixo e mouthfeel beirando o adstringente devido a altíssima carbonatação. Aftertaste amargo e apimentado/spicy.

O conjunto funciona bem, temos uma paradoxal cerveja complexa e simples (praticamente é só o fermento trabalhando), com alto drinkability e grau de refrescância.

Detalhes

Degustada em
18/Janeiro/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Bélgica
 
2012-01-18 22:37:54 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
14/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    18 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 18 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Coloração marrom-escura avermelhada e translucida. Bastante carbonatacão com bolhas finas saindo do fundo. O colarinho é cor de creme e bem exuberante. Persiste por bastante tempo na superfície e deixa traços nas laterais do copo.

Aroma principal é uma mistura de caramelo, mel, cravo, nuts e açúcar queimado com notas frutadas (fermento) que remete a cerejas e ameixas.

Na boca, inicia-se com perfil de maltes caramelo e cristal, com bastante dulçor residual, notas fortes de cravo e outras levemente queimadas. Em menor intensidade que no aroma, novamente aparecem as notas frutadas principalmente de cereja. Apesar de ser inicialmente uma cerveja doce o final é bem seco e abrupto.

O corpo é mediano e a carbonatação bem alta, o que ajuda a "secar" o dulçor. Pouco ou quase nenhum amargor perceptível. Alcool também muito bem escondido.

Como toda boa cerveja que utiliza leveduras belgas de alta performance, a Leffe Radieuse é o perfeito exemplo do poder destes microorganismos, mesmo em uma cerveja feita em larga escala como essa. Perfeita harmonia entre dulçor residual e final seco.

Detalhes

Degustada em
18/Janeiro/2012
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Submarino
Preço
R$ 8 reais
Bélgica
 
2012-01-16 01:13:53 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Verte liquido vermelho-escuro de cor bem "viva" e apetitosa. Um escasso colarinho branco se forma e some rapidamente. Não há espuma persistente na superficie e muito menos retenção nas laterais, ambos atributos esperados para as Lambics.

No aroma temos cerejas azedas, limão, funky e azedo. Todos as notas coexistindo em harmonia. Nada absurdamente forte.

O sabor é delicioso e começa bem azedo, intenso e frutado, com notas dominantes de cereja complementadas por outras frutas cítricas como o limão. Mas a atração principal dessa cerveja não são as frutas e sim o fermento vivo e espontâneo usado pela Cantillon: peculiares notas de estábulo, notas spicy e funky aparecem no final do gole.

O corpo é baixo com carbonatação alta apesar da falta de colarinho. O mouthfeel é adstringente e bem seco, amarrando a boca a cada gole. Aftertaste longo a azedo deixa a boca salivando para o proximo gole.

Senhoras e Senhores esta é a Kriek original. Complexa, frutada e refrescante. Um pouco difícil para os iniciantes em sour beers mas depois que o paladar se "acostuma" essa cerveja fica realmente imperdível.

Detalhes

Degustada em
15/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 7.00 o copo
Estados Unidos
 
2012-01-15 21:43:03 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
10/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

A Great Divide Brewing, de Denver no Colorado, e' a American Barley Wine do portfolio da cervejaria que também é responsavel por outras famosas e excelentes cervejas como a Yeti Imperial Stout (e suas variações), Hercules DIPA e Titan IPA. Vencedora do ouro no GABF de 2006, a cerveja tem notas altissimas no Ratebeer e Beeradvocate, comprovando sua aceitação entre criticos e beergeeks de todo o mundo.

Coloração cobre escuro, translucida, com notas avermelhadas brilhantes quando olhada contra a luz. O colarinho abundante tem 2 dedos, marrom-claro, com boa persistencia e excelente retenção nas laterais do copo.

O aroma e' um delicioso blend de malte caramelo queimado, toffee e lupulos citricos, florais e pinhais. Só poderia ser um pouquinho mais intenso.

Sabor começa maltado com grandes quantidades de caramelo, toffee e tootsie roll (http://en.wikipedia.org/wiki/Tootsie_Roll). Na sequencia aparecem os lupulos com frutas citricas e floral.
O amargor também aparece so' que mais pro final do gole.

Mouthfeel impressionante! Essa cerveja é macia e suave na boca, com carbonatação mediana. Alcool nao detectavel no palato. O corpo fica no lado mais light do pesado. Sensação de calor na garganta apos cada gole, tipico do estilo.

No geral, dentre as american barleywines, essa sem duvida é uma das melhores - assim como a Bigfoot da Sierra Nevada, a Behemoth da Three Floyds, a Old Guardian da Stone e a Flying Mouflan da Troegs ( e dizem que a Abacus da Firestone Walker tambem é muito boa mas eu nunca tomei). Apesar do lupulo ser perceptivel o carro-chefe da cerveja ainda e' o malte, e mesmo assim ela nao e' doce demais, otimo equilibrio.
Uma deliciosa cerveja que eu recomendo.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
19/Novembro/2010
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 9.00
Estados Unidos
 
2012-01-15 21:31:37 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.0
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Essa aqui e' uma sazonal de primavera (acredite se quiser) feita com bem menos lupulo, adição de lascas de chocolate, pimentas dedo-de-moca e envelhecida em barris de carvalho.


Novamente tirei a cerveja da geladeira bem antes de toma-la para poder apreciar melhor suas nuancias.

Aparencia extremamente opaca e negra, com muita espuma marrom-avermelhada que persiste extremamente bem. Bem semelhante a Yeti normal.

Aroma de malte torrado, madeira/carvalho, um pouco de chocolate e bastante alcool.

O gosto inicial e' de malte escuro que logo e' dominado pelas notas de madeira e carvalho. Tambem percebo um pouco de chocolate meio-amargo. Dai pra frente vem uma verdadeira avalanche de alcool e pimenta que esquenta todo o meu corpo apos o gole.

Como na Yeti original, eu novamente percebo uma deliciosa cremosidade (nao sei se essa palavra existe) no mouthfeel dessa cerveja. O problema e' que o alcool muito perceptivel e as pimentas jogam o drinkability dela la embaixo. Deixa a boca literalmente quente e pinicando.
Corpo pesado e carbonatacao media a alta.

Cerveja "grande" um pouco desequilibrada pro lado do alcool, mas com certeza interessante. Ja tinha tomado cervejas apimentadas antes mas nunca tinham sido tao fortes e perceptíveis como essa. Se um dia voce a encontrar por favor a divida com seus amigos e familia e nao beba ela inteira como eu (demorei facilmente mais de uma hora para matar a garrafa).
Ainda fico com a Yeti original.

http://cervejasamericanas.blogspot.com.br

Detalhes

Degustada em
12/Outubro/2010
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 9.00
Estados Unidos
 
2012-01-15 21:25:07 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Considerada por muitos como a melhor das Yetis, esta versão é exatamente a mesma cerveja da Yeti normal mas envelhecida em barris de carvalho.

Ao abrir a garrafa de 600 ml e colocar no meu copo, a Oak Aged Yeti e' densa e oleosa, parece oleo de carro. Forma uma abundante espuma de cor marrom avermelhada que desce apos um 5 minutos permanecendo bem nas laterais do copo durante todo o consumo. A cor e' negra e densa, sem nenhum tom marrom ou vermelho. Perfeita!

Aroma intenso que começa com malte escuro e torrado e muito chocolate. Em menor grau, notas de cafe espresso, baunilha e madeira e um pouco de alcool no final. Nao percebo tanto os lupulos como na Yeti normal. Em tempo: conforme ela foi esquentando as notas de baunilha foram ficando cada vez mais evidentes.

Sabor começa com chocolate meio-amargo, malte torrado e logo transiciona fortemente para madeira (que pra mim tem um gosto meio defumado). O final e' levemente amargo, provavelmente da torrefação do malte e dos lupulos. O Aftertaste inicial e' bem centralizado na madeira (de novo com aquele gosto de fumaça) que eu particularmente acho ate' interessante mas nao e' meu favorito. Apos um bom tempo, notas de chocolate meio amargo voltam a aparecer no aftertaste deixando o palato pronto para o proximo gole.

O Corpo dela é bem pesado e a carbonatação e' alta, um pouco alta demais na minha opinião (gosto das imperial stouts menos gaseificadas). Faltou um pouco de oleosidade no mouthfeel. O intenso gosto de madeira no final do gole e no aftertaste também prejudicam um pouco o seu drinkability.

Mais uma excelente cerveja da Great Divide porém ainda gostei mais da Yeti normal, provavelmente apenas por uma questão pessoal mesmo. Achei essa aqui inferior no drinkability e na carbonatação, e isso faz muita diferença dentro desse estilo.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
15/Setembro/2010
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 9.00
Estados Unidos
 
2012-01-15 20:28:36 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Como seu rótulo diz, é feita com dois tipos de malte e duas variedades de lupulos (nao consegui descobrir quais, mas provavelmente Cascade, Simcoe, Amarillo ou Centennial).


No copo tem uma aparencia extremamente clara, dourada e cristalina, com minimos hints avermelhados. Esperaria que fosse mais escura e turva...essa aqui lembrou a cor de uma Helles lager. O colarinho e' cremoso e branco como marfim, deixando retencao do tipo "teia de aranha" no copo. Apetitosa.

O aroma inicial e' de cereal, graos e um pouco de caramelo. Logo e' sobrepujado por notas intensas de citrico, limao e grapefruit que dominam completamente o malte.

O sabor novamente se inicia com malte, pao e graos e logo e' dominado pelos lupulos extremamente citricos com notas de grapefruit e tangerina. Tambem percebo mais pro final varios gostos bem frescos de grama e capim recem cortados apos uma chuva noturna. O amargor e' alto para o estilo porem baixo para o meu paladar. Final seco como deve ser. No balanco malte x lupulo o segundo ganha a "batalha".

Corpo medio a alto para o estilo (ela flerta com a designacao de IPA) acompanhado de um mouthfeel e drinkability absurdos. Tomei um copo de 400 ml em menos de 10 minutos brincando. A carbonatacao tambem e' de media a baixa. Visto o enorme e delicioso sabor, o alcool some na cerveja que aparenta ter uns 3.5% abv ao inves dos 6.1%.

No geral e' uma deliciosa, saborosa e refrescante cerveja que tem GOSTO de cerveja e nao de agua. Cervejas do tipo American Pale Ale ainda nao sao feitas no Brasil (zero representantes na ultima Brasil Brau!) e eu nao sei bem o porque - na minha opiniao e' talvez o estilo que mais facilmente poderia "converter" os bebedores de light american lagers para o mercado das cervejas especiais.
E a Pale da Southern Tier e' um dos melhores exemplos desse estilo que eu ja tomei. Acho-a ainda melhor que a Sierra Nevada Pale, quase chegando no nivel da Three Floyds Alpha King, essa sim a melhor do mundo no estilo.

Update: Agora a cervejaria Way de Curitiba está produzindo uma cerveja dentro deste estilo.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
08/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
400 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 4.00 o pint
Estados Unidos
 
2012-01-15 20:06:06 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.3
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Mais uma da sensacional "Serie BlackWater" de 5 Stouts da Southern Tier (Alem da Creme Brulee, Mokah, Oat e Jahva) a Choklat e' feita em homenagem as escritas Maias que veneravam o chocolate (bebida dos deuses) e e' feita com maltes 2-row, caramelo e chocolate, alem de cevada em flocos, chocolate belga e lupulos Chinook e Willamette.


Aparencia totalmente negra e opaca no copo mas ainda translucida durante o "pour" (passagem da garrafa para o copo). Forma colarinho marrom de um dedo que persiste por uns 3 minutos. A retencao nas laterais e' mediana.

Aroma e' um pouco menos intenso do que eu esperaria de uma imperial stout, mas e' muito diferente com predominio absurdo de chocolate ao leite, nibs de cacau e um pouco de baunilha/creme. Sem brincadeira, parece que estou cheirando uma lata de Nescau. Discretas notas volateis de alcool no final.

O sabor comeca com bastante malte escuro/torrado, notas de mingau e muito chocolate ao leite (meio doce ao inves de amargo). Nao percebo muitas notas de cafe. O final e' levemente amargo com aftertaste achocolatado e lactico.

O mouthfeel e' sensacional, muito cremoso e aveludado (parece milk-shake) com corpo medio a pesado e carbonatacao media a alta. Alcool extremamente e perigosamente bem escondido.

Essa cerveja e' mais doce e cremosa que a maioria. Apesar de nao ser tao complexa e definitivamente nao possuir as esperadas notas de cafe espresso, baunilha e madeira presentes na maioria das imperial stouts americanas de alto estirpe, ela compensa com um mouthfeel espetacular e drinkability extremamente alto.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
15/Fevereiro/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
600 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 9.00 a garrafa
Estados Unidos
 
2012-01-15 19:56:31 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.3
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Essa Imperial Milk Stout é apenas uma na impressionante linha de 5 stouts diferentes produzidas pela Southern Tier (http://www.southerntierbrewing.com/about.html), de Lakewood NY. Feita com malte caramelo, grãos de baunilha, e muita lactose (isso mesmo!) essa cerveja e' diferente de todas as outras stouts que eu ja tomei e realmente lembra o gosto da sobremesa que lhe dá o nome (http://pt.wikipedia.org/wiki/Crème_brûlée).


Coloração marrom escura, quase totalmente negra, com colarinho marrom-claro que desce após um minuto deixando boa retencao nas laterais do copo.

O aroma é bem forte e muito inusitado: caramelo, butterscotch, doce-de-leite e baunilha.

O sabor segue bem o aroma com notas de caramelo, doce-de-leite, toffee, butterscotch, baunilha, maple syrup e um pouco de café.

O Mouthfeel é provavelmente a melhor parte da cerveja: extremamente cremoso e "leitoso", parecia que eu estava tomando um milk-shake. A carbonatação é baixa o que contribui com a cremosidade.

O drinkability não é tão alto porque ela é absurdamente doce e cheia de sabores "pesados" como leite e baunilha. O alcool é discretamente percebido no final do gole. Aftertaste persistente e duradouro.

No geral, como eu disse acima, essa é uma stout diferente de todas as outras. Extremamente cremosa e com um sabor incrivel. Quem achar tem que provar.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
01/Janeiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
350 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 7.00 o copo
Estados Unidos
 
2012-01-15 19:47:02 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.9
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    15 de Janeiro de 2012
Analista Top 100  -  

Mais um exemplar da sensacional série "Blackwater" de Stouts da Southern Tier, a Oat - como o nome sugere - é uma oatmeal stout turbinada.
Leva 4 tipos de malte (2-row, caramelo, chocolate e malte escuro) além da aveia e de cevada em flocos. Tudo isso equilibrado com lupulos willamete e columbus, resultando em uma densa cerveja com graduação alcoolica de 11%. Se você lê o blog sabe que sou fã incondicional dessa cervejaria e quando a vi on tap em Washington, não pude deixar de prova-la.


Coloração negra bem densa e opaca com fino colarinho de cor marrom-clara. A espuma tem moderada persistência e retenção.

Aroma tem notas principais de malte torrado, melaço, aveia/gergelim e notas menores de café e alcool. Apesar de bom, poderia ser mais intenso.

Na boca, o sabor começa com malte escuro torrado, caramelo e melaço. Em menor grau notas de café, chocolate e aveia. Finaliza com bastante dulçor residual que persiste no aftertaste (melaço e caramelo novamente) sendo perceptível o amargor dos lúpulos, porém em intensidade insuficiente para fazer fronte a avalanche de malte e açúcar.

Densa, tem mouthfeel grudento e cheio, com baixo drinkability. O corpo é alto com carbonatação mediana. A classica sensação de calor após o gole se faz presente e é bem agradavel. Peca um pouco pela falta daquela textura aveludada e sedosa tão característica das boas cervejas feitas com aveia.

No geral, apesar de algumas falhas supracitadas, é ainda uma ótima imperial Stout. Não se destaca tanto no pool comparativo de suas fenomenais irmãs norte-americanas mas faria muito sucesso no Brasil.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
05/Janeiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
400 ml
Onde comprou
EUA
Preço
US$ 6.00 o copo, no bar
Estados Unidos
 
2011-12-24 16:37:42 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
14/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    24 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Ela vem sendo produzida por essa classica cervejaria artesanal de São Francisco, California, desde 1975. Todo ano a receita é diferente, porém com algumas particularidades - É sempre uma Winter Warmer (BJCP categoria 21B) escura não muito alcoólica e recheada de especiarias porém com uma boa dose de misterio: Não se fala exatamente quais e quantas especiarias ou maltes foram usados em cada leva.

Outra coisa que muda todo ano é o rótulo. Obrigatoriamente ele tem uma árvore verde bem no meio, porém o tipo de arvore muda a cada nova receita. A versão de 2010 levou a espécie Ginkgo Biloba e curiosamente foi a primeira vez em 36 anos em que o nome cientifico da arvore não saiu no rotulo. Aconteceu devido a uma proibição pelos orgãos reguladores que ficaram com receio de que isso pudesse levar alguém a acreditar que a cerveja possuísse o remedio de mesmo nome em sua receita. A versão desse ano de 2011 tem a arvore Bristlecone Pine no rotulo.

Verte líquido de coloração marrom-escura, quase negra, com raios avermelhados quando olhada contra a luz. O colarinho é cremoso e abundante, de cor beige, persistindo bem por uns 2 minutos até descer para uma densa camada de espuma que fica na superficie. A retenção fica acima da média.

Aroma interessantíssimo que mistura lúpulos cítricos, notas frutadas (uva-passa, ameixa, damasco e frutas cristalizadas), especiarias (canela e cravo) e um final maltado com grande presença de chocolate.

Sabor inicial de malte escuro torrado, caramelo e chocolate. Segue com notas de especiarias e frutas, principalmente tabaco, uva passa e frutas cristalizadas (panetone). Tênues notas lupuladas florais e pouco amargor finalizam.

O corpo é surpreendentemente medio a baixo e o drinkability é alto, mesmo com todas as especiarias ela não chega a ser enjoativa. A carbonatação é leve e aveludada e o mouthfeel relativamente seco devido a adstringência dos maltes escuros.

No geral é uma cerveja muito peculiar e divertida, com corpo leve e sabores intensos e complexos. Sem dúvida um excelente acompanhamento para pratos natalinos com especiarias.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
02/Abril/2011
Envasamento
Garrafa
Volume em ml
1.500 ml
Onde comprou
EUA
Estados Unidos
 
2011-12-12 20:32:15 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    12 de Dezembro de 2011
Atualizado pela última vez: 12 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Essa cerveja é na verdade um blend da 60 min e da 90 min IPA. Melhor ainda, foi servida on cask (hand pump) de madeira com maple syrup em seu interior, além de um dry-hopping com cone-flowers de cascade (http://www.dogfish.com/community/news/press-releases/dogfish-announces-75-minute-ipa-simul-cask.htm)

Coloração dourada escura e alaranjada com espuma branca cremosa que perdura por um bom tempo. A retenção é fenomenal.

O aroma é de lupulos cítricos leves, com fortes notas de carvalho, madeira e maple syrup.

O sabor é muito diferente do esperado para uma IPA: começa com malte escuro e caramelo, lupulos frutados e em seguida notas dominantes de madeira com maple syrup. Como manda o figurino ela foi servida do barril de madeira a 13 graus, o que ajudou muito a realçar o sabor.

Corpo mediano com carbonatação baixa. Mouthfeel aveludado e macio, com alto drinkability. Tomei um pint como se fosse água.

No geral uma IPA completamente diferente da 60 ou 90 minute, com ênfase na madeira e no maple syrup. A baixa carbonatação, a temperatura e a forma de servir (pela hand pump) a deixaram espetacular.

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Detalhes

Degustada em
19/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
500 ml
Onde comprou
Delaware EUA
Estados Unidos
 
2011-12-12 20:28:59 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    12 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Essa é a unica lager feita pela Dogfish Head. Mas como não poderia deixar de ser, não é uma lager comum e sim uma Imperial Pilsner com adição contínua de lupulos (estilo 60/90/120 minute IPA), em uma colaboração com a cervejaria italiana Birra del Borgo, feita pela primeira vez inclusive la na Italia, e posteriormente (2010) também nos EUA.

Coloração amarelo alaranjada e um pouco turva. Forma pequeno colarinho branco que desce rapidamente a apenas uma fina camada nas laterais do copo. A retenção é mediana.

Aroma é bem "clean" com malte e cereais seguidos de um perfumado lupulo com características mais frutadas e florais.

Sabor inicial novamente com malte pilsen, pão e cereais, seguido de lupulos frutados, spicy e florais/aromaticos. Finaliza relativamente seca com notas levemente amargas.

O corpo é mediano com um mouthfeel cheio e rico, malte e lupulos devidamente equilibrados, e moderada carbonatação.

Uma interessante Imperial Pilsener cheia de sabor e facil de tomar. Gostei do perfil dos lupulos e também dos maltes. Apesar do alto teor alcoolico, também tomei ela rapidamente. Baita cerveja, vale a pena ir atrás ja que agora a garrafa de 750 ml pode ser facilmente encontrada pelos EUA.

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Detalhes

Degustada em
19/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
Delaware EUA
Estados Unidos
 
2011-12-12 20:24:55 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
8/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    12 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Essa é uma Imperial Wit que leva em sua receita, além dos ja tradicionais coentro e cascas de laranja, suco de uvas pinot noir antes da fermentação. Após a fermentação uma porção da cerveja é então maturada em um dos tanques de madeira.

Coloração avermelhada rubi e cristalina. Forma pequena espuma de cor branca que dura por muito pouco tempo. A rentenção por outro lado é ótima.

Aroma remete a alguns perfumes (bem floral) e frutado, possivelmente em decorrência do fermento. As frutas que predominam são as vermelhas, mas também há notas sutis de uva, coentro e laranja.

O sabor lembra bastante o aroma mas com intensidade maior: malte trigo e cereais, coentro, laranja e limão. Novamente em uma nota menor estão as frutas vermelhas como morango, cereja e uva. As supostas notas de madeira são indetectaveis por mim.

Corpo mediano com alta carbonatação. O drinkability ficou bem prejudicado e baixo, fato que a distancia bem das witbiers comuns.

No geral é sem duvida mais uma experiencia interessante e inovadora. Muitos sabores e aromas diferentes mas o resultado final ficou muito extremo e pesado, com baixo drinkability e pouca refrescância, ao contrario do esperado pelo estilo.

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Detalhes

Degustada em
19/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
Delaware EUA
Estados Unidos
 
2011-12-12 20:21:51 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    12 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Essa cerveja é uma combinação de uma Imperial IPA com uma Old Ale, ambas fermentadas separadamente e posteriormente blendadas e maturadas por 1 mês em um dos tanques de madeira.

Coloração dourada escura com tons rubi, levemente translucida. Forma abundante colarinho branco bem cremoso que apresenta excelente persistencia e retenção.

Aroma de lupulo cítrico, malte caramelo e um pouco de baunilha. Agradável porém pouco intenso.

Ja o sabor é incrível: começa como se fosse uma IPA com notas lupuladas cítricas e frutadas, seguindo-se então uma avalanche de notas adocicadas de baunilha e madeira, finalizando com malte torrado, chocolate e café.

Corpo medio a alto com carbonatação mediana. Finaliza deliciosamente com as notas amargas dos lupulos se equilibrando bem com o adocicado da baunilha e as notas de carvalho.

Cerveja sensacional, um belo "twist" no ja batido genero das american IPAs acrescentando complexidade e drinkability.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

Detalhes

Degustada em
19/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
Delaware EUA
Estados Unidos
 
2011-12-12 20:16:52 Paulo Zanello
Avaliação Geral 
 
3.6
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
7/10
Paulo Zanello Analisado por Paulo Zanello    12 de Dezembro de 2011
Analista Top 100  -  

Sem duvida uma das melhores ideias para uma cerveja ja perpetuada na industria: usar ingredientes de todos os continentes do mundo (daí o nome Pangea, que é nome do pré-histórico continente que posteriormente se dividiu e deu origem ao mapa como conhecemos hoje).

Portanto temos a agua da Antártida, gengibre cristalizado da Australia, arroz basmati da Asia, açúcar mascavo da Africa, quinoa da América do Sul, fermento da Europa e milho da América do Norte!

Coloração dourada e acobreada, bem cristalina, com colarinho branco que tem pouco persistência e retenção. Definitivamente faltou uma espuma mais densa e cremosa.

Aroma doce, principalmente de maltes, pão e cereais associado a muito gengibre e um pouco de laranja.

O sabor meio que segue o aroma mas com as notas de gengibre definitivamente dominando as outras notas de coentro, maçã, laranja, mel e cereais.

O corpo é mediano com alta carbonatação. O aftertaste é aromatico e persistente, novamente com o gengibre predominando. Drinkability medio a baixo ja que após alguns goles ela acaba ficando muito doce e um pouco enjoativa.

Mais uma cerveja interessante, cheia de especiarias, principalmente o gengibre. Achei valido experimenta-la mas não acho que a compraria novamente.

http://cervejasamericanas.blogspot.com

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Degustada em
19/Fevereiro/2011
Envasamento
Pressão
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
Dogfish Head Brewpub em Rehoboth Beach
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