Avaliações escritas por Evandro Luis von Sydow Domingues
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Já há excelentes descrições por aqui. Então, neste aspecto, não tenho muito a adicionar.
Prefiro dizer que a Orval está para as cervejas belgas (e mesmo para as trapistas) como os whiskies de Islay estão para os puros maltes.
E espuma dá para "comer". De colherzinha.
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Uma porter com certa robustez que, felizmente, não tem gosto nem aroma de papel queimado. Tem notas doces no aroma e no paladar, que acabam se harmonizando bem com o torrado do malte. Não sou um grande fã de porter, mas esta é uma que tomei com prazer, ainda que tenha faltado algum corpo e alguma complexidade.
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Espuma de média duração, aroma intenso, "quente". Percebe-se malte e um pouco de fruta no gosto. Ainda que saiba um pouco a papel queimado, o que não me agradada, gostei do amargor. Em termos gerais, superou minhas expectativas.
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Bela espuma na qual talvez fosse possÃvel espetar um palito. A cor, acobreada, é também bonita. Mas os elogios param por aÃ. O aroma é praticamente nulo e o sabor, fraco. Faltam corpo e sabor. Não esperava muito e não encontrei muito, mesmo.
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Analisado por Evandro Luis von Sydow Domingues 24 de Julho de 2009
Atualizado pela última vez: 30 de Setembro de 2009
Analista Top 1000 -
Refrescor talvez seja a palavra-chave aqui. Uma carbonatação e uma espuma de pouca duração. Na boca, um quê de industrial que me fez duvidar do puro malte. Na Alsácia o calor é brando, então esta pilsen, para ser alsaciana, poderia ser mais encorpada e lupulada (como a Dorelei, que também explora, em seu belÃssimo copo, o "tema" das cegonhas). Em geral, um pouco decepcionante.
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Desde que vi o anúncio em uma revista, fiquei vidrado. Alguns meses depois, enfim a consigo e não me decepciono. Ótima cerveja. Achei-a muito semelhante à Eisenbahn Golden Ale. O aftertaste será, porventura, o único senão. Sem dúvida a melhor da linha Backer até agora.
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Decepção. Sem corpo, pouco aroma, pode até servir para passar a noite no pub mas, em termos de degustação, é uma cerveja esquecÃvel.
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Me surpreendi positivamente. Sim, sei que esta cerveja está badaladÃssima, mas eu andava meio enjoado de stouts.
Finalmente uma cerveja brasileira deste tipo que não sabe a papel queimado! Não é que até notas de cereja surpreendi no aroma?
Provada, pois, e aprovada.
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Curioso, não a achei muito IPA não, mesmo sabendo que a intenção era fazer uma IPA diferente. Está mais para Belgian Strong Ale, como a Duvel, só que um pouco mais lupulada, o que é óbvio, pois a presença do lúpulo vem desde o nome. Ainda assim, não me pareceu tão lupulada, tão floral como eu esperava. Mas é claro que é uma ótima cerveja, de amargor intenso e marcante.
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Em seu copo próprio, verte muito bem, com uma aparência muito bonita. Sugestões de tabaco. Amargor e corpo dentro do esperados.
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Espuma excessivamente fugaz. Um pouco de tutti-frutti no nariz e algum cravo na boca. Refrescante, mas para uma ale carece de mais corpo. Já tomei esta cerveja dezenas de vezes, mas desconfio que esta que escolhi para avaliar estava um pouco exaurida...
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Eis a cerveja que despertou alguma polêmica, o que acho ótimo, conquanto que bem encaminhada. Dá para criticar o marketing, dá para criticar o preço, mas fica complicado criticar a cerveja em si sem tomá-la. Claro que me refiro a degustadores que se querem sérios.
Não vou me dizer surpreso muito menos decepcionado. Na verdade, um pouco surpreso, já que esperava... menos!
A cor acobreada é bonita, assim como a espuma, pena que por demais fugaz. Quanto ao sabor, poderia ser de uma das Bohemias especiais, como a Confraria. Não senti o tal do lúpulo inglês (qual?), mas sim toques de caramelo, o que acaba por adocicá-la. O corpo deixa a desejar e o amargor também.
O principal defeito desta cerveja é não ter o que mais promete: madeira. A madeira ficou toda na caixa, muito bonita, que usarei para guardar parte da minha coleção de bolachas, inclusive as da Oaken, que vieram no conjunto e tornar-se-ão rarÃssimas! =)
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Não sei se concordo com a classificação desta cerveja como "barley wine". Dentre outros motivos, citarei o mais superficial: porque eu não gosto (gostava) de barley wine, mas adoro esta cerveja! Se bem que há alguns anos ela não tinha nada de especial, mas, agora, quanta diferença! Sem dúvida, uma das melhores do paÃs. Aprecio o amargor (que permanece), o toque floral e sua "secura".
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Que pena! Desse jeito não terei mais desculpas para voltar à Bélgica!...
Ótima cerveja, mas um pouco doce demais. Será que leva mel (o que iria lhe ajudar no alto teor alcoólico)?
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Estou aqui muito positivamente impressionado com esta cerveja, pois não esperava tanto.Adorei o toque floral (sou lupófilo), o amargor e o retrogosto. A adicionar, apenas que, se não me falha a memória, lembrou-me bastante a Tcheca, que Botto & Cia. fizeram no segundo semestre de 2008.
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Analisado por Evandro Luis von Sydow Domingues 07 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2009
Analista Top 1000 -
Bela e generosa espuma, porém baixa carbonatação. Coloração âmbar. O baixo amargor acabou por conferir-lhe um sabor algo anódino. Mas não é uma má cerveja.
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Analisado por Evandro Luis von Sydow Domingues 06 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 06 de Fevereiro de 2009
Analista Top 1000 -
Sem medo de soar piegas (ou nacionalista): dá orgulho saber que uma IPA desta é feita no Brasil. Encantaram-me, em especial, o amargor e o aftertaste.
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Bastante floral e aromática, com um amargor delicioso. Tem toques cÃtricos e dá vontade de beber muito dela. =)
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Prevalece o tostado do malte, o que me lembrou a Xingu de antigamente, embora esta tivesse um amargor mais intenso.
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