Avaliações escritas por Gabriel Aleixo
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Cerveja que impressiona, do começo ao fim, em absolutamente todos os seus aspectos. Muito densa, licorosa, completamente opaca e de creme ausente.
Aroma fortíssimo de madeira, Bourbon e baunilha, indicando um meticuloso processo de envelhecimento em barris. O sabor que segue traz uma gama de sensações, ao mesmo tempo, fortes e equilibradas: chocolate amargo, frutas secas, intenso torrado dos maltes, baunilha, coco, madeira e mais Bourbon. No retrogosto, agradável dulçor e caramelo que contrastam muito bem com o tom alcoólico e torrado que persistem na cerveja desde o primeiro gole.
O lúpulo, Willamette, destaca-se mais por balancear a cerveja do que por aparecer
num primeiro plano, ficando restrito a harmonizar um conjunto já tão rico pelos maltes
e atribuir notas sutilmente picantes ao gosto de fundo da cerveja.
Realmente, uma das mais fantásticas, complexas e densas cervejas que já tomei. Única!
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Trapista encorpada e de alta carbonatação. Forma um belíssimo creme, farto e de boa duração. Aroma pronunciado de frutas vermelhas com leves toques florais/cítricos do lúpulo. Sabor complexo de notas que se misturam trazendo uma experiência única. Início doce e frutado (frutas vermelhas, uva) com retrogosto do malte mais torrado e caramelo. Álcool perfeitamente inserido. Conjunto imperdível!
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Analisado por Gabriel Aleixo 29 de Dezembro de 2010
Atualizado pela última vez: 30 de Dezembro de 2010
Analista Top 500 -
A apresentação dispensa comentários, fantástica. A cerveja tem bom corpo e forma um creme de média duração. Aroma doce/cítrico que segue no sabor e se desenvolve em notas claras de malte: cereal, pão, caramelo, mel. Retrogosto um pouco picante e equilibrado pelas características, sutis e bem inseridas, de amargor e cítrico do lúpulo. Enfim, mais uma bela mineira de caráter belga.
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Fantástica, apenas venho ressaltar os comentários precisos já colocados até o momento. Do aroma ao retrogosto, tudo pode ser perfeitamente sentido num equilíbrio único. Ameixa seca, madeira, caramelo, leve torrefação, nozes, vinho do porto e final seco. Feliz em saber que a cada dia temos mais opções desse nível no mundo cervejeiro brasileiro.
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Analisado por Gabriel Aleixo 15 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 15 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
Só ressalto o que já disseram por aqui: se você é fanático por lúpulo, o que é meu caso, não tem erro.
Cerveja absolutamente fantástica, extrema em seu estilo. Lúpulo bem floral no aroma que segue, transformando-se também em amargor, no sabor. Gosto fundo de caramelo do malte, algumas notas cítricas e um retrogosto - como já bem notado por alguns colegas - misto de ervas, blueberry, gengibre, algo como laranja... Enfim, pura complexidade numa cerveja em que eu "só" esperava o lúpulo.
Impressionante a capacidade da escola americana de reconstruir gêneros clássicos como as IPA e criar mais uma Flying Dog ímpar e maravilhosa como as demais. Experimente!
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Analisado por Gabriel Aleixo 10 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 10 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
Aroma frutado/cítrico, sabor complexo e que se desenvolve a cada novo gole. Notas de frutas secas, cereais, mel, malte sutilmente torrado e fermento. Tudo muito bem balanceado, inclusive a presença do álcool. Excelente! Senti certa evolução nessa breja desde a última vez que a tomei. Parabéns à Wäls por tão belga mineira e pela bela embalagem rolhada!
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Analisado por Gabriel Aleixo 07 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 12 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
Já tendo tomado a versão em garrafa de 330ml (largamente encontrada no Brasil com excelente custo/benefício) e também 'on tap' (disponível em vários pubs europeus), chego à conclusão de que a garrafa com rolha de 750ml foi a que mais me agradou pelo frescor e pelas notas, principalmente as frutadas, mais claras e pronunciadas - tanto em sabor quanto em aroma.
Falando da cerveja em si, o que dizer... Um clássico, um ícone do estilo e uma daquelas pra se tomar sempre. Belíssima, a começar pelo creme abundante. Encorpada, aroma forte e frutado que segue no sabor junto a cravo, mel, banana, damasco, leve cítrico e sutil amargor no final. Maravilhosa!
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Começa bem pelo belo rótulo com o curioso troll que também aparece no copo opaco original da cerveja. Breja interessante, peculiar por ser 'seca' para o estilo. Pouco creme, corpo turvo e um pouco denso. Aroma seguindo o sabor: floral, cítrico e de retrogosto bem balanceado entre o doce e o amargo.
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Analisado por Gabriel Aleixo 07 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 30 de Dezembro de 2010
Analista Top 500 -
Belíssimo corpo âmbar, boa carbonatação e creme de média duração. No sabor e no aroma, segue à risca o estilo inglês propondo, contudo, equilíbrio ímpar entre o caramelizado do malte e o floral e amargo do lúpulo. Enfatizo a excelente drinkability e o ótimo custo/benefício.
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Analisado por Gabriel Aleixo 07 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 30 de Dezembro de 2010
Analista Top 500 -
Apesar do aroma de pouco destaque para o estilo, o sabor é forte e a cerveja encorpada. Belo creme de média duração. Notas de malte levemente torrado e mel, final levemente amargo. Álcool presente mas bem inserido. Bom conjunto e custo/benefício.
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Essa cerveja é, do aroma ao sabor, uma bela lembrança de chocolate ao leite. Surpreende, no entanto, por todas as notas inseridas a fim de conferir a ela equilíbrio e complexidade. Final bem torrado, retrogosto misto de café e chocolate amargo. Imperdível!
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Analisado por Gabriel Aleixo 04 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 16 de Outubro de 2010
Analista Top 500 -
Pra mim, bem mais surpreendente do que a irmã La Fin du Monde. Cerveja interessantíssima, provavelmente um dos aromas mais agradáveis que já experimentei. Rico em frutas vermelhas. Muito forte mesmo, perfeita para se tomar num copo estilo cálice e de boca larga. Corpo denso, espuma idem, boa carbonatação. No sabor, seguem as frutas, ameixa e as notas evoluem para o amargo/achocolatado, toffe, torrado e agradável sugestão de lúpulo. Uma de minhas favoritas, vale muito a pena!
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Analisado por Gabriel Aleixo 04 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 13 de Fevereiro de 2011
Analista Top 500 -
Cerveja absurdamente complexa, todos os anos de história e cultura cervejeira que deram fama à escola belga parecem estar inseridos nessa 'simples' garrafinha. Corpo denso, creme farto e duradouro, álcool quase imperceptível. Dá pra se perder por um bom tempo tanto nas notas frutadas do aroma quanto na riqueza inclassificável do sabor. Vai de frutas secas/escuras e malte tostado a caramelo, cereais e toques achocolatados. Agradável retrogosto, equilibrando sabores picantes e maltados. Para o estilo, não consigo imaginar algo mais agradável, equilibrado e particular. Incomparável, uma de minhas grandes favoritas.
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Analisado por Gabriel Aleixo 04 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 04 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
Cerveja que se revela boa em sua sutileza. Ao invés de grande complexidade como outras, observa-se menos notas no sabor e aroma porém notas mais claras. Malte, caramelo, levedura, retrogosto amargo. O que mais me agrada nela é justamente essa drinkability, o quão agradável é saboreá-la tranquilamente. Poderia tomar várias garrafinhas sem enjoar e sem pesar no estômago! Excelente.
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Analisado por Gabriel Aleixo 04 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 04 de Setembro de 2010
Analista Top 500 -
Impossível não ser comparada à irmã Blonde. Encorpada, espuma de média duração, malte mais torrado, cravo, frutado e amargor no início. Destaca-se pelo equilíbrio entre notas doces e amargas. No retrogosto, nota-se cereais e caramelo. Deliciosa, mas pelo custo/benefício eu iria de Blonde!
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Analisado por Gabriel Aleixo 04 de Setembro de 2010
Atualizado pela última vez: 16 de Outubro de 2010
Analista Top 500 -
Olha, que aroma tem essa cerveja... Logo que se tira a rolha, o 'ambiente' explode em frutas vermelhas. Perfeitamente inserida no estilo, álcool sutilmente presente, creme denso de média formação e corpo licoroso. Os sabores frutados e 'picantes' se confundem com agradável amargor e caramelo/mel. Complexa demais para ser descrita em sua plenitude, mas é ao mesmo tempo um belo e clássico exemplar de quadrupel sem deixar de ser peculiar no gênero. Destaco o equilíbrio de uma cerveja consideravelmente alcoólica não sendo excessivamente doce, o que a torna um conjunto excelente.
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Aroma de frutas, corpo médio e espuma muito abundante de ótima formação/duração. Sabor também segue o aroma, extremamente frutado e bem balanceado com retrogosto 'melado', algo na linha do caramelo. Se, naturalmente, perde alguns pontos em complexidade quando comparada às ales trapistas, destaca-se em drinkability por seu agradabilíssimo conjunto.
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Mais uma preciosidade da Hoegaarden que começa bem desde o rótulo. Cerveja encorpada, creme abundante de média duração e aroma cítrico. Sabor, inicialmente, frutado, amadeirado, de ervas e amargo com retrogosto de média torrefação e caramelo. Forma um excelente e equilibrado conjunto. Álcool presente, mas bem inserido. Deliciosa.
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Cerveja de corpo suave a médio, aroma bem lupulado e o sabor que o acompanha também
bem amargo. Destaque para a espuma cremosa de boa duração e retrogosto de caramelo, nozes. Falta mais complexidade, talvez pelo malte pouco pronunciado, mas se trata de uma cerveja agradável.
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Lendária e já muito bem descrita aqui pelos colegas, acho que de certa forma dispensa comentários. Enfatizo apenas o incrível fato de a cerveja conseguir um característica pouco vista no estilo que é o amargor pronunciado, e mais, perfeitamente balanceado com um conjunto de destaque frutado (banana/cítrico). Indispensável a qualquer bom cervejeiro.
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