Avaliações escritas por Diego B. Meli
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Analisado por Diego B. Meli 20 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 20 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Possui uma coloração marrom e creme bem persistente. No aroma percebe-se café e muito chocolate. O paladar segue o aroma, com altas notas de malte torrado. Uma excelente Stout.
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Essa é uma cerveja marcante. Realmente ela se parece com o próprio nome. Despejada no copo, logo percebe-se que não é uma cerveja comum, sendo viscosa e de tonalidade muito preta com uma espuma marrom muito bonita. Tanto no aroma como no sabor, o chocolate, café e malte torrado se sobressaem. Final amargo (lúpulo e chocolate?). Excelente breja!
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Analisado por Diego B. Meli 14 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 14 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Cerveja muito gostosa e refrescante. Forte presença de lúpulo, tanto no aroma como no paladar. Cerveja bem equilibrida. Possui uma coloração bonita, diferentes das lagers comerciais aqui do Brasil. Uma ótima pilsen, sem dúvida!
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Analisado por Diego B. Meli 13 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 13 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Afirmo a história contada pelo meu irmão. Assim que o José Virgilio chegou no Cervejarium entregando uma pequena quantia dessa Pratinha, logo fiquei curioso. Fui conversar com o José sobre sua cerveja. Poxa, fiquei curioso. Comprei uma e levei pra casa. Depois desse bebi somente mais duas... infelizmente.
A breja já chama a atenção por usar um ingrediente nada comum, a erva "Calluna Vulgaris", da Escócia. Despejada no copo e a espuma se desvanece - caracterÃstica ruim? Que nada, é o próprio estilo dessa Strong Scotch Ale. Coloração escura, forte presença do álcool e aroma/sabor do malte em conjunto com a erva fazem dessa cerveja algo único.
Recomendo a todos. Parabéns ao José Virgilio.
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Uma ótima strong ale. Ela possui corpo e sua espuma tem boa duração. A cor é um dourado turvo, chamativo. Seu teor álcoolico é evidente, tanto no aroma como no paladar - o que pode comprometer um pouco. Percebe-se cÃtrico e frutas cristalizadas, ou seja, um aroma frutado e até adocicado.
Recomendada!
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Analisado por Diego B. Meli 13 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 13 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
A primeira cerveja que amei. Antes de fazer a avaliação eu preciso contar a história. Tentem entender. Era 2005 e eu estava iniciando meu conhecimento sobre cervejas. Uma diferente aqui, outra lá e eis que me deparo com a Baden-Baden Red Ale. Fiquei encantado com a garrafa, seu rótulo e seu "produzida artesanalmente". Não pensei duas vezes e comprei uma. O primeiro copo foi um dos sentimentos mais estranhos que já tive, pois nunca havia provado algo igual. Estranho porque foi uma mescla de satisfação e "nossa, o que é isto?". Confesso que não aguentei beber a garrafa toda, afinal, nunca havia bebido cerveja de 9% de graduação álcoolica.
Depois isso, ah, a história é outra. Virei fã incondicional dessa cerveja, tanto é que para fazer essa avaliação comprei mais uma e estou bebendo enquanto escrevo (que tristeza). Quando despejada na taça, que creme lindo é formado (cremoso). A espuma é marcante e duradoura; bebemos e continua lá - é maravilhoso de se ver. A sua cor, vermelho intenso, é de chamar a atenção, fantástico. No aroma facilmente percebe-se o perfume, talvez advindo de frutas vermelhas em harmonia com o malte e o lúpulo. O álcool é perceptÃvel. No paladar o amargor do lúpulo, sim, é excessivo, mas para quem gosta é um prato cheio - ou melhor, um copo cheio.
Enfim, uma cerveja que me marcou e que me trás boas lembranças, sempre.
Altamente recomendada!
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A primeira vez que bebi essa cerveja fez-me lembrar de guaraná. Sim, eu mal havia começado a conhecer ceveja. Tempos depois, consumi dela várias vezes. Estou degustando uma no momento em que redijo esse comentário. Para fazer jus à avaliação, acabei de beber uma Leffe Blonde (ambas abadia - pelo menos uma é).
Quando despejada na taça, já é possÃvel notar que a cerveja não possui corpo. A sua espuma também não é duradoura. O seu aroma é por demasiado suave e difÃcil de perceber algo (principalmente após uma Leffe). Contudo, depois de brigar muito com o copo, consegui sentir aveia e cravo. No paladar predomina um gosto de banana - inclusive o retrogosto é adstringente.
A Bohemia Confraria não chega perto da Leffe Blonde, entretanto, não é uma cerveja ruim, ao contrário, ela até que desce bem. Faltou personalidade e ousadia para não adaptá-la ao gostinho brasileiro (que foi o que aconteceu). Vale a pena experimentar.
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Analisado por Diego B. Meli 12 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 12 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Que o conselho ateÃsta me perdoe, mas os monges trapistas possuem o meu respeito. Que delÃcia de cerveja.
O primeiro contato com essa maravilha é quando despejada no copo. Coloração escura e turvada com corpos de fundo - magnÃfico! O creme é lindo de se ver, assim como a sua espuma. Após alguns minutos boquiaberto fitando a taça, é hora de sentir o aroma - extremamente perfumado (queria um BOM AR de Rochefort 10º para perfurmar a casa...), complexo e ousado. Nozes, cravo, malte e tantas outras especiarias que não pude distinguir... ah, que aroma... No paladar, outra surpresa; é delicioso! Acompanha o seu aroma, harmonicamente. O álcool é bem perceptÃvel, mas não atrapalha - em minha opinião.
Altamente recomendada!
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Outra trapista deliciosa. Cerveja bem encorpada e de coloração dourada, um pouco turva. No aroma uma complexidade que só esse estilo nos permite sentir - frutado e intenso. PossÃvel identificar nozes, damascos, mel e outras especiarias que não pude identificar. No paladar a mesma explosão de sabores. O álcool é perceptÃvel, mas não prejudica o conjunto. Experimentem já!
Altamente recomendada!
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Cerveja bem encorpada e detentora de uma bela coloração dourada. O aroma, delicioso e floral, é possÃvel perceber damasco e, depois de ler os comentários dos confrades do Brejas, também senti o cravo - antes havia me passado despercebido. Engraçado, né!?
A espuma tem boa formação, mas dura pouco; e o álcool está bem balanceado.
Uma excelente opção - financeira e prazerosamente falando - para quem busca conhecer o mundo da cerveja.
Altamente recomendada!
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Isto sim é uma pilsen! Coloração amarelo forte, aroma agradável do lúpulo, gosto amargo - inclusive no final -, de longa duração. Breja refrescante, mas deve ser bem degustada. Parabéns ao trio que nos brindou com essa ótima cerveja.
Altamente recomendada!
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Mas esse elefantinho rosa é incrÃvel. O primeiro passo para a degustação dessa cerveja é observar o seu rótulo: é formidável. Depois de namorar a garrafa, você fica curioso pela conteúdo. E não decepciona, aliás, faz você delirar (que trocadilho infame, haha).
Essa é uma Golden Strong de personalidade: coloração dourada (como suas irmãs de estilo), aroma e sabor frutado - um pouco doce e presença de álcool (mas sem prejudicar o conjunto).
Altamente recomendada!
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Analisado por Diego B. Meli 09 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 09 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Compre a garrafa e ganhe a cerveja. Apesar de ser uma boa cerveja, seu preço não condiz com o conteúdo, mesmo que seja muito bom. Tudo bem que a garrafa e linda e fica bem na prateleira de quem coleciona... Pouca espuma e boa formação do creme. Cor avermelhada, bonita. O aroma é frutado e o seu sabor, que é doce e também frutado, é prejudicado pelo excesso do álcool - que é bem evidente.
Alguns defeitos, mas se trata de uma deliciosa cerveja. O maior problema dessa cerveja realmente é o seu preço.
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Analisado por Diego B. Meli 09 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 09 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Uma cerveja que não me agrada muito. Colaração bem clara e falta malte e lúpulo. Concordo com o Alexandre Menke, o aroma lembra papelão e ovo. Muito fraca!
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DelÃcia de cerveja. Colaração âmbar tÃpica do estilo e possui um creme bem consistente. Bem lupulada, identificando aquele amargor bem agradável, e com malte na medida certa.
No aroma, se sentir bem, é possÃvel perceber o álcool - que não é muito evidente no sabor.
Altamente recomendada!
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Aroma frutado e bem cÃtrico, lembrando banana e laranja. Uma cerveja turva, porém, clara. Espuma de média duração. Suave, leve e gostosa. Cerveja muito refrescante!
Recomendada!
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Analisado por Diego B. Meli 07 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Com uma coloração âmbar e carbonatação moderada, a Bitter da Baden-Baden é uma grande cerveja - ao mais puro estilo das inglesas. Como não podia deixar de ser, seu lúpulo é bem evidente no aroma e sabor, configurando-lhe um amargor (até suave), caracterÃstica desse tipo de breja.
Recomendada!
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Analisado por Diego B. Meli 07 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Bebi junto com meu irmão em casa. Após abrir e sentir seu bom aroma e uma cor pouco turvada, logo pensamos em se tratar de uma tÃpica Weiss. Mas, no primeiro gole, algo não me agradou. A cerveja é fraca, sem gosto e, apesar de pouco turva, é sem cor - não dá para explicar. Suave demais e chega a ter um sabor estranho, que, para mim, foi desagradável. No entanto, seu aroma é delicioso. Cerveja estranha, eu confesso, principalmente depois de descobrir que ela é "premium".
Por outro lado, há de saber que essa é a primeira cria do grande Quintela, portanto, passa no teste. Com certeza haverá e espero melhoras no próximo lote.
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Analisado por Diego B. Meli 07 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
No mÃnimo, uma cerveja diferente, aliás, uma trapista diferente. Dona de um caráter único, Ãmpar, essa cerveja se destaca pelo seu sabor diferente: salgado, que me lembrou estar comendo um Umeboshi (ameixa japonesa). O aroma é floral e cÃtrico e, ao final, destaca-se o amargor seco.
Segundo informações do próprio bar (Cervejarium) o Marcelo trouxe apenas dois exemplares da Orval em sua última viagem (uma ele bebeu com os amigos e a outra deixou no bar). Tive a sorte, juntamente com meu irmão, de degustar essa maravilha. Orval trata-se de uma cerveja imperdÃvel, porém incomum.
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Analisado por Diego B. Meli 06 de Fevereiro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2009
Analista Top 500 -
Tive o prazer de beber essa incrÃvel cerveja duas vezes: a primeira em um curso de degustação da Baden-Baden promovida pelo Carlos Hausen (filho) na faculdades UNAERP, aqui em Ribeirão Preto. A segunda, ao final do curso, o Carlos me presenteou com a última unidade dessa maravilha que ela havia levado - a bebi no outro dia!
Não me lembro muito dessa cerveja, pois era um iniciante desse mundo de degustação, contudo, a presença do chocolate, o malte torrado e algo próximo ao café, fizeram com que essa cerveja me marcasse bastante. Um aroma incrÃvel (supracitado) com um sabor espetacular.
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