Avaliações escritas por Jota Fanchin Queiroz
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Inglaterra
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Curiosidade: o CAMRA (Campaign for Real Ale) que teve origem na década de 70 na Inglaterra foi o movimento pioneiro e grande impulsionador dessa revolução por qualidade que a cerveja vive desde então. Tendo ganho o prêmio CAMRA por duaz vezes é sem dúvida um atestado para a 1845.A avaliação se resume em uma palavra: excepcional! A começar pela apresentação diferenciada da garrafa. A coloração é bonita, de uma avermelhado escuro. Mas o creme é um espetáculo. Denso e persistente. O aroma é frutado, licoroso, lupulado. (Confirma o rótulo que anuncia aroma de bolo de fruta inglês!) O sabor é uma complexidade deliciosa. Prepare-se para o amargo. Mas um amargo sem ser agressivo, equilibrado e complementado por um malte de extrema qualidade. Mais uma cerveja onde a alternância entre o doce de entrada e o amargor do final é uma benção. Apesar da complexidade, é uma cerveja incrivelmente suave. Nada nela é exagerado ou agressivo. Combinado à essa suavidade uma carbonatação pouco acima da média inglesa (para o meu paladar, um ganho de qualidade) o que acaba se traduzindo em uma boa drinkability (para um old ale elevadíssima). A melhor inglesa que já chegou às minhas mãos. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 14, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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De Premium não possui absolutamente nada. Fica para mim, uma clara tentativa de propaganda enganosa que por si só já me deixa com uma percepção negativa da marca.Aroma? Não. Sabor? Levemente azedo. Corpo? Água. Carbonatação? Mais baixa que deveria. Retrogosto? Ahn?!! Me pareceu uma tentativa de acentuar sabores na Itaipava original. Tiro pela culatra: acentuou defeitos. Dentre as Itaipavas fico com a Fest. Estupidamente gelada mata a sede e a alta carbonatação ajuda a esconder os defeitos. Detalhes
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Brasil
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Não há muito o que avaliar. Qualidades praticamente não as possui. Da mesma forma defeitos, uma vez que o sabor para o bem ou para o mal também é imperceptível.A destacar da Itaipava original apenas uma carbonatação levemente mais elevada. Para beber muito gelada e matar sede. Pelo menos, leve assim, e muito gelada os defeitos não aparecem. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 14, 2010 Denunciar esta avaliação |
Estados Unidos
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Deliciosa americana! Amarga e complexa.Um belíssimo ambar com um creme denso, encorpada e de média persistência. O aroma é sentido já ao abrir a long neck. Intenso. Caramelado com notas de especiarias. Complexo. O sabor confirma o aroma: complexos. O doce do malte e o lúpulo, ambos intensos. Complementares. A percepção final é doce, mas no retrogosto explode o lúpulo. Cerveja excepcional onde suavidade se complementa à complexidade resultando em uma alta drinkability. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 11, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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I Love Märzen! Talvez seja meu estilo preferido.É universal, saboroso, drinkabilidoso ... rsE a Einsenbahn mantém a tradição de excelentes cervejas. De uma cor dourada intensa e turva e com um creme de média formação e persistência. O aroma é maltado e nota-se uma agradável nota de fermento. O corpo é medianamente denso e carrega um gostoso sabor maltado. Mas isso sem ofuscar o lúpulo resultando em uma cerveja muito bem equilibrada. O retrogosto apesar de suave, deixa um forte sentido de quero mais. É o melhor das Märzen, causam insaciedade. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 11, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Uma bitter inglesa um pouco mais leve que as originais.Coloração acobreada com creme bonito não de grande persistência. Aroma lupulado, leve mas agradável. Corpo cremoso, bem formado, gostoso e com carbonatação média-baixa. O sabor é de um amargor leve para o estilo, o que aumenta a drinkability e a universalidade da 1999. Interessante equilíbrio lúpulo/malte com notas de malte (caramelo) e um final amargo e seco. Alcool bem inserido. Retrogosto leve mas convidativo. Excelente cerveja. Altamente recomendável. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 10, 2010 Denunciar esta avaliação |
Japão
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A lata da Sapporo é belíssima. Digna de colecionar.Além dela, a cerveja é uma prova do crescimento da cultura cervejeira no extremo oriente. Coloração dourada intensa com creme bonito e de media persistência. Aroma bastante leve. O sabor apresenta um belo equilibrio entre malte e lupulo, sem marcar nenhum dos dois. Corpo leve e carbonatação média. Retrogosto suave mas saboroso. Uma lager bastante leve mas sem esquecer a qualidade. Drinkability elevada. Boa para churrascos e festas, o que limita é o preço da latona. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 08, 2010 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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Essa English Pale Ale Extra Special Bitter é dona de uma apresentação impecável.A garrafa e o rótulo em homenagem ao grande Almirante Nelson são sensacionais. No rótulo a alcunha diz tudo: TREAT WITH RESPECT AND REVERENCE. A cerveja realmente merece, complexa, saborosa, profunda. Seguindo à belíssima apresentação, surge um líquido brilhante acobreado com um creme medianamente formado e de média persistência. O aroma é complexo, preenchido pelo extraordinario malte Maris Otter. Notas de caramelo e castanhas com toques frutados e um leve cítrico do lúpulo. Já no primeiro gole há uma explosão de sabores. O malte de desdobra em uma série de frutados, caramelos e frutas cítricas cristalizadas. No início o doce é pujante mas no final o que acaba por se destacar é o amargor dos lúpulos English Golding e American Liberty. A textura densa sem ser cremosa e a baixa carbonatação propiciam uma contínua troca entre o doce e o amargo, e que amargo. O retrogosto, menos complexo, é bitter. Vigoroso. Amargo. Me parece no ponto exato para limpar o impacto inicial do malte e fazer-nos pedir mais. Uma cerveja única, para paladares sofisticados, que navega entre um malte arrebatador e um lúpulo agressivo. Um equilibrio quase perfeito. A drinkability não é alta, mas a experiência altamente recompensadora. Uma cerveja realmente especial. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 08, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Pense em uma lager ainda mais suave que a média das nacionais.Suave? Não. Aguada, insossa, inodora ... Não há muito o que comentar. Trincando de gelada passa a ser ... um cubo de gelo. Cerveja? Não. Detalhes
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Argentina
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Coloração escura, brilhosa com pouquíssima formação de creme.Aroma lembrando malte tostado, mas com elementos estranhos, enjoativos. Corpo aguado com um sabor leve e adocicado. Desagradável. Final de acucar queimado, ruim e alcoolico. Pode ser que a minha amostra estivesse comprometida, o que possa ter acentuado os defeitos. Mas não consegui dar o terceiro gole. Desaconselhável mesmo! Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 04, 2010 Denunciar esta avaliação |
Argentina
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O rótulo diferenciado e a proximidade nas gôndolas argentinas da Patagonia Amber Lager me criaram uma certa expectativa.Decepção total. Mais do mesmo da Ambev/Inbev, Ou seja, qualidade zero. Aroma? Estranho. Corpo? Aguado. Creme? Nao. Malte? Não. Lúpulo? Esqueceram. O legado dessa cerveja é a soma de estranhos sabores de cereais não maltados com um final ácido e desagradável. Detalhes
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Irlanda
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Guinness. O nome por si só já a define: extraordinária.Arthur Guinness merece uma homenagem no panteão dos gênios e dos heróis. Servir uma Guinness é sempre um espetáculo. A formação da cerveja no copo é algo a ser celebrado. O aroma da export é ainda mais intenso que a Guiness tap esbanjando café e chocolate. O sabor é uma explosão de sentidos especialmente por ser um creme. É amarga, forte, encorpada, tem personalidade. Ao mesmo tempo é suave, gostosa, encantadora, paradoxal. O retrogosto é marcante e faz querer sempre mais. Um perigo. Altíssima drinkability! Advertising: The most natural thing in the world! Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 03, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Não sou muito de considerar relação custo/beneficio porque sei das dificuldades (fiscais e burocráticas) em se importar boas cervejas a um custo razoável.Mas a Cervejaria Petrópolis está abusiva. Não é uma cerveja ruim, mas os preços praticados ensejavam algo muito superior. É uma tipica american lager que para chegar a se intitular premium e puro malte precisa muito mais. Coloradação dourada intensa com creme fraco e de pouca persitência. Aroma fraquinho de malte mas já apresentando certa acidez. Sabor levemente adocicado implorando por lúpulo, que foi esquecido. Carbonatação média em corpo leve, próprio das lagers. Retrogosto? Não. Drinkability média. Repetir? Não. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 03, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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A Cervejaria Canoinhense é um daqueles locais que vale a pena conhecer.O galpão é um mix de fábrica de cerveja com uma biergarten de caçadores, tal a quantidade de animais empalhados e peles curtidas nas paredes. O velho Lefla (como é conhecido Rupprechet Loeffler, mestre cervejeiro de mais de 90 anos) é uma daquelas figuras que parecem emergir diretamente de um romance de Thoman Mann ou de Charles Dickens. O ambiente da cervejaria é algo fantástico, inusitado, encantador. Fica dificil analisar a cerveja com isenção. A Jahu é fabricada com uma receita bastante artesanal, rustica mesmo. Degustá-la nos remete às zonas rurais da Alemanha do século 19. Coloração dourada turva com creme pouco denso e nada persistente. Aroma com forte presença de levedo, bastante cru. O sabor é levemente azedo, picante, com um que del adocicado. Retrogosto picante, cítrico, azedo. Carbonatação média com corpo leve mas baixa drinkability. Fora da Cervejaria talvez a Jahu perca o encanto, mas na Canoinhense foi uma viagem. Detalhes
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Brasil
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Sempre é bom a gente incentivar quem tem coragem de ousar.A Klein tenta fugir do padrão de baixa qualidade das lager, apresentando algo mais. E olha, apesar de parecer a mais simples, fazer uma lager de qualidade é mais dificil que uma specialty beer. Coloraçao dourada translúcida com creme de média densidade e persistência. O aroma, apesar de suave, traz notas herbais e de malte. O sabor surpreende proporcionando um lúpulo bastante interessante. Retrogosto levemente amargo conferindo altíssima drinkability. Boa pedida para festas e churrascos. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 02, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Opa! Pensei que pudesse ser uma lager interessante. Ficou no quase.Francamente a cervejaria de Joinville poderia tentar algo mais diferenciado. Amarelo pálido com creme pouco denso e de baixa persistência. Aroma muito fraco. Sabor com notas levíssima de malte. Carbonatação média. Lúpulo? Não. Retrogosto? Não. Sem grandes defeitos. Bem gelada refresca. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 02, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Quando bebida no Brasil é geralmente misturada à uma standard lager.É como um xarope de caramelo para tirar o amargor de cervejas que sequer são amargas. Vai entender. Coloraçao dourada escura com creme bege quase inexistente. Aroma e sabor absolutamente doces, caramelizados. Enjoativa e com reduzida drinkability. Acho que o publico do estilo é mesmo aquelas mulheres grávidas tentando aumentar a produção láctea. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 02, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Caracu é uma lenda. Na minha infância-adolescência tomávamos Caracu batida com ovo para crescer fortes e ganhar músculos.Éramos completamente loucos. Hoje eu diria: quer uma Stout? Pague mais e tome uma verdadeira. Cerveja negra com creme de baixa densidade e persistência. Aroma onde se destaca o café e algum malte torrado. No sabor mostra sua potência mas é um pouco doce demais e muito torrada. O final é excessivamente torrado, quase uma rauch, o que desequilibra tudo. Francamente? Fico na caracu com ovo. Detalhes
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Avaliada por Jota Fanchin QueirozMarço 02, 2010 Denunciar esta avaliação |
Brasil
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Chama-la de stout é um absurdo. Para uma stout falta muito. É sim uma honesta e leve Schwarzbier. De coloração escura com um creme bege pouco consistente e sem persistência. O aroma leve de malte torrado. O sabor é excessivamente doce no início notas de caramelo queimado (isso mesmo) e um final levemente amargo. Carbonataçao média e conjunto leve conferem boa drinkability. Detalhes
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Austrália
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O estilo old ale é sempre um estilo para paladares treinados.Mas essa Coopers surpreende por se manter fiel ao estilo sem ser agressiva em excesso. Cor clássica de madeira com um creme bonito e de boa persistência. O aroma já antecipa o amadeirado mas deixa bastante perceptível não apenas o malte, que é levemente tostado, como também um herbal lupulado. O sabor é intenso, forte e amargo. Mas combina esse amargor com um caramelho pronunciado e amadeirado. O alcool é precisamente inserido e não se faz notar. O retrogosto tem punch, é seco, longo, desafiador. Porém mais uma vez não é agressivo, não prejudicando excessivamente a drinkability. Detalhes
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