Avaliações escritas por Jota Fanchin Queiroz
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 07 de Fevereiro de 2012
Atualizado pela última vez: 07 de Fevereiro de 2012
Analista Top 50 -
Pela avaliação dos confrades eu estava esperando "a" pilsner. Não sei se o meu exemplar sofreu no transporte/armazenagem mas frustrou um pouco essa expectativa, apesar de ser uma excelente cerveja.
Vertida apresentou um lÃquido dourado claro, translúcido, com carbonatação evidente e com um creme branco de boa formação e pouca persistência. TÃpica do estilo.
O aroma é bastante suave, com um quê de cereais e lúpulo em notas herbais.
O sabor é dominado pelo lúpulo. Tudo isso sobre uma boa base de mel e pão que intervala os saltos do lúpulo até um final seco e amargo. Lúpulo herbal essencialmente com algo floral. Aftertaste levemente amargo e persistente.
Corpo leve, carbonatação dentro do estilo e excelente drinkability. CorretÃssima na fidelidade ao estilo.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 01 de Fevereiro de 2012
Atualizado pela última vez: 01 de Fevereiro de 2012
Analista Top 50 -
Uma old ale bastante suave.
Bela apresentação que começa com uma garrafinha simpática e um rótulo muito bacana. Vertida apresentou um lÃquido acobreado escuro e uma boa formação de um creme denso de média persistência e alguns laces.
No aroma, discreto demais, notas de malte, toffee e malte levemente tostado. No decorrer da degustação algo de nozes e um lúpulo frutado. Notas de álcool são sentidas, especialmente no inÃcio, mas sem incomodar.
O sabor é dominado por um leve adocicado lembrando frutas secas, nozes e toffee. Não é enjoativo mas o final poderia ser mais amargo para dar um maior equilÃbrio. O final é suave e liso. O aftertaste lembra um bolo suavemente adocicado. Alcool no sabor imperceptÃvel. Corpo média assim como a carbonatação que dá uma certa crocância não usual nas inglesas. Um leve DMS aparece mas dentro do contexto.
Uma cerveja que cresce ao longo da degustação e vai agradar os paladares afeitos a um malte caramelo.
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Essa witbier feita em parceria entre a St. Bernardus e Pierre Cellis (criador da receita original da Hoegaarden) é deliciosa com grande destaque para o aroma.
Vertida apresentou um lÃquido amarelo claro, nebuloso, que forma um creme branco de excelente volume, média persistência e alguns laces.
Aroma delicioso com bastante notas cÃtricas, casca de laranja a grapefruit, leveduras belgas, pão branco e uma leve picardia (pimenta e coentro).
O sabor é suave, como deve ser uma witt. Inicia com uma leve picardia, notas de anis, doce de laranja e um final levemente adocicado do malte. A carbonatação dá uma crocância perfeita. O aftertaste é equilibrado, suave, levemente picante.
Altamente refrescante, altÃssima drinkability.
Adoro o estilo e essa talvez tenha sido a melhor, ou uma das melhores, que degustei.
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Uma brewdog sem cara de brewdog. O que era para ser um porter com especiarias me pareceu uma porter fraquinha e sem personalidade.
Vertida apresentou um lÃquido amarronzeado escuro com a formação de um creme bege, denso e de boa persistência.
O aroma decepciona. Malte tostado e notas de café e torrefação. Não sei se por sugestão, esparsas notas de chocolate amargo.
O sabor é um pouco mais pronunciado com maltes tostados, notas defumadas, um pouco de caramelo e um final seco com amargor herbal e levemente picante. Aftertaste levemente picante e não muito agradável.
Para uma brewdog, que decepção!
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 30 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 30 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Minha primeira Delirium, surpreendeu pelo equilÃbrio e pela delicadeza. Espera uma golden strong pesada mas o que encontrei passou longe disso.
Falar da garrafinha e do rótulo é chover no molhado.
Vertida apresentou um lÃquido dourado mui levemente nebuloso, com carbonatação evidente e um creme branco medianamente denso de boa formação e persistência apenas média e com poucos laces.
O aroma é delicioso, muito frutado, muitos ésteres. Pêssego, abacaxi em caldas, damasco, banana, citrus. Algo picante (cravo especialmente) e o álcool aparente mas muito bem inserido. Levedura viva.
O sabor é um equilÃbrio impressionante, suave e marcante. Muito frutado, mel e um final levemente seco e picante. Aftertaste profundo e frutado. Suavemente delicioso. O álcool está lá mas sempre prefeitamente inserido.
Para o estilo: carbonatação alta, corpo leve e excelente drinkability.
Leve, frutada e deliciosa.
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Uma tripel delicada e levemente picante.
Linda garrafinha com um rótulo sobriamente trapista.
Vertida na taça apresentou um lÃquido alaranjado turvo intenso com a formação de um creme branco, denso, persistente e que deixa marcados laces.
O aroma é picante com notas cÃtricas, damasco, um fundo de mel e um acabamento leve de pimenta. Não percebi o álcool no aroma, apesar dos 9,5%.
No sabor o inÃcio apresenta muitas frutas, especialmente damasco, com um pouco de mel. Logo entra uma pancada de picardia com o álcool, pimenta e lúpulos herbais. O final é seco e amargo, com notas herbais. O aftertaste é persistente, seco, picante e quente.
O corpo é médio/denso e a carbonatação é média/baixa.
Uma cerveja complexa que alterna momento de suavidade e picância.
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O estilo é tcheco, o nome é tcheco, o jeitão é tcheco, os ingredientes (em especial os lúpulos) são tchecos mas a cerveja é russa.
Bela garrafa com rótulo bem bacana e a figura de um ganso.
Vertida apresentou um lÃquido dourado intenso, translúcido, com carbonatação evidente e um creme de boa formação, média persistência e alguns laces.
O aroma é bastante suave, com notas maltadas predominando sobre os lúpulos herbais.
No sabor, uma clássica bohemian pilsner, com uma entrada maltada e um final amargo e seco. Tudo muito leve, mas bem equilibrado. Aftertaste persistente e equilibrado, carbonatação média/alta e corpo leve.
Uma bohemian pilsner suave mas não desagradável.
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Mais uma excepcional trappista com um caráter mais fresco e vivo que suas irmãs.
Vertida na taça apresenta um lÃquido mogno escuro fechado com um creme de excepcional formação, densidade, volume e persistência inclusive com marcantes laces.
O aroma é uma profusão de sensações maltadas mas com inesperada presença de lúpulo. Notas de frutas secas, uvas passas, finalizadas por uma bela carga de lúpulos florais e terrosos. Presentes também ésteres de frutas vermelhas. O álcool não incomoda, mas também está lá, esquentando e dando aquela sensação licorosa.
No sabor o predomÃnio é do malte com toffee, maltes tostados, uvas passas, complementado com a força da levedura belga, ésteres de uvas verdes finalizadas e equilibradas por um leve amargor terroso. A picardia está presente tanto no final quanto no aftertaste que é extremamente equilibrado. Persiste aquela deliciosa sensação de licor.
Carbonatação mais alta que a média do estilo e o corpo médio, contribuem para dar leveza.
Uma cerveja que não perde nada em complexidade, mas que acaba sendo mais fácil de beber que suas irmãs trappistas. Excepcional para a porta de entrada aos monastérios e suas cervejas maravilhosas.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 21 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 21 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Essa IPA confirmou a expectativa: excelente! Totalmente inserida na escola americana: muito lúpulo em uma cerveja thisrty-killer que vai ao limite da faixa de equilÃbrio.
Rótulo divertido com a vaquinha verde dizendo: de doce já basta a vida. Fato!
Vertida apresentou um lÃquido âmbar translúcido e um creme de boa formação e média persistência sem laços evidentes.
No aroma o lúpulo domina: cÃtrico e herbal. Ao longo da degustação o malte mostra uma interessante base que também se faz presente.
O sabor segue a mesma linha. Em um corpo médio com baixa carbonatação, sobressaem-se notas lupuladas herbais e resinosas com uma base de malte inicial e um final bastante amargo, seco e com certa picardia. Aftertaste profundo com delicioso amargor residual.
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Excelente Vienna que traz como diferencial uma boa carga de lúpulo especialmente no aroma.
A apresentação já chama a atenção com um lÃquido acobreado translúcido bem complementado por um creme de excelente formação, média persistência e alguns laços interessantes.
No aroma inicialmente lúpulos cÃtricos com notas de maracujá . Na sequência passa a dominar um malte levemente tostado e lúpulos florais e terrosos. Excelente e complexo.
Corpo bastante leve e carbonatação relativamente baixa.
No sabor, bastante limpo, o malte puxa pro estilo, uma vez mais levemente tostado. Lúpulos terrosos e florais levam a um amargor moderado. O final é bastante seco e até um pouco adstringente. Aftertaste leve e não muito profundo.
Excepcional drinkability em uma cerveja simples, correta mas encantadora.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 18 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 18 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Uma trappista complexa, rústica e maravilhosa.
Vertida na taça apresentou um lÃquido amarronzeado fechado com um creme de excepcional formação, boa persistência e que marca a taça com expressivos laces.
O aroma é de uma complexidade deliciosa. Inicialmente a levedura belga preenche as sensações e na sequência a picardia com uva verde, cravo e pimenta finalizada por notas doces de toffee e frutas cristalizadas remetendo a vinho do Porto.
O sabor essa explosão de sentidos continua, tendendo para o adocicado, com toffee, nozes, frutas escuras e mel muito bem finalizados por um amadeirado alcoólico que remente uma vez mais à vinho do Porto. No aftertaste chocolate e nozes com o álcool esquentando a cerveja sem nunca incomodar. Corpo licoroso e carbonatação baixa.
Uma cerveja que cresce muito á medida que a degustação avança alcançando a excelência.
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TÃpica bitter inglesa, suave e equilibrada, mas excessivamente aguada.
Começa com uma bela apresentação com um texugo no rótulo em uma bela e personalizada garrafa.
Vertida apresentou um lÃquido acobreado translúcido com um creme de surpreendente formação para uma bitter, baixa persistência mas que deixa marcados laços.
No aroma lúpulos ingleses, chá preto e um biscoito do malte.
O sabor é bastante suave, até em excesso, com esparsas notas lupuladas e um final aguado. Aftertaste curto e sem força.
O corpo é bem suave, a carbonatação baixa e a drinkability é boa.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 15 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 15 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Excelente Vienna Lager. Leve, suave mas com personalidade.
A apresentação começa no capricho da garrafa, com rótulo caprichado em garrafa personalizada.
Derrama um lÃquido acobreado translúcido e um creme branco de boa formação, média persistência e algunas laços.
O aroma é delicioso apesar de perder intensidade ao longo da degustação. Malte tostado, toffee e lúpulos cÃtricos mais do que herbais, em perfeito equilÃbrio.
O sabor é extremamente equilibrado sendo maior a presença dos lúpulos no inÃcio e com um final que destaca o toffee. Notas minerais aparecem certamente produtos do transporte desde Boston. Aftertaste levemente seco e metálico (tb produto do transporte).
Corpo médio e carbonatação média e excelente drinkability.
Boa cerveja que deve crescer bastante quando degustada nos US. (Imagino como o Wall Mart Brasil a tratou).
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Maravilhoso encontro de duas escolas proporcionando uma fantástica weizenbock.
Ao verter no copo apresentou um lÃquido alaranjando intenso e turvo com alguns sedimentos esparsos. O creme é de excepcional formação, boa persistência e forma generosos laços.
O aroma é estupendo. Inicialmente uma pancada de lúpulos (herbais e cÃtricos), logo a levedura e o malte mostram força apresentando notas frutadas (damasco e doce de laranja) , açucar mascavo, mel e notas de malte tostado.
Na boca o inÃcio apresenta o malte (pão, mel e até toffee), os ésteres então se fazem presentes, banana principalmente, e vai finalizando com a picardia do cravo e um delicioso e pronunciado amargor cÃtrico e herbal. O alcool mesmo perfeitamente inserido está presente, esquenta e dá ainda maior picardia à cerveja. O aftertaste é divinamente equilibrado, com o doce do malte, os lúpulos e os ésteres presentes.
O corpo é sedoso, a carbonatação vÃvida e a drinkability excelente para uma bock de trigo.
Uma cerveja complexa, extrema e equilibrada. Na mosca!
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As cream ale são ales especialmente desenvolvidas para competir com as standard e lite lagers. Essa summer solsitice, o próprio nome já sugere, visa a refrescância para os dias quentes de verão. O meu exemplar estava com um metálico excessivo, certamente fruto do transporte e armazenamento.
Vertida apresentou um lÃquido âmbar, mui levemente nebuloso, que forma um creme de média formação e baixa persistência.
No suave aroma toffee e nozes, notas terrosas e notas metálicas.
No sabor apresenta toffee e algo de nozes um final com um pouco de DMS e notas metálicas. Aftertaste levemente azedo.
Corpo levemente sedoso e carbonatação baixa.
Provavelmente peguei uma garrafinha comprometida, mesmo assim não é uma cerveja que empolgue.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 05 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 05 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
É uma cerveja light, deve-se esperar então algo dentro da proposta. Avaliada assim é excelente. Mas é light: falta sabor e personalidade.
Minha primeira Samuel Adams e impressionou o cuidado com a garrafa, rótulo e tampinha.
Vertida apresentou uma surpreendente e belÃssima coloração acobreada translúcida e com carbonatação evidente e um creme bege de boa formação e baixa persistência.
O aroma ao primeiro contato impressionou malte e lúpulos florais. Mas rapidamente perdeu força.
Corpo leve e carbonatação alta que, pela falta de força no sabor, deixa a cerveja aguada e um pouco metálica. Uma lembrança de malte e um amargor mÃnimo no final. Aftertaste fraquinho.
Voltando ao começo, é uma cerveja ligth, não espere muito.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 05 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 05 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Cerveja do capeta essa francesa! O álcool domina praticamente todas as sensações.
Não é a mais forte do mundo como proclama o rótulo mas é a com mais álcool aparente que já provei. A garrafinha de 25cl é precisa, para tomar em doses mesmo.
Vertida na taça apresentou um lÃquido ambar intenso quase sem formação de creme.
No aroma muito álcool misturado à maltes granulados e algumas frutas escuras.
No sabor novamente o álcool domina deixando notas de malte adocicadas e frutas escuras em segundo plano. O final e o after também são pesados pelo excesso de álcool mas são perceptÃveis notas amadeiradas e algo cÃtrico.
Corpo licoroso e quase sem carbonatação.
Não me agradou, não terminei nem a primeira taça.
Vou avaliar dentro do estilo mas pelo gosto pessoal seria zero.
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Analisado por Jota Fanchin Queiroz 05 de Janeiro de 2012
Atualizado pela última vez: 05 de Janeiro de 2012
Analista Top 50 -
Considerei ela como uma PAL.
Uma cerveja até interessante, levemente superior às cervejas de massa tradicionais.
Vertida apresentou um lÃquido dourado claro, translúcido, com carbonatação evidente e com um surpreendente creme de boa formação e média/baixa persistência.
Aroma bem suave com mais malte (pão) do que lúpulo (floral).
O sabor segue a mesma linha suave como um entrada maltada e um final levemente amargo e algo metálico. Corpo leve e carbonatação alta.
Boa cerveja para beber descompromissadamente com amigos (churrasco, praia ...) mesmo existindo opções com melhor custo/benefÃcio para isso.
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Mais uma pancada da Brewdog, mas dessa vez uma pancada extrema! Agressivamente deliciosa.
Na apresentação traz um lÃquido fechado, quase totalmente negro, que forma um creme bege com volume e densidade surpreendentes para uma cerveja potente como essa. Creme esse de média persistência e bons laços.
No aroma notas licorosas, malte tostado com café, notas amadeiradas e um adocicado remetendo a whiskie. Expressivas notas de baunilha e chocolate bem amargo. Intenso e alcoólico.
O sabor traz novamente o malte tostado no inÃcio, café, chocolate e frutas secas. Logo vem o alcool com sensações licorosas, whiskie e vinho do porto, e um final seco, tostado e amargo (lúpulos terrosos e herbais). Com o passar da degustação parece que as sensações vão se encaixando ou nós nos acostumamos a elas, mas o primeiro gole é um choque. Aftertaste licoroso mas sem ser agressivo.
Corpo sedoso e carbonatação baixa em uma cerveja realmente extrema que flerta seriamente com o desequilÃbrio mas que proporciona sensações marcantes.
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BelÃssima apresentação, tradição da Wychwood, garrafa e rotulo com o duende.
Vertida no pint apresenta um lÃquido âmbar escuro, translúcido e com creme de boa formação e média baixa persistência com alguns bons laces.
No aroma maltes tostados, toffee, nozes e chocolate. Boa intensidade mas maculado por algumas notas metálicas mas que não desabonam o conjunto.
No sabor uma entrada bastante doce com toffee, castanhas, chocolate mas com um final amargo e levemente seco. Lúpulo floral e terroso nesse final. Aftertaste agradável embora um pouco doce demais
Corpo médio e baixa carbonatação em uma strong ale suave mas saborosa.
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