Avaliações escritas por Marcio Rossi
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A primeira coisa que vc pensa quando vê uma cerveja com 80 ibus é que ela é extrema. Pode ser. Mas essa Northwestern Ale é sobretudo equilibrada e fácil de beber. Ela é mais que uma bomba de lúpulo, o malte contribui e muito para o sabor com toffee, cookies, chocolate (discreto). No mais o lÃquido é castanho avermelhado, turvo, creme bege. Eu gostei demais, vou repetir certamente, apesar do preço esbarrar nos R$ 40 aqui. Merece
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Sim, eu já avalie essa cerveja, está aqui, lá atrás. A nova avaliação se justifica pelo fato de que em sua vesão long neck 330 ml, é outra cerveja. Validade: Maio/2012.
Aroma intolerável e imperdoável de isovalérico (pra ser direto, chulé). Não dá pra curtir a breja, além de tudo, final azedo.
Não pode ser a mesma cerveja da consagrada garrafa de 600 ml. Lamento porque nunca havia tomado uma Meantime ruim.
Maravilhosa!!! Esqueça a Guiness, esqueça. A Villa Roca Stout da Falke vai te mostrar como deve ser uma stout. Tudo nela é deliciosamente superior a qualquer stout que já tenha tomado. Negra, cremosa, aroma de café (ao contrário do papel queimado da Guiness) e um corpinho que deixa o conjunto todo muito agradável e fácil de beber. Na minha modesta e imprecisa opinião, o maior expoente da nova linha de estilos da Falke. Uma cerveja deliciosa, com personalidade e valor.
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Cerveja de um belo dourado alaranjado, boa formação de creme. Aroma maltado, na boca bom amargor, muito embora eu desejasse e apreciasse mais lúpulo aromático. Leve, deliciosamente amarga no final, mas um amargor que se vai e pede outro gole. Agora temos a oportunidade de saber o que é uma bohemian pilsner de verdade, já com dois rótulos em BH. Essas cervejas devem ser consumidas próximas à origem, frescas e na plenitude de suas qualidades. As importadas apresentam aqui um pálido esboço da cerveja que são na origem. Por isso devemos comemorar a fabricação local do estilo, fieis às pilsners orignais, pilsners de verdade.
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Já em uma de suas primeiras versões, a weiss da Falke ficou em segundo em um teste cego com 8 rótulos (4 alemães, 4 nacionais) avaliados por 13 desgustadores que eram homebrewers e especialistas. E naquele teste, que tem sua história contada aqui no Brejas, ficou muiot próxima da vencedora Paulaner.
É uma excelente weiss. Mesmo sem ser fã do estilo, eu bebo feliz a Falke ER Weiss. Dourada amarelado, turva, forma um belo creme. No aroma, para minha felicidade, prendominou a banana, o cravo ficando mais comportado. Corpo médio, dulçor que se nota, refrescante e equilibrada.
Parabéns Marco, parabéns Famiglia Falcone!
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Escura, marron, creme beje com formaçao média e permanência de 2 ou 3 mm. Aroma tÃpico das belgian dark strong, ameixa e banana passa, algo que remete a vinho do porto ou cereja em calda. Nem tão dark, nem tão strong. Adocicada, retrogosto doce frutado e longo, amargor discreto, bom equilÃbrio. O corpo é médio, o final suave.
É um dos meus estilos preferidos, tomaria mais não fosse tão alcoolica, mas vencerei sem dificuldades ou ajuda essa garrafa. Mais que tudo, é uma breja que dá prazer tomar.
Gostei, não fosse tão cara por aqui, mereceria outras visitas. Mas nessa vizinhança e excluindo-se as inviáveis ainda que divinas Westvlteren, a famÃlia Rochefort permanece imbatÃvel em todas as tres versoes.
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Analisado por Marcio Rossi 27 de Setembro de 2011
Atualizado pela última vez: 28 de Setembro de 2011
Analista Top 50 -
Tive o privilégio de experimentar várias Grimor 21 desde as primeiras versões e agora, oficial e finalmente lançada. E desta safra, sorvi meia dúzia de garrafas antes de chegar a essa avaliação. Verdade seja dita, sou, com orgulho, amigo dos Cervejeiros da Grimor. Mas aqui, escrevo como apreciador do lÃquido!
A breja é dourada, medianamente turva, forma um belo creme branco quando versada, permanece uma fina pelÃcula que persiste até o último gole. O aroma é complexo, muito embora sendo uma lager, destacam-se aromas dos adjuntos sobrepondo-se a malte e lúpulo, é floral efetivamente. Na boca o corpo é médio, amargor na medida, discreto, e o sabor que mais se destacou pra mim, de romã permeado pelo geraniol. Não é pra beber geladÃssima exatamente porque esses aromas se desprendem e tornam-se mais evidentes. E eu ousaria dizer que apesar da recomendaçao de 5 a 7 graus, ali pelos 8 a coisa fica mais do jeito que eu gosto. Assim, eu tiro da geldaira a 7 e vou bebendo vagarosamente.
Fazendo uma avaliação mais simples e rasteria. Vc abre uma garrafa, bebe. Termina. E quer abrir outra, que é exatamente o que vou fazer agora.
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Confesso, ando desanimado com o desbravando. Muitos rótulos novos e lá vou eu, depois de 400 rótulos, reptir os que me cativaram. É Rochefort, Orval, Estrada Real, Monaterium, etc. e homebrewing mineiro... Mas qdo vi Brooklyn, não poderia deixar de pegar, logo duas, pensado: não tem cerveja menos que boa dessa marca, os caras são bons. Não foi diferente com essa american pilsner, tudo das boas pilsners tchecas, com um sotaque, na verdade lúpulo, americano, tão caracterÃstico e muito bem dosado aqui, sem deixar aquele excessivo herbal que as extremas do Tio Sam costuma exibir. Vale. Como todas brooklyns. Enjoy it.
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Castanho escuro, creme castanho, aroma dominado pelos tostados que se confirmam no paladar, marcadamente café e chocolate, corpo médio, maltado, lúpulos moderados, sobressai o armagor do malte tostado, este marcante e equilibrado com o conjunto maltado. Leve e refrescante, o baixo teor alcoolico a deixa ainda mais versátil, podendo ser uma cerveja refrescante de consumo despretensioso (diferente da sua "parente" Porter, que é mais pesada) bem como uma cerveja de harmonização com, sugestão miha, carnes gralhadas e feijoada.
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Dourada, cristalina, creme branco, faz uma bela impressão no copo. No aroma denunciou-se um (ou uns) off flavor que não distingui bem, talvez oxidação, lightstruck ou ambos, no paladar com certeza oxidação. O conjunto não era ruim, mas efetivamente o exemplar que provei estava fora de forma, estranhamente para uma ale.
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Amarelo claro, pouco creme, no aroma alguns defeitos tÃpicos como milho e ovo choco, entretanto mais suaves que em algumas versões nacionais. O paladar: leve, honesta, pode descer bem se estiver gelada e entra na categoria das refrescantes sem malte e sem lúpulo.
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Amarelo palha, creme de boa formação e breve permanência. Aroma frutado, na boca leve, seca e equilibrada. Em alguns momentos lembra um champagne, em outros uma blonde belga. O alcool não incomoda, a cerveja desce bem.
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Pálida, creme bom, aroma de ovo podre. Mesmo geladÃssima, desce com dificuldade. Pouco corpo, pouco amargor, um gosto estranho, não sei se do ovo podre ou ou outro off flavor combinado.
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Castanho escuro, creme bege, boa formação, breve duração. Estranhamente, essa breja que está entre as primeiras importadas a popularizarem-se por aqui veio a ser minha 400 avaliação. Não sei porque releguei tanto essa prova, acho que simplesmente fui deixando e 400 cervejas passaram... Bom, boa cerveja, superior à irmã hefe weizen, corpo leve, tostada, amarga, sem maiores qualidades mas com um conjunto bem amarrado, desce bem.
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Castanho escuro, creme bege e brevÃssimo. O aroma frutado traz o tÃpico do estilo, frutas secas, ameixa. O corpo é leve/médio, final meio seco, algum amargor. Cerveja honesta, distante da publicidade "avassaladora". Fica devendo para a maioria das colegas belgas.
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Escura, crem bege, breve, alcool bem presente no aroma, no sabor "almond"que remete a vinho do porto, tostados, mediana, tem algo fora do lugar.
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Negra, creme castanho espesso, denso e duradouro. Tudo que vem de tostado domina, destaque para café e chocolate, algo de madeira, baunilha, final ligeiramente ácido, corpo médio. Deliciosa.
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Dourado intenso, cristalina e transparente, creme branco abundante, bela no copo. Aroma frutado, floral. À boca, meio doce no durante, seca ao final, um bom equilÃbrio, álcool incomodando um pouco.
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Primeira coisa: IPA uma ova. É uma Blond Ale lupulada (o que não é exatamente uma definiçao de IPA).
Dourada, creme branco, aroma floral, na boca corpo médio, talvez algo de cÃtrico e deliciosos lúpulos que proporcionam excelente amargor, nada a ver com os exageros lupulares americanos, normalmente dominados pelo Cascade.
Excelente cerveja, entrou na minha lista de favoritas. Refrescante, bem feita, deliciosa.
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Não sei porque demorei tanto para provar essa cerveja. Seja qual for o motivo, a primeira coisa que me veio em mente foi "deveria tê-la provado antes!". Bela cerveja, amber cristalino, belo e espesso creme bege claro. Corpo medio, final seco suave, predominância de tostado, caramelo e biscoito, um discreto lúpulo, um belo conjunto.
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