Avaliações escritas por Mauricio Beltramelli
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Estados Unidos
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Soberba!Entenda uma Porter com tudo "em cima" em relação ao estilo: Boa seleção de maltes torrados a sugerir na degustação café, chocolate, toffee. Agora imagine essa Porter, já supimpa, com nada menos do que 85 IBU´s de lúpulo, principalmente o aromático Cascade americano. O resultado da alquimia? Uma breja absolutamente balanceada, personalÃssima, única. A aparência é de um preto desconcertante, valorizando a textura aveludada. O corpo é magnÃfico, assim como o creme bege, muito denso, persistente e consistente. No aroma e no sabor, a contextualização dos maltes tostados e do lúpulo se faz entender, trazendo notas hiper-intensas dos dois elementos. Uma breja que, definitivamente, diz a que veio! O final é tostado e ao mesmo tempo seco, implorando novos goles, em degustação intimista. Não perca, de jeito nenhum!!!!! Detalhes
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Estados Unidos
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Na tranquilidade de casa -- ou, melhor ainda, do bar -- despeje a breja no copo e "namore-a". Observe sua coloração e seu creme. Só daÃ, encoste o copo ao nariz. Pronto, você chegou a um estado de espÃrito cervejeiro onde só se chega "namorando" grandes cervejas, como essa.A coloração é de um rubi intenso, escuro, vinificado. O creme é denso e persistente, formando pequenas bolhas e presenteando-nos com o "belgian lace" ao redor do copo durante a degustação. No aroma, as notas doces dos maltes assomam os sentidos, trazendo sensações de vinho do Porto, madeira, castanhas, resina, frutas-passas, canela, baunilha. Isso tudo e mais o lúpulo evidente, como boa representante da Nova Escola Americana. No sabor, essas notas se intensificam. O corpo é bom e a carbonatação e o álcool na medida. O final é doce e ao mesmo tempo seco e herbáceo. ImperdÃvel! Detalhes
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Brasil
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Hesitei para experimentar essa breja cuja campanha bombástica veio de encontro aos ideais que nutro em relação à cerveja (sim, você acertou: cerveja relacionada diretamente a bunda, peito e consumo exagerado, "geladérrrima"...). Daà engoli a má impressão e fui em frente, procurando ser técnico.E então, nos sentidos, a mesmice imperou. Não há surpresas. Pale lager "refrescante" e "adaptada ao gosto brasileiro". Ai, que preguiça... O ponto positivo é o creme com certa persistência e consistência, embora o lÃquido seja de uma palidez perturbadora. No nariz, entretanto, aparecem seus defeitos. Não queria dizer, mas digo: Mercaptano, DMS e sulfurado. E foram duas as amostras, em dois momentos diferentes e compradas em lugares diferentes. Maltes e lúpulos? Bem, não foi pra apresentá-los que a breja foi feita, certo? Mas há uma sugestão de pão e biscoito, num leve dulçor. E só... Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliMarço 15, 2010 Denunciar esta avaliação |
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DelÃcia!A breja realmente cumpre aquilo que se propõe: Ser uma ale com caracterÃsticas de lager, incluindo aà a drinkability, que é a sua verdadeira virtude. Já no aroma a pegada lupulada se faz sentir. Mais atentamente, porém, os maltes levemente tostados da receita dão o tom. Há pegadas de toffee, caramelo e um leve defumado. O sabor acompanha muito bem o aroma, calcando -- é bom repetir -- na drinkability. O final é longo, doce e com perçepões herbáceas. Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliMarço 13, 2010 Denunciar esta avaliação |
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Eis uma breja representante da Nova Escola Americana que, vejam só, seguiu à risca -- e com louvores -- a "velha" escola alemã. O estilo Kölsch é reconhecido por engendrar cervejas refrescantes, mas com pegadas maltadas e lupuladas sonoras e plenamente perceptÃveis. É exatamente isso que essa "mordida no pneu" oferece. A coloração é pálida, e o creme tem persistência e consistência médias. No aroma, um delicado buquê de dulçores maltados gloriosamente balanceados com o lúpulo aromático -- sendo o que mais fica perceptÃvel é o Hallertauer. No sabor, a breja refresca com um ótimo balanceamento de insumos. Na perte dos maltes, as sensações são a de pão e biscoito. Nos lúpulos, os herbáceos. O final traz ainda um leve toque defumado. Refrescante, saborosa, deliciosa. Invista. Detalhes
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Coloração âmbar-clara, com uma leve turbidez. O creme é medianamente denso, mas em meu copo desvanesceu-se rapidamente.No aroma, uma interessante mistura de sensações frutadas -- sobressaindo o damasco, próprio do estilo -- e herbáceas provenientes do lúpulo aromático utilizado na receita. No sabor, esse lúpulo confere uma interessantÃssima sensação refrescante à breja, mais uma vez reafirmando a inventividade da Escola Americana. Os damascos acompanham bem o conjunto, trazendo ainda sensações alcoólicas que, de intensas, chegam a desbalancear um pouco. O final é quente, frutado e herbáceo. Definitivamente, uma Tripel pra jamais ser esquecida -- goste-se muito dela ou nem tanto... Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliMarço 12, 2010 Denunciar esta avaliação |
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Coloração âmbar-escura, translúcida, destoando um tanto do "padrão" das porter. O creme é bege, persistente e forma o "Belgian Lace" ao redor do copo durante a degustação.No aroma, sobressaem as notas de café, chocolate e tostado advindas da malteação, mas é evidente o toque lupulado. A surpresa fica reservada no sabor, quando esse lúpulo reforça o dulçor e os tostados e nos brinda com sensações resinosas, deliciosas. Detalhes
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A primeira consideração a tecer sobre essa breja é o seu creme. Foi realmente complicado deitá-la no copo (usei um hefeweizen!) sem que a espuma, extremamente abundante, transbordasse. Esse creme é também consistente -- com bolhas pequenas -- e persistente. A coloração é um tanto mais escura do que uma weizen "comum".No aroma, surpresa! Quyem diria que uma americana "emulando" uma hefeweizen iria ter tantos e deliciosos atributos que as mais genuinamente alemãs! As notas esterificadas (banana) e fenólicas (cravo) coexistem harmonicamente, deixando ainda uma agradável sugestão cÃtrica lembrando limão siciliano. O sabor acompanha muito bem o aroma, a carbonatação é bem alta (o que talvez prejudique um tantinho só) e o corpo é bom. No final, outra surpresa. As percepções cÃtricas (sim, aquele limão siciliano) permanecem na boca, pedindo a nova degustação. Invista! Detalhes
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Estados Unidos
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Se você gosta REALMENTE do sabor do lúpulo... bem... Posso dizer então que ESSA É A SUA CERVEJA! Afinal, 85 IBU´s de lúpulo não são pra qualquer breja...A aparência é soberba. A coloração é âmbar translúcida, e o creme é muito persistente, além de denso. No aroma, o lúpulo não assoma os sentidos quanto no sabor, mas é plenamente evidente, tomando todas as percepções. A sugestão de malte levemente tostado aparece bastante discretamente. Há também percepções de toffee e álcool. No sabor, a PANCADA de lúpulo faz com que as demais presenças sumam. Há o dulçor maltado e um leve toque de caramelo. Há ainda o álcool, evidente mas sem exagero. Uma PORRADA de lúpulo. Alguns a dirão desbalanceada. Mas, para "hopheads", é o paraÃso terreno... ImperdÃvel! Detalhes
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Inglaterra
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Ler resenhas anteriores das cervejas que ainda iremos experimentar à s vezes é prejudicial, à s vezes surpreende.Tinha a Discovery, em função de resenhas lidas na imprensa, que era "uma Fuller´s standard", ou seja, "fraquinha", fair play. Na degustação propriamente dita, porém, surpreendeu -- até mesmo em função das opiniões um tanto desabonadoras. Sim, é uma blond ale. Mas uma Blond Ale com o "pedigree" Fuller´s, como não? E, como tal, guardando as proporções do seu estilo, diferenciada. Seguindo a escola inglesa, maltes e lúpulos são inseridos com elegância e alguma discrição, mas sempre se fazendo sentir em razão da sua evidente qualidade e excelência. No aroma, esse "blend" é sentido em inspirações curtas. No sabor é que a breja desabrocha, envolvente, refrescante, e detentora de um final lupulado sensacional. Pra prestar muita atenção -- e se deliciar. Está aà uma Fuller´s como o são as Fuller´s: PersonalÃssimas, dignas, distintas. Não perca. Detalhes
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Escócia
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3 de 3 pessoas acharam esta avaliação útil
Embora seja esta uma breja chamada de "indescritÃvel", há muito o que descrever. E todas as descrições são, de fato, abonadoras.A coloração é de um preto profundo, que logo deixa antever a sua textura. O creme é ocre, e as bolhas pequenas formam uma linda cama. A retenção da espuma é boa, embora não forme o "belgian lace" ao redor do copo durante a degustação. Logo após o serviço o próprio ambiente se enche de notas olfativas que vão do malte torrado ao chocolate, fumo, madeira de carvalho, frutas escuras, baunilha, turfa, iodo. Já encostando o nariz no copo nos chega o uÃsque, numa proporção bastante forte mas extremamente balanceada. Esse uÃsque sobressai bastante no sabor, sem contudo deixar de lado os demais elementos do aroma. Há forte presença de caramelo e tostado, além do carvalho evidente. O corpo é médio, e a textura é licorosa. A carbonatação é baixa/média, sem prejudicar o conjunto -- ao contrário, valorizando-o. O final é absurdamente longo e impregnado de sensações que vão do caramelo ao torrado, além de um levÃssimo defumado. ImperdÃvel!!! Detalhes
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Dinamarca
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Muito bem inserida dentro do estilo proposto.O lÃquido é marrom (talvez careça de um pouco mais de corpo) e o creme é medianamente denso e consistente, com persistência rápida. No aroma e no sabor, o que sobressai é o caramello toffee, em proporções generosas e bastante interessantes ao paladar. Os maltes tostados conferem ainda à breja toques de chocolate e café. Esses toques, principalmente o do toffee, proporcionam um final agradavelmente longo e tostado. Detalhes
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Dinamarca
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Deliciosa Pilsner, como muitas por aà deveriam ser.No aroma e no sabor, bastante lúpulo, mas nada exagerado. O aroma é herbáceo, deixando entrever muito suavemente o malte. Refrescante, o corpo e a carbonatação são na medida, a drinkability sensacional e o final longo, seco e levemente amargo. Detalhes
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Dinamarca
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Segue muito bem o estilo proposto (Kellerbier) cuja mais famosa representante à venda no Brasil é a Hacker-Pschorr Anno 1417.Como tal, suas caracterÃsticas maltadas sobressaem bastante, deixando o lúpulo em segundo plano. O caráter é de cereais e ainda um levÃssimo caramelo, tanto no aroma quanto no sabor. Como se trata de uma breja leve, a drinkability é excepcional. Detalhes
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Dinamarca
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Trata-se de uma chamada "hybrid beer", cujo método de fermentação é de uma ale, mas utilizando fermentos lager (saccharomyces carlsbergensis).O creme é muito denso e persistente, coroando o lÃquido dourado-claro. O aroma suave é frutado (pêras, abacaxi). É grande a presença do malte. Há também um leve caramelo. No sabor, o álcool sobressai um tanto, mas sem prejudicar. O lúpulo é iserido de maneira bastante delicada. O dulçor é um tanto excessivo, causando um leve desequilÃbrio. O final é levemente caramelizado e tostado. Detalhes
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Brasil
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2 de 2 pessoas acharam esta avaliação útil
Quem me conhece sabe a minha declarada incompreensão com as brejas de fermentação espontânea. Certa vez, estando na Bélgica, propus-me a ficar todo um dia degustando as Lambic, a fim de "entendê-las". Mesmo assim não me convenci...Por obra do fantástico Marco Falcone, recebi a Vivre para degustação, e resolvi abri-la junto a alguns confrades do BREJAS. E tive a inebriante surpresa de viver talvez a melhor Lambic que já experimentei. Julgando a breja tanto pelo estilo quando pelo prazer que tive ao prová-la, não senti nenhuma falta de alguns excessos estilÃsticos de Lambics mais "clássicas", como o salgado e o avinagrado em demasia. No lugar, sobra uma delicadeza e um equilÃbrio surpreendentes. O lÃquido é avermelhado-acobreado, e a espuma é bem tênue, de acordo com o estilo. No nariz, surgem as percepções de jabuticaba, mel, frutas vermelhas (especialmente framboesa) e um persistente -- mas nada agressivo -- mofo (!). Sim, mofo. E é gostoso. As sensações do aroma se intensificam no paladar, especialmente as jabuticabas e... sim, ele mesmo, o mofo. O final é médio, assim como o corpo. Como uma obra de arte -- tal qual o filme que inspirou seu nome -- a Falke Vivre Pour Vivre sempre evoca uma reação. Goste-se dela ou nem tanto, o certo é que o degustador jamais se esquecerá de havê-la experimentado. Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliFevereiro 01, 2010 Denunciar esta avaliação |
Inglaterra
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1 de 1 pessoas acharam esta avaliação útil
EquilÃbrio entre os maltes e os lúpulos são a marca registrada dessa breja, que segue soberbamente o estilo proposto e a escola a que pertence.A apresentação impressiona pelos belos rótulos e garrafa. O lÃquido é ocre, e o creme é medianamente denso e persistente. O aroma é delicioso, volatizando uma seleção de maltes e lúpulos brilhantemente escolhida e empregada. Destaque para os lúpulos, com sugestões de ervas e um leve frutado. O malte também aparece nas sugestões de pão, leve tostado e biscoito. No sabor, essas percepções se avolumam, trazendo ainda uma evidente nota de maltes defumados que coroa maravilhosamente o conjunto. O final é médio, doce, levemente amargo e remete aos lúpulos e ao toffee. Invista! Detalhes
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Inglaterra
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3 de 3 pessoas acharam esta avaliação útil
Sabe aquele aroma inconfundÃvel que, na infância, imediatamente invadia o seu nariz ao abrir um ovo de páscoa? Pois foi o que me remeteu ao encostar o nariz no copo dessa deliciosa sweet stout.Segundo a cervejaria, a receita leva chocolate preto de verdade, além de essência de chocolate e malte chocolate. O que poderia resultar da alquimia senão uma breja que evoca o doce em todos os aspectos, do começo ao final? O lÃquido é negro, e o corpo é muito bom -- produto da aveia que também integra a receita. A espuma ocre-clara é medianamente consistente e persistente. No aroma e no sabor há também a presença de café, toffee, caramelo e castanhas, mas perdem intensidade ante a presença do chocolate. O amargor é leve, e o doce predomina, remetendo ao chocolate ao leite (e não o meio-amargo, como seria de se esperar). Trata-se de uma cerveja que agradará paladares exigentes dentro do seu estilo. E à s meninas que curtem uma cerveja "docinha", mas absolutamente cheia de personalidade. ImperdÃvel. Detalhes
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Brasil
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1 de 1 pessoas acharam esta avaliação útil
Elaborada em comemoração ao primeiro aniversário da Melograno Forneria e Empório de Cervejas, do amigo Edu Passarelli.LÃquido avermelhado, com creme de medianao duração e consistência. No aroma, sobressaem notas bastante cÃtricas -- especialmente grapefruit. Há também sugestões de abacaxi, uvas brancas, laranja e fermento. O lúpulo também dá as caras, mas de maneira discreta. Na boca, o cÃtrico domina todo o paladar, desbalanceando um pouco o conjunto. É aà que o fruto da romã aparece, como se estivéssemos mordendo uma sementinha dela no Réveillon... Sobressai também uma forte acidez, lembrando bastante outros estilos -- a fruit beer ou, mais ainda, a lambic fruit. O final é doce e a acidez continua dominando, com as notas frutadas reaparecendo, especialmente a grapefruit e o abacaxi. Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliJaneiro 17, 2010 Denunciar esta avaliação |
Estados Unidos
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Pra quem espera, à primeira vista, por uma India Pale Ale daquelas lupuladÃssimas, tão tÃpicas da nova escola de cervejas artesanais americanas, surpreende-se. Trata-se de uma breja balanceada e gostosÃssima.O lÃquido é marrom-claro, e o creme levemente bege é denso, persistente e consistente. Sim, o lúpulo assoma os sentidos, tanto no aroma quanto no sabor, com notas intensas de grama e resina. Acontece que, balanceando o conjunto, há o malte, que traz o toffee, o caramelo, o açúcar mascavo (remetendo a rapadura), além de leves sugestões temperadas e de canela. Esse dulçor acompanha toda a degustação, fazendo um contraponto interessantÃssimo ao herbáceo do lúpulo. O corpo é médio e o final é longo e de amargor e secura intensos, deliciosos. Detalhes
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Avaliada por Mauricio BeltramelliJaneiro 11, 2010 Denunciar esta avaliação |
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