Avaliações escritas por Joao Becker
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Analisado por Joao Becker 09 de Abril de 2010
Atualizado pela última vez: 09 de Abril de 2010
Analista Top 1000 -
Cerveja em homenagem ao clube de rugby francês Clermont, presente do Marcelo Rocha, da Colorado.
Uma Strong Golden Ale legítima, bem dourada, com um creme branco, de média formação e boa duração. No aroma malte, banana e floral. No sabor o malte também está presente, junto com um amargor balanceado e gostoso, e uma percepção de coentro. Os 7,2% de álcool não aparecem tanto.
É uma boa cerveja, produzida só uma vez até hoje e que dificilmente é encontrada. Um verdadeiro tesouro cervejeiro, tanto por ser produzida por uma pequena cervejaria do interior da França quanto por homenagear um clube, e principalmente um esporte, nobres pelo que são.
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Analisado por Joao Becker 25 de Março de 2010
Atualizado pela última vez: 25 de Março de 2010
Analista Top 1000 -
Cerveja dourada, de creme pouco denso e de média duração.
No aroma um gostoso cheiro de lúpulo predomina, com alguma coisa cítrica por trás. No sabor o amargor é um pouco maior que o esperado. É até um pouco a mais do que eu aprecio em uma Pale Ale. Quase não tem corpo, é bem seca. Deixa um amargor final prolongado.
Apesar do amargor um pouco exagerado pro meu gosto, tem um bom drinkability.
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Analisado por Joao Becker 24 de Março de 2010
Atualizado pela última vez: 24 de Março de 2010
Analista Top 1000 -
A surpresa já chegou ao olfato quando abri a garrafa. Que aroma de lúpulo agradável!
Cerveja de cor castanho puxado mais pro escuro, de creme bege denso e persistente. Visualmente uma das mais belas que vi.
E as boas impressões não param por aí. No aroma, lúpulo, claro. Um prazeroso aroma herbáceo, bem presente, já indicando o que virá ao ser degustada. No sabor mais lúpulo, realmente mostrando a força dos 85 IBU's. Percebe-se ainda um pouco do malte e um doce agradável e equilibrado, junto com os 11,5% de álcool.
É uma breja feita para os amantes do lúpulo. Fico imaginando o Alexandre, aqui do Brejas, provando essa cerveja.
Como o Márcio Rossi comentou, é uma breja pra ser provada acompanhada de uma boa harmonização. Não dá pra sair bebendo gole atrás de gole.
Fico agora imaginando como devem ser as Dogfish Heads 90 e 120 Minute IPA.
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Cerveja com uma coloração bem escura, creme amarronzado, aparência de capuccino, de boa formação e duração. No aroma malte torrado, café, caramelo e chocolate amargo. Depois de mais aquecida, um bom aroma de lúpulo apareceu. Sabor marcante de malte torrado, café e também chocolate amargo. Médio amargor. Não consegui identificar off-flavours. Uma boa cerveja para o estilo, ainda mais para harmonizar com bolos de chocolate e brownies.
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Analisado por Joao Becker 23 de Janeiro de 2010
Atualizado pela última vez: 23 de Janeiro de 2010
Analista Top 1000 -
Mais uma vez degustei essa cerveja, medalha de prata no último Great American Beer Festival na categoria Hefeweizen. Dessa vez degustada em conjunto com o Paulo Schiaveto e o Marco Falcone.
Não apresenta o aroma característico de banana das WeissBiers alemãs e o fenólico (cravo) é muito baixo e quase imperceptível. Provavelmente podemos chamá-la de uma American Hefeweizen. Possui um aroma de lúpulo bem agradável e tem um forte amargor de retrogosto, que continua por um bom tempo.
A cor é um laranja claro, com boa formação de espuma. É uma cerveja diferente do que estamos acostumados quando tomamos uma cerveja de trigo tipicamente alemã, mas nem por isso deixa de ser uma boa cerveja.
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Coloração vermelha escura, espuma bege densa e de boa duração. Aroma de lúpulo bem evidente e agradável. Lúpulo no sabor também, na medida certa ao meu ver. Deixa ainda um pouco de doce ao final. Muito equilibrada e saborosa. Melhor IPA que já experimentei.
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Bacon! É o que vem à cabeça na primeira vez que se cheira essa cerveja. O defumado está muito presente e é intenso tanto no aroma quanto no sabor, o que pode assustar algumas pessoas. Na minha opinião é uma ótima cerveja. Creme denso e de média duração, de cor avermelhada puxada pro escuro.
Analisado por Joao Becker 26 de Agosto de 2009
Atualizado pela última vez: 23 de Janeiro de 2010
Analista Top 1000 -
Coloração alaranjada clara, turva, com espuma densa e de boa duração. Aroma cítrico e especiarias, assim como o sabor. Bom corpo e boa refrescância. Garrafa e rótulos bonitos.
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Coloração escura e densa, com espuma também densa e de cor dourada, persistente. Aromas de café e chocolate, assim como o sabor. Em comparação com a Guinness Dry Stout achei essa "versão" mais encorpada. É a minha preferida da família Guinness.
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Coloração âmbar, translúcida, espuma de média densidade de cor bege. Aroma adocicado, de malte e leve amargor, que é mais pronunciado no final. A propaganda em torno dela é maior do que a cerveja em si. Gostei do rótulo.
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Coloração âmbar escuro, translúcida, creme denso e de média duração, aroma de lúpulo. Corpo de suave a moderado, sabor de lúpulo como de se esperar em uma IPA. Excelente cerveja. Não me canso de tomar.
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Coloração âmbar, turva, espuma bege densa e persistente, sabor cítrico e maltado. Ótima cerveja tripel, especialmente por ser brasileira feita por pessoas tão especiais para a cultura cervejeira no país.
Acompanhei o nascimento da Monasterium desde a compra das primeiras especiarias no Mercado Central de Belo Horizonte, e do fermento em Buenos Aires, até os envases das primeiras garrafas, ainda na máquina de arrolhar antiga. Tenho orgulho de dizer que arrolhei a primeira garrafa de Monasterium da história (e as outras 5 ou 6 subsequentes).
É uma cerveja fantástica, com embalagem e acabamentos impecáveis. Tanto cuidado só poderia ter vindo da Família Falcone e do mestre Paulo Schiaveto.
A data de degustação é aproximada do que me lembro de ter bebido pela última vez.
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