Avaliações escritas por Bruno Bichiato Mengatti
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Analisado por Bruno Bichiato Mengatti 11 de Dezembro de 2009
Atualizado pela última vez: 11 de Dezembro de 2009
Analista Top 500 -
Olha, esses monges são caras bacanas. Eles fazem cervejas geniais. Foi só abrir a garrafa pro aroma vir gentil pra mim, quase que me contando que eu ia amar essa cerveja. Aroma muito frutado, banana, damasco e algo de frutas pequenas, um doce delas, como um doce de cerejas, blueberry ou jaboticaba. No armoa tinha um pouco de alte de cevada, fenóis do trigo e alguma coisinha (nozes, principalmente) de malte de aveia. Cravo e canela, combinação famosa, adicionavam pra beleza do aroma. Dá-lhe lúpulo, também, evidente.
A cerveja é linda: laranja escuro opaco bem casado com a espuma bege clara, que é bem consitente, do tamanho certo e até bem regular, apesar de bem areada.
Foi tomar o primeiro gole pra vir a festa: a cerveja ocupa a boca inteira leve, rápida e vai entregando o sabor. As fruta volta, damasco, banana e, vá dizer, até algo de maçã, além de um adocicado leve das "berries". Junto, a canela, o cravo, ervas, algo de madeira, um pouco de cevada e grãos adicionando pro amargor puxado - e muito bom - do lúpulo.
O retrogosto é de um amargor marcante, com madeira e ervas (lúpulo marcado), principalmente, evidenciando algum damasco, algo de nozes.
Que cerveja!
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Analisado por Bruno Bichiato Mengatti 07 de Dezembro de 2009
Atualizado pela última vez: 07 de Dezembro de 2009
Analista Top 500 -
O laranja turvo vem muito bem, junto da espuma rica bege - que de bonita que é não dá o ar da graça por muito tempo. O aroma é carregadíssimo de cítrico e aveia, mas se sobrepõe a tudo o abacaxi, o que dá uma cara tropical a essa trippel. Há algums fenóis do malte de trigo também, notadamente a banana. Maltes e algo de especiarias aí junto. O aroma ganha qualquer um.
Na boca ela desce bem, leve e equilibrada. O quê de doce fica bem balanceado com algum amargor da cevada, mas o cítrico acentuado atrapalha um pouco a identidade da cerveja. Algo de especiarias, pão e lavanda (sim, é isso mesmo) marcam o paladar, e deixam o retrogosto doce e fugaz.
Ainda não está no que eu mais gosto em trippels, mas é uma cerveja nacional digníssima. Parabéns aos confrades!
Foi um prazer tomá-la no Bar Brejas!
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Esses padres manjam. Eu estava razoavelmente ansioso por essa cerveja, já que as outras duas Rocheforts me impressionaram bastante. Bom, o irmão mais velho se dá bem na tradição familiar, aqui.
Derrama um marrom escuro, opaco, meio que pantanoso no copo com uma espuma bem formada e duradoura bege. Contava ainda com alguma carbonatação uniforme no fundo do copo.
O aroma veio direto na abertura da garrafa pra me balançar (o que também aconteceu na abertura da Rochefor 6). Veio com romã, ameixa, uvas passas, aveia, trigo, pão e algo de frutas escuras secas.
Foi virar a taça pra boca que a coisa começou a ficar ainda melhor. O sabor primeiro que se destacou foi o licoroso, de quase vinho rubi, com o álcool evidente e marcante, junto com as "berries" (cereja e até algo meio jaboticaba), madeira, algo de cravo, algo de banana, uma risca de coentro e bastante uva passa e um doce marcante de frutas escuras secas. O amargor veio devagar e fraco no retrogosto.
A cerveja é desbalanceada pro doce, mas isso só incomoda em temperaturas mais altas. Essa cerveja tem que ser bebida na temperatura ideal: mais baixa, o álcool esconde muita coisa, mais alta, os açúcares se evidenciam demais. Mas colocou na temperatura certa, vixe...
Amém.
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Corpanzil dourado com uma espuma branca, pequena e fugaz. Ela até tinha mais carbonatação do que eu gosto de ver, pra falar a verdade. Aroma vem com a sensação boa do malte mas puxando forte pra especiarias (especialmente coentro) e alguma coisa de cravo.
O sabor não é fantástico, mais aguado do que eu esperava depois do aroma, mas o que tava fraco tava bom: coentro, cravo, algo de ameixa, banana e até pêssego.
O retrogosto fez a cerveja pra mim: um amargo de renovar o palador com algo de lúpulo e até da levedura, com bem pouco do coentro que dominava antes.
Muito CO2 o tempo todo, não ajudou, e a sensação foi pouco destacada, além da água ter jogado ela demais pro doce. Apesar disso, boa cerveja.
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Cerveja ordinária. Muito clara, quase nenhuma espuma e o aroma veio com malte e lúpulo que quase não apareciam. O gosto, bom... não tinha muito. Lager bem fraca com água demais. Sem nada de retrogosto, quase. Salvava um teco de malte com um teco menor ainda de lúpulo. Nada muito errado, mas água demais pra justificar um nota mais alta.
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É uma Vienna bacana, aroma cheio de malte e até um pouco licoros. O sabor vem carregado de malte de cevada e de milho, com algum lúpulo. Nada demais, mas nada de menos.
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Bonita! O marrom escuro com a espuma marrom clara vai bem. O aroma vem um pouco de café, algo de malte e madeira. O sabor, bom, aí que tá... Pouco café, pouco malte e um azedume frutado esquisito pra caramba que não deveria estar aí se espalha pela boca toda. Sabe, se fosse uma lambic, uma cerveja frutada, mas numa ale marrom? Ainda mais uma ale marrom que gosta de se passar porter? Alguma coisa deu errado: ou com a minha garrafa ou com a receita.
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Cor dourada clara, espuma branca e irregular que desaparece rápido. Alta taxa de carbonação. Aroma não muito agradável e gosto ruim, que quase passa batido com o tanto de água que tem a cerveja. Melhor consumir geladíssima, pra que o gosto não apareça.
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Cerveja aguada ruim. Aroma e sabor de lúpulo ruim, falta amargor. Retrogosto um pouco amargo, álcool muito evidente. Corpo amarelado, com espuma branca irregular que desapare rápido. Tomável, se você quer muita cerveja com pouco dinheiro.
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Das pale lagers (macros) brasileiras, uma das melhores. Corpo amarelo limpido, espuma branca, some rápido, colarinho um pouco regular. Falta armagor, mas tem um que de frutas no sabor que compensa o fato. Água na medida certa, mesmo sendo uma cerveja bastante refrescante.
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Dourada, mais opaca que a maioria das pilsners brasileiras. Colarinho branco, um pouco mais persistente que outras brasileiras, não muito regular. Aroma suave de lúpulo e malte. Bom sabor de lúpulo, com sabor de malte bem irregular ao tomá-la. Minha garrafa e a de um amigo tinha um pouco de resíduo de malte, provavelmente, que proporcionou um bom último gole.
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Cerveja aguada entediante. Falta amargor. Na realidade, falta qualquer sabor, praticamente. Tende a ser mais água colorida que cerveja.
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Corpo marrom escuro, com espuma bege pouco persistente. Cheiro de malte mediano, com sabor leve maltoso. Gosto doce, com retrogosto levemente amargo. Muita água na cerveja, mas é tomável.
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Corpo marrom escuro bem profundo. Espuma bege escura, realmente um pouco densa, mas não muito persistente. Médioa a forte cheiro de malte torrado. Bom gosto e amargor de malte torrado, notas de caramelo aparecendo pouco, não muito bem balanceado. Retrogosto amargo médio, não dura muito. Boa cerveja.
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2008: Cheiro muito bom, forte de malte torrado e café. Espuma marrom escura, pouco persistente, mas bem regular. Cheiro de lúpulo também bem evidente. Gosto forte de malte torrado, café e notas de caramelo evidentes. Retrogosto forte e durador de café, muito bom. Com o aumentar da temperatura, o caráter doce aumenta também, mas nada que faz uma grande diferença. Boa stout.
Em 2009 tomei uma bem mais fraca e diluída que essa. A nota ficaria em cerca de 2.1, mas pra postar aqui a diferença teria que reavaliar com mais atenção.
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Corpo cobre, com espuma branca opaca, de duração média. Sabores frescos e límpidos, notas de frutas cítricas, frutas frescas. A aveia aparece sempre, mas sutil. Pouco retrogosto, quase inexistente. Cerveja não muito amarga, na realidade muito refrescante, parece cair muito bem com comida do dia-a-dia. Boa cerveja.
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Corpo de cor densa de chocolate escuro, mas não muito denso ele mesmo. Espuma marrom irregular, desaparece rápido. Aroma leve de malte torrado, lúpulo e algo de doce, talvez caramelo ou chocolate amargo. Sabor fraco de malte torrado e chocolate amargo, mas retrogosto amargo bom e duradouro de chocolate. Pouca doçura no sabor em geral. Cerveja boa.
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Um corpo dourado legal, espuma branca, some rápido. Corpo ou espuma pouco densos. Aroma forte de cereais com um toque cítrico. O sabor é praticamente o mesmo, com alguns sabores de lúpulo. Bastante amarga, com um retrogosto amargo bom. Cerveja de massa legal, nada além.
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O cheiro fraco de malte torrado e um pouco doce não me preparou pras toneladas de açúcar que iam entrar na minha boca. Anarquia de caramelo, nessa cerveja. O pouco amargor do malte é muito tímido pra aparecer direito atrás das paredes gigantes de açúcar. Corpo cor de café, com espuma bege que some rápido, e açúcar o bastante pra assar um bolo.
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Cerveja ok. Aroma leve de lúpulo, um pouco de frutas, um pouco ácido. Corpo dourado, espuma branca, que dura bem. Carbonação mais alta do que eu gostaria de ver, corpo com mais densidade do que eu esperava, mas nada demais. O gosto é bem suave, de lúpulo, um pouco de malte, com retrogosto amargo e um pouco frutoso. Pilsner legal pra churrasco!
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