Esta é nada mais nada menos que a criadora do seu estilo, Pilsen.
Amarela intensa - mas não dourada, formou um creme branco e médio na altura, de boa duração. Muito lupulada tanto no aroma como no sabor. Primeiros goles raspam um pouco na garganta, mas faz parte da experiência de muito lúpulo. Como diz no próprio rótulo, tem momentos de doçura, o que a faz realmente surpreendente. A forca do malte faz a diferença, balanceando muito bem com o amargor do lúpulo. Em alguns momentos chego a sentir um leve tostado, como se fosse um caramelo levemente queimado.
O retrogosto é refrescante de lúpulo com um toque cítrico, mantendo lá no fundo o sabor do malte
Acredito que seja a Bohemian Pilsner mais intensa que eu já provei, com um balanço de lúpulo e malte que dá gosto de ver. Super maltada, porém não enjoativa, principalmente por não sei muito doce, apesar do dulçor estar sempre ali, e também não tem o amargor que atrapalhe.
Pra quem estiver procurando uma cerveja leve, não é essa aqui.
Mas com certeza é, se não a melhor, uma das melhores Pilsners que já provei.
Referência entre as Pilsens, tenho degustado mais vezes nestes últimos meses, ou melhor, não tem faltado no stock de jeito nenhum. Pilsen de destaque tcheca. Excelente drinkability. Aroma lupulado típico e malte agradável. Nada mais do que uma autêntica pilsner ! Vai muito bem com petiscos, bolinhos de bacalhau, cucus, etc... Exata.
Coloração dourada, com espuma branca de média formação e duração. Presença equilibrada de malte e lúpulo, com um suave floral no aroma. Corpo leve. Final amargo. Refrescante. Na versão pressão ela não se mostrou tão boa como na versão garrafa.
Creme branco, denso e consistente. No aroma e no sabor, generosas quantidades de lúpulo perfumado e malte. Final longo e levemente adocicado. Ótima drinkability. Trata-se de uma breja perfeitamente inserida dentro do seu estilo. Uma Pilsen verdadeira, enfim.
Dourada,límpida,espuma com boa formação e manutenção,aroma sensacional com floral dos lúpulos Saaz vindo a tona,no sabor tão bom quanto o aroma destaque-se o belo equilíbrio entre o dulçor do malte Pilsen e o amargor e refrescante dos lúpulos,corpo médio,,alta carbonação,final seco ligeiramente amargo. Ótima cerveja,uma referência para o estilo.
É impressionante a diferença entre a Pilsner Urquell e as chamadas “pilsens” das grandes cervejarias. Realmente são estilos distantes, não diferentes propriamente dito, pois compartilham das mesmas características, porém muito distantes em termos de intensidade de aromas e sabores. As cervejas “de massa” que se autodenominam como pilsen são, na realidade, versões muito mais diluídas da verdadeira pilsen. São aguadas, com pouquíssimo sabor, quase nada de lúpulo e de amargor e praticamente nenhum aroma. A Urquell, em compensação, encontra-se do outro lado da escala. Sua coloração é dourada, translúcida e brilhante e sua espuma medianamente cremosa e que forma um colarinho perene e que acompanha o líquido com uma camada fina até o último gole. O corpo é de leve para médio, maltado e a carbonatação é na medida. O aroma do lúpulo saaz combina perfeitamente com os aromas de cereais e pão. O sabor é agradavelmente amargo e equilibrado com o leve adocicado do malte, com aftertaste também amargo e duradouro, clamando por mais um gole. Definitivamente uma das principais representantes desse estilo que inspirou o sucesso das cervejas comerciais pelo mundo afora.
liquido amarelo translucido, boa carbonatacao com espuma grande, bem aerada de pouca duracao
aroma lupulado
corpo leve com sabor também lupulado em equilibrio com malte. retrogosto o amargo
muito boa drinkability
Uma Bhoemian Pilsener onde realmente o lúpulo predomina, mas que o malte se faz presente no final do gole. Ela é uma perfeita representante do estilo, sendo ótima pra quem quer conhecê-lo ou pra quem é fã.
Ainda mais pela história (contada abaixo) que faz com ela represente muito para o mundo cervejeiro.
Ela tem cor amarelo sem ser brilhante, espuma de média formação que torna-se uma camada fina e persistente.
O aroma é predominantemente floral do lúpulo saaz, no entanto o malte se faz presente.
O sabor é o mais lupulado das brejas do estilo que este degustador já provou, mas não é adsringente, pelo contrário, desce equilibrado pelo malte e faz valer toda a fama dessa breja, pq mesmo sendo mais lupulada, ela consegue um amargor agradável e sem pegar na garganta, agradando a todos os paladares de amargor numa breja, merecendo ter virado estilo e ser copiada até hj.
O retrogosto é de média duração, mais pra seco, limpa a boca e pede um novo gole. Ótima drinkability.
O fato é que, na minha opinião, outras cervejas do estilo já superaram ela tanto no aroma, quanto no sabor, mas que ela é ainda uma ótima breja e sua história e representatividade no mundo cervejeiro fazem dela uma referência e uma breja pra sempre ser lembrada e... degustada.
História da Pilsner Urquell - Até 1840 a maioria das cervejas fabricadas na Boêmia, região da atual República Tcheca, eram Ales (alta fermentação) de cor escura e turvas. O padrão destas cervejas variava muito em sabor e qualidade, o que causava insatisfação nos seus consumidores. Em 1839 os cidadãos da cidade de Plzen (Pilsen) fundaram a Bürger Brauerei (cervejaria dos cidadãos) com o objetivo de fabricar cerveja segundo o estilo da Baviera, região da atual Alemanha. Os cervejeiros da Baviera já possuíam experiência na fabricação de cervejas utilizando a estocagem em baixas temperaturas dentro de caves utilizando fermento Lager (baixa fermentação), resultando em cervejas mais claras e transparentes.
A Bürger Brauerei contratou o cervejeiro da Baviera Josef Groll que no dia 5 de outubro de 1842 produziu a primeira leva de uma cerveja que daria início a um novo estilo. Esta cerveja foi a Pilsner Urquell, uma cerveja de cor dourada, límpida e brilhante com um ótimo perfil de lúpulo. Esta foi a primeira "Pilsen" da história. Vários fatores ajudaram no surgimento deste novo tipo de cerveja. O controle sobre o processo de malteação permitiu que maltes mais claros pudessem ser obtidos, resultando em uma cerveja de cor mais clara, dourada, diferente das cervejas escuras mais comuns na época. A presença de ingredientes de boa qualidade como a água com baixo conteúdo de minerais de PLZEN, conhecida como água mole, ideal para a fabricação deste tipo cerveja, os maltes da Boêmia e da Morávia e o lúpulo da variedade Saaz da região de Zatec. Na época, a popularização de copos de cristal permitiu que as pessoas pudessem ver e apreciar a cor do que estavam bebendo. A cor dourada daquela nova cerveja contribuiu muito para que ela se tornasse um sucesso.
Muitas cervejarias passaram a tentar reproduzir aquela cerveja. Hoje a maior parte da cerveja consumida no mundo é denominada pelos seus fabricantes de Pilsen, apesar de que elas não são parecidas com a Pilsen original de Josef Groll, a não ser pela aparência. A palavra Urquell significa "original", portanto Pilsner Urquel significa a cerveja Original de Pilsen.
Nota da história: http://paraquevocerveja.blogspot.com.br/2009/05/pilser-urquell.html
Dourada de creme elevado, denso e de média persistência.
Pilsner diferenciada de início amargo e retrogosto doce. Elevada carbonatação. Malte notório. Lúpulo no ponto. Bem típica.
Aroma lupulado um toque floral.
Amarelo mais opaco que a maioria das outras do estilo, espuma persistente.
Amargor característico quase sem espaço pra mais nada, um leve floral como no aroma.
Não é por menos que esta é "a" Pilsen e a sensação na boca é a prova disso.
Como não é meu estilo preferido e não sou dos degustadores mais experientes, já gostei mais de outras Pilsens. Mas indiscutivelmente não é uma cerveja comum!
Apreciada em uma taça do tipo flauta. Apresenta-se com muita efervescência formando uma espuma muito cremosa entre o branco e o creme, a qual não persiste por muito tempo. O líquido tem a cor encantadora da cevada crua no campo ao entardecer, ou seja, entre o dourado e o amarelo. Linda apresentação. Com aroma doce de malte e de frutas tropicais provavelmente não só pela lupulagem. Mas muito linda mesma é essa breja no palato. Dulçor típico de cerveja muito maltada. Traz a sensação de ser uma refeição líquida. Ao beber me lembrei das sensações de saciedade do pão integral com queijo gouda/gruyere ou ainda fruta carnosa como pêssego! Tem um corpo médio apesar de ter caráter inconfundível. Impressionante o Drinkability dessa dourada. A melhor lager que já provei. Bem justo, afinal ela que inventou o estilo Pilsen! Excelente Breja.
Um clássico, tão agradável que dá vontade de ter sempre uma geladeira cheia só dela! Líquido dourado escuro, creme branco/ bege claro, de ótima formação e duração. O aroma floral que vem do lúpulo é uma delícia, e sente-se também agradavelmente o malte. No paladar, um início maltado e adocicado, bem gostoso. O amargor aparece sem exagero, mas muito gostoso. É difícil saber se o final é só amargo ou se tem um pouco do adocicado também, mas a sensação que fica na boca depois é do lúpulo. Apesar da baixa carbonatação, achei legal como ela é levemente sedosa. No geral, refrescante e bem a cara de uma top do estilo. Demais!!!