Garrafa bem bacana, com lacre de cera que proporciona um belo ritual em sua abertura (aquecendo cuidadosamente a cera, até que ela se desfaça e permita sua degustação). E só...
Como me disse uma vez o amigo e nanocervejeiro Filipe Fernandes Machado (Pantagruel Nanocervejaria), uma cerveja boazinha, que não tem nada de especial.
Dourada, 6,7 % de graduação - perceptível - quase sem espuma, aroma inexpressivo e sabor que remete a pão, malte (principalmente) e coentro.
No mais, depois de recomposto o lacre (treine primeiro para não espalhar cera vermelha pela casa toda), dá um belo item de decoração para o seu bar/estante (ou seria estante bar ?).
Garrafa lacrada à cera e de bela impressão visual. Com baixa carbonatação, no copo apresentou-se translúcida e acobreada. Espuma de média intensidade e de longa persistência. Os aromas de pão e dos maltes são os que se sobressaem. No paladar, novamente aromas maltados, pão e, aparentemente, coentro. O retrogosgo doce do malte é perceptível e nota-se, também, o álcool.
O rótulo sóbrio e encaixado ao tema medieval, combinado à tampa "lacrada" por um selo de cera, chamam à atenção. Com coloração dourada escura, translúcida e com creme branco de média persistência. Aroma de frutas cítricas, principalmente damascos. Na boca, bastante damasco, mexerica e considerável álcool, dando calor ao conjunto. Excelente Blond Ale.
Notas de açúcar, mel, pão doce, casca de laranja, frutas cristalizadas, geleia de frutas amarelas, cravo e leve canela estão presentes nessa interessante receita. Pelo preço geralmente praticado na cidade do Rio de Janeiro (20 reais para cima), achei o custo benefício ruim se comparado a Leffe e Maredsous.