Chocolate, maltada, toffe, ameixa, leve torrado, álcool não senti, doce baixo, seca e final frutado.
Não sei por que não esperava muito dessa cerveja não, mas surpreendeu. Muito gostosa e o álcool não aparece.
Ótima com provolone e outros queijos mais curados...
- Coloração cobre turva.
- Espuma bege e fofa, de baixa formação, cerca de um dedo, mas boa permanência, deixando fina penugem até o final e marcando as laterais da taça.
- Aroma bem proeminente de frutas secas e negras, destacando nozes, avelã e ameixas. Notas marcadas de caramelo/toffe também.
- Sabor inicialmente marcado pela potência dos maltes, com um dulçor aveludado de frutas negras, cristalizada, cereja, caramelo e mel queimado. Em seguida, suaves notas torradas.
- Final suavemente torrado e quente.
- Textura aveludada, semi-licorosa, carbonatação e corpo moderados.
Melhor nacional no estilo. Uma Doppelbock para bater de frente com as alemãs!
Na taça apresentou uma coloração marrom escuro com nuances avermelhados e um creme bege de média formação e baixa persistência.
Aroma medianamente intenso com caramelo tostado, algumas notas torradas e álcool aparente.
Na boca o caramelo tostado faz a base com sentidas notas açucaradas, algo torrado e um certo DMS. Algo de pimenta e um quê defumado acabam meio perdidos nos maltes. O final é amargo torrado e com álcool bem aparente. Aftertaste com notas licorosas e caramelo tostado. Corpo médio e baixa carbonatação.
No conjunto uma doppelbock agressiva (doce e quente) e com baixa drinkability.