Vidro comprido e elegante, o rótulo possui desenhos típicos de cervejas alemãs, a apresentação é agradável. No copo ela se mostra uma verdadeira alemã, de cor típica e sabor tradicional, mas não comum. Equilíbrio é seu ponto positivo, seu sabor moderado e aroma suave a transforma numa experiência fantástica, perfeita para aquele apreciador novato que busca o que não encontra! Uma favorita! Seu efeito é mais longo do que o comum e diferente de todas que já esperimentei. Enfim, imperdível para um apreciador de cervejas alemãs.
De rotulagem tradicional para o estilo sulista da Alemanha, com os brasões e a imagem daquele que é referencia a ordem monástica produtora. Sem grandes detalhes até aí. Apreciada em uma taça Weizen da vizinha Schwaben Bräu apresentou um volume turvo e opaco de cor dourada. Espuma branca, de aspecto muito cremoso e de media persistência. No nariz aquele agradavel excesso de frutas como a Banana um certo dulçor tipico de queijos meio duros como Gouda e Gruyere. No palato há cremosidade e refrescância anteriormente e ainda secura e citricidade no posteriormente. Corpo suficientemente grande para evitar excessos no Drinkability. Weizenbock só no teor alcoólico, pois afinal ela é muito leve dentro do estilo. EXCELENTE breja!
De cor dourada um pouco turva com espuma de mais ou menos 2 dedos. Aromas de limão, banana, cravo, maçã. Cerveja que apresenta equilíbrio entre seu teor alcoólico e sua refrescância, não é uma cerveja pesada.
Cor dourada alaranjada levemente turva com bastante bolhas subindo e alimentado uma espuma densa resultando em uma muito boa duração.
Aroma tradicional de banana e cravo, mas com toques de licor e chiclete.
Sabor picante e relativamente maltado com notas de cravos, limão, maltes tostados, trigo e banana. Toques de citrus, mel e chiclete. Retrogosto seco.
Corpo médio com boa carbonatação, 7.7% ABV está bem inserido.
É como uma Hefeweizen turbinada em álcool e maltes tostados. Muito, muito boa. Deixe-a esquentar um pouco e bem vindo à primeira classe.