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Cidade Imperial

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Olá Galera!

Tomei uma cerveja chamada Cidade Imperial, de Petrópolis (como se faz cerveja lá!).

É uma cerveja clara, tipo pilsen premium, de baixa fermentação, e com 4,5% de álcool.

Tem espuma inicial grande e branca, de média duração. É amarela e clara.

Seu sabor é levemente amargo de curta duração.

Leve, com textura oleosa, dá aquela sensação de abraço na boca. Pouca carbonatação, sem agredir.

 Seu aroma trás pouco de malte, pão branco e caramelo. Lúpulo leve. Tem um quê de doce, manteiga e, de acordo com a patroa, bala de café.

Para mim, sua nota foi 2,4.

Abração,

 Menke : )

A Raamsteeg e suas pérolas !

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Sabemos que em terras baixas holandesas degusta-se também cervejas de excelente qualidade. O país portuário que é completamente enquadrado pelo emaranhado de centenas de canais oferece abundância em produtos importados de todo o planeta, mas também apresenta ótima qualidade nas cervejas locais. Um bar holandês tem realmente seu charme singular, na maioria das vezes é extremamente agradável, confortável e rico em espécies. É verdade que lá você encontra bares de todos os tipos possíveis, espirituosos, criativos em geral no acolhimento, nas informações visuais e na simpatia local. A cidade de Amsterdam por exemplo, em sua numerosa diversidade, oferece pérolas degustativas em ambientes variados. Não por acaso, é dentro de uma das regiões mais simpáticas de Amsterdam que se encontra a ruela Raamsteeg, onde me deparei esta semana com uma bicicleta de entregas que me chamou particularmente a atenção, pois estava encostada em frente ao “armazém de cervejas” chamado Cracked Kettle e sustentava em sua frente uma caixa de garrafinhas escuras de cervejas onde estava escrito: Westvleteren! Não preciso descrever tamanha euforia que tomou conta de mim neste dia, afinal encontrar esta cerveja não é tão simples assim, ja que é vendida exclusivamente e apenas em unidades na Abadia de Saint Sixtus no oeste da Bélgica, como relata na invejável visita descrita alguns textos abaixo o confrade brejeiro Mau.

Raamsteeg

Aí está a Raamsteeg e seu bierhuis mais que bem localizado!

Cracked Kettle

Raamsteeg bike

Visões de Amsterdam !

Ali então… encontrei muitos ótimos rótulos reunidos, fiquei um pouco perdido com tantas escolhas, mas naquele momento o que me interessou mesmo é claro foram as três Westvleteren, vendidas a 7,90 euros a garrafa(finha), e ainda levei três excelentes cervejas holandesas, que valem serem degustadas ! Eram elas, uma Christoffel bier dubbel, uma Czaar Peter e uma Natte blue.

Vale ainda anotar, que na mesma rua e bem em frente ao “armazém de pérolas” encontra-se também um excelente bar onde pode-se degustar muitos dos rótulos oferecidos do outro lado da rua, numa atmosfera não menos holandesa como belga.
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O bar onde pode-se degustar muitos dos rótulos oferecidos do outro lado da rua.

Na vitrine do bar já vemos alguns rótulos oferecidos pela casa.
Miga com a difícil tarefa de escolher algumas entre todas estas !
Miga com a difícil tarefa de escolher algumas entre todas estas !


Esta Westvleteren abt 12, foi degustada naquela noite.

Passagem por Genebra foi histórica!

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Foi na tarde do último sábado dia 10 de novembro que aconteceu finalmente a comentada degustação de Trapistas em Genebra com brejeiros aparecendo de todas as partes. As condições estavam mais que favoráveis e as cervejas puderam ser conservadas em temperaturas ideais porque foram deixadas na sacada do apartamento numa tarde que ja fazia 5°C, 6°C .

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Após encontro triunfante no Les Brasseurs que fica em frente a estação central de Genebra, os brejeiros se esquentaram com curiosidades Suiças, para então estourarem a rolha de uma Garre comemorativa de 20 anos, a qual espalhou espantosa satisfação na mesa e foi seguida de tripels como a Karmeliet, Carolus ou mesmo uma St Bernardus Tripel! Tudo isso aconteceu do lado de fora, no frio.

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Após necessaria “forrada de estomago” e estratégica mudança de mesa , desta vez dentro do apartamento, iniciou-se os trabalhos de degustação das Trapistas. Na deliciosa tarefa estavam presentes as três Westvleterens, as duas Achels, as duas Westmalles, as três Chimays, as três Rocheforts, a única Orval e as quatro La Trappes tradicionais, assim como os respectivos 7 copos originais.

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As análises e comparações foram variadas e numerosas, os brejeiros puderam tirar dúvidas de apreciações e estarão em breve publicando seus comentários e as tabelas de notas registradas!

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