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		<title><![CDATA[Borck Malzbier - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
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								<title><![CDATA[Borck Malzbier: ]]></title>
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				<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 13:13:21 +0000</pubDate>
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				<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 10:59:56 +0000</pubDate>
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Na busca dessa resposta comprei um exemplar e fui atrás da história, que você poderá ler a seguir.

Instalada no município de Timbó, Santa Catarina, a "Borck" é uma das pioneiras na ascensão do movimento artesanal cervejeiro dos últimos 20 anos. Tudo começou em 1995 quando seu fundador, Brunhard Borck, saiu do Banco do Brasil  disposto a abrir um negócio. Provido de informações do Sebrae sobre como montar uma microcervejaria, ele partiu para Europa onde conheceu fábricas na Itália, Alemanha e Hungria. Numa época em que tudo relacionado a produção de cerveja era difícil, foi lá mesmo na Hungria que ele encontrou não só os equipamentos necessários como também o mestre cervejeiro, Zoltan Yhaz.

A inauguração da cervejaria Borck se deu em 1996 e o começo não foi fácil. O paladar brasileiro ainda não estava preparado para o sabor das cervejas de alta fermentação que produziam. Consequentemente, aceitação do público em geral foi baixa. Assim, para que o negócio não afundasse, tornou-se necessário adaptar as receitas para estilos que o povo estava habituado, como um chope tipo 'Pilsen' e, mais tarde, uma 'Malzbier'. 

Hoje a cervejaria conta com 4 estilos (Pilsen, Malzbier, Weizenbier  e Red Ale) os quais distribui na maior parte em forma de chope por toda a região.

Apesar da descrição no site afirmar se tratar de uma receita "puro malte", o rótulo aponta o uso de cereais não maltados e carboidratos. Uma incongruência de informações que precisa ser corrigida na página. A receita também inclui corante caramelo.

Líquido castanho escuro; no copo forma espuma bege clara de média formação e baixa retenção. 

Aroma suave de malte salpicado por notas artificiais de caramelo com intensa presença de 'DMS' e forte pegada de milho cozido. Complicado.

Na boca mostra corpo baixo-médio de carbonatação intermediária. Essencialmente doce, seu paladar vem saturado por essência artificial de caramelo e xarope de milho. A percepção de lúpulo é mínima. O final segue assombrado pelo incômodo 'DMS' - dessa vez em forma de repolho cozido - resultando numa cerveja cheia de arestas de 'drinkability' comprometida.

Juro que minha intenção era a de - finalmente - encontrar qualidades numa 'Malzbier'. Não foi o que aconteceu. Tal como tantas outras que temos no mercado, a versão artesanal da Borck é apenas mais do mesmo. Que pena.				]]></description>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2015 02:28:44 +0000</pubDate>
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