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		<title><![CDATA[Cervejas dos Estados Unidos - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
		<description><![CDATA[RSS Feed do Ranking de Cerveja do BREJAS]]></description>
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								<title><![CDATA[Dogfish Head Theobroma: ]]></title>
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				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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				<img src="https://www.brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/c4/c0/d1/1497_DogfishHeadTheobroma_1305228905.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Dogfish Head Theobroma" title="Dogfish Head Theobroma" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Temperatura de degustação: Dez graus Celsius.
Cor: Cobre turva.
Creme: Média formação de creme bege que se desfaz muito rapidamente sem deixar rastros.
Aroma: Amadeirado, caramelo, mel,  maltado e leve frutado que remete a uvas brancas.
Sabor: A breja em si apresenta as características de uma boa doppelbock, tanto no aroma quanto no sabor, que apresenta-se predominantemente adocicado ao longo de todo o gole, com final de baixo amargor e secura de baixa a média intensidade, porém persistente. O retrogosto remete ao adocicado do caramelo e malte presentes no aroma. O álcool aquece, porém apresenta-se muito bem inserido. Fora o caráter predominantemente maltado/ adocicado não percebi nada do cacau utilizado na receita. Boa breja.  				]]></description>
				<pubDate>Sat, 02 Aug 2014 16:48:46 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Dogfish Head Theobroma: ]]></title>
				<link>https://www.brejas.com.br/cerveja/estados-unidos/discussions/review?id=31658</link>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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				<img src="https://www.brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/c4/c0/d1/1497_DogfishHeadTheobroma_1305228905.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Dogfish Head Theobroma" title="Dogfish Head Theobroma" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Mais uma da série "arqueológica" da Dogfish Head.
Bonito rótulo, bem trabalhado.
Cor âmbar, límpida e brilhante, com algumas partículas em suspensão.
Espuma branca de boa densidade, boa formação e média duração.
Aroma de malte, adocicado,frutado, especiarias, leve toque de cacau e chocolate, presença de uvas brancas e algo cítrico, mel e álcool. Aroma de certa complexidade, porém fraco.
No paladar malte, adocicado, mel, leve toque cítrico e álcool muito pronunciado. Corpo médio, com baixa carbonatação e final adocicado.
Vale mais pela curiosidade de provar e pelo marketing, pois a cerveja em si não é equilibrada nem muito complexa, além do mais os aromas e sabores de cacau e chocolate são muito discretos. 				]]></description>
				<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:41:26 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Dogfish Head Theobroma: ]]></title>
				<link>https://www.brejas.com.br/cerveja/estados-unidos/discussions/review?id=23300</link>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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				<img src="https://www.brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/c4/c0/d1/1497_DogfishHeadTheobroma_1305228905.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Dogfish Head Theobroma" title="Dogfish Head Theobroma" class="jrMediaPhoto" align="right" />				A Theobroma é a versão da Dogfish Head para uma bebida asteca, um fermentado à base de cacau cujos restos foram encontrados em Honduras e passaram por uma análise química que revelou traços de cacau, chili, mel e annatto (uma semente aromática). Trata-se de uma reinterpretação livre da cervejaria inspirada na arqueologia, entenda-se; mas, afinal, não se trata sempre de uma reinterpretação quando falamos em conhecimentos históricos e arqueológicos? Neste caso, ela destoa bastante do que normalmente esperaríamos de uma cerveja que leva cacau (em pó e em lascas); em primeiro lugar, porque tem coloração clara, e também porque tem um perfil que se destaca muito mais pelo frescor do que pela torrefação, praticamente ausente. É uma cerveja extremamente inusitada, tanto na sua receita como nas suas características sensoriais, mas se eu tivesse de aproximá-la de algum estilo existente, diria que é semelhante a uma tripel. Na taça, apresentou uma bonita cor dourada clara e transparente, com bom creme branco, persistente. Apresenta uma enorme complexidade de aromas, presumivelmente advindas tanto das leveduras quanto dos vários ingredientes adicionados à receita (os mesmos identificados nos restos arqueológicos), com muito frescor. Há notas evidentes, suponho que de ésteres, remetendo a chiclete e Fanta uva, acompanhados de um intenso mentolado (que se combina ao chiclete e dá a impressão de chiclete de menta) e de algo condimentado e cítrico, que lembra sementes de coentro. Um pouco mais suaves, percebem-se notas de carambola, e um toque mais rústico e salgado sugerindo sal de frutas (indicando possivelmente atividade de leveduras do gênero Brettanomyces) complementa sua complexidade e quebra corretamente o delicado frescor. O malte é bem presente no sabor, com uma forte riqueza final remetendo a pão e um toque de mel - que pode também vir talvez do mel usado como ingrediente, diga-se de passagem. O lúpulo aromático é mais discreto no conjunto, mas pode ser percebido e apresenta notas cítricas de limão. Muito complexo, e muito diferente de tudo o que eu já havia provado em uma cerveja. Se a intenção da Dogfish Head era surpreender, hell yeah, eles conseguiram. Predomina a doçura maltada, mas bem equilibrada por uma acidez bem relevante, com uma amargor mais suave e um toque salgado até considerável. Essa acidez e salgado, aliada ao aroma de Brettanomyces, me fez considerar a possibilidade de haver fermentação espontânea, ainda que suave, nesta cerveja. A entrada é doce e ácida, com um final em que o amargor equilibra a doçura dominante, com um retrogosto de média duração com pão, menta e carambola. O corpo é leve para médio, com textura acetinada, e ela tem uma agradável leveza na boca - tanto que eu me surpreendi quando constatei o teor alcoólico de 9%, que não se adivinha. Gentilmente compartilhada conosco pelo confrade Jon, esta Theobroma é uma experiência singular, uma bebida que decididamente é uma cerveja (e não um fermentado asteca de cacau), mas bem diferente de todas as outras cervejas que eu já provei. Suponho que os ingredientes adicionados à receita tenham muito a ver com essa peculiaridade, mas é muito difícil identificar positivamente qualquer um deles. Acho plausível que o processo de fabricação inclua elementos de fermentação espontânea (embora a cervejaria não mencione nada a respeito), mas eles são bem discretos, quebrando o frescor dominante de forma sutil e tornando o resultado final ainda mais complexo. Se "Theobroma" é a "comida dos deuses", então os deuses astecas agradecem a oferenda!				]]></description>
				<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 20:17:27 +0000</pubDate>
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