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Stone RuinTen IPA (Ruination 10th Anniversary)

Felipe Marques 26 de Dezembro de 2012
 
4.4 (6)
2034   0   3  

Avaliações dos usuários

2 avaliações com 5 estrelas

6 avaliações

 
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Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
9/10  (6)
Aparência 
 
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Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
8/10
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5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Coloração âmbar alaranjada com creme branco de boa duração que também formou alguns véus no copo. Aroma de base maltada, cítricos de maracujá com notas também de especiarias. Sabor acompanha, com a base de malte dando um bom suporte a um amargor bastante intenso; sabores de maracujá, notas de pimenta, final quente do álcool que é muito bem colocado. Corpo médio e boa carbonatação. Uma cerveja sensacional.

Detalhes

Degustada em
01/Janeiro/2016
Envasamento
Volume em ml
600 ml
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Avaliação Geral 
 
4.7
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
19/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
10/10
A aparência da Stone Ruination IPA veio âmbar, caramelada, sem transparecer nenhuma limpidez e com leves reflexos dourados na base. Sua espuma um pouco bronzeada teve uma criação baixa, retenção alta e levemente cremosa, que caiu sujando os lados e fixando com metade de um dedo de espessura. Aroma veio com uma lupulagem alta e indecente. Notas resinosas/oleosas de pinho iniciais, seguidas de frutas cítricas e frescas de laranja, mexerica, grapefruit e limão siciliano, notas herbáceas também aparentes de capim e gramíneas. Os maltes surgem com boa parelha, mas ainda coadjuvantes no conjunto, extraindo boas notas carameladas, de doce de leite, toffee e ainda por fim uma rapadura. Um pouco de tostado no conjunto. Uma sensação final plena de vitamina C e óleos essenciais. O sabor começou bem agridoce, como se à frente tivesse acabado de sorver um suco de grapefruit de caixinha (já que toranja não tem no Brasil e seria impossível tomar direto da fruta, né?). Segue essa sensação de frutas cítricas, já antevistas no aroma, e a pegada oleosa/pungente se mantém graças à resina extraída dos lúpulos americanos que tanto associam ao “pine” (também americano). O amargor seria alto e intragável, seria se a base maltada não fosse tão aguerrida. Mas o amargor consegue ser suculento, convidativo e até insaciável, nos ansiando por mais e mais goles. O herbáceo tentou vir com um toque gramíneo, mas se perdeu com tanto frutado fresco e com o caramelo. Além dele, os maltes extraíram um tostado quase persistente, doce de leite e toffee, e, (acredite!) toques leves de chocolate e cacau (?). O corpo foi médio a alto, com grossura aveludada. A carbonatação foi bastante presente e quebrou a maciez, “crackeando” a sensação na boca. O final foi sequíssimos, acompanhando de perto a pungência e o repuxar da boca como se esterilizada (e pronta pra outra?). No retrogosto voltam o amargor perdurando, muita laranja e um caramelo delicioso! Uma das melhores Double IPAs que tive a felicidade de provar. Muito lupulada como manda o figurino, mas também bem equilibrada (o que é estranho, já que se esperam extremismos) terminando por deixar aquele sorriso de orelha a orelha no hophead. E cadê os 10,8% de álcool? R-E-C-O-M-E-N-D-A-D-A-!

Detalhes

Degustada em
27/Abril/2013
Envasamento
Volume em ml
650 ml
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