Confesso que sempre torci o nariz para as weissbier. O ácido "sempre doce" dessas brejas nunca me empolgou. A Schneider trás essa pérola deste inusitado estilo, que outrora poderá ser chamado de Hopfenweizenbock ou Dopplehopfenweizenbock, como os alemães adoram, ao juntar os sufixos, prefixoss e tudo mais.
Líquido belíssimo, âmbar, turvo, com presença flutuante do fermento. Carbonatação absurda e belíssimo creme, típico do estilo. O aroma se desprende muito bem, com presença de fermento e ésteres frutados salpicantes: abacaxi, manga, laranja. O sabor acompanha o aroma, sendo suavemente adocicada no início, com um amargor bem fresco buscando equilíbrio e, lógico, a acidez no fim do palato. Álcool muito bem inserido, aquecendo o gole. Corpo mediano.
Belíssima breja. Belíssimo estilo. Muito equilibrada e balanceada. Aposte sem dó!
Cerveja de coloração caramelo claro, turva e com boa formação de espuma (de boa estabilidade).
Aroma delicioso herbal de lúpulo, citrico (casca de laranja) e adocicado (açucar mascavo).
No paladar é predominantemente doce e equilibrada na acidez e amargor.
Sinceramente é uma cerveja me espantou muito no aroma (diria que é um dos mais agradáveis que senti em uma cerveja tipicamente de trigo), mas que não acompanhou com tanta proeza no paladar. É muito agradavel, mas tem baixo drinkability e talvez seja melhor aproveitada em um jantar harmonizado. Mas com certeza vale a degustação!
O aroma é complexo e adocicado, sente-se banana e anis. O paladar adocicado se mistura com o alcool (8,2%) e o amargor causado pelo lúpulo. Excelente cerveja alemã.
Uma cerveja de trigo lupulada assim como a Hop Weiss da BodeBrown. Prefiro a nossa representante tupiniquim, mas a idéia de lupular o trigo é interessante, porém eu, amante das cervejas de trigo, prefiro elas originais ou em suas versões dunkel, porque o lúpulo sobrepõe seus deliciosos sabores e aromas de cravo e banana e tira um pouco da leveza tão característica das weiss.