Infelizmente ela fica sob a sombra da Rochefort 10. Quando sentimos o cheiro, pensamos que não é tão interessante quanto à outra. Quando vemos a cor, vemos que não é tão bela. Quando sentimos o gosto percebemos que não é tão saborosa e quando sentimos a sensação, constatamos que nós não transcendermos tanto quanto a outra. Porém, admito que este é um erro evidente, pois esta é uma cerveja maravilhosa que talvez não deva ser analisada a em forma de comparação, mas fazer o que? Agora já foi... O importante é que ela é uma incontestável uma obra de arte. Soa como o Vol. 4 do Black Sabbath, como o álbum II do Led Zeppelin, como “Crime e Castigo” de Dostoievski, como o filme “Solaris” de Andrei Tarkovski. Aquela coisa do tipo: não é o melhor de cada um destes artistas, mas mesmo assim é algo genial, inesquecível e digno de louvores. Infelizmente não comprei a Rochefort 6, mas por hoje, a 8 e a 10 foram de bom tamanho...