Linda coloração rubi/mogno e espuma de ótima formação e duração. Aroma levemente tostado remetendo especialmente a toffe e chocolate, depois café e leve frutado que lembrou banana passa, além de lúpulo floral (Styrian Goldings??). Na boca, primeiro a interessante dupla caramelo/chocolate, em seguido há um pertinente amargor lupulado e toques amadeirados ganhando destaque conforme a temperatura aumenta. Final seco, levemente tostado e queimado de açúcar, bom amargor e retrogosto seco convidativo. Acho que foi a melhor Bock brasileira que já provei.