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Detalhe da Avaliação

3.9 8
Dinamarca
Pedro Bianchi
Pedro Bianchi
04 de Março de 2012 2267
Avaliação Geral
 
3.6
Aroma
 
8/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
14/20
Sensação
 
3/5
Conjunto
 
7/10
Pale Ale de influências americanas, criada por dinamarqueses e produzida na Bélgica. Pelo jeito, países escandinavos, e principalmente a Dinamarca, está empolgada na produção de cervejas diferenciadas, com óbvia influência do Boom que aconteceu nos Estados unidos. Esta American Pale Ale traz o destaque para os lúpulos cítricos, tipos dos Estados Unidos, mas preza menos para o frescor e muito mais para o amargor.
Apresentou cor âmbar em tons alaranjados e uma translucidez mediana. Seu creme se formou muito bem, com cor branca e uma ótima persistência, com consistência cremosa, que vai marcando as laterais do copo.
Os aromas, obviamente trouxeram os lúpulos, num caráter cítrico que remete a grapefruit, maracujá e amoras, mas trazendo notas mais rústicas de cidreira.. Há um sutil toque de mel, quase imperceptível pelo domínio dos lúpulos.
Os maltes também quase não se fazem notar no paladar, deixando com que os lúpulos se destaquem e caracterizem a cerveja com um potente amargor, um pouco poluído, é verdade. Este amargor persiste por um bom tempo, mesclando-se a notas levemente apimentadas, também trazidas pela lupulagem. Tem corpo médio, além de uma textura macia e pouca carbonatação.
Não é o tipo de American Pale Ale que me agrada mais. Prefiro aquelas que tragam aromas mais fresco e um amargor um pouco mais limpo. Mesmo assim, é uma boa cerveja do dia-a-dia, com altíssimo drinkabillity recomendada para os lupulomaniacos de plantão.

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