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Panil Barriquée

Alexandre Abrahao
 
4.2 (2)
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Panil Barriquée

Informações

Álcool (%)
8% ABV
Ativa

Suddenly beer-lovers here in the States are all a-titter over dark, sour, wood-aged ales. These complex, fruity-tasting beers, native to the Netherlands and Belgian Flanders, represent one of the oldest beer styles in the world. In their traditional form, these Sour Reds – also known as ‘Flemish Red’ or ‘Oud Bruin’ beers – are related to real lambic beers: a touch of wild yeast and bacteria coming from the wood give acidity, both lactic (sour) and acetic (vinegar). Trouble is, it’s become nearly impossible to find a true, traditional Sour Red, even in the place where the style was born. The spate of Sour Reds turning up here now leaves most drinkers crying in their beer. They’re too damned sweet! Crass commercialization has brought even the generally recognized ‘classics’ of the style to their knees. They’re pasteurized, and sometimes laced with sugar or artificial sweeteners to make them appealing to the less-discerning beer drinker. The traditional complexity, character, and dryness are missing in action. But now comes Panil Barriquée, and not a minute too soon. Barriquée is the only all-natural, traditionally-made example you will find today, and it comes from, of all places, Italy. This masterpiece is ‘triple-fermented.’ Primary fermentation is in stainless steel. The deep earthy, sour character results from three months of maturation in cognac barrels from Bordeaux, followed by re-fermentation and further aging in the bottle. Barriquée is not pasteurized or filtered, and no sweeteners are added, so it is uncompromisingly dry and complex, and endlessly interesting. Last creation of Renzo, lover of wood from time immemorial, is an absolute novelty in Italy. These dark beer is aged in French oak barrels.The barrique hosts three fermentations, 15 days in iron vessel, 90 days in barriques coming from cognac and bordeaux and 30 days in bottle. The result is a beer who marries a strong alcohol strenght, 8% with an extraordinary drinkability and a incomparable bouquet of aromas.

Avaliações dos usuários

2 avaliações

Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10  (2)
Aparência 
 
5/5  (2)
Sabor 
 
17/20  (2)
Sensação 
 
5/5  (2)
Conjunto 
 
9/10  (2)
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Avaliação Geral 
 
4.6
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Aqui está uma das cervejas mais bem cotadas da Itália. Com certeza uma das melhores surpresas que tive no país. Para amantes de Sour Ales como eu, a Panil Barriquée é um prato cheio e não deve nada para uma Rodenbach ou uma Duchesse de Bourgogne. Me foi servida na temperatura ambiente (devia estar a cerca de 25ºC), numa experiência bem diferente, em meu primeiro dia de contato com as cervejas italianas.
Quando me foi servida, mostrou coloração acobreada, quase chegando ao rubi, em seus reflexos, mostrando pouca limpidez. Seu creme era bege de formação razoável, mas uma boa duração.
Os aromas mostram-se deliciosamente complexos, e graças a maturação em barris, acaba ganhando tons ácidos de vinagre , madeira, conhaque (?). Além disso, a oxidação traz muitos aromas frutados, lembrando vinho do porto, uvas maduras, guaraná, cerejas e ameixas. Os maltes ainda trazem avelã, castanhas e mel. Por fim, toques medicinais lembrando Biontônico Fontora e aromas fenólicos de canela.
Essa mesma complexidade é sentida também no paladar. começando com uma grande cama de maltes caramelados que amacia a boca com um pouco de doçura, para a acidez que vem em seguida, de maneira intensa e até um pouco rasgante. As duas sensações se completam muito bem formando um bom e potente equilíbrio. Tem um corpo robusto, com textura aveludada e uma carbonatação razoável.
Com certeza, uma das melhores italianas que já provei. Red Ale de Flandres que não perde para as belgas e na minha opinião, fica muito acima das cervejas da LoverBeer. Mesmo numa temperatura um pouco acima do normal, mostrou-se muito intensa e equilibrada, deixando um gostinho de quero mais.

Detalhes

Envasamento
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(Atualizado: 22 de Dezembro de 2010)
Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
6/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Cerveja puxada para o tom acobreado; formação média de espuma de média duração. Bolhas formadas são espaçadas e pequenas.
Primeiro aroma notado fora de vinho branco, com notável presença, como esperado, de um azedume impar, com um dulçor em segundo plano.
Sabor único, os lactobacilos adicionados de fato fazem a cerveja ter um quê de yakult! Percebe-se, ademais, cerejas combinadas com um avinagrado. Carnonatação baixa.
Retrogosto mostra-se suave, porém longo e com maior destaque para o doce.
Interessante a ausência de qualquer percepção alcoólica, mesmo que a cerveja tenha imponentes 8% de teor alcoólico em sua formula.
Valeu o teste, mostra-se, de fato, uma artesanal impar e de respeito. Por ser diferente, tem sua drinkability prejudicada, é uma cerveja interessante e ótima para se conhecer, mas não me imaginária tomando-a semanalmente.

Detalhes

Degustada em
19/Dezembro/2010
Envasamento
Volume em ml
750 ml
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