Arquivos do Autor para Mauricio Beltramelli

Entrevista com Mike Siegel, cervejeiro da Goose Island (EUA)

Comentários
648 visitas

MikeSeigel

Estrela da Goose Island virá ao Brasil em julho apresentar suas cervejas

Na semana passada, este Blog revelou com exclusividade, em entrevista com Maurício Landi, gerente de marketing da AmBev, os rótulos que aportarão em julho no Brasil da cervejaria americana Goose Island, de Chicago (EUA), uma das mais representativas da nova escola cervejeira americana.

Juntamente com elas, virá ao país Mike Siegel, o badalado cervejeiro da marca. Na entrevista que Siegel concedeu também com exclusividade para o BREJAS, ele conta mais sobre as cervejas, além de revelar detalhes sobre a colaborativa que virá fazer na mineira Wäls usando barris de cachaça mineira, sua relação com a AB-Inbev, criações maturadas em barris de bourbon e outros bichos.

Com vocês, Mr. Mike Siegel!

GooseIslandCervejas

BREJAS – Na semana passada, o executivo da AmBev Maurício Landi nos adiantou que vocês vão começar a história da Goose Island no Brasil com as cervejas IPA e a Honkers Ale. Você poderia nos contar um pouco mais sobre essas cervejas?

MIKE SIEGEL – Primeiramente gostaria de agradecer o convite para esta entrevista e também dizer que é um prazer lançar a Goose Island no Brasil. Temos acompanhado o cenário do mercado de cerveja artesanal no seu país há alguns anos, e ver como ele está crescendo e mudando em tão pouco tempo é algo muito legal. Falando sobre as cervejas, a Honkers foi a primeira cerveja produzida pela Goose, é uma autêntica English Standard Bitter. É um estilo de cerveja que o John (Hall, fundador da cervejaria) era, e é, um grande fã, mas era super difícil de encontrá-la nos EUA naquela época. Então, quando ele abriu o brewpub da marca em 1988, começou a fazer este e outros estilos europeus. Ela tem um bom equilíbrio entre malte e lúpulo, com 4.2% de teor alcoólico. Sobre a Goose IPA, é um mix entre as IPAs americanas e a tradicional IPA inglesa, trazendo lúpulos dos dois países. É produzida com o malte Backbone, que permite que o lúpulo possa ser a estrela da cerveja. Para realçar ainda mais, nós usamos o método dry hopping na produção, com os lúpulos Cascade e Centennial, uma combinação que gera notas cítricas e aromas que lembram pinho. É uma cerveja que ganhou medalha de ouro no World Beer Cup de 2010 e outras seis medalhas no Great American Beer Festival.

Goose & Wäls

BREJAS – É verdade que a Goose e a Wäls farão uma cerveja colaborativa? Poderia nos contar mais sobre isso?

M.S. – Sim, é verdade, e fico muito feliz em falar que eu estarei pessoalmente no lançamento no Brasil em Julho. Vamos eu e mais três pessoas do time, e vamos aproveitar a visita para produzir a cerveja colaborativa com o Zé Felipe, na cervejaria Wals, em Belo Horizonte. Ainda estamos discutindo o estilo e os ingredientes, mas já posso falar que ela será envelhecida em barris de cachaça mineira, e isso é muito legal e intrigante para mim. Estou pronto pra explorar os ingredientes do seu fantástico país e experimentar as cervejas maravilhosas daí. Darei mais detalhes em breve.

BREJAS – A Goose Island é conhecida no mundo todo por dominar a técnica de envelhecimento de cervejas em barris, sendo uma das primeiras marcas a desenvolver essa técnica no mundo, a qual, hoje, é mais comum. Você poderia nos dizer mais sobre o programa de envelhecimento em barris da Goose? Como isso surgiu?

M.S. – A prática de envelhecimento em madeira é feita há séculos. Na Goose Island envelhecemos cervejas em muitos tipos de barris, mas a maioria é de vinho ou bourbon. Os tipos de cervejas que fazemos nestes barris são muito diferentes, e a cerveja que vai bem em barris de bourbon não vai bem em barris de vinho. Nossos barris de vinho são apenas fermentadores secundários, e como é a segunda vez que eles são utilizados, dão menos aroma de carvalho à cerveja. Estas cervejas que fazemos são inspiradas pelas cervejarias belgas que fazem que fazem estilos intencionalmente azedos, como as Lambics. O que começou com a Goose Island em 1992, foi o envelhecimento em barris de bourbon. Foi algo completamente inovador, nunca tinha sido feito por uma cervejaria. Greg Hall, mestre cervejeiro e filho do fundador John, estava em um jantar sentado ao lado de Booker Noe, mestre destilador. Greg estava curioso, conversando sobre o envelhecimento de cerveja em barris de carvalho, e na conversa conseguiu alguns barris de bourbon, que anteriormente eram de propriedade de Booker. Greg fez uma cerveja especial, uma Imperial Stout, a colocou nos barris e, pronto, a história foi feita: o resultado foi a Bourbon County Stout, e deixou os cervejeiros tão surpresos que eles nem sabiam o que fazer com ela. Ela foi inscrita em competições que a rejeitaram, por ser muito fora do comum na época. Mas não demorou muito tempo para os apreciadores e aventureiros perceberem que a complexidade da cerveja era inigualável e única. Ela foi vendida comercialmente em 2005, e ganhou prestígio e popularidade desde então. Nós liberamos a Bourbon County Stout, juntamente com variantes como a nossa Bourbon County Barleywine e Coffee Stout, para alguns estados dos EUA, na Black Friday, no final de novembro. No ano passado, em Chicago, tivemos 1000 pessoas fazendo fila do lado de fora da cervejaria em temperaturas abaixo de zero, alguns por até 15 horas, tudo isso para ter a oportunidade de comprar alguns exemplares. Tivemos centenas de pessoas que vieram de Los Angeles, São Francisco, Nova York, e muitas outras cidades. Hoje em dia, o envelhecimento de cervejas em barris de bourbon é praticado por quase todas as cervejarias dos EUA.

GooseIsland Logo

AB-Inbev incomoda?

BREJAS – Sabemos que a Anheuser-Busch Inbev possui o controle da Goose Island desde 2012. Quais foram os impactos positivos e negativos disso para vocês? Criaram-se barreiras para inovações?

M.S. – Ainda operamos de maneira independente em Chicago, mas é claro que temos laços estratégicos e respondemos para a Anheuser-Busch Inbev. Foi algo muito importante para viabilizar nosso crescimento. Ganhamos força na distribuição de nossas cervejas e também viabilizamos a aquisição de diversos equipamentos e ingredientes que nos permitiram aumentar ainda mais nossas inovações e produção das cervejas que estão em linha. A Goose tem a paixão pela cerveja enraizada em sua história nos funcionários, isso foi o que John nos ensinou e continuamos fazendo, sempre inovando e mantendo o prazer em produzir cervejas cada vez melhores.

BREJAS – Vocês tem alguma inovação planejada nos EUA? Poderia nos contar algo em relação a isso?

M.S. – Nosso espírito de inovação está mais forte do que nunca! Acabamos de lançar uma cerveja dourada, a Fulton Street Blend, elaborada com o método que chamamos de “dry-beaned”, com café torrado. Ao deixar o grão inteiro recirculando na produção da cerveja através de uma pequena embarcação que os segura, extraímos grande aroma e sabor, sem influenciar na cor. A resposta tem sido fantástica. Nós também acabamos de lançar um Radler, que é uma mistura de cerveja e refrigerante, originalmente um conceito da Alemanha. Fizemos com pepino, limão, hortelã e refrigerante, e misturado com a 312 Wheat. É uma bebida de verão perfeita. Desde fevereiro deste ano, a Goose Island mantém uma pequena planta que é usada para experimentações e inovações, rodando separadamente do resto da cervejaria.

Passeie também pelo Goose Island Brewpub, de Chicago, nessa visita do BREJAS a um dos Bares que Amamos!

As cervejas de estreia da Goose Island no Brasil

Comentários
1.919 visitas
Maurício Landi (AmBev, em entrevista exclusiva para o BREJAS)

Maurício Landi (AmBev, em entrevista exclusiva para o BREJAS)

Em primeira mão, pelo BREJAS

SÃO PAULO – Maurício Landi, da gigante AmBev, é atualmente a “cara” das cervejas importadas para o Brasil pertencentes ao vasto portfólio da multinacional. Declara-se um apaixonado pela cervejaria americana Goose Island, de Chicago, uma das mais representativas da nova escola cervejeira americana, cultuada por 10 entre 10 apreciadores da bebida. Com exclusividade para o BREJAS, entrevistei Landi, que anuncia quais os rótulos de estreia da cervejaria no Brasil, e dá novos detalhes. Confira!

BREJAS – Pode dar detalhes do lançamento dos rótulos Goose Island no Brasil?

MAURÍCIO LANDI – Claro! Ainda não temos a data exata, mas a ideia é trazer todas as cervejas e inovações de Goose para o Brasil. Óbvio que não conseguiremos trazer tudo desde o início, mas os lançamentos vão acontecer no decorrer dos próximos meses/anos. Pra começar, lançaremos a ultra premiada Goose Island IPA e a Honker´s Ale, uma Bitter. Ainda sem o dia exato, mas já posso afirmar que em julho elas estarão disponíveis no Empório da Cerveja (n. do e.: site exclusivo da AmBev) e nos principais pontos de venda de SP, RJ e BH. Na capital paulista, por exemplo, já temos até o local de lançamento fechado, faremos primeiro uma palestra/bate-papo com o Mike (Seigel, cervejeiro da Goose Island) e mais alguns integrantes da Goose, no Instituto da Cerveja, e depois lançaremos no Empório Alto dos Pinheiros. Se você é apaixonado por cerveja, já se sinta convidado!

IPA e Honkers Ale, as cervejas de estreia

IPA e Honkers Ale, as cervejas de estreia

BREJAS – A empresa tem planos para trazer mais rótulos ao Brasil? Há estratégias definidas nesse sentido?

ML – Sim, ainda estamos fechando o que traremos, mas neste ano quero lançar pelo menos mais duas cervejas além destas. Uma delas será a colaborativa que faremos entre a mineira Wäls e a Goose Island. O estilo ainda é segredo, mas será uma cerveja ultra complexa envelhecida em barril de cachaça mineira. O Zé (Felipe, da Wäls) o Mike já estão se falando e, nesse caso, eu só palpito e torço para degustar o quanto antes!

BREJAS – Por ser um ícone cervejeiro, quase um Santo Graal do mundo da cerveja, a pergunta é inevitável: Há algum plano para trazer a mítica Bourbon County ao Brasil?

ML – Sim, há planos, mas nada confirmado. A produção da Boubon County é mega complexa e restrita, e mesmo nos EUA é difícil encontrá-la. Há duas semanas eu estava em Chicago fechando os últimos detalhes do lançamento e vimos um vídeo do lançamento da última “safra” Bourbon. É impressionante, a fila era imensa, pessoas virando noite na rua no frio do inverno de Chicago. Ver todo mundo neste nível de expectativa é contagiante. Só uma cerveja com nota 100 no site Ratebeer e 4,8 no BREJAS consegue ter tanta força. Ainda não há data, mas vou trabalhar para trazê-la para o Brasil assim que possível.

BREJAS – Como você se tornou o “homem-chave” da Goose Island no Brasil? Como foi a decisão da AB-Inbev e como você a recebeu?

ML – Há um ano sou o responsável pelas marcas importadas de cervejas especiais de AMBEV (Leffe, Franziskaner, Hoegaarden e Patagonia). Vim de um outro mercado, com características muito diferentes, mas a adaptação foi fácil, nada como trabalhar com algo que você ama, que é a cerveja. No início, o trabalho foi arrumar a casa, entender e criar as estratégias, estudar o portfólio ideal, desenhar as ações e processos. Agora, comecei a colocar o carro na rua. Sobre a Goose Island, desde que a conheci, me apaixonei, virou a minha protegida fácil, fácil… Visitei a cervejaria duas vezes para conhecer mais sobre sua história, aprender mais sobre a produção de suas cervejas e também sobre a cultura de Chicago que está tão enraizada na marca. Sinceramente, parece um sonho trazer essa cerveja ao Brasil, está sendo um prazer!

BREJAS – O novo presidente da Ambev, Bernardo Pinto Paiva, declarou que a empresa está focada no “share of throat”, ou seja, na participação da empresa no total de bebidas consumidas no País. Nesse sentido, a “briga” não é com as outras cervejarias – artesanais ou não -, mas sim com a “garganta” dos consumidores de outras bebidas, como vinho, whisky, vodka, etc. Como você vê essa diretriz?

ML – Eu entendo menos como uma briga contra outros tipos de bebidas alcoólicas e mais como uma ampliação do território da cerveja! E no fim, só quem tem a ganhar são os consumidores que terão acesso a cada vez mais tipos e estilos de cerveja, além dos outros tipos de bebidas já conhecidas. Um bom exemplo para mim é a Wäls Brut, ela é a Champangne da cerveja! Para produzi-la, seguimos o autêntico método “Champenoise”, mega artesanal e, pode demorar até 1 ano e meio para finalizar o processo.

BREJAS – Sua atuação na empresa está focada unicamente na Goose Island ou também em outras frentes?

ML – Eu cuido de todas as Importadas, muito trabalho, mas quando você trabalha com o que gosta fica fácil. Hoje, trabalho com a alemã Franziskaner, as belgas Leffe e Hoegaarden e começaremos um bom trabalho com a Patagonia, marca Argentina que queremos crescer muito no Brasil.

ATENÇÃO, LEITOR! Na semana que vem, publicaremos também com exclusividade entrevista com o mestre-cervejeiro da Goose Island, Mike Seigel. Aguarde!

GooseIsland3

Banho de cerveja na República Tcheca

Comentários
819 visitas

Mês passado, em viagem à Europa, resolvi viver uma experiência inusitada: banhar-me em um spa de cerveja. O que pode causar estranhamento por aqui, na República Tcheca é uma prática relativamente comum, e está disponível em inúmeros hotéis e cervejarias do país, ao alcance de uma rápida pesquisa na internet.

Minha escolhida foi a Pivovar Purkmistr, cervejaria localizada na cidade de Plze? (ou Pilsen), não muito longe da mítica Pilsner Urquell, da qual já falei em outro post. Anexo à cervejaria está o hotel onde funciona o Beer Spa, que disponibiliza o banho etílico e também outros procedimentos como saunas, massagens e tratamentos estéticos. Não é necessário hospedar-se no hotel para aproveitar o spa, e o banho para duas pessoas em banheira dupla saiu pela bagatela de 1.360 coroas tchecas, o que dá algo em torno de 160 reais brasileiros.

Se gostei? Além de se tratar de uma experiência única, digna de contar aos netos, digo que o banho cervejeiro é delicioso!

BanhoCerveja

EXTRA: São Paulo abrigará mega festival de cervejas

Comentários
12.628 visitas
ExpoDomPedro

Pavilhões da Expo Dom Pedro, local do festival cervejeiro paulista programado para outubro.

EM PRIMEIRA MÃO, PELO BREJAS

Acabou de acontecer a reunião que bateu o martelo da organização do que será o maior festival cervejeiro do estado de São Paulo. À frente do projeto figuram pesos-pesados em know-how de organização de festivais dessa natureza: os catarinenses Norberto Mette e Cristina Miranda.

Mette foi um dos idealizadores do Festival Brasileiro da Cerveja (Blumenau-SC) — hoje o maior e mais importante evento do setor — além de ter organizado 12 edições da Oktoberfest. O festival paulista acontecerá na cidade de Campinas, a 50 minutos da capital, e está programado para outubro.

Norberto Mette (Crédito: Blumenews)

Norberto Mette
(Crédito: Blumenews)

“Há muito tempo já estávamos com a ideia de levar para São Paulo um festival nos moldes do que já fazemos em Blumenau”, diz Norberto. Sobre o local escolhido, Mette pontua: “Elegemos Campinas porque é o polo de uma região com 2,8 milhões de habitantes, além de estar muito próxima da cidade de São Paulo, mas sem os problemas de mobilidade que a capital enfrenta hoje”.

O palco do mega festival será o recém-inaugurado Expo Dom Pedro, com 11.500 m² de área interna. A ideia é utilizar também parte do estacionamento, com acréscimo de espaço de aproximadamente 30%. Os pavilhões são anexos ao D. Pedro Shopping, um dos maiores centros de compras das Américas.

A expectativa é reunir cerca de 25 mil pessoas nos três dias nos quais está programado o evento, que também terá shows musicais, palestras cervejeiras com expoentes brasileiros e estrangeiros, food trucks e outras atrações a serem confirmadas.

“O martelo foi batido. Agora é hora de contatar os expositores”, afirma Cristina Miranda.

O nome do festival, bem como as datas exatas em que se realizará, ainda são segredos a serem revelados em breve pela organização. Para ter um gostinho do espaço da festa, assista ao filme promocional do Expo Dom Pedro:

Noite de lançamento do livro “As 100 Melhores Cervejas Brasileiras”

Comentários
488 visitas

100 cervejas_convite

Noite de autógrafos terá talk show com o autor e o jornalista e chef de cozinha Manuel Alves Filho

O livro “As 100 melhores cervejas do Brasil – Uma seleção para iniciantes e iniciados”, do sommelier de cerveja e editor do BREJAS Mauricio Beltramelli, será lançado em Campinas (SP) no próximo dia 18 de dezembro (quinta-feira), a partir das 19h, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi. A noite de autógrafos será marcada por um talk show com o autor e o jornalista e chef de cozinha Manuel Alves Filho, seguido de degustação de cervejas. “O público vai poder se deliciar com chope da Cervejaria Landel e com algumas das cervejas registradas no livro”, adianta Beltramelli.

Esta é a segunda publicação do beer sommelier, um dos maiores especialistas em cervejas do Brasil. Neste volume, Beltramelli oferece aos leitores uma relação das melhores bebidas artesanais produzidas no país. Para quem pensa que esse número é exagerado, o autor contrapõe. “Deixei muita cerveja boa de fora. Há muitas cervejas de qualidade no Brasil; foi difícil chegar a apenas cem rótulos”, afirma.

A lista está organizada por cervejarias e, secundariamente, os rótulos são apresentados em ordem alfabética. Nas páginas de cada cerveja, o leitor, iniciante ou iniciado, encontra várias informações de caráter técnico, tratadas com linguagem absolutamente acessível. Assim, dados sobre estilo, teor alcoólico, amargor, dulçor, corpo, entre outros, são oferecidos de forma descomplicada, como descomplicado deve ser o ato de se sorver o nobre líquido.

Serviço

O que: O livro “As 100 melhores cervejas do Brasil – Uma seleção para iniciantes e iniciados

Quando: 18 de dezembro, a partir das 19h

Onde: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi

Quanto: Gratuito

Autor: Maurício Beltramelli

Editora: LeYa

Atrações: Talk show com o autor e o jornalista e chef de cozinha Manuel Alves Filho, seguido de degustação de chopp Landel Session IPA e várias cervejas citadas na obra

Página 1 de 18912345...102030...Última »

Anuncie

Anuncie no Brejas e divulgue o seu negócio:

Baixe nosso Mídia Kit

Entre em contato: brejas@brejas.com.br

Cursos do Brejas

Participe dos cursos de cerveja do Brejas

  • Fabricação de Cerveja Caseira
  • Estilos e Degustação de Cerveja