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St. Patrick’s Day, ou o Dia de São Patrício

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Trevos de três folhas usados por São Patrício

Trevos de três folhas usados por São Patrício

Você já deve ter ouvido falar neste nome, principalmente se você é apaixonado por cerveja, o que temos quase certeza que você é, já que está lendo este texto aqui no BREJAS. Se não reconheceu pelo nome, talvez irá se lembrar de ter visto um duende trajando roupas verdes em algum desenho animado, ou de alguma festa onde quase tudo é verde e cheia de trevos, realizadas principalmente em escolas de inglês e pubs irlandeses. Não?

Lembrando ou não lembrando, o que mais interessa pra gente aqui é :
Mas o que isso tem a ver com cerveja? Calma, vamos explicar…

A origem do Dia de São Patrício e seus símbolos

O Dia de São Patrício (em inglês: Saint Patrick’s Day e em irlandês Lá ’le Pádraig u Lá Fhéile Pádraig), é a festa anual que celebra São Patrício, um missionário cristão e santo padroeiro da Irlanda, considerado o fundador da Igreja Católica no país. É normalmente comemorado no dia 17 de Março (inclusive é feriado na Irlanda), ou seja, dia em que esta matéria foi publicada.

Neste dia há desfiles pelas ruas das grandes cidades irlandesas. As pessoas vestem-se de verde e pintam trevos na cara. Por que o trevo? Explicaremos mais tarde. A cor verde é associada ao dia de St. Patrick porque é a cor da Primavera, da Irlanda (considerada a Ilha Verde) e do trevo.

Pronto, um ponto explicado: no St. Patrick’s Day tudo é verde porque a Irlanda é a ilha verde e o trevo é verde.

Mas, e o trevo? Vamos a ele…

Apesar de ter nascido na Grã-Bretanha, São Patrício foi vendido como escravo para a Irlanda, quando tinha penas 16 anos, voltando para casa 6 anos depois, após ter conseguido fugir de seu cativeiro. Desde então, dedicou-se à vida religiosa e acabou retornando à Irlanda para pregar o Evangelho. Utilizava o trevo de três folhas para explicar como a Santíssima Trindade (Pai, Filho, Espírito Santo) era três e um ao mesmo tempo.

É por isso que o trevo de três folhas sempre acompanha a identidade de St. Patrick. Mas continuando…

Por todo seu trabalho, São Patrício ficou famoso também em outros países, principalmente Inglaterra e Estados Unidos, devido à grande imigração irlandese. Nos Estados Unidos, quase todo o país comemora o dia, mesmo os não descendentes de irlandeses. Este ano, a festa foi comemorada neste fim de semana que passou, com defiles pelas ruas e muita cerveja. Cerveja!!! Mas, de onde surgiu a cerveja nesta história toda?

Com o passar do tempo, as conotações religiosas da comemoração do Dia de São Patrício foram ficando cada vez mais distantes, e a data passou a ser uma celebração da amizade e da cultura irlandesa. E falando em festa, amizade e cultara irlandesa, nada mais lógico do que ter muita CERVEJA!!! E Guinness, de preferência.

Portanto, a cerveja faz parte da festa simplesmente porque não existe festa sem cerveja, certo?!

Agora sim, tudo explicado! Ops… não tão cedo. Ainda falta apenas explicar de onde veio o tal duende…

O duende, ou melhor, o leprechaun, é uma figura mitológica do folclore da Irlanda. Acabou sendo incorporado à celebração de St. Patrick’s Day ao longo do tempo, já que o dia celebra cada vez mais a cultura irlandesa.

Agora que você já sabe tudo sobre a celebração mais agitada da Irlanda, resta fazer a sua parte: não saia de casa essa noite se não estiver vestido de verde, com um trevo de três folhas e pronto para beber algumas cervejas. O leprechaun… bem, o leprechaun vai depender de quantas forem as cervejas desta noite.

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Onde celebrar St. Patrick’s Day

Para você que quer curtir essa festa, procure os pubs irlandeses. São Paulo, Rio de Janeiro e várias outras capitais possuem um ou mais destes bares, onde a festa é garantida, muitas vezes com cerveja verde também!!

Em São Paulo, haverá o festival Cara Irlanda. Organizado pelo instituto Brasil-Irlanda (Irish Institute), proporciona um verdadeiro mergulho na cultura irlandesa. Serão 10 dias com muitas atividades tais como música, teatro, palestras, dança, turismo, cerveja, tradições celtas, irish coffee e outras atrações. O evento terá início no dia 17 e se encerra no dia 27. Acesse o site e confira a programação:
http://www.irishinstitute.com.br/carairlanda.html

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E você, curtiu ou vai curtir o Dia de São Patrício? Vestiu-se de verde e levou seu trevo por ái? Tomou cerveja verde? Compartilhe com a gente suas experiências.

Good dog, bad dog

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A cerveja (Bud Light) é fracote. Já o comercial, embora antigo, é show de bola:

Cai a máscara da “Lei Seca”

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leiseca

Em 1º de julho de 2008, BREJAS publicou neste espaço o brilhante artigo da lavra do nosso Confrade Guilherme Scalzilli, o qual expõe o oportunismo eleitoreiro da chamada Lei Seca. No texto, expusemos que a Lei 11.705/08 era, em si, uma excrescência, já que sua aplicação é impossível em virtude da absoluta capenguice material e humana para que se implemente um controle tão abrangente.

O tempo e as cisrcunstâncias óbvias, infelizmente, nos deram razão. Caiu a máscara da Lei Seca, já em seu primeiro Carnaval.

O balanço divulgado pelo governo chega a ser constrangedor: os acidentes aumentaram! Neste ano, foram registrados nas estradas federais 2.865 acidentes (20% a mais que em 2008), com 1.784 feridos (21% a mais que no ano anterior). Já o número de mortes ficou praticamente inalterado de um ano para o outro.

Conclusão: a Lei Seca simplesmente não funciona para o fim que se destina, não realizando a mágica de, numa canetada, mudar o comportamento dos motoristas.

O governo brasileiro, que sempre agiu na base da publicidade e ações pirotécnicas (e fáceis), agora tem que espanar a preguiça e direcionar seus atos para as ações realmente eficazes — embora mais difíceis — da educação no trânsito aliada a técnicas mais modernas de controle.

Isso se quiser, realmente, diminuir o número de acidentes de trânsito por causa da ingestão de álccol.

Visita à Cervejaria Baden Baden

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baden01

Nos idos de 2005, este escriba esteve em visita à Cervejaria Baden Baden, em Campos do Jordão (SP), muito antes da cervejaria ser adquirida, dois anos depois, pelo Grupo Schincariol. Lá aprendi um pouco sobre o processo de fabricação das brejas, além de ser brindado, no final da visita, com uma degustação de alguns estilos. Separei aí embaixo algumas fotos desse tour cervejeiro. Bom divertimento!

Sala de brassagem e clarificação.

Sala de brassagem e clarificação.

Tanques de maturação.

Tanques de maturação.

No final da visita, a degustação com diversos estilos.

No final da visita, a degustação com diversos estilos.

Copos, kits de cervejas, camisetas... O paraíso dos colecionadores.

Copos, kits de cervejas, camisetas... O paraíso dos colecionadores.

Este escriba, feliz.

Este escriba, feliz.

A Cervejaria Baden Baden em Campos do Jordão fica na Av. Mateus da Costa Pinto, 1653, na Vila Santa Cruz. As visitas têm de ser agendadas com antecedência pelo telefone (12) 3664-2004, e acontecem diariamente das 10 às 17 horas.

Quintela: De colecionador a cervejeiro

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quintela

Latinhas, bolachas, rótulos, long-necks, tampinhas, copos, taças. A coleção de Carlos Quintela, da paulista Bebedouro, foi crescendo ao longo de 26 anos, inicialmente impulsionada pela abertura das importações no período Collor. Na impossibilidade de armazenar tantos itens importados e nacionais, Quintela foi forçado a fazer uma verdadeira escolha de Sofia: focou sua coleção apenas na breweriana brasileira. Hoje, Quintela possui a espantosa quantia de 25 mil itens cervejeiros, alguns raríssimos.

Mas coleção que se preza não é coleção de verdade se não pode ser exibida. Quintela, então, fez o que onze entre dez amantes de cervejas sonham fazer: montou um inacreditável pub dentro de casa (foto abaixo), com chopeira e tudo, onde recebe os amigos e expõe suas preciosidades entre um gole e muitos outros. 

Pensam que o Quintela ficou satisfeito? Pois certo dia, o paulista cismou de  “mudar um pouco” o que servia em seu pub. Resolveu, então, produzir sua própria cerveja, com sua própria grife. Nascia, então, a Quintybier. Hoje, os rótulos que produz já ultrapassaram as fronteiras da pequena Bebedouro, sendo comercializados em outras cidades e estados.

Quanto às cervejas Quintybier, deixaremos o leitor, por enquanto, na expectativa. O gente-boa Quintela gentilmente nos enviou um lote das suas criações, que serão degustadas pelos Confrades brejeiros assim que acertarmos nossas agendas, e voltaremos nesse espaço apenas pra falar das brejas dele. Hoje, esse post é dedicado apenas ao colecionador. Do cervejeiro, falaremos em breve.

O pub particular e parte da coleção do Quintela: Mordamo-nos de inveja...

O pub particular e parte da coleção do Quintela: Mordamo-nos de inveja...

EM TEMPO: Não deixe de visitar o site da Quintybier e o Blog do Quintela.
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