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Tcheca

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Brejas
Updated 16 de Dezembro de 2018
 
3.7 (49)
10285 0 3

Avaliações dos usuários

45 avaliações mencionando "
49 avaliações
 
2%
 
78%
 
20%
2 estrelas
 
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1 estrela
 
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Avaliação Geral
 
3.7
Aroma
 
7/10(49)
Aparência
 
4/5(49)
Sabor
 
15/20(49)
Sensação
 
4/5(49)
Conjunto
 
7/10(49)
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45 resultados - mostrando 1 - 5
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Avaliação Geral
 
4.1
Aroma
 
8/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
17/20
Sensação
 
4/5
Conjunto
 
8/10

Detalhes

Envasamento
IMG_20190102_003446
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(Atualizado: 27 de Setembro de 2013)
Avaliação Geral
 
4.1
Aroma
 
8/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
16/20
Sensação
 
5/5
Conjunto
 
8/10
Acertaram em cheio. Belíssima breja.
Coloração mais âmbar com boa formação de creme e média persistência.
Aromas e sabores muito harmoniosos entre o malte e o lúpulo.
Bom corpo e carbonatação o que proporcionou ótima refrescância.
Belíssima drinkability.

Detalhes

Degustada em
01/Novembro/2010
Envasamento
Volume em ml
355 ml
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(Atualizado: 10 de Setembro de 2011)
Avaliação Geral
 
3.7
Aroma
 
7/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
15/20
Sensação
 
3/5
Conjunto
 
8/10
Degustei esta no dia em que o Brasil foi eliminado pela Holanda na copa da África do Sul. Antes da tragédia, naturalmente. Ganhei como cortesia de um amigo que tem bons contatos... Mas vamos ao que interessa então: Simplesmente a melhor lager nacional que já provei! O pessoal da Bamberg conseguiu produzir uma pilsner que rivaliza com a mãe do estilo, a Pilsner Urquell. Aromas de flores de lúpulo, malte maravilhoso, amargor pronunciado. Muito bem equilibrada e refrescante. De um dourado mais escuro, esta maravilha me faz ter a certeza de que o Brasil está, aos poucos, chegando lá, em matéria de cerveja. Parabéns, Bamberg!

Detalhes

Degustada em
02/Julho/2010
Envasamento
Volume em ml
300 ml
Onde comprou
cortesia
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Avaliação Geral
 
3.9
Aroma
 
8/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
15/20
Sensação
 
3/5
Conjunto
 
9/10
O nome da cerveja sugere o estilo e esse vai ser o referencial pra analisá-la.
Ela formou um maravilhoso creme, denso e abundante. O aroma é notável, com lúpulo herbal predominante. Uma semana depois de consumida, sua garrafa ainda possui cheiro de lúpulo.
Mostrou-se potencialmente amarga, um deslumbre para os fãs desse sabor (eu), entretanto "afugentou" um pouco os outros tons. Acredito que ela poderia manter a personalidade 'zangada' e ganhar um mais de equilíbrio.
O álcool está muito bem inserido e não é percebido.
O retrogosto é magnífico: seco, amargo e prolongado.

Detalhes

Degustada em
03/Março/2011
Envasamento
Volume em ml
355 ml
Preço
R$10,00
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(Atualizado: 14 de Março de 2011)
Avaliação Geral
 
3.7
Aroma
 
8/10
Aparência
 
4/5
Sabor
 
14/20
Sensação
 
3/5
Conjunto
 
8/10
Brilhante Pilsen da lavra da Biertruppe, que mesmo com a validade estourada, ainda trouxe mais frescor do que boa parte das tchecas que chegam até nosso país. Apresenta um caráter de lúpulos um pouco diferenciado das mais tradicionais do estilo, não trazendo tão forte aquele apimentado do Saaz.
Na taça mostra uma coloração típica do estilo, amarelo-dourado, porém com um turbidez não muito usual nas mais tradicionais tchecas. O creme de coloração branca, apresenta-se de forma razoável, não mostrando uma duração das maiores, mas certa cremosidade e fofura, deixando uma bela renda na taça.
No aroma revela os lúpulos marcantes, incluindo a variedade tcheca, Saaz, que traz um toque apimentado e levemente herbáceo. Os lúpulos ainda trazem uma complexidade floral/cítrica com pano de fundo que lembra flor de laranjeira. O malte é coadjuvante no conjunto, contribuindo com um toque sutil de mel. Há um toque agradável de diacetil, mas que infelizmente veio acompanhado de off-flavors como um certo metalizado e tons caramelados, que acredito não fazer parte da cerveja na sua melhor forma.
Na boca traz o lúpulo frutado, lembrando frutas vermelhas e cítricas, que se unem a um maltado robusto que traz mel e toques de panificação. O lúpulo vem carregado do início ao fim, ao final conferindo um amargor sólido, com notas herbáceas, terrosas e levemente picantes e uma persistência amarga violenta, muito mais forte do que na maioria das tchecas tradicionais. Há um toque aveludado de diacetil, que caiu bem na cerveja, mas o que me incomodou praticamente o tempo todo foi o toque caramelado, provavelmente advindo de algum tipo de oxidação. O corpo não é tão leviano como a maioria das tchecas, mas mostra-se preciso para aguentar o potente amargor que vem na cerveja. O residual brinca na boca, ora trazendo toques amargos, hora trazendo um toque adocicado.
Fico curioso para provar um exemplar fresquinho, já que pelo jeito trata-se de uma ótima cerveja, mas que acabou levemente comprometida por alguns defeitos, graças a idade. Mesmo assim apresentou uma lupulagem cavalar, agradando aos mais lupulomaniacos.

Detalhes

Degustada em
14/Março/2011
Envasamento
Volume em ml
355 ml
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45 resultados - mostrando 1 - 5
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