Essa avaliação é diferente de todas, porque a experiência exige a história. Bebi muita Pillsner Urquell nessa viagem recente para a República Tcheca, mas nenhuma se compara a que experimentei nos corredores subterrâneos da fábrica dela, em Plzen.
Fui visitar a fábrica Plzensky Prazdroj, em Plzen, cidade muito famosa, também, pelos andares subterrâneos históricos preservados até hoje e que se estendem até a fábrica. Lá, a 20 metro abaixo da terra, me serviram uma Pillsner Urquell tirada direto do barril de carvalho, gelada e o melhor de tudo: sem ser filtrada.
A cor dourada densa já demonstrava que era diferente. O aroma estava mais forte, assim como o sabor. Uma experiência cervejeira que vale a pena e me levou de volta à idade média, onde bebiam a mesma cerveja que eu estava experimentando.
Nao sou especialista em cerveja e gosto de provar, sou curiosa. Ja tinha provado varios tipos: alema, holandesa, dinamarquesa, italiana, mexicana, japonesa. Mas fiquei impressionada com a leveza da cerveja tcheca. Provei tb a Budweiser, mas gostei mais dessa. E olha que meio litro de cerveja para quem nao é habitual deveria pesar um pouco, mas nada. Apesar do frio, veio aquela sensaçao de fresqueza de uma cerveja num dia de calor. Valeu!
Coloração dourada, com espuma branca de média formação e duração. Presença equilibrada de malte e lúpulo, com um suave floral no aroma. Corpo leve. Final amargo. Refrescante. Na versão pressão ela não se mostrou tão boa como na versão garrafa.