Arquivos de tag para 'palestra'

BREJAS lança palestra corporativa sobre cerveja

Comentários
681 visitas

PalestraCorporativa

Informar e, sobretudo, divertir. De quebra, ainda degustar excelentes cervejas, tudo com o acompanhamento de um profissional, a fim de fazer o degustador entender o que está provando. Essa é a proposta da palestra corporativa O Mundo da Cerveja, ministrada a empresas por Mauricio Beltramelli, editor do BREJAS e Mestre em Estilos de Cerveja diplomado pelo Siebel Institute de Chicago (EUA).

Qual a temperatura correta pra tomar cerveja? Quantos tipos de cerveja existem? O que é, exatamente, o lúpulo? Como devo fazer pra degustar corretamente uma cerveja? As perguntas se sucedem, geralmente partindo de pessoas que pouco ou nenhum contato tiveram com outro estilo de cerveja diferente daquela “loira gelada” do boteco. Beltramelli, de forma divertida, vai tirando uma a uma as dúvidas dos apaixonados por cerveja, ensinando-os a prestar mais atenção àquilo que consomem, a fim de se obter maior prazer mesmo numa degustação descomprometida. Afinal, cerveja é, sobretudo, um prazer!

Na palestra, de forma leve e didática, são abordados temas como ingredientes básicos das brejas, estilos e também a história da cerveja, mostrando que a bebida tem “pedigree” e nobreza através dos tempos, diferente do que se supõe a partir da propaganda na TV. A parte mais difícil, para Beltramelli, é ir embora, tamanho é o assédio dos ouvintes após as palestras, e tantas são as perguntas dos colaboradores das empresas.

“A cerveja é a bebida preferida dos brasileiros, e estamos vivendo um boom de ofertas diferentes no mercado, sejam importadas ou artesanais nacionais. Minha meta é mostrar esse mundo, ao mesmo tempo divertindo e estimulando um hábito mais consciente de consumo, calcado no beber menos e melhor”, afirma o palestrante.

A palestra corporativa O Mundo da Cerveja, com degustação dirigida, pode ser ministrada nas próprias empresas — em qualquer lugar do país — ou no Espaço de Eventos do Bar Brejas, em Campinas (SP). Os contatos podem ser feitos pelos telefones (19) 7813-4379, (19) 3251-7912 ou pelo e-mail [email protected].

Curso de Beer Sommelier da Doemens Akademie no Brasil tem vagas esgotadas em minutos

19 Comentários
7.072 visitas

Doemens-Logo

Foram dois anos de intenso planejamento e estudos de adaptação, e apenas alguns minutos de exposição na internet para esgotarem-se as primeiras 30 vagas do Curso de Formação de Sommelier de Cervejas da secular e tradicionalíssima Doemens Akademie, da Alemanha. O Curso será ministrado em parceria com o SENAC São Paulo, em cuja unidade Francisco Matarazzo, na capital paulista, as aulas acontecerão.

Além da importância e do renome internacional da instituição alemã, o Curso de Formação de Sommelier de Cervejas teve outro motivo pelo qual a procura foi intensa: Esta primeira turma terá como professora a mestre cervejeira e beer sommelière Cilene Saorin, que representa oficialmente a Doemens no Brasil. Foi dela a iniciativa e os esforços para trazer o Curso para o país.

O Curso, no Brasil, terá os mesmos moldes daquele que é realizado na Alemanha, incluindo material acadêmico, atividades de pesquisa, visitas técnicas e, ao final, diploma com reconhecimento internacional. As aulas se darão durante duas semanas — de 22 de novembro a 3 de dezembro –, das oito da manhã às seis da tarde, de segunda a sábado. O ritmo puxado se justifica: Os alunos aprenderão desde história das escolas cervejeiras, passando por processos de produção, análises sensoriais, degustações, aplicação da cerveja na gastronomia e até mesmo ética na veiculação de informações sobre cerveja e mercado cervejeiro mundial. Uma verdadeira imersão no mundo da cerveja.

A Doemens Akademie

Fundada em 1895, a Doemens é um empreendimento educacional e de consultoria para a produção de cerveja e indústria de bebidas e alimentos. A organização compreende a Academia para Tecnologia de Cervejas e Bebidas, a Faculdade para Mestre Cervejeiros, cursos de qualificação para plantas de bebidas, mestres gastronômicos e gerentes de negócios da área de bebidas e o de beer sommelier.

A Academia Cervejeira Mundial representa uma parceria entre a Doemens e o Siebel Institute of Technology de Chicago. Clique aqui para ler artigo de Wolfgang Stempfl, mentor do Curso.

“Delegação brasileira”, agora em casa

Em janeiro deste ano, havia escrito um artigo noticiando que eu, juntamente com os amigos Alexandre Bazzo (Cervejaria Bamberg) e Edu Passarelli (blog Edu Recomenda e um dos sócios do bar Melograno) estaríamos na Alemanha a fim de fazer o Curso de Formação de Sommelier de Cerveja. Todavia, nesse entremeio, aconteceu que o Curso, lá, acabou sendo adiado de novo.

O que era revés, porém, virou sorte nossa. Agora estamos em casa, e tivemos a honra e privilégio de sermos convidados pela mestra Cilene Saorin a integrar a primeira turma da versão brasileira do Curso. Com toda certeza, adquiriremos mais bagagem para contribuirmos cada vez mais e melhor pela crescente cultura cervejeira nacional!

Cursos do BREJAS

Confira o programa de Cursos e Palestras do BREJAS. Para quem quer aprender a degustar com conhecimento, o Curso de Degustação de Cervejas e Cultura Cervejeira. E, para um evento realmente diferente na sua empresa, com informação cervejeira e também diversão, a Palestra-Apresentação corporativa O Mundo da Cerveja.

Cursos para degustar e aprender a fazer cerveja

Comentário
3.816 visitas

A temporada de cursos para quem quer aprender mais sobre cerveja está a todo vapor. Confira as duas dicas abaixo, agende-se e bem-vindo ao mundo dos degustadores ou homebrewers!

Pra quem quer aprender a degustar

ABS17

Graças ao aumento do interesse dos consumidores sobre as cervejas especiais, a demanda para palestras corporativas cresce a cada dia. Na verdade, trata-se de um interessantíssimo e surpreendente momento que costuma prender a atenção dos colaboradores de empresas Brasil afora.

Mauricio Beltramelli, co-fundador e editor do BREJAS, é que comanda a palestra cervejeira. Nela, os espectadores aprendem um pouco sobre estilos, insumos e técnicas de degustação do nobre líquido. E, como ninguém é de ferro, aprende-se na prática, degustando alguns rótulos representativos de brejas especialíssimas.

Beltramelli, que é Mestre em Estilos de Cerveja diplomado pelo renomado e secular Siebel Institute, de Chicago (EUA), viaja todo o país para ministrar a palestra-degustação. Para saber mais ou para obter os contatos da palestra corporativa O Mundo da Cerveja, acesse AQUI.

É tempo de aprender sobre a cultura cervejeira! Aproveite as dicas!

Pra quem quer fazer a sua própria cerveja

Landini

O conceituado mestre Afonso Landini já abriu inscrições para o próximo Curso de Iniciação às Técnicas Cervejeiras Caseiras. Pra quem quer começar a maravilhosa brincadeira de fazer a sua própria cerveja em casa, do jeito que preferir e com o suor do seu rosto, a oportunidade é única, e costuma vir gente de todo o país para participar.

O curso possui a duração de cerca de oito horas, iniciando às 9 da manhã e encerrando por volta das cinco da tarde. No módulo teórico, os alunos aprenderão sobre estilos de cervejas, máterias primas, equipamentos, limpeza, sanitização e processos cervejeiros. Após o almoço, todos são convidados a colocar as mãos nas panelas e nos maltes. Será elaborada uma receita de cerveja, iniciando pela moagem ideal dos grãos, mostura, filtragem, fervura, lupulagem, resfriamento, inoculação do fermento, engarrafamento e pasteurização.

O curso de Landini, já tradicional, conta com uma novidade. Mauricio Beltramelli, editor do BREJAS, ministra um módulo abordando análise sensorial. Graças a um kit simulador de off-flavours desenvolvido pelo Siebel Institute, Beltramelli fará com que os participantes experimentem cinco defeitos básicos que podem aparecer numa cerveja, demonstrando o que não se deve fazer para que eles apareçam.

ATUALIZAÇÃO:

Confira todas as informações da próxima Turma do Curso de Cerveja Artesanal.

Dialetos de Degustação

19 Comentários
2.676 visitas

dialetos“Dimetil-o-quê?”

Convenhamos que traduzir em palavras uma experiência do paladar como a de beber uma boa cerveja não é das tarefas mais gratas. As palavras são traiçoeiras. Podemos ser facilmente capazes de reconhecer certas sensações provocadas em nosso paladar ao experimentá-las repetidamente, mas nem sempre somos igualmente felizes ao tentar descrevê-las para as outras pessoas. Muitas vezes, duas descrições completamente diferentes para uma mesma cerveja se devem muito mais a esse fenômeno de “Torre de Babel” do que a diferenças reais na percepção das pessoas envolvidas: elas podem parecer discordar completamente, mas na verdade só escolheram palavras diferentes para falar das mesmas coisas.

Isso se deve, em grande parte, às peculiaridades da nossa memória olfativa. Tendemos a associar aromas e sensações a experiências de nossa vida nas quais pudemos perceber sensações semelhantes. A associação entre memória olfativa e afetiva é muito forte, o que faz com que certas sensações tenham forte ressonância em nossa memória. É só lembrar que um dos maiores romances do século XX, Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust, começa quando o narrador põe na boca uma madeleine, espécie de biscoito amanteigado tipicamente francês, o que evoca uma cascata de memórias da infância. Degustar cervejas pode se tornar, igualmente, uma experiência interessantemente evocativa: outro dia senti em uma cerveja um aroma que me remeteu diretamente a um brinquedo que eu tinha quando era criança, me trazendo memórias eu julgava perdidas. Contudo, esse é o tipo de associação muito difícil de comunicar: será que mais alguém teve o mesmo brinquedo na infância e o associou a esse mesmo aroma que eu senti?

As discrepâncias na linguagem e no vocabulário sensorial usado para descrever cervejas podem desencorajar alguns iniciantes e iniciados ao mundo das degustações. Quantas vezes, ao lermos uma descrição que destoou das nossas impressões, não achamos que “não sabemos” beber cerveja e nem identificar “corretamente” suas características? Outras pessoas, diante disso, já começam a achar que então esse papo de degustação é tudo invenção, pedantismo, esnobismo. Calma lá. Talvez tudo isso possa ser mais facilmente compreendido se tentarmos entender os diferentes “dialetos” ou jargões usados pelos degustadores, tanto profissionais quanto amadores. Existem algumas formas mais técnicas e objetivas de descrever uma cerveja, e outras formas mais intuitivas, “impressionistas”, cada uma das quais tem as suas vantagens e desvantagens. A tradução de uns para outros pode, como qualquer tradução, ser uma ciência tanto inexata, mas ainda assim é algo possível e louvável.

Não é difícil entender a utilidade de termos técnicos para orientar degustações e descrições de estilos. Quando se estabelecem nomes padronizados para certas características objetivas, como determinados compostos químicos que exalam certos aromas específicos, boa parte da incompatibilidade nas descrições pode ser minimizada. Tomemos o exemplo do DMS, sigla para “dimetil-sulfeto”, um composto químico produzido a partir do malte e que pode ser reconhecido em diversas cervejas, especialmente lagers claras. O aroma dessa substância pode ser associado a milho verde, a legumes cozidos, a aspargos em conserva, a repolho cozido e a frutos do mar. Eu adicionaria ainda uma associação tipicamente brasileira, pelo menos quando essa característica está bem evidente: a pamonha. Para piorar, dependendo do tipo de cerveja, o DMS pode assumir outras características: em cervejas escuras, pode ser facilmente associado a molho de tomate. Além disso, é comum que ocorra associado a outro composto que pode lembrar aromas de cebola cozida e alho.

Complicou, né?

Diante disso, falar em DMS (em vez de todas essas associações disparatadas) pode reduzir as ambiguidades e ajudar a criar um vocabulário mais “neutro” para que dois degustadores possam se entender. Isso é especialmente importante no caso de degustações profissionais dentro de cervejarias, onde é preciso reconhecer a ocorrência de determinadas substâncias para identificar problemas na produção (o DMS, por exemplo, pode indicar que o mosto precisa ser mais bem fervido); ou então no caso de competições, em que os jurados precisam identificar certas características específicas que podem ser aceitáveis ou não em determinados estilos. O DMS é aceito em pequenas quantidades numa Munich helles, mas já é problemático numa bitter ale, por exemplo. Há diversos graus de tecnicismo possíveis no linguajar de degustação, desde coisas mais genéricas como diferenciar “malte” de “lúpulo” (sim, isso já é um critério técnico!) até aspectos tão específicos quanto o bendito DMS.

Aperfeiçoando a linguagem

Para quem estiver interessado nesses descritores técnicos (eles são super úteis para homebrewers!), um bom número deles pode ser encontrado, por exemplo, no recente livro Tasting Beer, de Randy Mosher. Outra possibilidade, que dispensa encomendas de livros importados, pode ser dar uma olhada nas “fichas de sabor” (flavor files) produzidas pela FlavorActiv, companhia inglesa especializada em gestão sensorial de cervejas, e disponibilizadas gratuitamente no site da empresa: http://www.flavoractiv.com/bfs_orders/?lang=en&page=order. As fichas de sabor acompanham e descrevem as especificações técnicas das cápsulas de aromas solúveis produzidas pela companhia, mas só a leitura da ficha e dos termos sensoriais associados a cada substância já pode ajudar a reconhecer algumas dessas características.

Então poderia parecer que a linguagem técnica seria uma espécie de panaceia universal para uma “boa” avaliação. Mas não é bem assim. E isso porque uma avaliação absolutamente técnica é extremamente árida e nem um pouco evocativa. “Levedura sensorialmente dominante, com altas concentrações de butirato de etila e 4-vinil-guaiacol.” E aí, soa apetitoso? Quem sabe se nós traduzirmos para “perfume intenso, em que se misturam aromas de frutas tropicais e amarelas, como abacaxi em calda, e de especiarias, remetendo a cravo”? Ah, agora, sim, deu vontade de beber uma Leffe Blonde! E, além de a descrição técnica ser muito chata, ela ainda por cima é completamente incompreensível para 99,9% das pessoas. Duvido que você vá “beerevangelizar” muita gente com 4-vinil-guaiacol. Por isso, os sommeliers optam normalmente por empregar uma linguagem mais intuitiva, apelando a associações (nem sempre perfeitas) com a memória olfativa mais ou menos compartilhada pelas pessoas, pelo menos dentro de uma determinada cultura que consome certos tipos de alimentos. Tudo para despertar e aguçar o paladar e a afetividade para as sensações que as boas cervejas nos reservam. O célebre Michael Jackson (o sommelier, não o popstar) é um dos mestres em descrições selvagemente impressionistas, muito evocativas e ao mesmo tempo embasadas em um profundo conhecimento técnico do assunto.

Afinal de contas, essa cerveja tem banana ou compota de pera?

OK, pode ser que certas substâncias sempre gerem alguma medida de confusão numa linguagem mais intuitiva. “Afinal de contas, essa cerveja tem banana ou compota de pera?” Bem, a rigor, talvez ela só tenha acetato de isoamila mesmo. Mas isso quer dizer muito pouca coisa em termos do quanto é gostoso beber uma boa Weissbier! Cada degustador (aqui no Brejas, inclusive!) tem seu estilo de escrita e sua preferência por este ou aquele “dialeto”, esta ou aquela associação sensorial. Cada linguagem tem suas virtudes e seus problemas, e cada público vai responder diferentemente a esta ou aquela forma de falar ou escrever. Por isso um ambiente em que haja uma pluralidade de estilos de avaliação é tão rico e instigante. Talvez o mais interessante, como sempre, seja a possibilidade de traduzir e de criar a sua própria “receita”, o seu estilo, o seu meio-termo entre os dialetos da “tribo”. O que quer que ajude a compartilhar o prazer de beber uma bela cerveja. Um brinde, com gosto de banana ou com acetato de isoamila!

—————————

Cursos do BREJAS

Confira o programa de Cursos e Palestras do BREJAS. Para quem quer aprender a degustar com conhecimento, o Curso de Degustação de Cervejas e Cultura Cervejeira. E, para um evento realmente diferente na sua empresa, com informação cervejeira e também diversão, a Palestra-Apresentação corporativa O Mundo da Cerveja.

Curitiba abriga a primeira cervejaria-escola do país

Comentários
9.136 visitas

Bodebrown1

A capital paranaense acaba de ganhar a primeira cervejaria-escola do país. A Bodebrown Cervejaria e Escola é a primeira microcervejaria a oferecer cursos especializados para quem quer aperfeiçoar seus conhecimentos na produção de cerveja artesanal. O diferencial da Bodebrown é o ensino de fabricação de cerveja em equipamentos profissionais.

As aulas vão oferecer aos alunos a oportunidade de aprender o manuseio de maquinário encontrado nas microcervejarias brasileiras e internacionais, permitindo o conhecimento de todos os processos necessários para a fabricação em grande escala. A Cervejaria Escola conta com equipamentos profissionais em aço inox ASI 304 com acabamentos sanitários conforme as normas da indústria cervejeira.

Para maiores informações, contacte a Bodebrown pelo telefone: (41) 3276-1560.

Fonte: Clubier

Cursos do BREJAS

Confira o programa de Cursos e Palestras do BREJAS. Para quem quer aprender a degustar com conhecimento, o Curso de Degustação de Cervejas e Cultura Cervejeira. E, para um evento realmente diferente na sua empresa, com informação cervejeira e também diversão, a Palestra-Apresentação corporativa O Mundo da Cerveja.

Anuncie

Anuncie no Brejas e divulgue o seu negócio:

Baixe nosso Mídia Kit

Entre em contato: [email protected]