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Bamberg St. Michael

Mauricio Beltramelli 13 de Dezembro de 2010
 
3.7 (14)
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Bamberg St. Michael

Informações

Álcool (%)
8.2% ABV
Ativa
Temperatura
Copo ideal
Esta cerveja foi lançada em dezembro de 2010 para comemorar os 5 anos da Bamberg, é uma Weizenbock Dunkel, que maturou por seis meses em barris de carvalhos franceses, passou pelo processo de dry hop, com lúpulos de Hallertauer e foi refermentada com fermento de Champagne. O nome St Michael é uma homenagem ao mosteiro da cidade de Bamberg que produziu a primeira cerveja a 1000 anos atrás na cidade. Harmoniza com patos, carnes de caça, cordeiro e algumas sobremesas a base de frutas.

- Aroma: Presença de frutas provenientes do fermento, ameixa, banana passa, do malte podemos sentir o toffee, caramelo, além das notas vindas do barril de carvalho, baunilha e do dry hop floral.
- Aparência:: Coloração marrom, com boa formação de espuma e boa consistência, turva devido a presença de fermento
- Sabor:Frutas passas, banana, ameixa, frutas secas, baunilha, maça vermelha, frutas cítricas, terminando com leve amargor e leve adstringência vinda dos taninos do barril de carvalho.
- Sensação na boca: Corpo médio, com boa carbonatação

Avaliações dos usuários

14 avaliações

5 estrelas
 
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2 estrelas
 
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1 estrela
 
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Avaliação Geral 
 
3.7
Aroma 
 
7/10  (14)
Aparência 
 
4/5  (14)
Sabor 
 
14/20  (14)
Sensação 
 
4/5  (14)
Conjunto 
 
7/10  (14)
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Avaliação Geral 
 
2.9
Aroma 
 
6/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
10/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
6/10
De âmbar carregado, levemente opaca, espuma beige clara, com bolhas finas de baixa persistência com rústicas levedura de champagne em suspenção.
No olfato, couro batido, ferroso, frutas vermelhas (ameixa e uva passa), spirit fruit e um delicioso cheiro de cantina.
No paladar e' acida, lembrando uma Flanders Red Ale, levemente encorpada e vinosa, o amadeirado presente é devido a maturação por 180 dias em Barril de carvalho francês, harmoniosa com o olfato relembrando frutas vermelhas, tostado e defumado totalmente assentes ou escondios pela acidez.
Digamos que de weizenbock tem pouco, mas é uma cerveja criativa e bem elaborada em um contexto de escolas alema e belga.

Detalhes

Degustada em
01/Abril/2013
Envasamento
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
brasil
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Avaliação Geral 
 
3.9
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
14/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
A grande obra-prima das Bamberg até o momento, em minha opinião. Não por ser uma cerveja impecável e sem arestas (como outras que a cervejaria produz), mas por aliar tradição e inventividade e praticamente inventar um estilo que alia o melhor das cervejas de trigo alemãs com uma longa maturação em madeira semelhante à das Flanders red ales, criando algo realmente único. Degustei a safra 2011, que revelou uma coloração marrom alaranjada e um creme abundante em excesso, persistente e de bolhas grandes. O aroma, muito complexo, pode ser descrito em camadas que refletem seu processo de fabricação: percebem-se características frutadas e adocicadas como as de uma weizenbock, com muita banana passa, caramelo, ameixas secas, morango, cravo suave, fermento e um perfume de rosas. O dry hopping feito com lúpulos alemães lhe confere um potente floral lupulado que se destaca desde o início e algum limão. A passagem pelo barril de carvalho também deixa sinais muito claros: uma sensação de tosta, tons amadeirados e notas defumadas claras (a longa maturação converte o aroma de cravo em defumado). Seu maior charme é a contribuição evidente de microorganismos "selvagens" da madeira, que trazem uma clara pegada "vínica" com tons terrosos, láticos e acéticos que lembram muito uma Flanders red ale mais suave. Na boca, é essa acidez lática e acética que ataca a língua, percebendo-se em segundo plano doçura e amargor equilibrados. O corpo é médio, mais seco que o esperado (provavelmente devido aos microorganismos do barril) e com textura levemente adstringente dos taninos da madeira. Ao unir a doçura frutada e fenólica da weizenbock com a pegada madura e lática do barril, a Bamberg criou algo novo. Acho até que essa pegada de "Flanders red" poderia ser ainda mais convicta e acentuada, sem tentar escondê-la, o que daria ainda mais ousadia e personalidade à cerveja e a tornaria definitivamente uma "sour ale". No fim das contas, é uma cerveja única, de perfil e estilo inéditos para mim, ao mesmo tempo muito alemã, muito brasileira e tradicionalmente globalizada.

Detalhes

Degustada em
07/Janeiro/2012
Envasamento
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
Bamberg Express
Preço
R$ 60
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Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Esta foi uma das cervejas mais bacanas que já degustei. Tive a sorte de comprá-la por um preço bem abaixo daquele praticado normalmente e, após dois anos, finalmente provei de tanta complexidade. Uma Weizenbock incomum e rica em detalhes: matura em barris de carvalho, tem levedura de champagne, além de ser muito difícil encontrá-la. No aroma e no sabor a complexidade é tamanha que mesmo com muita atenção e cuidado, alguns detalhes acabam passando sem serem percebidos. Ameixas, castanhas, uvas passas, toque vínico, licorosidade... Doce e muito bem carbonatada, álcool esquentando as paredes da garganta ao final do gole, textura aveludada, quase um licor... Sugiro a quem ainda não a tomou, que faça em um momento que realmente coroe um momento inesquecível, que assome os sentidos e faça dessa experiência algo realmente digno de ser lembrado.

Detalhes

Degustada em
09/Novembro/2012
Envasamento
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
Mamãe Bebidas
Preço
49,99
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Avaliação Geral 
 
3.9
Aroma 
 
9/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
15/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
8/10
Inicialmente uma espuma vigorosa se forma e permanece no copo por um tempo e depois desaparece. Coloração acobreada, um pouco turva com bastante sedimentos de formatos diversos (diferente dos sedimentos de fermento normalmente encontrado nas weiss).

O aroma é muito rico, notas adocicadas (toffee), cítricas, frutadas (frutas secas)e levemente amadeirada.

No sabor, o mais aparente é a intensa acidez, a carbonatação que no inicio era abundante quase desaparece. O frutado e adocicado do aroma perdem força no sabor, que apresenta um médio amargor proveniente em parte do malte, em parte do lupulo. Corpo leve, final seco com um pouco de presença do álcool e acidez bem destacada.
Uma breja complexa, interessante, boa p/ ocasiões bem especiais.
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Avaliação Geral 
 
4.0
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
8/10
Maturada em barris de carvalho francês de vinhos tintos, essa breja nacional fermenta com leveduras de espumante.
Perfil aromático bastante complexo, com ameixas, uvas-passas, madeira, Porto, baunilha e castanhas.
Na boca, a acidez é constante mas sem agredir. Álcool perceptível, mas bem inserido, com final perfumadamente frutado. Deliciosa e complexa!

Detalhes

Degustada em
18/Maio/2012
Envasamento
Volume em ml
750 ml
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