Bela aparência, forma uma espuma grande, cremosa, poucas bolhas, branca e um tanto duradoura. Deixa uma renda quase boa no copo. Clara e um tanto borbulhante. Coloração amarela. Aroma com malte leve, ares de cereais, pão, traços de palha, lúpulo leve, meio ervas, traços de flores. Álcool balanceado. Ainda traços de maçã. Sabor de duração entre curta e média, leve amargor, traços minerais, seguindo as notas de malte do aroma. Corpo entre leve e médio, textura aguada, carbonatação média, final meio fugaz e levemente seco.
Destaque para a aparência, com a espuma permanecendo até o final. Refrescante.
Cheers!
Amarela clara com espuma de média formação e pouca duração.
Aroma sutil de mate e álcool.
Também aparece algo meio azedo no aroma. Lembrando alguma coisa meio vinificada.
Álcool perceptível no aroma.
Na boca de cara aparece o gosto de "papelão".
Carbonatação correta e agradável.
Álcool também no gosto. Algo indesejável numa 4.7%.
After Taste desagradável.
Defeitos por todos os lados.
Dias trash!
"Bebi" A Outra, Brahma e hoje foi Proibida.
E esta foi a pior de todas, nunca senti tanto o gosto de milho numa breja como nessa, é fraquíssima, insossa e neutra.
Abstêmios podem bebê-la à vontade, nem parece cerveja, nem estupidamente gelada deve funcionar.
Plagiando um "músico" mala eu diria que é "proibida pra mim, no way", mas deveria ser proibida a todos.
Lançada em 2011, a "Proibida" ficou "famosa" graças ao episódio das garotas tchecas que apareceram no programa "Pânico na TV" sem que os produtores soubessem que elas estavam envolvidas numa campanha publicitária para a então nova marca de cerveja. Isso gerou mal-estar nos bastidores do programa uma vez que um de seus patrocinadores era a "Skol". As duas tchecas foram contratadas meses antes pela equipe de marketing da "Proibida" com o intuito de vender o conceito de que se trata de uma 'pilsen' baseada na autêntica cerveja feita na cidade de Pilsen na República Tcheca. Para reforçar esta ideia, seu rótulo carrega os dizeres "Dej Bůh Štěstí" que significa "Deus nos dê sorte e alegria" no idioma tcheco - uma grande balela.
O fato e que ela é feita à mesma maneira de uma 'standard american lager' de massa, com cereais não maltados e outros adjuntos, ainda que almeje disputar o mercado de "cervejas premium" ao lado de rótulos como "Heineken" e "Stella Artois", só que um pouco (bem) mais barata.
Produzida pela "Companhia Brasileira de Bebidas Premium" (CBBP) inicialmente apenas na cidade de Pindoretama (CE), em 2013 ganhou uma segunda fábrica no município de Dias D’Ávila a 50 Km de Salvador (BA).
Amarela clara e brilhante, no copo forma espuma branca irregular de média formação e curta duração.
Fraquíssimo, o aroma sugere malte, palha, uma pitadela de lúpulo floral e nada mais. Algo vantajoso neste quesito, meio a tantas outras cervejas parecidas que temos por aí, é o fato de que mesmo não cheirando ao menos ela não fede.
Mas o que poderia ser menos pior, na boca se revela trágico. Excessivamente carbonatada, tem pronunciado gosto de papelão que junto ao toque adocicado do malte e adjuntos a torna imediatamente enjoativa. Esse traço artificial que remete à página de revista e papelão fica impregnado até o retrogosto, dificultando muito a 'drinkability' e gerando uma espécie de 'empapuçamento' precoce.
Bagaceira que só ela, agora sim entendo o significado do seu nome. _"Proibida" está mesmo... é de entrar na minha geladeira de novo! Fuja.