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Dogfish Head Theobroma

Brejas 04 de Abril de 2010
 
3.9 (3)
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Dogfish Head Theobroma

Informações

Álcool (%)
9% ABV
IBU
8
Ingredientes
Aztec cocoa powder and cocoa nibs (from our friends at Askinosie Chocolate), honey, chilies, and annatto (fragrant tree seeds).
Ativa
Sazonal
Temperatura
Copo ideal
This beer is based on chemical analysis of pottery fragments found in Honduras which revealed the earliest known alcoholic chocolate drink used by early civilizations to toast special occasions. The discovery of this beverage pushed back the earliest use of cocoa for human consumption more than 500 years to 1200 BC. As per the analysis, Dogfish Head’s Theobroma (translated into 'food of the gods') is brewed with Aztec cocoa powder and cocoa nibs (from our friends at Askinosie Chocolate), honey, chilies, and annatto (fragrant tree seeds). It's light in color - not what you expect with your typical chocolate beer. Not that you'd be surpised that we'd do something unexpected with this beer! This beer is part of our Ancient Ales series - along with Midas Touch, Chateau Jiahu, and other - step back in time and enjoy some Theobroma.

Avaliações dos usuários

3 avaliações

Avaliação Geral 
 
3.9
Aroma 
 
8/10  (3)
Aparência 
 
3/5  (3)
Sabor 
 
16/20  (3)
Sensação 
 
3/5  (3)
Conjunto 
 
8/10  (3)
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Avaliação Geral 
 
3.8
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
16/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
8/10
Temperatura de degustação: Dez graus Celsius.
Cor: Cobre turva.
Creme: Média formação de creme bege que se desfaz muito rapidamente sem deixar rastros.
Aroma: Amadeirado, caramelo, mel, maltado e leve frutado que remete a uvas brancas.
Sabor: A breja em si apresenta as características de uma boa doppelbock, tanto no aroma quanto no sabor, que apresenta-se predominantemente adocicado ao longo de todo o gole, com final de baixo amargor e secura de baixa a média intensidade, porém persistente. O retrogosto remete ao adocicado do caramelo e malte presentes no aroma. O álcool aquece, porém apresenta-se muito bem inserido. Fora o caráter predominantemente maltado/ adocicado não percebi nada do cacau utilizado na receita. Boa breja.

Detalhes

Envasamento
Volume em ml
750 ml
Onde comprou
NY
Preço
US $12.00
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Avaliação Geral 
 
3.5
Aroma 
 
7/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
15/20
Sensação 
 
3/5
Conjunto 
 
7/10
Mais uma da série "arqueológica" da Dogfish Head.
Bonito rótulo, bem trabalhado.
Cor âmbar, límpida e brilhante, com algumas partículas em suspensão.
Espuma branca de boa densidade, boa formação e média duração.
Aroma de malte, adocicado,frutado, especiarias, leve toque de cacau e chocolate, presença de uvas brancas e algo cítrico, mel e álcool. Aroma de certa complexidade, porém fraco.
No paladar malte, adocicado, mel, leve toque cítrico e álcool muito pronunciado. Corpo médio, com baixa carbonatação e final adocicado.
Vale mais pela curiosidade de provar e pelo marketing, pois a cerveja em si não é equilibrada nem muito complexa, além do mais os aromas e sabores de cacau e chocolate são muito discretos.

Detalhes

Degustada em
08/Junho/2011
Envasamento
Volume em ml
750 ml
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Avaliação Geral 
 
4.4
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
10/10
A Theobroma é a versão da Dogfish Head para uma bebida asteca, um fermentado à base de cacau cujos restos foram encontrados em Honduras e passaram por uma análise química que revelou traços de cacau, chili, mel e annatto (uma semente aromática). Trata-se de uma reinterpretação livre da cervejaria inspirada na arqueologia, entenda-se; mas, afinal, não se trata sempre de uma reinterpretação quando falamos em conhecimentos históricos e arqueológicos? Neste caso, ela destoa bastante do que normalmente esperaríamos de uma cerveja que leva cacau (em pó e em lascas); em primeiro lugar, porque tem coloração clara, e também porque tem um perfil que se destaca muito mais pelo frescor do que pela torrefação, praticamente ausente. É uma cerveja extremamente inusitada, tanto na sua receita como nas suas características sensoriais, mas se eu tivesse de aproximá-la de algum estilo existente, diria que é semelhante a uma tripel. Na taça, apresentou uma bonita cor dourada clara e transparente, com bom creme branco, persistente. Apresenta uma enorme complexidade de aromas, presumivelmente advindas tanto das leveduras quanto dos vários ingredientes adicionados à receita (os mesmos identificados nos restos arqueológicos), com muito frescor. Há notas evidentes, suponho que de ésteres, remetendo a chiclete e Fanta uva, acompanhados de um intenso mentolado (que se combina ao chiclete e dá a impressão de chiclete de menta) e de algo condimentado e cítrico, que lembra sementes de coentro. Um pouco mais suaves, percebem-se notas de carambola, e um toque mais rústico e salgado sugerindo sal de frutas (indicando possivelmente atividade de leveduras do gênero Brettanomyces) complementa sua complexidade e quebra corretamente o delicado frescor. O malte é bem presente no sabor, com uma forte riqueza final remetendo a pão e um toque de mel - que pode também vir talvez do mel usado como ingrediente, diga-se de passagem. O lúpulo aromático é mais discreto no conjunto, mas pode ser percebido e apresenta notas cítricas de limão. Muito complexo, e muito diferente de tudo o que eu já havia provado em uma cerveja. Se a intenção da Dogfish Head era surpreender, hell yeah, eles conseguiram. Predomina a doçura maltada, mas bem equilibrada por uma acidez bem relevante, com uma amargor mais suave e um toque salgado até considerável. Essa acidez e salgado, aliada ao aroma de Brettanomyces, me fez considerar a possibilidade de haver fermentação espontânea, ainda que suave, nesta cerveja. A entrada é doce e ácida, com um final em que o amargor equilibra a doçura dominante, com um retrogosto de média duração com pão, menta e carambola. O corpo é leve para médio, com textura acetinada, e ela tem uma agradável leveza na boca - tanto que eu me surpreendi quando constatei o teor alcoólico de 9%, que não se adivinha. Gentilmente compartilhada conosco pelo confrade Jon, esta Theobroma é uma experiência singular, uma bebida que decididamente é uma cerveja (e não um fermentado asteca de cacau), mas bem diferente de todas as outras cervejas que eu já provei. Suponho que os ingredientes adicionados à receita tenham muito a ver com essa peculiaridade, mas é muito difícil identificar positivamente qualquer um deles. Acho plausível que o processo de fabricação inclua elementos de fermentação espontânea (embora a cervejaria não mencione nada a respeito), mas eles são bem discretos, quebrando o frescor dominante de forma sutil e tornando o resultado final ainda mais complexo. Se "Theobroma" é a "comida dos deuses", então os deuses astecas agradecem a oferenda!

Detalhes

Degustada em
11/Outubro/2010
Envasamento
Volume em ml
750 ml
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