Nova degustação em 12/02/2026: esta é digna de retornar aqui pra editar a pontuação minha, porque na profusão de Session IPA e IPA que tomei nos últimos tempos, a Patagônia IPA mesmo em escala industrial nacionalizada está difícil de bater com as tentativas mineiras de minidestilarias (não aceito mais dizer que é artesanal, pra mim artesanal é de panela e caseira, mas a lei tupiniquim só deixa comercializar com MAPA, e só consegue registrar em MAPA ao menos uma microdestilaria que vende a cerveja mais cara.). Bem, o latão 473 ml tá bem mais caro (R$ 8,00), mas, puxa, entrega lúpulo de verdade, apesar do corpo delgado. Pontuação Geral de 2022: 3,8
Olha, um ótimo custo-benefício, talvez a melhor Patagônia que tomei, porém só conhecia as antigas Patagônias importadas da Argentina, boas porém suaves em seus estilos. Eu perdi a oportunidade daquela antiga Patagônia Lúpulo 4.7 quando lançou, mas esta made in Brazil atende.
Aparência: líquido limpo, acobreado, com farta espuma cremosa.
Aroma: lúpulo cítrico, aromático, esperava diferente por destacarem ser um lúpulo argentino, mas não perde nada para lúpulos europeus. Na taça ISO tem leve metálico, mas acrescenta maracujá. alguma fruta amarela, além de malte de cevada. Ao esquentar há cucurbitáceas frescas, como pepino e melão.
Sabor: amargor de lúpulo, metálico (será por causa da produção no Brasil e o envase em lata?), retrogosto de malte, pão e fermento. Bem balanceada, é doce e ao mesmo tempo amarga.